História Não devia, mas me apaixonei - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Juvia Lockser, Levy McGarden, Minerva Orland
Tags Gajevy, Gale, Nalu
Visualizações 57
Palavras 2.207
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


hello its me
Boa leitura

Capítulo 1 - 1868


Fanfic / Fanfiction Não devia, mas me apaixonei - Capítulo 1 - 1868

Inglaterra  1868

Era das maquinas. A imagem do novo mundo industrial era a pior possível, com as maquinas e as fabricas precisando de mão de obra muitos acharam que era o futuro para o qual ninguém  passaria fome e teriam dinheiro.  Erro, a condição dos pobres não melhorou em nada, se o cargo de operário na fábrica punha o pão na mesa do trabalhador coitado de quem não detinha de um. Os operários desempregados acabavam se tornando ainda mais pobres, mendigos algumas vezes ladrões conhecido como batedores de carteira fazendo parte de um numero que só crescia, não que quem tinha um emprego estava melhor, trabalhadores  marginalizados, vivendo em condições péssimas longe  do mínimo conforto. Se alguém estava contente com isso esse alguém era meu pai, pois não importava com os outros quanto mais operários estivessem procurando emprego menos teria que pagar aos seus empregados.  

Historicamente a família Redfox sempre foi de tecelões. Éramos dos mais bem pagos e quando a inovação chegou não foi muito difícil encrementar os negócios  e agora meu pai tem nas mãos um império de fábricas.  Pra mim o mais novo da família nada disso importa. Sou Gajeel Redfox, 22 anos retorno agora a minha casa depois de anos fora estudando. Nunca me importei com os estudos que meu pai me forçou a fazer, mas ficar em casa com ele sempre mal humorado e vendo que considerava seus trabalhos e riquezas mais filhos que eu parecia tão insuportável quanto. Carmen a governanta da casa sempre me disse que meu pai não conseguia olhar para mim porque eu era o retrato da minha mãe. Tinha a pele mais morena cabelos negros, e o principal, olhos castanhos avermelhados, no mesmo formato da mina mãe.  E pelo que muitos dizem foram os olhos da minha mãe que o atraio.

Durante a maior parte da minha vida eu estudei fora em lugares da Inglaterra ou da Europa, desde a morte da minha mãe e 1859. Minha jornada foi concluída na  Universidade de Salamanca. Essa universidade está na cidade de Salamanca, a oeste de Madrid, na cidade de Castela e Leão, mesma região da Universidade de Valhadolide. Ela foi fundada em 1134 e a mais antiga universidade fundada na Espanha. Adorava isso lugares que inspirava historia, aprendi isso com minha mãe.

Todo o tempo que fiquei fora eu era a própria negação da sociedade, a afirmação do “anti-social” segundo os meus amigos. Bem nem sempre foi assim. Fiz algumas coisas  que realmente não gosto de lembrar tive algumas amizades com pessoas erradas e gostava de esquecer.

Estava próxima de casa e já podia ver o espetáculo da mansão Redfox, a construção alta com tijolos amarelados telhado escuro e inúmeras janela de vidro fosco. O caminho ate a porta de entrada  era seguido de arbustos e arvores de porte médio formando  uma espécie de corredor recortado por estradinhas estreitas flores do campo adornam  bordas irregulares da trilha e do outro, canteiros de topiarias complementam. A mansão se espalha por três andares, sem contar o porão, a maioria dos quartos estava no e terceiro, cômodos de musica e bibliotecas e os escritórios do meu pai estavam no segundo, e a cozinha e sala de jantar no térreo.

Quando cheguei a porta foi aberta por nossa governanta que mesmo alegre em me ver se conteve. No hall de entrada, sombrio  e emoldurado por quadros de antepassados da família, a lareira acesa despertava um ar de lar em mim e o calor era bem vindo já que estava frio com o inicio do inverno. Tantas salas, e todas caracterizadas por mobília antiga. Decoração trabalhada em madeira nas paredes e inclusive nas camas dos quartos, passei por toda a sala de jantar levando minhas mínimas bagagens comigo.

Meu quarto estava limpo e muito bem arrumado, e especialmente, do jeito que eu deixei a mais de seis anos. Cama com lençóis brancos e travesseiros alinhados, o piso lustrado e as grandes janelas abertas para poder ventilar. Uma luz refletiu nos meus olhos então olhei para o lado e vi meu tão amado piano, seu negro estava agora mais lustroso, levantei e teclei uma nota qualquer nas teclas de marfim e o som me relaxou corpo ele estava um pouco desafinado eu cuidaria disso mais tarde. Sabia que meu pai faria questão da minha presença no jantar mais tarde então já ia me aprontar.

