História My Angel - Capítulo 31


Escrita por: ~ e ~idksuckers

Postado
Categorias Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Cher Lloyd, Cody Simpson, Dylan O'Brien, Francisco Lachowski, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Dylan O'Brien, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Drama, Escola, Família, Festa, Luta, Novela, Romance, Shoujo Romântico, Violencia
Visualizações 531
Palavras 3.917
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 31 - I have to find her.


Fanfic / Fanfiction My Angel - Capítulo 31 - I have to find her.

Emma’s POV

— Então não vai falar nada?— ela sorria e se aproximava mais de justin me deixando com raiva, justin estava imóvel desde a sua entrada.

Mas quem é essa vagabunda?

Não posso mentir, ela era realmente muito bonita, cabelo longo castanho e olhos castanhos claros, seu corpo era perfeitamente desenhado e o vestido vermelho que estava usando destacava cada parte do seu corpo na perfeição mostrando todos seus atributos, isso me deixava nervosa e fazia eu sentir meu estomago dando voltas.

—O que você tá fazendo aqui?— Justin permanecia na mesma posição apenas fechando sua mão num punho e o nervosismo na sua voz era notável.

Nénem...— toda a distância que ainda sobrava entre eles logo era inexistente, seus braços foram envolvidos em volta de justin que permanecia parado ainda sem reagir, não retribuindo o seu abraço.— Quem é essa? Sua nova diversão? — a mesma olhava para mim com ar de deboche o que fez meu sangue ferver. — Ambos sabemos que ninguém chega no meu nível, lindo. — disse piscando.

— Vou perguntar uma última vez... — as veias no seu pescoço agora eram notadas e suas mãos estavam ficando quase roxas por conta da força que ele as fechava. — O que você tá fazendo aqui?

— Não acredito que depois de todos esses anos você tenha a decência de voltar garota.— Pattie agora se pronunciava, o nojo na sua voz era notável.

ALÔ GENTE? ALGUÉM EXPLICA AQUI PRA LERDA? MEU DEUS! TÔ A ZEROS AQUI!

— Que feio Pattie. — se aproximou e colocou sua mão no ombro de Pattie, que logo desviou. — Não vai dar um “Oi” pro grande amor da vida do seu filho? — o seu sorriso estava me irritando bastante, é como se ela tivesse certeza de algo, neste momento eu tinha medo do que viria a acontecer.

Meu corpo gelou ouvindo suas palavras. Como assim “grande amor da vida do seu filho”? Aquelas palavras rondavam minha cabeça me deixando tonta, eu queria saber o que estava acontecendo e quem era essa garota.

Ela caminhava confiante, pela grande sala ignorando as palavras de pattie e de justin, e toda a atenção era virada para si. A mesma caminhou até Chris que estava tão surpreso quanto nós e o abraçou, mas a diferença entre seu abraço e de Justin, é que Chaz retribuia sorrindo, como se tivessem dando uma daquelas piriguetes da boate pra ele ficar, o que realmente era o que ela parecia.Vadia.

— Justin? — toquei no seu ombro reparando que ela ainda a encarava. — Quem é ela? — finalmente desviou seu olhar para mim com o maxilar travado, eu podia ver uma mistura de raíva com impaciência, mas não era só isso que ele expressava no seu olhar, eu só não conseguia entender o quê.

O mesmo começou caminhando ao que eu penso que fosse o seu escritório, ignorando completamente minha pergunta, o que me deixou pensando que essa garota realmente teve algo sério com ele, isso me deixava muito nervosa e puta da vida. Começo pensando que essa gorota está aqui pra fuder com tudo, e se esse era seu plano, estava funcionando.

Cheguei perto de Ryan, Chaz e Jack percebendo que eles falavam dela, enquanto Mary olhava, tal como eu, sem entender nada.

— A pergunta é...o que que ela ta fazendo aqui? Justo agora? — Ryan falou nervoso.

— Eu não sei... — Chaz acenava coma a cabeça em negação, passando as mãos pelos cabelos. — Mas sei que isto não pode ser algo bom.

— Eu senti a falta dela. Mas cara... ela desapareceu por anos e chega aqui desse jeito, eu não sei o que pensar. — Ryan falava me deixando cada vez mais nervosa, meu olhar se voltou pra ela vendo a mesma conversando com Chris e o mesmo sorria.

