História Não deveria - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sidney Glass, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny), Will Scarlet, Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Evil Queen, Once, Snow, Snowqueen, Swanqueen
Visualizações 102
Palavras 2.159
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sétimo, as duas estarão narrando...Good Reading!

Capítulo 7 - Minha Rainha...Minha Menina...


Fanfic / Fanfiction Não deveria - Capítulo 7 - Minha Rainha...Minha Menina...

Despertei com uma pequena claridade que entrava na caverna. Regina estava virada para o outro lado e ainda dormia. Com cuidado, sai da manta, me vesti, peguei o arco e sai para procurar algo que pudéssemos comer. Por ali, havia pêssegos e isto bastaria por enquanto. Desferi uma flecha contra outra lebre para que ela fosse preparada para nosso almoço.

Ao me aproximar daquele animal já sem vida, lembrei-me de momentos felizes com minha mãe, das vezes em que queria caçar um coelho e fazer um assado, de quando erámos uma família sem problemas e de como um incidente mudou tudo, entretanto, se não fosse isto, não conheceria Regina, aquela que preenche meu coração apenas com um sorriso. Busquei mais água e preparei mais pasta para passar em seu corpo. Me dirigi até ela.

-Regina...acorde, precisa comer – resmungou um pouco e despertou.

-Não quero comer, sinto sêde – ela me dá água.

-Só isso não irá sustentar você, precisa e vai comer – a sento e a ajudo a por sua roupa seca após a noite. Pego as frutas e mais água.

-Por que faz isso por mim? Por que deixou seu reino para trás por minha causa? Não me diga que é por eu tê-la salvado quando criança, isso foi devolvido a bastante tempo – como do pêssego.

-Por todas as vezes que me salvou de dias infelizes, por todas as vezes que me defendeu, por me ensinar a ser feliz, por me ensinar a não sentir culpa por algo que não tinha o poder de escolher e porque você é importante para mim – a olho e como também.

- O quanto sou importante para você? – termino o pêssego.

-O suficiente para eu dar minha vida em troca da sua – falo sério ainda a fitando.

- Não fale de algo que no momento que acontecer, não estarás disposta – tomo da água mais uma vez e pego outro pêssego.

- Que merda Regina! – largo a vasilha com as frutas ao me levantar – será que não percebe nada? Ou estas brincando comigo?

- Olho para cima - Percebo uma jovem que esta rebelde por algo que não tenho o poder de fazer, ler mentes – prendi o riso e voltei a comer.

- Sério?! Não acredito – ando de um lado para o outro – olhe para mim – espero – olhe.

- Solto o ar e a olho – O que?

- Deixa pra lá, você não entende – pego meu arco e as flechas.

- Aonde vai? – franzi a testa.

- Embora, não é o que quer? O meu “bem” e “segurança”.

- O que farei com o animal que trouxe? Como cuidarei de mim?

- Me aproximei – não é da minha conta, arrume um modo – saio da caverna com tanto raiva que mataria alguém que atravessasse meu caminho – mulher estúpida, estúpida, não vê um palmo além do nariz, será possível, arrrgggg – sigo de volta para o lago.

Vejo agir assim e dou um meio sorriso. Termino de comer as frutas e faço esforço para me levantar, mas em vão tenho êxito, minhas pernas doíam muito e as mãos não conseguiam sustentar, ainda estavam com cortes que sangravam por qualquer toque mais aprofundado.

-É Regina, você foi imbecil, agora vai morrer de fome ou ser comida por um urso.

Soltei o ar e recordei do que tinha lido há dois dias sobre auto cura no livro de Cora. Fechei os olhos e tentei pensar em determinados elementos. De repente uma luz avermelhada parecia emanar de meu corpo. Abri os olhos com tamanha surpresa e observei que minhas mãos estavam sem nenhum machucado. Tornei a fazer o mesmo e em pouco tempo meu corpo tinha se recuperado. Sorri com meu progresso, levantei e fui preparar o coelho que Snow tinha deixado.

Passei do lago, entrei no bosque e aquela raiva dava lugar as dúvidas e medos.

- Não deveria tê-la deixado daquele modo. Como irá comer? como se defenderá se alguém a encontrar? Snow White volte e aja como adulta. Cuide de Regina, seja forte e depois revele a ela seus sentimentos... e depois, seja desprezada certamente. Aaaaahhhh, pelos deuses, o que faço?

Ouvi barulho de cavalos por perto e subi o mais depressa que pude em cima de uma árvore e constatei que eram os homens de meu pai.

