História My happy ending - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Juliana Paiva
Tags A Força Do Querer, Carol Duarte, Ivan, Juliana Paiva, Novela, Simone, Transexual
Visualizações 41
Palavras 2.006
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem e uma boa leitura pra todos.

Capítulo 3 - Cauã uma figura partena


Fanfic / Fanfiction My happy ending - Capítulo 3 - Cauã uma figura partena

POV Ivan

Mau preguei os meus olhos pensando nas coisas que vi no cofre da Irene, vários passaportes com varias identidades diferentes dela e o meu registro, mas não tinha o nome do meu pai apenas o dela, mas tinha o nome da maternidade onde eu nasci, já é uma pista, isso se realmente o meu registro for verdadeiro se não for falso já que que eu posso esperar qualquer coisa vinda daquela louca, carrasga, mas rezo que pelo menos o meu registro seja verdadeiro, pois é a única pista que terei para descobrir alguma coisa que Irene deve ter escondido de mim.

Me viro para olhar que horas são no despertador em cima da cabeceira da cama e vejo que é quase 6 da manhã, me levanto imediatamente pois hoje é dia de trabalho no caís além de ajudar a descarregar os peixes terei que limpa.

Assim que terminei de me arrumar desço para tomar café que a senhora Helena faz questão de se levantar cedo para fazer pra mim, ela é uma ótima pessoa vejo ela como a avô que eu nunca tive, já que dona Irene não tem nenhum parente vivo de acordo com ela ou ela nasceu de uma chicadeira como Marilda sempre diz, vai saber né.

Assim que terminei o meu café da manhã saio rapidamente me despedindo da senhora Helena, e olho para os lados antes de sair da casa, vai que dona Irene aparece do nada para acabar com o meu dia, já que a sua presença ultimamente estar me causando náuseas.

Passei o dia todo limpando peixes cheguei a pensar já que estava me tornando um de tanto que eu cheirava a peixe, não estou reclamando pois tem trabalho muito pior que esse, por exemplo trabalhar para Irene acho que deve ser um castigo ter que aturar ela o dia inteiro eu que sei como é.

Já tinha acabado o meu trabalho estava lavando as minhas mãos quando Marilda aparece feliz do nada me assustando com tanta alegria, ela tem a mania de aparecer de repente só pra me assustar tenho certeza que ela faz de propósito.

-Ai que susto Marilda por acaso tu quer me ter matar é?

-Ah claro que não por acaso sou tao feia assim?

-Eu tenho mesmo que reponder essa sua pergunta mesmo?

-Aí vai se lascar Ivan isso é coisa que se diga para uma dama como eu?

-Há, há, há desculpa eu não resistir, claro que não te acho feia pelo contrário e olha se eu não gastasse de tu como irmã até que eu te pegava. —Falo piscando pra ela.

-Ivanzinho meu querido eu seu vacinada contra esse seu charmes barato tá, mas falando sério mano eu tenho uma ótima notícia pra te dar.

-Não acredito que você arranjou um namorado olha só não é que a mandiga deu certo, mas me diz ai quem foi o trouxa que caiu na tua rede?

-Há, há, há engraçadinho não sou você que ainda nem perdeu o bv, é praticamente um donzelão.

-Aí que absurdo de onde tu tirou essa história, é claro que eu já beijei e muito, muito mesmo tá pro seu governo nem sou mais virgem.

-Há, há, há Ivan tá contando piada agora é, por acaso esse é irmão desse. —Ela fala apontando para os seus olhos.

-Tá contando pabulagem pra cima de mim, então me uma lista de quem tu beijou vai faz ou melhor de quantos peixes deve ter beijado pra perder o bv.

-Ai como tu é lesa Marilda tu acha que eu sou homem de ficar contando pabulagem de quem eu peguei ou não.

-Mas vamos parar de jogar conversa fora e me conta o que tu veio me falar já que tava tão alegre.

-Que isso Ivanzinho tremeu nas traves foi, porque sabe que eu tou falando a verdade.

-Tá, tá bom fala o que tu quiser eu tenho mais o que fazer se você não vai me contar nada. —Falo saindo de perto dela as vezes Marilda tem a boca maior sei lá o que.

