História My lover came from the ocean - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Rap Monster, Suga
Tags Hopega, Hoseok!tops, Mermaid, Mermaid!au, Sereias, Shortfic, Sobi, Sope, Tentativa De Fluffy, Yaoi, Yoongi!bottom, Yoonseok
Visualizações 40
Palavras 1.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Self Inserction, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu disse q ia postar esse domingo, mas a inspiração bateu na porta e eu abri, senhoras e senhores ak um novo cap S2
um cap sem falas só pensamentos e percepções do meu nenem, ak tem coragem
te amo vocês
desculpes os erros, boa leitura e até as notas finais S2

Capítulo 4 - " It's definitely terrifying to be stuck in your head."


Fanfic / Fanfiction My lover came from the ocean - Capítulo 4 - " It's definitely terrifying to be stuck in your head."

O tritão estava zonzo e com medo. Não sabia onde estava; como chegou ali; com quem estava e porque estava ali. Era frio e desconfortável, mas não conseguia se mexer, nem gritar por socorro. Ele então reza para os Deuses, principalmente Poseidon, para ir logo ao mar que ele conhecia. Para ir para casa e abraçar o pequeno polvo que lhe esperava.

Sua cabeça doía bastante e escorria sangue, o menino-peixe tenta levar a mão para estancar o fluido vermelho, mas não consegue. De repente ele sente algo limpando o sangue e cobrindo o ferimento. A dor insuportável e estonteante diminui, mas só um pouco.

Ao tentar abrir suas pálpebras o garoto sente enjoo, então ele decide que era melhor permanecer com os olhos fechados e com o corpo parado. Sua cauda ardia e o tritão sente algo espetando o seu pulso, nunca se sentiu assim antes. Ouriços não fincavam os seus espinhos tão profundamente assim em suas presas.

Não conseguia falar, se mexer, ouvir ou cheirar nada. Definitivamente é aterrorizante estar preso na própria cabeça.

Ele não conseguia sentir seu corpo, era como se estivesse preso. A única coisa em que seu corpo conseguiu lhe obedecer foi chorar e se desesperar. Lágrimas cortavam a lateral de seu rosto, afinal o menino-peixe estava deitado, a gravidade ainda funcionava apesar de tudo.

Pensou em ter escutado Poseidon, o Rei dos Mares, lhe chamar. Ao entender que o Rei suplicava por sua volta, o tritão se lembra da briga. A fúria de Zeus contra a cólera de Posídon, uma batalha mortal, arriscada e assustadora. Lembrar-se daquela tragédia só fez o choro se intensificar. Deuses eram imortais, porém eles se machucavam, ainda mais se a ferida for fruto de um desentendimento com outro Deus. Seu precioso Pai dos mares estaria com dor? Por isso o seu chamado estava forte? Era tudo culpa de Selene, aquela Isópode* insignificante. Ele se resolveria com ela depois, tentar sair daquela enrascada era sua prioridade agora.

Quando o primeiro soluço ecoa por dentro de seu corpo, o menino-peixe sente mãos afagando o seu cabelo comprido. A mão era quente e aconchegante, por isso ele tenta buscar mais do carinho proporcionado. Com muito esforço ele consegue virar a cabeça em direção ao calor, se aconchegando na palma da mão quentinha.

A dor ainda era presente, mas era menos, apesar de ele não consegue sentir quase nada de seu corpo. Deve ser por causa do afeto, ele conclui*. A respiração fica pesada, ele sentia sono, mas não queria dormir, de jeito nenhum, o carinho em seus cabelos foi a melhor coisa que já havia sentido antes. Então luta com a estranha vontade de apagar.

Suas sobrancelhas se juntam por causa do esforço que estava fazendo para não ir ao encontro de Morfeu ou Ícelo*. Ah, o tão odiado Ícelo, Deus dos pesadelos, adorava o pequeno tritão, sempre o atormentando e rindo de sua desgraça. Morfeu era muito mais agradável. Mas isso não vinha ao caso.

O garoto abre a boca tentando pronunciar a palavra “socorro”. Talvez algum Deus lhe ajude, ou até mesmo o seu predestinado. Qualquer um com boas intenções servia nesse momento.

Porém ao contrário do esperado, ele sente uma dor absurda na cauda. Como quando ele havia arranhado o seu rabo em uma pedra e como consequência arrancando algumas escamas. Mas agora era diferente, algo gelado agarrava suas preciosas escamas e puxava forte, repetidamente e dolorosamente. As lágrimas que haviam parado com o carinho, voltaram, em maior escala. O choro que antes era silencioso. Tornou-se barulhento. Soluços de dor escapavam várias vezes.

Ele sente a água sendo despejada no local em que estava, o líquido o abraça. Pelo menos uma coisa boa. Mas assim que relaxou ao sentir como se estivesse em casa mais escamas foram arrancadas. Deixando a sua cauda em carne viva.

O garoto tentou gritar, mas um negócio que abafava a sua respiração foi posto em seu rosto. O objeto era frio e contornava a sua cabeça. O garoto-peixe nunca havia visto ou sentido nada igual, seria obra de Hades*? O tritão tenta tirar aquele negócio de sua cara, mas o objeto exalava um ar diferente (mais ou menos como uma fumaça). Aquilo o deixava ainda mais com sono e tonto, por tanto, tentou não respirar o ar estranho, mas era impossível.