— O que ela tem com Chris?— perguntei encarando eles que me olhavam receosos.

Eles são irmãos. — meu coração tava parecendo que ia saltar pra fora, isso queria dizer que eles realmente eram próximos, visto que bieber e chris eram amigos desde pequenos.

Eu queria tirar isso a limpo. Eu tinha muitas perguntas rondando minha cabeça e tinham que ser repondidas. Saí voando sem falar nada e comecei caminhando até ao seu escritório, respirei fundo e abri a porta. Bieber estava com um copo com wisky na mão enquanto tragava seu cigarro, e alguns pacotinhos vazios espelhados pelo chão, seus cabelos estavam completamente bagunçados e sua roupa também. Notando minha presença seus olhos foram de encontro aos meus, agora podia ver que seus olhos estavam muito vermelhos não sabia se era por conta do que ele estava fumando ou porquê esteve chorando, eu só esperava que não fosse a segunda opção, pelo meu próprio bem, ou digamos pelo bem de meus sentimentos por ele. Seu olhar logo foi desviado, quando viu minha presença alí, suspirei de novo e fechei a porta atrás de mim caminhando até ele, me sentei na sua frente e finalmente tava ganhando coragem pra falar depois de um bom tempo em silêncio, apenas olhando um ponto fixo naquele escritório.

— Eu te fiz uma pergunta. — disse cruzando os braços.

— Não tô com paciência, Emma. — disse bebendo mais um pouco de wisky.

— Justin... — coloquei minha mão no seu braço, mas o mesmo o puxou com força. — Larga de ser idiota. EU SÕ QUERO SABER QUEM ELA É, PORRA!

—AINDA NÃO TÁ ENTENDENDO QUE EU NÃO QUERO VER VOCÊ NA MINHA FRENTE? — ele se levantou ficando na minha frente, as veias no seu pescoço eram bastante vísivéis, pois pareciam que iam explodir a qualquer momento.—VAZA VAGABUNDA!— o mesmo bateu com tudo na mesa, me fazendo tomar um susto.

Aquelas palavras me atigiram como se fossem bala perfurando meu corpo, meu olhos começaram a marejar mas eu não iria chorar na sua frente, não iria mostrar minha parte fraca.

— QUER SABER? — o mesmo me olhou surpresa por conta da minha voz ter soado tão segura, até eu mesma estava espantando comigo. — FODA-SE. — sai sem deixar ele falar algo e bati a porta com força ouvindo algumas coisas serem partidas.

Ele estava tendo seus ataques de estressadinho de novo, e desta vez eu não tava nem aí. Cansei de ser troxa, não vou ficar correndo atrás dele. Fui de novo na sala e notei que a garota mistério não estava mais lá, algumas pessoas dançavam com a música que o DJ tinha colocado. Agradeci a Deus por isso, pois se não tivesse dando música desse jeito, todo mundo nesta casa teria escotado nossa gritaria lá no escritório.

Fui pro meio da sala me juntando com os garotos e Mary e decidi esquecer tudo. Comecei dançando ao som da música “This Is What You Came For” da Rihanna e Calvin Harris. Terminava sempre rindo dos meninos, que tentavam fazer alguns passos estranhos enquanto Mary dançava comigo. Sai dalí depois da música terminar e fui buscar algo pra tomar, eu precisava de algo que me fizesse esquecer.

— Me dê algo bem forte. — falei pro moço do balcão que tinha sido contratado para servir as pessoas, o mesmo sorriu e acentiu.

Tomei tudo de uma só vez sentindo todo meu interior queimar, pedi mais alguns perdendo a conta e já me sentia mais leve, sem preocupações, sem me preocupar com o pau no cu e garotas misteriosas.

Meu corpo já não funcionava do jeito que eu comandava, sentia todo meu corpo relaxado e voltei para o centro do que era a “pista de dança”, estava tocando “Never Forget You” daZara Larsson & MNEK, eu cantava a letra pois sabia toda a música, Mary sempre me obrigava a escutar toda vez que iamos no seu carro. Meu corpo apenas se movia ao som da música, era como se eu estivesse sozinha alí, simplesmente, só eu. Minhas mãos percorriam meu corpo e meu cabelo agora estava solto. Sinto algo tocar  em mim mas continuo movendo meu corpo, me encostando mais á pessoa sem querer saber quem era, as suas mãos passeavam por todo meu corpo e podia sentir o ar quente da sua boca bater contra meu pescoço, eu já estava perdendo os sentido de tudo e iria cometer erros sem pensar em nada.

