História Não posso te amar! - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Malhação
Tags Bruno Gadiol, Daphne Bozaski, Gune, Malhação
Visualizações 230
Palavras 1.591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Daphne, você fez xixi nas calças?


 

Daphne se arrependeu tanto de ter saído daquela maldita casa, de ter apostado com Bruno no Ímpar ou Par.

O parque de diversão que estavam, estava mais para parque de aberração. Teria ali no máximo umas 20 pessoas. Daphne matava Bruno em pensamento por tê-la trazido a aquele "parque" se assim podemos chamar.

- Bruno...- O chamou, ele a encarou.- Que raio de lugar é esse?- Cruzou os braços o fitando um tanto irritada.

- Um parque de dive...- O interrompeu.

- Como vai ser um parque de diversão, se está quase vazio e só há 2 crianças nessa coisa.- Olhou em volta. E viu as crianças correrem pra fora dali, Daphne queria fazer o mesmo.- Agora nenhuma, já que as duas saíram correndo, porque a mulher com cara de constipada estourou a bexiga de intestino deles. Com a línguaaaa.- Disse sem acreditar no que havia visto.

- Nossa, Daphne. Parece que nunca viu um filme de terror na vida.- Soltou uma risada nasal. Daphne o encarava de braços cruzados.- Oh, meu Deus. Você nunca viu um.- Começou a rir alto, chamando atenção de uma ou duas pessoas.

- Coraline conta?

- Claro que não. Amanhã vamos assistir Invocação do Mal 2.

- Ata, vai nessa.

- Você sabe que eu vou te convencer.

- Veremos.- Murmurou e Bruno a puxou para a torre.( N.D.A. Gente, eu não lembro o nome daquele baguio lá que despenca, vai assim mesmo.)- Eu não vou nisso. Não parece que dá para alguém ir nesse troço. E aquele cara que dirige o "brinquedo " parece que os olhos vão cair a qualquer momento, sem contar que é vesgo e tá chupando um sorvete de tamarindo.- Sussurrou a última parte.

- Daphne..- A chamou, calmo.- Cala tua boca.- A empurrou para sentar na cadeira, da Torre. Que em seguida colocaram os cintos.

- Boa sorte. Vão precisar.- Disse o cara do brinquedo. Falou baixo a última parte, não tão baixo, já que Daphne escutou. Sorriu como um assassino, dando uma lambida no picolé de tamarindo.

- O QUE?- Gritou Daphne desesperada.

- Bruno, tem sangue no chão e nas cadeiras.- Murmurou com olhos arregalados, enquanto o brinquedo subia.

- Não deve ser nada.- Bruno, revirou os olhos. Tendo uma pequena ponta de desespero em sua voz.

- Bruno, a gente vai morreeer.- Dramatizou choramingando Daphne, ao pararem no topo e ouvir um barulho de algo se soltando ou quebrando. Não seria um bom sinal.

A morena suava frio. Não sabia o que era pior. Ficar parada no alto ou descer logo. Bruno a viu de olhos fechados, não falava, só mexia a boca.

- O que você tá fazendo, demência?

- Bom..- Começou, e abriu os olhos.- Já rezei 7 Ave Maria, e tô indo para o 4° Pai Nosso.

Antes de Bruno responder, começaram a despencar. Bruno gritava em animação. Daphne, estava estática, não saía som algum de sua boca, não conseguia gritar. Seu coração parecia ter parado. Seu estado piorou mais ainda, ao ver a cadeira ao seu lado se soltar do brinquedo e voar para longe dali. Até Bruno parou de gritar em animação. Aquilo parecia surreal.

Saiu dali em um pulo, quando chegaram no chão.

- Vocês... Sobreviveram..- Afirmou o cara vesgo, um tanto surpreso. Daphne arregalou os olhos. Daphne fazia muito isso ali, o que a preocupava... Ignoraram o cara e saíram dali.

- Bruno, isso foi...- O moreno a interrompeu.

- Irado. Vamos de novo?- Falou sorrindo animado.

- O que?- Perguntou sem acreditar no que tinha ouvido.- Claro que não.

- É, tem razão. Montanha russa agora.

- De que planeta você é? A gente quase morreu ali.- Falou incrédula.

- Nossa, Daphne. As vezes você é tão careta. Não sabe viver a vida, de um jeito mais legal.- A morena o fitou sem acreditar no que ele tinha dito. Bruno deu de ombros e a puxou pelo pulso, saltitando até a montanha russa, que por sorte e azar de Daphne, não tinha fila alguma. Daphne por ser tãoo atenta por onde anda trombou com alguém.

- Desculpa.- Falaram ao mesmo tempo, se encararam e sorriram.

- Rodrigo, que saudades.- O abraçou, o mesmo retribuiu sorrindo.

- Vocês se conhecem?

- Não, Bruno. É que eu abracei ele e disse "Rodrigo, que saudades" porque é um hobby meu, sair abraçando pessoas e falando que estou com saudades.- Ironizou.

- Nossa, como você é carente.- Riu.

- Esse é o meu primo, desg.. - Parou ao ver quem estava ao lado do Rodrigo.- Oh, meu Deus. Amanda.- Correu pra abraçar a garota.- O que estão fazendo aqui?

- Era pra ser surpresa...- Coçou a nuca.- Eu ia morar com vocês, já que meu irmão mal fica em casa.- Os pais de Rodrigo haviam falecido há dois anos em um acidente de avião, quando voltavam de férias. Não haviam levado seus filhos. E Rodrigo ficou com seu irmão mais velho, que parecia que nem notava o irmão mais novo.- E Amanda com a mãe.- Amanda morava com seu pai. Preferiu morar com sua mãe. Seu pai bebia e fumava exageradamente. O que as vezes causava que ele a batia. Rodrigo, não a deixaria. Ele gostava dela. Ela não gostava muito dele, por causa da sexta série.- Só resolvemos dar uma pausa pra descansar em um motel por aqui.- Sorriu safado.