Usava minhas botas de cano alto calças pretas e camisa de botões não coloquei palito nem nada decorado sabia que meu ia falar que eu estava parecendo um mendigo ou um operário, mas não ligava me sentia bem assim. Ouvi leves batidos na porta, sabia se tratar de uma mulher seria uma das empregadas avisando que o jantar estava servido, abri a porta e meu coração pareceu falhar uma batida: aquela mulher era demasiadamente linda

 

Semanas antes

- você tem ótimas recomendações garotas - disse guardando minhas cartas - bem eu realmente estou atrás de mais uma trabalhadora, porém quero dedicação total sua ou seja você dorme aqui, há um dormitório de empregadas, você vai acordar a hora que Carmen mandar e só para quando tudo estiver em ordem ouviu? - acenei com a cabeça - você pode começar 
- sim senhor! Com sua licença
- à tarde organize tudo e traga suas coisas para cá, pode ir.
Deixei o escritório descendo até a cozinha onde encontro Carmen  a minha espera com uniformes completos esperava e ficassem grandes, mas não esperava que tivesse que costurá-los todos novamente era coisa que eu dava conta só ia ser um pouco cansativo. Mas de inicio iria usá-los grandes mesmo.

A vida nunca foi fácil para mim afinal morava no subúrbio uma casa mínima com dez pessoas meu pai nunca ficava mais do que algumas horas com a gente, quando ele não estava se matando de trabalhar junto com meus irmãos na fabrica estava gastando uma boa parte desse dinheiro com prostitutas em algum bordel. Eu era a mais nova de seus filhos, e nunca conheci minha mãe ela morreu  no meu parto e como se isso já não bastasse eu sou totalmente diferente dos meus irmãos, tenho olhos esverdeados, peles branca de mais e revoltosos cabelos azuis, sendo que tanto minha mãe quanto meu pai eram loiros assim como todos meus irmãos. Quando pequena todos diziam que eu era o retrato de Leonel o grande amor de minha mãe, que mesmo depois de forçada a casar com meu pai nunca esqueceu, e assim fiquei com o nome Levy McGarden o nome de solteira dela já que meu “pai” nunca teve certeza de quem eu era filha. Ele sempre me tratou diferente sempre fui subjugada e julgada, saí de casa cedo sem rumo foi acolhida por freiras que me ensinaram a ler escrever e os afazeres domésticos. Quando não quis seguir o caminho da castidade me deram Cartas de recomendações para poder achar um emprego rápido e aqui estou eu agora prestes a trabalhar para os Redfox  
Na casa tudo corria bem o almoço já estava quase sendo servido quando uma das cozinheiras me mandou preparar os pratos e a mesma na sala de jantar obedece a ordem. Era a primeira vez que eu via  talheres realmente de prata estavam polidos e brilhantes vislumbrei por alguns instantes e sai, os cozinheiros serviram as travessas na extensão da grande mesa e Meralicana desceu, fiquei pensando como seria para alguém morar sozinho em uma casa com tanto espaço e cômodos, porém entre as coisas que aprendi  sempre me disseram: seja invisível ninguém quer uma empregada que meta o bedélio em tudo, então minhas curiosidades ficaram apenas para mim. Depois do silencioso almoço foi mandado a mim que eu retirasse os pratos e lavasse a louça suja, entre todos os serviços esse eu fazia até que com certo prazer me distraio lavando e fico até cantarolando, vez ou outra Carmen me mandava calar a boca dizendo que eu podia desagradar o patrão, mas não ligava e sempre voltava cantarolar. 

Com pequenos serviços as tardes viravam noites e foi assim durante toda a primeira semana na casa dos Redfox.

Nosso dormitório por assim dizer era no porão, as janelas eram no nível do gramado do lado de fora. Era frio e às vezes por muito úmido, as camas ficavam de frente uma para a outra não haviam muitas garotas deviam ter no máximo oito trabalhando na casa. Eu empregada geral fazia o que Mandavam, outras duas como eu as quais as mais velhas conheciam toda casa, três cozinheiras e duas camareiras, Carmem não dormia com a gente ficava em um quarto próprio dos fundos da cozinha. Os dias que passaram não tinham movimento ate aquele dia fatídico.