Quando finalmente me viro para encarar a pessoa que dançava comigo, vejo uns olhos azuis que eram até capazes de perfurar o meu ser, seu cabelo loiro perfeitamente arranjado lhe dava um ar marvilhoso.

— Oi? Eu conheço você... — disse tentando exergar quem realmente era aquele deus grego, mas meus sentidos não estavam ajudando.

— O rapaz lanchonete, lembra? — o mesmo deu um soorriso de tirar meus pés do chão.

— AH E ISSO, MEU DEUS! — disse colocando as mãos na boca surpresa. — Você desapareceu garoto, nem falou nada. — deu um tapa no seu braço e o mesmo riu abafado.

— Tive uns probleminhas. — sorriu. — Vamos dar uma volta por aí? — assenti e o mesmo pegou minha mão fazendo um arrepiu subir minha espinha, ele me encaminhava por todo o mar de pessoas, até sairmos daquela casa.

Ficamos andando pelas ruas apenas em silêncio, e isso tava me deixando louca. Então decidi quebrar isso.

— Nem me disse seu nome. — disse sorrindo pra ele que retribuiu.

— Sam.

— Nome bonito, viu? — o mesmo riu.

— E você também não falou seu nome pra mim. Eu iria perguntar no dia da lanchonete mas você saiu quase voando, nem deu tempo.

— Emma. — o mesmo me olhou nos olhos e abriu um sorriso enorme que me fez corar e desviar meu olhar.

— Então? Depois que cê pegou meu número, não falou nada? — disse encarando aquele chão e tentando me manter em pé, visto que não estava nas melhores condições.

— Como eu falei tive uns problemas. — disse me encarando e piscou. Essa história de “problemas” sempre dá errado. — Parece que destino nos juntou não é mesmo? — ri e ele acabou rindo junto.

— Podemos dizer que sim.

Caminhavamos por aquelas ruas enormes, a única coisa que iluminava as ruas eram as pequenas luzinhas espalhadas por alí, chegamos num beco que não me parecia muito seguro, estava ficando com um pouco de receio andando por aqueles cantos da cidade, então quando decido me virar pra encarar o rapaz de olhos azuis e falar que era melhor voltarmos pois estava ficando tarde, mas antes que fosse capaz de sequer me virar, sinto meu corpo ser arremeçado pra trás indo de encontro ao seu peito, enquanto seus braços envolviam meus pescoço e uma das mãos tapava a minha boca, com um pano branco que estava um pouco humido.

Eu me debatia, tentanto socar tudo o que era sítio, pontapeado e tentando gritar mesmo com aquele pano horrível que estava me impedindo até mesmo de respirar, mas era impossível me soltar, eu estava completamente imobilizada, comecei perdendo meus sentidos e vendo tudo rodando, até que tudo se torna num fundo preto e apago.

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Justin’s Pov On

Eu estava com uma puta de uma raiva maior que meu pau. Primeiro Caitlin renasce das cinzas pra me atormentar, depois Emma dando uma de possessiva como se tivessemos alguma coisa, ou como se pudesse mandar em mim. Eu realmente não entendo, nem nunca vou entender as mulheres.

Tava de boa no escritório fumando e bebendo, quando entram pelo mesmo sem bater na porta, logo vejo aquela mulher com o seu corpo de fazer qualquer um cair a seus pés, desfilando até mim.

—Não lembro de ter dado ordem pra entrar.

—Você anda muito estressadinho neném, a ninfetinha não anda dando conta do recado? —  disse chegando até mim começando a massagear meus ombros, mas logo me levantei tentando desviar todos meus pensamentos impróprios para não a jogar nessa mesa.

—Cala a boca vadia, e sai daqui antes que eu perca a minha cabeça. — gritei batendo na mesa.

