História Nascido para te amar - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Bardock, Kakaroto, Raditz, Rei Vegeta, Vegeta
Tags Gokuxvegeta, Kakavege, Yaoi
Visualizações 232
Palavras 3.562
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus amores. Mais um capítulo (^ - ^)/
Espero que gostem! Eu adorei escrever ele.
Nesse capítulo e no próximo não estarei falando muito de Kakaroto e Vegeta.
Boa leitura! Vamos ler \( ° o ° )/

Capítulo 3 - Lágrimas


Fanfic / Fanfiction Nascido para te amar - Capítulo 3 - Lágrimas

 

Depois de deixar Vegeta, Kakaroto saiu para fora dos muros correndo até uma floresta, ao meio caminho se encontra com seu pai e conta o que aconteceu, em seguida os dois saem correndo para o acampamento de Broly. Todos deveriam voltar depois do plano, e ao chegarem Broly estava nervoso por ter dado errado.

Broly — CADÊ AQUELE NAPPA? PROCUREM POR ELE E ME TRAGAM ATÉ AQUI! — andava de um lado a outro.

De longe Kakaroto observava com um sorriso no rosto.

Bardock — Esconde esse sorriso ou estaremos mortos! — puxou o braço do filho — Não devia ter usado a transformação! Aquele cara pode nos denunciar! — falava em sussurro.

Kakaroto — Relaxa pai! Ele tem medo da gente, não vai fazer nada. — olhou com um sorriso meia boca para o pai.

Bardock — Não é tão medroso assim já que ele apareceu! — olhou para frente avistando Nappa se aproximar do Broly.

Kakaroto — Venha vamos mais perto! — tocou no ombro do pai.

Nappa se aproxima, mas estava com medo e avistou Kakaroto que lhe olhava com fúria junto com o pai.

Broly — Olhe para mim! — Nappa lhe encarou engolindo a saliva, Broly levantou sua mão direita e lhe deu um soco o fazendo cair ao chão com a face sangrando — Fique de joelhos! — Nappa se levanta ficando de joelhos sem encarar o outro — Me explique o que foi que aconteceu PARA VOCÊ NÃO VOLTAR COM O BASTARDINHO?!

Nappa olhou para Kakaroto que balançou a cabeça como um não lhe olhando sério.

Nappa — O rei apareceu de repente, eu estava com o rapaz amarrado ao chão e tive que mentir dizendo que o tinha salvo! — fechou os olhos com força esperando mais um soco.

Broly — DESGRAÇADO! Aquele rei é um bastardo! Eu deveria estar no lugar dele! — se afasta e chuta uma cadeira — Mas nós não vamos desistir! A primeira oportunidade que o desgraçado do rei der nós o mataremos! — ergueu sua mão para cima e os Saiyajins a volta também ergueram começando a gritar — Estão dispensados por hoje! — volta a olhar para Nappa — E você volte para seu posto!

Nappa — Sim senhor! — dá um suspiro fechando os olhos.

Ele sai caminhando entrando no meio das árvores e para no caminho com Kakaroto e seu pai em sua frente.

Bardock — Se falar alguma coisa com alguém sobre o que viu hoje, nós iremos atrás de você! — os dois passaram por Nappa que zangado continuou seu caminho.

No meio do acampamento estava Raditz procurando por seu pai e irmão, olhando para os lados e ao virar sua face para o lado esquerdo Turles lhe olhava sorrindo bem próximo.

Turles — Procurando por mim? — deu uma piscadinha — Já achou! — sorriu malicioso.

Raditz — Convencido! — sentiu o outro tocar seu braço — O que está fazendo?

Turles — Seu ombro está bem machucado! Venha comigo! — o puxou pela mão.

Raditz — E a culpa é de quem?! — seguiu o outro largando sua mão.

Turles — Me desculpe por isso e obrigado! — sorriu de uma forma que deixou Raditz sem graça — Meu herói me salvou!

Do outro lado Kakaroto enxerga o irmão e dá um sorriso por ver com que ele estava. Deu uma cotovelada no pai ao lado.

Kakaroto — Pai olha o Raditz está de namorico! — deu uma leve risada, Bardock enxergou o outro filho entrando em uma tenda com o outro.

Bardock — Deixe seu irmão ele é adulto! — saiu caminhando com Kakaroto atrás.

Kakaroto — Mas aquele cara é um dos braços direito de Broly! — voltou a olhar para trás.

Bardock — Garanto que ele sabe o que está fazendo! — parou olhando o filho sério — Já você é muito imprudente! Devia esquecer aquele rapaz. Ele nem sequer se lembra de você!

Kakaroto — Eu não podia deixar ele cair nas mãos desse idiota do Broly, sabe-se lá o que ele faria com Vegeta! — entrou em uma tenda juntamente com seu pai — Eu o amo e sei que ele também sente o mesmo por mim!

Bardock — Já parou pra pensar se algum dia ele descobrir quem você é e o que faz? Não dá certo Kakaroto! — retirou sua armadura sentando na cama.

Kakaroto — Ele nunca vai descobrir! A menos que você diga, você vai dizer a ele? — se senta ao lado do pai.