- Porque não tinha mais hotéis.- O corrigiu envergonhada.- E vocês, pensava que se odiassem?- Perguntou Amanda confusa.

- Longa história..- Suspiraram.

- Agora, montanha russa.- Bruno saiu saltitando até ela, puxando os três.

Entraram no carrinho, colocando cinto.

- Sério que você veio saltitando, Bruno? Depois fala que Justin Bieber que é gay.- Zombou.

- Sorry, te desiludir. Maaas, ele é sim, baby. Pior ainda quem escuta as músicas dele.

- Tanto que cê acabou de falar duas.- Riu.- Outra coisa. Não fale do Bieber. Você não conhece o Bieber. Você não entende o Bieber. (H. M. Pll❤).

- Queiram não se mexer muito na hora. Não querem antecipar suas mortes, não é mesmo?- O mesmo cara do brinquedo anterior, disse surgindo de sabe-se lá onde, chupando sorvete de uva agora. Se afastou lentamente e o carrinho começou a andar e Daphne a gritar. Cravou suas unhas no braço de Bruno que estava ao seu lado.

- AHH. SUA LOUCA. SOLTA MEU BRAÇO.

- AAAAHH. FICA QUIETO, INÚTIL.- Gritou de novo ela. Rodrigo e Amanda que estavam no carrinho de trás só riam da cena à sua frente.

- Eu morri?- Perguntou baixo. Depois que o saíram de lá. Daphne caminhava ainda meio tonta.

- Infelizmente, não.- Respondeu Bruno.- Vamos onde agora ?

- Carrossel seria o menos pior, eu acho... - Disse Daphne.

- Acho que não. Olha.- Apontou para o carrossel que caía aos pedaços. Literalmente.

- Algodão doce?

- Você é corajosa.- Amanda fez uma careta. A "mulher" que estava na máquina de algodão doce, cortava suas unhas enormes e sujas, com um alicate de carro, em cima da máquina.

- Melhor irmos embora. Vai com a gente, Rodrigo?- Perguntou Daphne.

- Claro, só vamos passar no motel para pegarmos as malas.- Respondeu e foram pra saída do parque.

Mas foram parados por um palhaço, com cara de assassino. "Isso não é nada bom " Pensaram Daphne e Amanda, ao verem sangue escorrer do canto da boca dele. Já que Rodrigo e Bruno cumprimentaram ele. Fazendo as meninas se perguntarem de que hospício eles haviam fugido.

O palhaço começou a rir. Parecia que estavam em um filme de terror. Ele apontou uma arma para Daphne, a puxando pelo braço. Os três ficaram desesperados. Daphne então. A garota morria de medo de palhaços. Seu medo viraria agora um grande trauma. Ela suava frio. Igual a seus amigos.

- Qual seu nome gracinha?- Perguntou à ela com uma voz, que fez Daphne querer vomitar.

- Daphne.- Falou e percebeu o que havia feito, se jogou de joelhos no e começou a surtar. Todos a olhavam como se fosse louca e tivesse perdido o juízo, por estar com uma arma na cabeça.- POR QUE EU DISSE ISSO? AI MAMÃE. ME AJUDE. SOU NOVA DE MAIS PRA MORRER. NÃO TO BEM.

DEUSIN, VOCÊ TÁ FAZENDO ISSO, POR CAUSA DOS CHOCOLATES QUE COMI, QUANDO RODRIGO DEIXAVA PRO PAPAI NOEL NO NATAL, NÃO É?!

- ENTÃO, POR ISSO EU NUNCA GANHAVA O QUE EU PEDIA.- Zombou indignado.

- ME DESCULPAAAA. DESCULPA AÍ, DEUS. MAS NÃO ME ARREPENDO NÃO. AQUELA COISA ERA UMA DELÍCIA.- Deu uma pausa e quando o palhaço iria falar algo ela continuou.

- OU POR CAUSA QUE EU LIA O DIÁRIO DELE, QUE ELE GUARDAVA EM BAIXO DO SUTIÃ DA AMANDA NA GAVETA DE REVISTAS DO ONE DIRECTION.?

- COMO É RODRIGO?- Perguntou Amanda incrédula.

- ISSO AÍ FIA. ELE TEM UM SUTIÃ SEU DESDE A SÉTIMA SÉRIE. E...

- Quer saber?- Falou emburrado o palhaço, a interrompendo.- Fica com ela.- Disse e jogou Daphne, nos braços de Bruno. Que rapidamente a jogou no chão.

- Você é namorado dela?- Suspirou e assentiu. Rodrigo e Amanda ficaram boquiabertos.- Boa sorte.

- Mas, mata ela. Por favor.- Suplicou, se ajoelhando no chão.

- Matar ela seria um favor. E eu não faço favores. Boa noite.- Saiu dali.

- Vocês estão namorando?- Perguntou Rodrigo, surpreso.

- Como eu disse, longa história...- Disse Daphne, tentando se recuperar do susto.

- Daphne, você fez xixi nas calças?- Perguntou Bruno rindo, ao ver seu shorts que antes era branco, amarelo.

- Ah, vai tomar no cu.- Disse sem paciência. Os três riram ainda mais.

__

 


Notas Finais


Se tiver algum erro me desculpem ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...