História My Stuffed Bunny – (Imagine Jungkook) - Capítulo 39


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jin, Jungkook, V
Tags Babygirl, Bts, Bunny, Hetero, Imagine, J-hope, Jungkook, Longfic, Madhatter_baby, Psicopata, Romance, Sexo, Sobrenatural, Suspense, Taehyung, Você
Visualizações 166
Palavras 994
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura :v

Capítulo 39 - Barriga Legível.


Fanfic / Fanfiction My Stuffed Bunny – (Imagine Jungkook) - Capítulo 39 - Barriga Legível.

"Se tinha uma coisa que eu tenha certeza é que eu não quero voltar para a casa do Taehyung..." pensei.

Olhei para o padre, com uma dor no peito e disse-lhe:

— Preciso de um abrigo.

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(Longos minutos depois)

— Estou surpreso por agora ter mais uma companhia aqui em casa, além do meu gato. — ele aponta pro felino totalmente preto, que logo vem até mim e se esfrega em minhas pernas, ronronando.

— Oh, qual é o nome dele? — pergunto se abaixando e dando carinho ao gato. — ele é tão bonito!

— O nome dele é Nochu.

— Nochu? Oh, que "nomezinho" lindo! Combina com ele! — sorrio.

Ficamos um tempo nesta mesma posição, ele observando-me dar carinho no gato, enquanto eu faço o mesmo, "conversando" com o bichano.

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— (S/n), o que faz acordada há essa hora da madrugada? — pergunta ligando a luz do abajur da sala.

— N-nada, padre! — gaguejo.

Ele vai até mim, se sentando ao meu lado.

— Filha, você está esquisita... O que houve?

— Não precisa se preocupar! Eu estou bem... — levanto a minha cabeça, suspirando. — eu acho... — murmuro.

O padre se levanta e liga as luzes, me deixando por um momento só e depois voltando com uma bandeja com lanches ali, contendo, biscoitos e chá, ele se senta novamente ao meu lado.

— deve estar com fome, pequena. — ele põe a bandeja encima da mesinha ao lado.

— Como você adivinhou? — ele dá uma risada fraca. — pode se servir!

Pego um dos biscoitos, os comendo.

Aquela sensação estranha de estar sendo observada volta, e então meu apetite começa a diminuir, me deixando apenas olhar para o biscoito a minha mão.

— O que foi? Por que não está comendo?

— E-eu estou com medo... — gaguejo, nervosa.

— Por que?

— Padre, quando começamos a ir para a igreja juntos... Me prometa que eu estarei a salvo.

— Não há mais alguém que você precise tomar conta? — ele levanta uma sobrancelha.

— o que quis dizer com isso?

— o bebê.

— como você descobriu que eu estava grávida? — estranho.

— Ele me contou. — ele aponta pra cima, para o senhor dos céus e da terra.

— Oh... — sorriu. — eu pensei que... — ele me interrompeu.

— (S/n), você não precisa esconder nada à mim, ok?

— Fica difícil... Quando até mesmo você me acha maluca, padre... — digo cabisbaixa.

— Eu não te acho maluca... — suspira. — mas, as vezes, parece que você inventa coisas ruins... Coisas que me lembram outras coisas ruins que aconteceram comigo.

— Tipo o que?

— Assim como você, eu era jovem na época e eu conheci uma linda mulher. Ela era estranha e abominável para todos ao seu redor, mas, a mim, ela era tão normal! Eu conseguia sentir a química entre nós, uma coisa diferente. — ele força um sorriso fraco, como forma de se confortar. — infelizmente, por conta do meu egoísmo de seguir os meus instintos, ela se foi sem me dizer "adeus". E... Aquilo foi assustador para mim, ficar isolado, foi assustador para mim.

E aquela sensação estranha some de repente.

— Nossa... Eu sinto muito!

— Agora eu me sinto mais independente, sabe? Foi depois daquilo que eu encontrei você! Tão jovem e tão sonhadora...

— Sinto saudades daquela época, padre!

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(Mais 3 meses depois)

Ele abre a porta, me olhando de boca aberta. Eu o abraço.

— O que aconteceu com você? De onde veio tanta barriga, minha filha? — meu pai pergunta surpreso.

— Bom... Podemos conversar sobre disto lá dentro? — pergunto me distanciando dele.

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— HÃ?!

— Está bravo comigo?

— Não, não... — ele põe sua mão encima de meu ombro. — só acho que você é muito nova para este destino... Coisas que você poderia fazer agora, serão interrompidas por sua gravidez, até mais diante!

— Eu sei... Eu sei... — solto o ar da minha boca. — mas ele não tem culpa, pai! — me refiro ao meu bebê.

— Sim, você está certa! — olho para ele surpresa. — o responsável por este estrago é a droga do casal imaturo!

— Admito que tenho que concordar com o senhor! — digo aos risos.

— O que quis dizer com isso, mocinha?! — franze o cenho. — Aliás, quem é o pai?

— Ele não tem um pai! — digo com ênfase, num total ânimo.

— O QUE?! Tu fez esse feto com o dedo então?! — balanço a cabeça, dizendo que "sim".

Mesmo sabendo que era uma mentira. Eu não teria o orgulho de dizer que o pai do meu filho é o Jungkook. Ele não merece ser chamado de pai por meu filho(a).

— Isso mesmo que você escutou. Ele não tem um pai!

— Você está dizendo isto, pois não sabe quem é o pai, certo?

—...

— Não acredito que você transou com um desconhecido!

— eu não sou louca de fazer isto, pai!

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Depois de uma longa conversa com o meu pai e de matar a saudade com ele também, fui para a casa do padre. Eu irei acompanha-lo a igreja, como a minha nova rotina mais adorada por mim. Só estava passando pela casa dele, para que eu possa pegar a minha bíblia.

Parece que o padre tem razão! Depois que comecei a entrar para o caminho certo, passei a sorrir mais e coisas bizarras pararam de atazanar a minha vida. Fico feliz por isso e agradeço por minha vida está se concertando, até parece que realmente eu estava em um pesadelo e só agora, estou aprendendo a sonhar com "os anjinhos".

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Abri a porta da minha casa, alegremente/sorridente, como todos os dias em que passei aqui (na casa do padre). Mas, a minha alegria logo passa quando o vejo deitado no sofá de frente para mim.

— O-o que está fa-fazendo aqui? — gaguejo, surpresa e receosa.

                           (...)


Notas Finais


Bye-bye guys! 🌚


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