História My little angel - Destiel - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shadowhunters, Supernatural
Personagens Castiel, Dean Winchester, Gabriel, Lúcifer, Miguel, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean Winchester, Destiel, Lemon, Romance, Supernatural, Terror
Visualizações 82
Palavras 1.692
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Lemon, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi genteeee <3 :3
O capítulo de hoje tá surpreendente, eu me superei, eu acho. Espero que vocês gostem <3

Abraços <3

Capítulo 22 - Realidade passada de Lúcifer Singer...


Fanfic / Fanfiction My little angel - Destiel - Capítulo 22 - Realidade passada de Lúcifer Singer...

~ Lúcifer Singer ~

( Alguns minutos depois )

    Após dar o remédio a Gabe, ficamos conversando no quarto. Eu estava sentado na cama, encostado na parede, Sam deitado com a cabeça em minha coxa, e Gabe em meu colo.

- Lúlu - Gabe me chamou

- Hm?

- Posso fazer uma pergunta? - Gabriel me olhou curioso, mas com certo receio

- Além dessa? Pode ser - resmunguei e o baixinho grunhiu

    Gabe demorou certo tempo pra perguntar. Talvez o menor estivesse com medo, e pensava um pouco antes de fazer a pergunta.

- Tipo... - ele começou meio tímido - Por que você é tão ranzinza, e emburrado na maioria das vezes? - Gabe saiu de meu colo, e se sentou em minha frente.

    Sam me olhou receoso, mas decidi contar.

- Sabe Gabe. O motivo de eu as vezes ser tão ranzinza, e emburrado, como você diz, é de algo que aconteceu a uns anos atrás, antes de eu me mudar para Los Angeles, e de algo que aconteceu já aqui em Los Angeles