Uma ideia passa por sua cabeça, como o tritão estava totalmente dentro d'água, dava para se manter acordado se respirasse pelas suas brânquias e não pela boca e nariz. Não era o como estava acostumado, completamente submerso e com bastante espaço, mas a textura do líquido era exatamente da água em que vivia, ele iria sobreviver ao respirar mesmo estando espremido.  Então tranca o seu canal respiratório terrestre e abre as suas guelras, fazendo o assim respirar normalmente sem sentir sono. Pena que não foi dessa fez Morfeu, ele pensa alegre por conseguir se mantiver acordado sem ajuda de nenhuma divindade.

A tortura havia parado quando ele começou a respirar pelo o seu canal respiratório branquial. O tritão também já não sentia o objeto frio em sua boca e nariz. Sentiu as mãos novamente em seus cabelos, a sensação de quentura em seu corpo havia voltado com força total. Seria Apolo sentindo compaixão de si? Ou era o seu pretendente lutando para a sua segurança? Afinal a dor só voltava quando o afeto sumia. O sentimento de felicidade surge em seu peito.

O carinho passa de seu cabelo para suas guelras. O dedo indicador acaricia superficialmente o meu pescoço, mas de repente adentra as suas brânquias. Não doía. Muito pelo contrário, fazia cócegas e lhe arrepiava, era bom de certa forma, nunca havia se sentido assim antes.

Soltou um suspiro (que formou várias bolhas, afinal o garoto estava com a cabeça de baixo da água) e a mão se distanciou rapidamente. O tritão volta a se sentir frio e vazio, mas as suas escamas não foram arrancadas dessa vez.

Ele escuta vozes altas, provavelmente uma discussão. Deuses? Semideuses? Era muita informação para a cabeça molhada do tritão. Um baque enorme ecoa pela água, ele involuntariamente se encolhe.

Quase que arregala os olhos, o seu corpo finalmente havia obedecido. Ao tentar mover as mãos nada acontecer, então tenta mexer só as pontas dos dedos, e surpreendentemente dá certo. O tritão consegue aos poucos recuperar o movimento do corpo. Mas quando finalmente iria abrir os olhos, sentiu-se ser espetado novamente. Só que desta vez mais forte.

O sono atingiu-lhe como um soco, não adiantou lutar dessa vez, afinal Morfeu já havia lhe seduzido e encantado.

 


Notas Finais


*todo o sono e tonteira que o yoongi sente é consequência da morfina e gás do sono

*Isópodes: Os isópodos ou isópodes, (latim científico: Isopoda) são pequenos crustáceos achatados dorso-ventralmente e sem carapaça. São marinhos, dulciaquícolas ou terrestres (como o bicho-de-conta). Têm o abdômen curto com os segmentos fundidos total ou parcialmente. O 1º par de antenas é curto e unirreme e o 2º pode ser bastante longo. Os olhos são compostos e não são pedunculados. O abdômen e o tórax normalmente têm a mesma largura e as duas regiões não ficam claramente demarcadas dorsalmente. O primeiro par de apêndices torácicos faz parte da armadura bucal e é modificado em maxilípede e os restantes são pernas que servem para rastejar. Ps: Esse troço é muito feio pqp.

*Morfeu: Morfeu (em grego: Μορφεύς, transl.: Morphéus, lit "moldador; a forma") é o deus dos sonhos na mitologia grega. O seu nome - derivado do vocábulo grego que significa "a forma" - indica a sua função: tem a habilidade de assumir qualquer forma humana e aparecer nos sonhos das pessoas. É um dos irmãos (em algumas versões menos confiáveis, é filho) do deus Hipnos, do sono. Os irmãos de Hipnos, os Oneiros, são personificações de sonhos, dentre eles Ícelo e Fântaso. Morfeu foi mencionado na obra Metamorfoses de Ovídio como um deus que vive numa cama feita de ébano numa escura caverna decorada como flores.

*Ícelo: a mitologia grega, Ícelo (Ikelos, "aparência") ou Fobetor (Phobetor, "assustador") é um dos Oneiros, personificações do ato de sonhar. De acordo com Hesíodo, Fobetor é filho de Nix, deusa primordial da noite, produzido partenogeneticamente ou, segundo o autor romano Cícero, com Érebo, a personificação da escuridão. Fobetor tem a capacidade de aparecer no reino dos mortais na forma de diversos animais e alterar sua forma física para interagir com os mortais neste mundo; personificação dos pesadelos, aparece nos sonhos na forma de animais ou monstros. Entre os próprios deuses, no entanto, é conhecido pelo seu nome real, Ícelo; juntamente com seus irmãos vive na terra dos sonhos (Demos Oneiroi), parte do Hades, o mundo inferior dos antigos gregos.

*Hades: Hades (em grego clássico: Ἅιδης ou Άͅδης; transl.: Haides ou Hades), na mitologia grega, é o deus do mundo inferior e dos mortos.[nota 1] Equivalente ao deus romano Plutão, que significa o rico e que era também um dos seus epítetos gregos, seu nome era usado frequentemente para designar tanto o deus quanto o reino que governa, nos subterrâneos da Terra. Consta também ser chamado Serápis (deus de obscura origem egípcia).
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IAI MEUS PANDINHAS GOSTARAM??
tadinho do meu bb, doeu escrever ele sofrendo ;-;
Deixem o que acharam ai nos comentarios
eu amo o como o yoongi é ingenuo e inocente S2
te amo vocês
até mais pandinhas


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