— Tudo bem. — a mesma sorriu e me deu um beijo no canto da boca se inclinando, me fazendo ter a perfeita visão dos seus seios, que quase pulavam fora do seu vestido, começou caminhando até a porta mas parou por breves segundos sorrindo maliciosamente para mim, não conseguindo evitar dei uma olhada na sua bunda perfeitamente desenhada naquele vestido. — Se você não é meu, também não é de ninguém, Jus. — a mesma saiu não sem antes piscar, fazendo minha cabeça querer explodir e em apenas segundos conseguir me deixar de pau duro meu deus, meu corpo extremeceu ao ouvir o apelido que me deu, era o mesmo que ela me chamava quando namoravamos, eu estava confuso. Eu não posso pensar nela desse jeito. Ela me magoou muito.  Mas também não posso mentir que ela ainda me deixa louco.

Emma me atrai, apesar de ser chata pra caralho e muitas vezes teimosa, ela me atraia. Seu jeito inocente me fazem querer tê-la. E mais uma vez, me vi lembrando ela. Essa garota tá me deixando louco também, tou parecendo o chaz, meu deus, me ajuda. Eu juro que tou ficando louco, não bastava uma pra me fuder, agora seriam duas. Este, sem sombra de dúvida, terá sido o meu pior aniversário. Parabéns a mim. Fiquei pensando até que a porta e aberta com brutalidade, e os meninos entram numa completa festalora e gritando.

ESSA GENTE NÃO SABE BARTER NÃO?

—QUAL O VOSSO PROBLEMA PORRA?

—Eiiiiiii Drew relaxa... somos familia. — chaz falou se jogando em um sofá, me fazendo bufar.

—Familia, seu cu.

—Eita porra,  a chegada de Caitlin realmente deixou você louco. — Chaz me zoou.

—Não tô com paciência para ouvir suas merdinhas Chaz, então cala a boca.

Chaz ia responder mas o toque de meu celular o interrompeu, peguei no mesmo e notei que era número desconhecido, mas logo atendi.

—Posso saber quem é o corno que tá me incomodando? — disse visivelmente irritado.

—Justin... meu caro amigo. — amigo? Que porra é essa? — Já não conhece seus inimigos? 

— São tantos querendo ser como eu, que acabei perdendo a conta. — disse rindo convencido.

Falcons. — percebi seu tom desafiador fazendo  a raíva me consumir nesse instante.

Te dou três segundo pra falar se não quer ir pro saco.

Promessas vazias Bieberzinho... você que é tão inteligente assim, mas deixou seu querido brinquedo sair com um total desconhecido. — o cara ria do outro lado. —Ainda pra mais com seu maior inimigo. — essa cara era um fantasma, lider dos Falcons, nunca o conseguimos identificar, porque estaria ele me ligando?

—Que merda cê tá falando?

— Não é tão esperto como eu pensava. — o mesmo riu abafado me fazendo ferver, ninguém brinca comigo desse jeito. — Sua querida amada está comigo.

Larga de ser trouxa, não tenho tempo pra brincadeirinhas.— disse rindo. — Ambos sabemos que eu tô nem ai pras vagabundas que pego, amor é tudo o que eu menos tenho. — vi o mesmo rir. — Pode ficar, eu deixo você pegar meus restos mermão.

— Mentiras e mais mentiras... vai dizer que não reconhece essa linda voz, Bieber? — por uns meros segundos o celular fez um ruído e depois foi ouvida aquela tão doce voz. — Justin, por favor me tira daqui. Justin por fav... — meu coração parou e minhas mãos soavam frio. — Então Bieber, lembrou?

— Não. — disse tentando transparecer calma e que realmente não me importava, o que por uma parte era mentira.

— Tem certeza? — permaneci em silêncio sem saber o que falar, ouvi algo ser arremeçado e Emma gritar.— Tudo bem, ela é bem gostosa. Você mesmo disse que posso pegar seus restos, então não deve importar que eu prove um pouco, né?

— SE VOCÊ ENCOSTA UM DEDO NELA EU MATO VOCÊ, TÁ ENTENDENDO? — o mesmo riu alto, fazendo meu sangue ferver, e tudo o que estava em cima da mesa ser jogado no chão.

Boa sorte garotão, fico te esperando.

Sem deixar eu falar nada ele desligou na minha cara, o desespero tomou conta de mim, joguei meu computador com toda minha força na parede o despedaçando, fazendo os meninos me olharem surpresos.

— O que aconteceu Justin?— perguntou Chaz com seus olhos arregalados, me olhando sem entender o porquê de eu estar surtando desse jeito.