-Se não voltarmos com a princesa, seremos decapitados.

-Ela não deve estar longe, seu cavalo apareceu esta manhã no castelo. Se fugiu, esta a pé e ainda por estas terras.

-Como pretendes achar a garota, gritando por ela? – gargalhei dele.

-Não seja tolo. Conheço esse bosque como a minha mão e onde quer que esteja escondida a acharei – seguimos caminho.

Desci depressa, assim que se foram e temi por acharem Regina, como se defenderia da forma que estava? Eles a matariam.

-Você precisa volta, Snow – disse a mim mesma – Não, ela que se vire – voltei para meu rumo – isso é amor? Céus, o que tenho?

Resolvo por fim, retornar e com o maior cuidado possível para não ser vista. Por sorte, tanto quanto aquele guarda achava saber do bosque, tanto mais eu que o percorria desde que nasci.

O assado estava quase finalizado, consegui banhar-me no lago e tinha água o suficiente para planejar sair de lá antes do anoitecer. Depois de comer, faria isso. Terminando de me alimentar, escutei vozes ao derredor e sai para ver do que se tratava, e sim, os guardas de Leopold estavam a minha procura. Voltei para a caverna e tentei me acalmar, pensei um pouco mais e resolvi mais uma vez usar a magia. Não queria me esconder e sim enfrentar, sai de lá para isso quando os vejo segurando Snow a força. Não eram a mim que buscavam, mas sim a princesa. Como a acharam ali? Ela tinha saído cedo esta manhã.

-Larguem-na, é uma ordem – disse com altivez.

-Veja só, a rainha esta viva? Como pode ter sido isto se eu mesmo ajudei a joga-la para a morte? – falei com sorriso nos lábios.

-É um espirito meu senhor, vamos embora.

-Espíritos não falam. Ande mate-a.

- Larguem a princesa, já avisei.

Snow de olhos arregalados, falou

- Não faça isso Regina, corra, suma daqui – recebi um tapa em meu rosto que fez minha boca sangrar.

Ver minha menina daquele modo me deixou com tamanho ódio que ao perceber os dois homens estavam sendo engasgados por minhas mãos, sem que os tocasse. Eles não conseguiam falar e toda a raiva que eu guardava por várias razões começaram a surgir e me proporcionar mais força.

-Regina, não os mate, não faça isso.

- Se não o fizer, eles que irão nos matar.

Em pouco tempo, ambos estavam sem cor e ar. Os matei e senti um imenso prazer em fazer aquilo. Notei que Snow se assustara e fui até ela.

-Você esta bem? – toco em seus lábios e o saro.

-Sim, estou, isso não foi nada, mas como pode tirar a vida de alguém? – a olho com um certo pavor, pois para mim, Regina sempre fora alguém doce.

- Foi preciso, ou tirariam meu bem mais precioso – segurei com as duas mãos seu rosto – você – sorri e ficamos nos encarando, depois a ajudei a levantar – vamos para a caverna, tem um belo assado de lebre esperando por você.

Entramos e ela contou o que tinha visto e ouvido, que mesmo estando com raiva da conversa que tivemos, teve receio em me deixar sozinha e correndo perigo e isso a fez voltar.

Falei a ela o que praticava há algum tempo, sobre o livro e também sobre o espelho. Contei que me vendo na situação na qual estava precisava sobreviver e isso fez com que magia saísse de dentro de mim. Uma energia que não sabia explicar, assim como o ódio por alguém ou alguma atitude me fez matar aqueles guardas.

-Então por minha causa você fez tudo isso? – terminava de comer.

- Penso que sim, minha querida, fazemos muitas coisas por quem temos apresso – limpo os lábios após comer.

- Apresso? É o que sente por mim, um simples apresso? – voltamos ao assunto de mais cedo.

- Queres que eu sinta o que? Compaixão, pena, cuidado? – tomo água.

- Quero que sejas sincera comigo e com você mesma, que pares de me tratar como criança – estava de pé a observando.

- Sei que não é criança, Snow e sim uma jovem e bela mulher – olho para o outro lado.

- Isso a incomoda, eu não ser mais sua garotinha? Olhe para mim.

- De certa forma sim, me deixa sem graça – fito o chão e a sinto aproximar-se mais, tocando em minha mão.