-Tá, não tá mais aqui quem falou, me espera Ivan o que te ho para te contar é sobre o Zeca.

-O que ele já voltou?

-Não, mas falei com seu Abel pai de Zeca ele me disse que Zeca chega a amanhã e que vai fazer uma entrega no Rio depois de amanhã.

-Mentira sério?

-Claro que é sério seu leso.

-A que horas ele chega?

-Ah não sei exatamente, mas parece que pela parte da tarde.

-Ótimo assim que ele chegar irei conversar com ele sobre me dar uma carona pro Rio de Janeiro sem uma certa pessoa saber.

-É mesmo já imaginou se a cobra descobre que tu tá fugindo é bem capaz de sobrar pra mim.

-E tu sabe do que ela é capaz de fazer né.

-E se sei bem capaz dela me colocar no tronco e me chicotear só pra saber se sei pra onde você vai.

-Por isso bico calado Marilda. —Falo passando por ela.

-Pra onde você vai criatura? —Ela pergunta frasendo a testa.

-Bom não sei se tu percebeu, mas eu estou cheirando a peixe, estou me sentindo como um preciso de um banho urgente.

-Não só deu como estou sentindo daqui. —Ela fala apertando o nariz com as pontas dos dedos fazendo uma careta engraçada.

-Há, há, há engraçadinha fica tu o dia inteiro tratando de peixe pra vê se tu não fica dos pés a cabeça fedendo a peixe?

-Eca eu não prefiro comer o peixe quando ele estar bem cozido ou fritado.

-Sabe nunca pensei em dizer isso, mas sabe quais as vantagens de morar soube o mesmo teto da carrasca?

-Nem consigo imaginar, mas qual é? —Ela pergunta curiosa.

-Eu não tinha que trabalha duro.

-Isso é verdade.

-Mas prefiro mil vezes trabalhar limpando peixe de segunda a segunda e ganhando e meu próprio dinheiro e ser livre do que tudo de mão beijada ser controlado e não ser livre ou ter privacidade.

-Eu não entendo porque tua mãe é assim com tu.

-Também não entendo, mas vamos parar de falar dela que já estar me dando náuseas. —Falo passando o meu braço por cima de seus ombros fazendo ela me dar um tapa certeiro no braço.

-Sai de perto de mim seu mau cheiroso.

-Há, há, há de onde você tirou isso.

-Ah de um filme com o meu amado de Caprio que assistir noutro dia, e tinha uma cara que tratava dos peixes e não lembro direito, mas esse era o apelido dele no filme.

-Será o que o Leonardo de Caprio sabe que ele seu amado? —Falo fazendo graça pra irritar ela.

-O que foi ficou com inveja foi porque ele é mais bonito do que tu.

-Eu sou mais eu tá.

-Sei.

Vamos andando em silêncio passando pela pequena pracinha da cidade que é um atalho até a pensão da senhora Helena havia uns idiotas bebendo então falo para Marilda apressar os seus passos, para aqueles idiotas não mexerem com a gente, inclusive tem um idiota daqueles chamado Izac que vivi me chamando de "mucura" que é um bicho conhecido como saruè, mas também é usado para dizer que uma pessoa é feia, ele não pode me vê em lugar nenhum que começa a me ofender, ele é assim comigo desde que eramos adolescente e ele quis ficar comigo quando eu era Ivana, mas como nunca quis nada com ele, por despeito sempre que tem oportunidade ele vivi me enchendo o saco, sempre ignorei ele ou qualquer um que fale mal de mim, e isso o deixa irritado.

Apressamos passos até que inesperadamente sinto algo atingi a minha nunca, sentindo a dor me curvo pra frente com o impacto e ouço Marilda gritar.

-Ei seu babaca não olha pra onde joga o seu lixo não?

-Até onde sei foi onde eu joguei no lixo no lixo. —Ouço a voz do idiota do Izac falar atrás de mim, então seguro o braço de Marilda e falo.

-Vamos Marilda deixa esse idiota ai.

Falo puxando ela quando sinto alguém segura no meu ombro e me virar para trás bruscamente foi tão rápido que não percebi o babaca me acerta então caio no chão sentindo o gosto de sangue na minha boca, neste momento Marilda grita quando vê ele levanta a sua perna para me chutar, nestes momento vejo um vulto avançar em cima dele derrubando o mesmo e rapidamente levanta a barrada da camisa tirando uma arma de trásdas costas e o cara fala bravo.