Bardock — É claro que não! — deu um leve tapa na cabeça do garoto — É melhor você dormir aqui. Não quero que saia por ai a noite e já está escurecendo, pelo visto seu irmão não volta pra vila hoje. — se deitou sobre a cama.

Kakaroto — Eu sei me cuidar pai! — Kakaroto olhou seu pai sério.

Seu pai nunca estava em casa, era sempre ele e Raditz, mas seu pai nunca estava presente em sua casa na vila.

Kakaroto — Pai? Porque você nunca volta para casa? — encostou na parede colocando as mãos atrás da cabeça.

Bardock — Porque... — fez uma pausa — Eu tenho que ficar aqui você sabe disso! Vá dormir e deixe seu velho descansar. — fechou seus olhos e Kakaroto lhe olhou meio desconfiado, sem acreditar nas palavras do pai.

Na outra tenda Raditz senta sobre a cama e retira sua armadura que estava com um lado quebrada, a parte onde estava a ferida. Começou a lembrar da luta anteriormente.

 

Horas antes no meio da luta

Os Saiyajins rebeldes estavam encapuzados lutando contra os soldados de elite do rei, alguns já estavam feridos, os saldos do rei eram em um número maior que os rebeldes um dos motivos para Broly não comandar uma invasão, era apenas uma distração. No meio dos rebeldes estava Raditz evitando entrar em combate, não queria lutar com pessoas inocentes, de longe avista Turles tentando se defender dos golpes de um soldado, ele não era muito forte e estava prestes a levar uma surra. Raditz se aproxima do rapaz que se distrai, o soldado em sua frente fecha o punho para lhe dar um soco.

Raditz — CUIDADO! — empurra o rapaz para o lado recebendo o forte golpe que o jogou para trás caindo sobre uma cerca de madeira que feriu seu ombro.

Raditz se levanta com o braço sangrando e não avista mais Turles, nisso recebe um sinal para recuarem e ele sai correndo junto com os outros para fora dos muros.

***

 

Raditz ficou pensativo, porque tinha ajudado aquele cara? Ele não obtinha uma resposta, logo saiu de seus pensamentos sentindo uma leve dor com o outro lavando sua ferida.

Raditz — Ai! Toma cuidado! — olhou sério, observando o cuidado do outro com ele — Se eu não tivesse te encontrado, você estaria desmaiado até agora.

Turles — Não precisa humilhar senhor elite! — o olhou nos olhos — E como você sabia que era eu se estávamos todos encapuzados?

Raditz — Não seja idiota, meu irmão não é da elite, eu não ligo pra isso, meu pai diz que com treino duro um soldado de classe baixa pode superar a elite. — fez uma pausa — Eu senti seu cheiro! Era o mesmo de antes. — sua expressão estava séria.

Turles — Você lembrou do meu cheiro? — deu um sorriso malicioso — E como é meu cheiro?

Raditz — Não sei explicar, é suave! — ficou pensativo, percebendo que não deveria falar sobre esse assunto.

Turles — E você gosta do meu cheiro? — se aproxima ainda mais perto da face.

Raditz apenas ficou o fitando sério sem pronunciar palavras, ergueu sua mão esquerda e passou sobre o rosto de Turles, depois puxou a face e envolveu seus lábios com um beijo quente. Turles agarrou em seus cabelos longos com as duas mãos, foi descendo seus lábios dando chupadas sobre o pescoço de Raditz, desceu até um dos mamilos começando a passar a língua em volta, depois chupou suavemente sentindo a maciez do bico em sua língua. Raditz costumava usar shorts, em volta de sua coxa esquerda e seu braço esquerdo havia um assessório vermelho que ele costumava usar. Turles pegou os pés de Raditz e tirou as botas, depois puxou o shortinho preto para baixo revelando o membro enrijecido que saltou para cima batendo sobre o abdômen, Turles deu um sorriso safado ao ver o tamanho do pênis que era consideravelmente grande.

Turles — Eu sabia que você tinha um grandão aqui! — deu uma leve risada passando as pontas dos dedos sobre o pré-gozo que saia do buraquinho no pênis — Você está tão duro quanto uma rocha e mal começamos! — seus olhos brilhavam olhando o pênis do outro.

Raditz — Só porque sou alto que você imaginou isso? — sorriu pegando nos cabelos do outro.

Turles — Não! Eu sempre vi o volume que se formava por baixo de sua armadura! — o olhou com um olhar sensual fazendo Raditz passar a mão em sua face.

Raditz — Você é um safado, ficou olhando para meu pênis todo esse tempo. Vamos não demore! — levou a face de Turles até seu pênis com um sorriso malicioso.

Turles sorriu e começou a passar a ponta de sua língua sobre a glande, desceu a língua até a base subindo novamente, depois deu uma chupada colocando e retirando apenas a glande dentro da boca por varias vezes, em seguida enfiou não quase tudo na boca já que era bem grande. Enquanto chupava do nada Turles ria saboreando todo aquele pênis, fazendo Raditz fechar os olhos com o prazer gostoso que vinha de sua boca.

Raditz — Ah... Assim! Você é muito bom, que delícia! — com a cabeça para trás, fechou os olhos abrindo a boca com prazer.