- Não quero que fique sem graça, sou eu, sua Snow, agora uma mulher, a jovem que a ama profundamente e de uma maneira que não sabe explicar, apenas sentir – levo sua mão até meu peito – sinta, meu coração arde por você Regina, aquela que tem tomado meus pensamentos, meus sonhos, meus planos e meus desejos, é você que quero... – tento beija-la, mas ela se afasta.

-Não faça isso Snow, não é certo – me viro e me afasto.

-É errado amar você do modo como amo? Só porque somos mulher e...

- Por sermos mulheres, por eu ser mais velha que você, por...

-Estas coisas não importam, ao menos para mim – fico em sua frente – o que são alguns anos? O que tem duas mulheres que se amam, que se desejam e...

-Como sabe que sinto o mesmo por você? Como afirmas com tanta convicção.

-Sorri – Porque só quem ama tentaria fugir desse modo e de seus sentimentos, para proporcionar o bem a quem que mais do que bem – ela me olha – Regina, não quero mais fingir, não quero esconder, preciso de você.

Ela solta uma lágrima e um meio sorriso, depois acaricia minha face e me beija profundamente. Devolvo com a mesma intensidade o beijo e ela me deita na manta.

-Tem certeza do que quer minha menina? – acaricio seus cabelos e a olho novamente.

- Absoluta, minha rainha.

Levanto a cabeça para tomar novamente seus lábios com gosto de maçãs e ela se deita sobre mim. Seus beijos passam a percorrer meu pescoço e mais do que calafrios, meu corpo todo se arrepia com cada toque seu. Ela retira com cuidado minha roupa e me da permissão para que eu faça o mesmo. Pude contemplar mais uma vez aquele corpo lindo que ela tem. Nos deitamos outra vez e ela segue com os beijos que se misturaram a sua língua em volta de meus mamilos entumecidos de prazer. Minhas mãos desciam por suas curvas e isso me deixava excitada. Era tudo o que mais queria, tocar o corpo de Regina e estava fazendo isso naquele início de noite. Rapidamente sua vontade foi para o meu ventre com mais beijos macios, descendo por minhas coxas, as quais as afastei para que ela percorresse o caminho que tanto fervilhava entre minhas pernas.

- Sim...isso...continue, não pare.

Olhei para baixo e contemplei o sorriso mais belo e cheio de prazer ao me ver daquele modo e então, senti sua boca degustar cada detalhe de minha intimidade e com isso, meus primeiros gemidos foram surgindo.

- Você é deliciosa Snow, do modo como imaginei que fosse.

Percorro com a língua seu sexo de cima a baixo e me deleito com seu sabor. Ela gemia alto e isso me enlouquecia, até que pediu e eu o fiz com  todo carinho e amor que sentia por minha menina.

-Quero você dentro de mim, Regina, por favor, me deixe sentir.

Fazia com cuidado e ela acompanhava o ritmo, até chegar a um ponto do qual eu não mais exercia pressão se quer, apenas podia me deleitar de seus rebolados em minha mão e em minha língua. Seu sabor era indescritível e meu corpo não conseguia mais aguentar.

-Deixe-me senti-la, estou prestes a dar meu prazer a você.

Concordou com o meu pedido e facilmente encaixei minha intimidade a dela. Demos inicio a uma dança que se misturava a calma de nossos sorrisos e a violência com que nossos corações batiam em nossos peitos. A trouxe mais para perto e nos beijamos a cada movimentação, a cada troca de fluídos.

- Reginaaaa....oohhhhh...Reginaaa....mais.....mais, minha rainha.

Obedeci aos seus pedidos e fiz mais rápido.

- Sim...sim...mais...mais forte...oooohhhh....aaaahhhh...

- S-Snow...aaahhhh...eu...

Não pudemos mais aguentar e deixamos que nosso prazer fosse esgotado, misturado e repartido entre ambas. Deitei ofegante e a puxei para meus braços, estávamos em êxtase e felicidade. Começamos a rir de algo que não sabemos o que era e voltamos a trocar beijos macios e cálidos. O suor impregnava a manta, mas nossos cheiros adocicavam aquela caverna, ao menos para nossas narinas.

-Te amo Regina e sempre a amarei.

- Não como a amo, meu amor, minha menina – beijo todo seu rosto – você é o meu bem mais precioso e que jamais deixarei de querer.

- Promete? – a olho.

-Prometo – devolvo o olhar.

- Me deito em seu peito – que assim seja, minha mulher, minha rainha.


Notas Finais


Muitas leitoras queriam um capitulo assim e espero que tenham gostado. Já sabem o que fazer ;)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...