-Quantas vezes disse o que faria com você seu lixo se tocasse no Ivan, em seu merda. —Neste momento me levanto vendo quem se trata, um ex segurança de Irene e também ex amante dela, Cauã que foi o mais perto que tive de uma figura partena, ele sempre muito legal comigo, depois que Irene dispensou ele, nunca mais vi Cauã achei que até estivesse morto.

Sem reação Izac fica calado agora com medo do que o Cauã o ameaçou, eu nerm sabia disso por isso quando o Cauã estava por aqui Izac não mexia comigo, tá explicado.

-Vai seu merda me responda o que eu disse se você tocasse no Ivan o que eu faria? —Neste momento os amigos do babaca do Izac se aproximam então Cauã engatinha a arma dele e diz.

-Abre a boca seu verme! —E Izac faz o que ele manda.

-Paradinhos ai se não quiserem comer bala. —Cauã fala bravo com sangue nos olhos ainda com a arma enfiada na boca de Izac.

-Agora seu verme fala! —Cauã fala tirando a arma da boca dele, e tremendo Izac diz.

-Que tu faria dez vezes pior comigo.

-É isso tá preparado. —Neste momento senti pena do Izac então falo.

-Deixa pra lá Cauã daqui a pouco a policia chega. —Ele se vira pra mim e diz.

-Ivan não precisa ter pena desse lixo aqui, porque se eu não tivesse chegado aqui agora e atrapalhado ele, com certeza esse infeliz não teria pena de você, mas não se preocupa eu só estou tendo uma conversa aqui com ele.

Neste momento Izac chama Cauã de covarde então Cauã quando a sua arma e começa a desfiri vários socos no rosto de Izac um dos amigos babaca dele tenta impedir Cauã, mas Cauã é mais rápido do que ele e acerta ele bem no meio das pernas fazendo ele cair com cara de choro, depois de dar mais um soco vendo que Izac estar quase desmaiado ele diz.

-Se eu vê você um metro de distância do meu amigo Ivan se prepara porque eu vou arrancar a sua pele e enfiar no seu rabo.

-Passei a visão! —Ele diz e depois cospe no rosto de Izac e diz se levantando de cima dele.

-Essa visão é pra todos. —Ele fala entre dentes.

-Vamos Ivan sair daqui.

Ele fala me puxando para o seu carro e Marilda vem logo atrás, Cauã deixa Marilda na casa dela e depois me traz até a pensão de dona Helena, assim que eu saio de seu carro ele faz o mesmo e segura o meu braço e examina o meu rosto e diz.

-Vai ficar roxo, mas você aguentou bem meu garotão. —Ele fala engraçado soltando o meu braço e bagunça o meu cabelo.

-Me desculpa eu devia ter te ensinado a se defender. —Fala se escorando na porta de seu carro.

-Tá tudo bem, mesmo que o senhor quisesse Irene não iria deixar mesmo assim obrigado.

-Disponha você sabe que é como uma filha quer dizer um filho que nunca tive.

-Eu sei.

-Então não quer entrar dona Helena já deve estar preparando o jantar.

-Não vou poder Ivan eu preciso ir embora eu só passei pra te vê.

-Entendo, mas onde o senhor estava esse tempo todo desapareceu?

-Estava por aí fazendo alguns trapos, e você saiu da casa da bruxa, estou orgulhoso de você.

-Mas não foi nada fácil conseguir isso.

-Posso imaginar, mas agora Ivan preciso ir.

-Mas fica com o meu cartão. —Ele fala pegando a sua carteira e tira o cartão me entregando em seguida.

-Qualquer coisa que precisa não hesite em me ligar, pode ser qualquer hora não importa o que seja eu virei.

-Obrigado.

-De nada.

-Agora garotão se cuida. —Ele fala se aproximando de mim e me abraça PPR alguns segundos e novamente bagunça os meus cabelos.

-Você também. —Falo me afastando um pouco dele enquanto ele adentra o seu carro.

-Pode deixa eu sei me virar.

-Tchau Ivan.

-Tchau Cauã.



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