- O que aconteceu? - o menor perguntou

- Bom, na minha antiga escola, eu tinha um melhor amigo, Azazel Turner. Nós eramos muito próximos, tipo, eu contava minha vida inteira pra ele, ele sabia até a cor da minha cueca no dia - sério mesmo -, ele era como um irmão pra mim, meu amigo de infância pra falar a verdade. Nos conhecíamos desde pequenos, nossos país trabalhavam juntos. Houve um dia que chegou um garoto novo na escola, Bartholomew Morgan, cara, foi amor a primeira vista. Quando grudei minhas safiras brilhantes nele - meus olhos - minha cabeça ficou a mil, sem conseguir raciocinar, e talz. E é óbvio que a anta loira aqui contou tudo pro Azazel. Eu tava tão cego por amor naquela época, que hoje se eu for me lembrar, eu reconheceria aquela face de ódio, inveja e tudo mais. O olhar horrendo dele, não muito notável, mas ardia só de pensar. Alguns dias se passaram, Azazel me induziu a me aproximar do Bartholomew, coisa que eu tinha medo de fazer, justamente por medo de levar um "fora". Mas pra minha surpresa o Bartholomew não reagiu negativamente, ele pareceu "interessado" talvez. Percebi que tínhamos mais em comum do que eu imaginava. Era simplesmente incrível a sensação de estar perto dele, e poder sentir o cheirinho dele, olhar pros lindos olhos azuis que me fitavam a cada palavra. Mas tinha um problema, não um problema, mas o primeiro problema era que eu não era assumido, então, tudo aquilo era novo pra mim e pra todos ao meu redor. Os olhares curiosos, cochichos maldosos. Nunca recebi um cumprimento de quem não me conhecia naquela escola, só os meus melhores amigos sabiam o que se passava comigo, e eu nunca enxergava. Mas ai apareceu Bartholomew e abriu meus olhos. Mais ou menos uma semana depois, marquei com ele de ir em sua casa, e lá, demos nosso famigerado "primeiro beijo". Tipo, foi o melhor dia da minha vida, sem falar que ele foi o primeiro garoto que senti atração. Naquele momento eu já não me lembrava mais o que era tristeza, dos dias em diante eu só sabia sorrir, sorrir como se minha vida depende-se disso, as pessoas até estranhavam toda a minha felicidade. Mas, o meu relacionamento com o Azazel se perdeu. Ele já não me tratava mais como um melhor amigo, quase irmão. Mal conversávamos, era apenas, uma troca de olhares, ou um sorrisinho falso de lado. Eu não consegui ficar triste com isso, tudo o que importava era eu ficar com meu Bartholomew, que era o mais importante pra mim. O dia mais feliz pra mim foi quando Bartholomew me pediu em namoro. Ele fez uma declaração majestosa, me fez até chorar. Por mais que estávamos namorando e etc. Eu tinha medo de me assumir, o que acabei me esquecendo por um tempo. Teve um dia que eu marquei de sair com o Bartholomew, pra irmos tomar um sorvete, ir ao cinema e etc. E ele me disse que não poderia ir por que estava doente, e que não conseguia nem sair da cama, e me pediu para deixar pra outro dia. Eu concordei sem pestanejar, afinal, eu confiava totalmente em Bartholomew. Mas os "vácuos" nos meu chamados pra sair foram constantes. Saíamos muito pouco, chegava a ser fora do normal. E no intervalo, ele sempre dizia que tava ocupado, que precisava terminar um trabalho ou conversar com algum professor. Minha amiga Dorothy até chegou a me avisar, que Bartholomew pudesse estar me traindo, ou coisa do tipo. Óbvio que eu chamei ela de louca, e falei que ela não sabia de nada, o que meio que corroeu nossa amizade, mas mesmo assim não mudei meu pensamento. Houve um dia que chamei ele pra ir no show do RED a noite, e ele novamente disse que estava doente, muito gripado, dor de cabeça forte, vontade de vomitar, e etc. Nesse dia eu decidi ir até sua casa, fazer companhia pra ele. Toquei a campainha algumas vezes, até chamei ele, e não obtive resposta. Achei estranho, pois já que ele estava doente, ele não poderia estar sozinho. Me lembrei que ele guardava uma chave reserva em baixo do tapete. Destranquei a porta e fui entrando. Chamei mais algumas vezes, mas mesmo assim sem resposta. Ouvi um som vindo do quarto do Bartholomew. Subi as escadas lentamente, indo em direção ao seu quarto, a porta estava fechada, e chegando um pouco mais perto, pude ouvir gemidos, mas não eram só do Bartholomew, tinha alguém com ele. Deu um chute único na porta, que quase a derrubou no chão. A visão que eu tive foi a pior de todas. Bartholomew estava deitado na cama, sem roupa e de quatro, enquanto Azazel estava atrás dele, penetrando-o. Eu fiquei arrasado, louco, pra ser mais sincero. Me deu um sentimento de raiva, que eu não sei explicar. Eu sabia que a minha amizade com Azazel tinha desandado um pouco, mas eu nunca iria esperar isso do meu melhor amigo. Bartholomew tentou se explicar, e pediu mil vezes perdão, mas eu não liguei muito. Quanto a Azazel, depois desse dias, ele só passou a me difamar na escola, falava mal de mim pra qualquer um. Eu não conseguia mais olhar pra ninguém. Até que pro meu desespero, as informações de Azazel chegaram até minha família. Eu não dava muita importância pra isso, mesmo que isso tenha "quebrado" meu coração. Eu já não sabia mais a definição de "amizade". Eu tratava todos de uma maneira horrenda. Eu não queria mais ver a felicidade de ninguém, era algo desejável para mim. Decidimos nos mudar, viemos para Los Angeles. Fui matriculado na nossa escola, passou uns dois meses e nesse meio tempo eu tinha completado dezesseis anos. Conheci um moreno, dos olhos verdes, muito bobão por sinal, chamado Samuel Winchester. Que se tornou meu melhor amigo depois disso, foi Sam que me fez reaprender a verdadeira definição de "melhor amigo". Depois que conheci Sam, tudo mudou, voltei a ser legal com as pessoas, mas mesmo assim sem emitir emoções. Até que um dia voltei pra casa, e meus pais estavam na sala, me olhando curiosos. Eles começaram a fazer perguntar, sobre eu ser homossexual e tudo mais. Até que decidi confessar tudo, e enquanto eu falava eles me olhavam incrédulos. Quando terminei de falar, meu padrasto partiu pra cima de mim, tentando me espancar, mas foi impedido pelo meu irmão mais novo Jack. Minha mãe apenas ficou quieta, sentada, sem olhar pra minha cara. Meu pai disse para que eu juntasse minhas coisas e saísse de casa. Eu já estava a flor da pele, catei tudo sem pestanejar, e sem resmungar. Foi a partir dai que comecei a reprimir minhas emoções. Parando de me importar com a vida, pensando que não existiria mais motivos para sorrir. Nada mais fazia sentido pra mim, eu apenas seguia a vida, do jeito medíocre e horrendo dela. Fiquei uns dias na casa do meu pai verdadeiro, contei tudo a ele, e o mesmo aceitou numa boa. Não demonstrei nenhum grau de felicidade com isso, até por que, não me importava mais. Um mês, mais ou menos, depois, fui morar com Sam. Na casa dos pais dele né. Pois meu pai tinha coisas pessoais a fazer na casa, se é que me entendem. Sam já sabia tudo o que acontecera comigo a uns meses. Sam tentava de todo modo me deixar feliz, me fazer rir, e outra coisas. Mas, eu nunca tive vontade, não achava necessário rir. E hoje, namorando com esse cabeção, e com você meu baixinho, eu percebo que, momentos ruins em nossa vida, são um aviso de que momentos bons, virão, e cabe a nós fazê-los durar. Não é a questão de decidir sorrir ou não. Por isso eu penso que, se hoje eu sou, menos evasivo a emoções que antes, é tudo graças a vocês. Não só a vocês, tem o Dean, Cassie, Magnus, Alec. Eu também fico feliz com as vagabundagens da vagaLisa, não pelo fato de fazerem mal, mas sim por provar que ela é uma ridícula, carente. As vezes penso que se eu não tivesse sofrido essa época de coração partido, mais os dias de rejeição, eu não teria esse grupo maravilhoso, que consegue me deixar feliz, e me fazer sorrir, mesmo que seja um sorrisinho bobo de lado. Por isso hoje eu evito ser tão feliz, justamente para que eu não me magoe a esse ponto novamente

- M-me desculpa Lúci - Gabe tentava disfarçar as lágrimas, mas não conseguiu e se deixou levar - E-eu não s-sabia que era tão r-ruim assim...

- Tá tudo bem meu anjo - abracei Gabe e afaguei seus fios dourados - Isso já passou, não me afeta mais

    Sam nunca tinha escutado a história toda, então a primeira parte para ele foi um choque. O que o fez abaixar a cabeça, e brincar com os próprios dedinhos, em sinal de tristeza. Estendi a mão para o castanho, que me abraçou e também se afundou em mim, se deixando chorar...

(...)


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3

Abraços e Beijos <3


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