— Alguém levou Emma. — bati meu punho com toda minha força na mesa, e notei Jake ficar um pouco tenso. — Jack, tem algo que você queira falar?

—Eu vi ela dançando com um cara. — todos o encaravam.

— O QUE? E VOCÊ NAÕ ME DISSE NADA PORRA? — disse quase indo pra cima dele, mas sendo impedido pelos meninos.

— Eu pensei que fosse mais uma das discuções parvas de vocês.

—FODA-SE. NÃO DEVIA TER DEIXADO ELA SAIR.

— Justin. Tente perceber que eu não sabia o que estava acont... — Jack foi interrompido pelo som do meu celular de novo, mas desta vez avisando a chegada de uma mensagem do mesmo número, abri sem pensar duas vezes.

Meus olhos não podiam acreditar no que estavam vendo, deixei meu celular cair com tudo enquanto os garotos pegavam o mesmo tentando entender o porquê da minha reação.

Emma estava sofrendo, e era tudo minha culpa.

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Emma’s Pov On

Acordei em um lugar muito sujo e escuro, era apenas iluminado por uma pequena luz que vinha de uma janela no fundo do local, meu corpo estava coberto apenas pela minha calçinha e uma camisa grande que tapava até minhas coxas. Olhei em volta tentando encontrar algo que me fizesse saber onde eu estava, mas a única coisa que via era uma cama na qual eu estava sentada, começei me apercebendo do que tinha acontecido e que a situação era muito feia. Meu coração batia rapidamente e minhas lágrimas escorriam sem parar, corri para a porta gritando e tentei abrir a mesma mas estava trancada, bati com as mãos e até mesmo meus pés, tentando juntar todas as minhas forças para abrir aquela merda, mas era impossível.

Passei meus olhos de novo pelo local vendo a pequena janela e corri até a mesma, tentei abrir mas sem porra de sucesso, procurei algo pra jogar nelas mas e continuava sendo ínutil, então minha única opção era bater minhas mãos contra a janela tentando quebrar as mesmas, já estava perdendo a força nos meus braços e pernas por conta dos socos e chutos que eu dava, então me sentei no chão frio e sujo, com minha cabeça nas pernas e chorei, apenas tentando perceber o porquê de tudo isto tava acontecendo comigo.

Depois de alguns minutos chorando e gritando por ajuda, ouvi alguns passos se aproximando da porta, fui rapidamente para a cama me sentando, envolvi meus braços de volta de meus joelhos com receio de quem seria a pessoa por detrás daquela porta. Um homem entrou, eu apenas conseguia ver seu corpo iluminado pela luz que vinha da janela, cada passo pesado seu batendo naquele chão, fazia meu corpo inteiro estremecer, e meu coração bater mais rápido. Sua face agora iluminada pela luz do exterior me fez perceber que era Sam, o mesmo carregava uma bandeja com alguns alimentos.

— Coma. — o mesmo se abaixou perto de mim e me entregou a comida, bati na mesma fazendo tudo cair no chão.

Resultado: tomei um enorme soco na cara, que fez todo meu rosto ficar dormente e um pouco de sangue escorrer no canto da minha boca.

— Vadia...— ele deu um sorriso debuchado, fazendo meu corpo todo ferver e a raiva se instalar de novo. — Agora vai comer do chão, ou morre á fome.

— Eu confiei em você. — disse com minha voz trêmula, limpando o sangue que caia.

— Seus pais não ensinaram pra você não confiar em estranhos, docinho? — o mesmo sorriu maliciosamente, dando enfâse na última palavra.

— Vai se fuder. — cospi na sua cara, recebendo outro soco, fazendo meu olho doer bastante.

— Tô vendo que você tá dando uma de corajosa, aprendendo com Bieber? — o mesmo limpou a cara e deu de novo o famoso sorriso de deboche.

O motivo de tudo isto era Justin? O que estava acontecendo?

Eu queria muito manter minha postura, mas tava me controlando para não ficar chorando sem parar, eu estava realmente com muito medo e só rezando pra que tudo acabasse, pra que alguém me tirasse deste lugar.

— Vamos ver se você é assim, quando o chefinho chegar. — ele me pegou com força me forçando a sentar em uma cadeira, atou minhas mãos e pés atrás da mesma de maneira á que eu não me conseguia mover.

