História My Devil On The Bed - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 973
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oirrrrrrrrrrrr

quis começar mais uma long de kiribaku pq sla eu vi um prompt no tumbr e eu quis KKKKKKKKKKKK

peço perdão pelos possivis erros pq eu to com sono, perdi o capítulo tudo e tive q refazer e to full kaminari pós choque do trovão

desuclpa ai desde já blz

Capítulo 1 - Capítulo 00


Enfrentar dias ruins era algo que Kirishima fazia muito bem, com um sorriso no rosto na maioria das vezes. Contudo, aquele dia em especial não havia sido fácil.  

Pela manhã, em seu trabalho, acabou fazendo com que sua chefe quebrasse o braço por ter esquecido o chão molhado. Pediu mil e uma desculpas, e apesar de a mulher não ter se importado, ficou mal por ter causado dor a alguém por conta de seus erros.  

Se não bastasse a desgraça da manhã, durante a tarde as coisas só pioraram. Recebeu as notas das provas da semana anterior, vendo que todas eram vermelhas e a única que se salvava era uma média, provavelmente dada por pena. Doía mais porque tinha realmente estudado e se esforçado, ver que tudo foi em vão era especialmente doloroso.  

Agora, depois de ter comparecido às aulas da noite, estava finalmente em seu quarto. Observava o anoitecer pela janela ao lado da cama, o silêncio tomando conta do cômodo. Não queria sair da cama, não quando corria o risco de piorar o resto daquele dia.  

Tudo o que fez de mais relevante foi sentar para tirar seu casaco, visto que logo se prepararia para dormir. Tirou a peça cuidadosamente, não tendo nem tempo de pensar ou agir ao ver seu celular voando do bolso e indo de encontro ao chão. Ouviu o som do vidro quebrando, encarando a cena com uma verdadeira expressão de desistência.  

Perguntava a si mesmo o que havia feito de tão ruim para estar recebendo aquela maré de azar em sua vida. Tinha medo de que não durasse apenas um dia. Nem se deu ao trabalho de ir juntar o celular, voltando a deitar como se nada tivesse acontecido. Era a melhor opção naquele momento.  

— Céus... Alguém podia me ajudar... — Murmurou, passando uma das mãos pelos cabelos presos em um rabo de cavalo baixo. Sequer conseguiu ajeitá-los pela manhã, pois seu gel terminou.  

Por alguns momentos realmente esperou que algo fosse acontecer, uma sensação estranha de esperança tomando conta de seu ser. Porém, após uns dez minutos com um total de zero acontecimentos, desistiu e virou-se para a parede, planejando dormir de uma vez. 

Fechou os olhos, os arregalando no segundo seguinte ao ouvir o som da porta do quarto rangendo. Estava sendo aberta lentamente, aquele som digno de filmes de terror ecoando por todo o cômodo. Arrepiou-se dos pés à cabeça, incapaz de virar.  

Pensou que poderia ser Kaminari. Ele tinha a chave e aparecia aleatoriamente. Mas duvidou que fosse o caso, afinal tudo estava apagado e seu amigo não andaria no escuro sem derrubar ao menos trinta e sete coisas ou sem acabar se matando no caminho.  

A segunda opção era um assaltante sanguinário. Era só o que faltava para tornar aquele dia ainda pior. Prendeu a respiração com essa ideia, não sabendo se virava e comprava briga ou se continuava deitado e se fazia de morto. Pelo bem de sua vida, escolheu ficar quieto.  

Ouviu passos, gelando por completo. Definitivamente havia alguém ali e não era nada agradável saber que seu apartamento fora invadido. Estava com medo e nem podia chamar a polícia, pois seu celular estava longe e quebrado. Queria chorar, mas não tinha mais idade para reagir àquelas situações com simples choro.  

— Cara, anjos são rápidos quando querem ajudar! Foi trabalhoso bater em todos... E quando eu chego, o cara que pediu ajuda tá se fazendo de morto. Que falta de consideração! — A voz desconhecida era alta e rouca, extremamente irritada também.  

Sentiu um pé em suas costas, o mesmo lhe chutando cerca de duas vezes antes de apenas ficar pressionando. Certo, era um psicopata completo que estava provavelmente usando drogas pesadas para estar falando coisas sem sentido como aquelas.  

Virou o rosto lentamente, esperando ver qualquer coisa menos outro rapaz. Estava iluminado apenas pela luz que vinha dos postes na rua, sendo o suficiente. Ele era alto, de cabelos loiros arrepiados e olhos vermelhos. Estava sem camisa, com calças de couro apertadas e alguns machucados espalhados... Além de sangue que provavelmente não pertencia a ele.  

Seria apenas um psicopata comum, não fosse pelo par de chifres enrolados que se encontravam nas laterais de sua cabeça e pela cauda negra que balançava lentamente. Eijiro piscou algumas vezes, vendo se aquilo desapareceria, mas acabou descobrindo que era real depois de mais um chute.  

— Quem... Ou melhor... O que é você?! — Indagou em voz baixa, tão chocado que nem conseguia demonstrar emoções.  

— A ajuda que você pediu. Seu demônio da guarda ou coisa parecida. — Um sorriso largo e levemente vitorioso tomou conta da face daquele desconhecido, o tornando algo entre assustador e atrativo.  

Kirishima apenas conseguiu piscar, um "oh" silencioso deixando seus lábios. Aquilo era tão surreal, mas fazia sentido dada sua maré de azar. Pedia ajuda aos céus e recebia um demônio, o que poderia ser pior do que aquilo?  

Queria rir, todavia, estava desacreditado demais para tomar qualquer atitude. Se dormisse poderia apenas fingir que teve um sonho estranho? Não custava tentar. Fechou os olhos e deitou a cabeça no travesseiro, ignorando a presença atrás de si.  

— O que pensa que está fazendo? — A criatura berrou, lhe dando mais um chute nada leve. Mais um pouco e acabaria com uma costela quebrada.  

— Estou tentando fugir da realidade. — Respondeu calmamente, desespero presente lá no fundo de sua fala.  

— Hah, pode tentar o quanto quiser... Eu estarei aqui ainda quando você acordar. — O loiro riu com certo escárnio, finalmente colocando o pé de volta no chão. Não pareceu se afastar, mas Kirishima não virou para confirmar isso.  

Estava tão perturbado que, realmente, dormir era a única opção sensata. A confusão lhe pegou de jeito, por mais que tentasse pensar e entender, não conseguia nada mais do que mais questionamentos. Resolveria tudo aquilo no dia seguinte, quando estivesse com a cabeça no lugar certo.  


Notas Finais


nao sei to loca

obg a quem leu ate o proximo <333333333333


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