Estava na cozinha com todas quando fui chamada por Carmem que me deu a ordens bem específicas naquele dia teria que organizar um quarto, uma das camareiras estava doente, queria que eu limpasse os vidros o chão, trocasse as roupas de cama e lustrasse os móveis. Tudo deveria estar limpo e bem organizado até à tarde, entretanto não devia tirar nada nem que fosse um centímetro do local onde estava.
Me dediquei ao serviço, o quarto devia ter ficado muito tempo fechada e por isso não havia sequer um lugar sem poeira.
A cama grande ficava no meio do quarto lençóis brancos estavam amarelados e as janelas fechadas e tapadas por grandes cortinas escuras, no closet estavam diversos roupas cobertos também por lençóis quando retirei tais lençóis vi que eram roupas masculinas, quem fosse o dono daquele quarto ou viajou com poucos pertences ou tinha coisas demais. Depois de horas limpando tudo sobrou apenas um móvel que ainda estava intocado por mim, ele era grande e estava coberto, quando retirei o pano vi um piano negro com as teclas de marfim bem branco. Meus olhos brilhavam estava diante de mim meu maior desejo minhas mãos queriam tocar nas teclas, contudo sabia que era errado e me contentei em olhar, limpei e lustrei o que fez o negro refletir a luz da janela eu saí e tudo novamente ficou fechado fique curiosa para saber quem era o dono do quarto. Quando desci o almoço já tinha sido servido e já era hora de lavar os pratos, não tinha até aquele momento na casa visto tanta correria na cozinha todos os cozinheiros estavam desesperados Metalicana  estava louco só podia para pedir tanta comida e tantos pratos sofisticados em um só jantar.

Não sou das melhores cozinheiras, mas ajudar na fazia mal a ninguém e eu era paga pra isso.  Ajudei com os camarões e os ensopados e na arrumação já que desesperados o chefe e suas ajudantes, minhas colegas de quarto, estavam metendo os pés pelas mãos. Carmen também não ajudava, sempre que provava alguma coisa xingava falava que não estava de acordo com o que Metalicana queria e ameaçava o emprego de todos. Com pouco tempo consegui criar um conceito sobre ela e esse conceito variava entre bruxa a uma grande cretina dependendo  do dia, aquela mulher não devia gostar de nada nem ninguém além dela e seu emprego.

 Por todo o trabalho e stress que estava àquela cozinha já estava achando que era a rainha da Inglaterra que iria jantar aquela noite com Metalicana. Quando os ajudava a colocar nas travessas todo o jantar já pronto fui chamada pela bruxa. Eu devia ir chamar os patrões para o jantar já que ela iria se recolher mais cedo pois não estava bem. Deduzi então que quem estava no quarto que mais cedo arrumei devia ser alguém importante da família. Chamei Metalicana que como sempre estava no escritório, e fui ate o quarto, bati de leve na porta e ouvi passos forçados ate ela, e quando foi aberta eu gelei. Aquele homem não era como Metalicana, não, ele não impunha respeito como meu chefe, impunha medo com sua presença seu porte perfeito e olhar serio, era lindo isso sem duvida, mas ainda assim assustador. Minhas palavras agarraram na garganta, mas forcei ate que elas saíssem

- Meu senhor  Metalicana o aguarda para o jantar que já está servido. Com licença – dei de costas para sair, mas ele segurou meu braço e um arrepio subiu minha espinha e um desparo no meu coração isso nunca aconteceu antes – senhor ...?

- você e nova aqui?! Carmen não me falou de uma nova empregada, qual seu nome? – fiquei relutande de falar e ele soltou um riso irônico - terei que usar de minha autoridade de patrão para você falar? Então esta bem, qual seu nome? Fala ou perde o emprego

Seu tom era de deboche e brincadeira, entretanto não podia arriscar não podia  perder aquele emprego, não tinha para onde ir e não arrumaria outro sem as recomendações que as irmãs conseguiram para mim, então juntei todo ar que consegui e falei de uma vez

- Levy McGarden senhor! Agora me deixa ir tenho trabalho a fazer

- se uma pessoa se apresenta e educado da aparte da outra se apresentar também, então, sou Gajeel Redfox filho do chefe, e por favor não me chame de senhor, acho que podemos descer juntos para o jantar.

- creio que seu pai não gostaria de tal cena – puxei meu braço com toda força e ele saltou – boa noite senhor.


Notas Finais


ate quarta
bjs


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