Tirou do bolso da sua calça uma faca, fazendo um pequeno corte na minha bochecha e outro em minhas coxas desnudas, meu rosto e minhas pernas ardiam de uma forma inexplicável, fazendo com que minhas lágrimas finalmente caíssem, e os meus gritos serem o único som que se ouvia naquele lugar.

— Nos vemos em breve, docinho. — ele saiu me deixando alí jogada naquela cadeira sangrando, eu apenas conseguia chorar e esperar que tudo isso acabasse de uma vez por todas.

 

Justin’s Pov On

O tal número tinha enviado uma foto de Emma, ela estava completamente acabada, seus olhos estavam vermelhos talvez por conta do choro e sua face roxa por conta da surra que deve ter levado, na sua bochecha e em suas coxas que estavam descobertas eram notáveis os cortes profundos enquanto o sangue escorria pelas mesmas, emma estava amarrada em uma cadeira, com as mãos e os pés atados. Em baixo da imagem tinha apenas uma mensagem dizendo: “TicToc TicToc. Seu tempo está acabando Bieber...” Meu sangue fervia, eu queria achar o filha da puta que fez isso com ela e fazer bem pior a ele.

—Meu deus. — Chris falou levando a mão á sua boca, chocado.

—Vou ligar a Robert para ele preparar os Killers. — Chaz tomou iniciativa deixando logo o escritório correndo.

— Eu vou mandar o pessoal embora. — Chris e Jack se levantaram e saíram.

—Eu vou matar esse filho da puta... — rosnei. — RYAN PORRA. NÃO FICA AI ME OLHANDO! VAI RASTREAR ESSA MERDA. — Ryan saiu do transe e logo pegou o celular, se sentou com o computador fazendo aquilo que só ele sabia.

—Tudo pronto. Já mandei alguns homens tentarem procurar alguma pista que tenha ficado para trás. — Chaz falou quase sem ar por conta de ter estado correndo.

Eu apenas andava de um lado para o outro naquele escritório, apenas tentando entender quem seria esse cara, e como eu iria tirar emma das suas mãos.

— Nós vamos achar ela Drew. — Chris falou tentando me reconfortar, mas sem sucesso.

—Eu não tenho nem uma ideia de quem é esse cara. — bufei.— Mas quando descobrir, eu vou fazer ele sofrer de todos os jeitos possíveis.

Mary tinha entrado correndo pois Jack já tinha dado a notícia pra ela, estava irritado e cada vez mais nervoso, ver ela chorando sem parar e perguntando toda a hora se sua amiga estava bem só piorava a situação, tive que pedir a Jack para levar ela dali pra fora.

Emma se tornou parte da minha vida, como já disse não amo ninguém, mas posso dizer que me preocupo com ela e sinto um carinho por ela, e o seu desaparecimento e sofrimento me dava dor enorme em mim. Eu não sei o que isso significava, só sei que tenho que achar ela.

Eu estava com medo de perder ela, pelos meus erros.

—Ryan, encontrou alguma coisa? — perguntei tentando perceber o que estava escrito no ecrã.

— O celular dela está fora de área, mas tô tentando checkar. Tá muito díficil cara, ele escondeu bem essa porra.

—PORRA. — soquei com toda a força a mesa, mais uma vez.

Ver Caitlin na minha frente me deixou nervoso e espantado, eu não sabia o que fazer. Eu não devia ter gritado com ela daquela jeito mas emma vem com suas típicas perguntas chatas, e como sempre eu acabei explodindo e falando merda. Mais uma vez, era tudo minha culpa, ela estava sofrendo por minha culpa, isso estava me corroendo por dentro.

Eu tenho que encontrar ela.


Notas Finais


HEY GENTE, QUAL A PRENDINHA QUE VCS GOSTARIAM DE RECEBER ESTE NATAL???

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Obrigada a todas vocês que nos incentivam deixando vosso favorito, ou nem que seja apenas um comentário falando " continua". Aproveitando este momento, pra desejar um Feliz Natal pra todos vocês e boas festas, caso não poste antes do Ano Novo!
Espero que gostem deste capitulo pois nós postamos mais longo pela ocasião especial! Mais uma vez obrigada a todos, e não se esqueçam de deixar vossos comentários , BJS ANJOS ❤
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TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=FvUe7cpS60Y


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