Turles para com os movimentos e retira suas luvas, depois a armadura e o resto da roupa revelando seus músculos definidos. Sua cintura era bem fina com o abdômen bem definido, suas costas largas e compridas, suas coxas eram um pouco grossas. Raditz o olhou de cima a baixo percebendo que ele lhe atraía e muito. Ele retirou toda sua roupa e puxou Turles envolvendo-o com um beijo ardente.

Turles — Pensei que você gostava só das fêmeas! — sorriu malicioso e passava suas mãos apertando cada parte do corpo do outro.

Raditz — Você se parece muito com uma fêmea! — apertou as nádegas dele com força beijando o pescoço.

Turles realmente se parecia com as fêmeas, elas não eram tão musculosas quanto os machos e seus seios não eram muito grandes quase não apareciam por causa da musculatura do peito, Turles também não era tão musculoso igual os outro machos, o que sempre chamava atenção dos outros Saiyajins, sempre eram atraídos por ele, por sua formosura que seu corpo demonstrava. Ele estava entre os poucos Saiyajins que possuíam a pele morena.

Empurrando Raditz sobre a cama, Turles deitou sobre ele, se beijavam longamente até perderem o fôlego. Turles pegou seu pênis junto com o de Raditz e começou a movimentar os dois juntos na mão. Depois pegou o pênis de Raditz e começou a esfregar sobre sua própria entrada dando leves gemidos. De uma vez ele enfia o pênis dentro de si começando a movimentar rápido subindo e descendo rebolando e quicando em cima do pênis de Raditz, que fazia uma expressão sofrida na face com o prazer que era desconhecido para si até então.

Raditz — Ahh... Que delícia! Você é melhor que uma fêmea! — segurou na cintura de Turles ajudando ele a se mover.

Turles — AAAAHH! Que delícia! Você é tão gostoso, me faz delirar Aaahhh! — pegou a mão direita de Raditz e o fez segurar seu pênis.

Raditz começou a masturbá-lo com vigor e Turles gemia alto sem parar. Raditz o puxou para mais perto de seu corpo e o virou, colocando-o sobre a cama começou a estocá-lo com força, as vezes parava as estocadas e rebolava lentamente com o bumbum.

Turles — AAAAHH! Isso rebola gostoso dentro de mim! — segurou os lençóis da cama com força curvando suas costas para cima.

Raditz — Shiii! Silêncio! Você é muito escandaloso! Tá fazendo muito barulho! — sussurrou em seu ouvido.

Ao ouvir isso Turles coloca as mãos na boca, assustado ele olha para a porta da tenda e tenta segurar seus gemidos. Raditz percebe sua face assustada, mas não deu muita importância e continuou com os movimentos, se deitou sobre o corpo de Turles dando leves chupadas em seu pescoço. Turles segurava nos cabelos de Raditz com força indo ao delírio cada vez que o outro ia fundo dentro de si. O corpo de Turles começa a vibrar dando alguns espasmos e logo ele goza, seu sêmen espirra longe acertando o abdômen de ambos os dois. Raditz continua se movimentado rápido por mais alguns minutos, em seguida sente seu corpo tremer dos pés a cabeça e todos os cabelos de seu corpo começam a arrepiar, ele fecha os olhos segurando a face de Turles com a mão esquerda, sua expressão era sofrida e segundos depois seu sêmen sai preenchendo o interior de Turles. Ele caí sobre o corpo do outro cansado e ofegante, Raditz ergue sua face olhando nos olhos de Turles que lhe encarava com o olhar sério e distante. Raditz passou a mão esquerda sobre a face dele, foi subindo até os cabelos negros acariciando suavemente, encostou seus lábios sobre os lábios macios dando beijos suaves, depois voltou a olhar nos olhos de Turles.

Raditz — Sua pele é tão linda! — deu outro beijo suave — Você é lindo!

Turles desviou seu olhar meio triste e voltou a olhá-lo.

Turles — Você não pode se apaixonar por mim! — olhou para a porta da tenda com olhos tristes.

Raditz — E quem disse que eu estou apaixonado?! — percebeu a tristeza que vinha de seu olhar — E porque eu não poderia me apaixonar? Porque você é Homem? — acariciou a bochecha direita.

Turles — Não é isso! Não é nada! — abraçou Raditz passando a mão sobre seus longos cabelos.

Depois de alguns minutos os dois já estavam dormindo. Antes do primeiro sol nascer Turles acorda, encara o outro que dormia nu em sua cama, passa a ponta de seu nariz carinhosamente sobre a bochecha dele. depois se levanta se espreguiçando e ao perceber que já era quase de amanhã se apavora, começa a balançar Raditz para que ele acordasse e acordando percebe o panico do outro.

Turles — Você tem que ir embora depressa! — pega as roupas dele lhe entregando.

Raditz — O que aconteceu? Porque está tão nervoso? — tocou a face gentilmente.

Turles — Isso não deveria ter acontecido me desculpe! Por favor vá embora depressa! — o olhou quase a ponto de chorar, a todo momento ele olhava para a porta.

Raditz colocou suas roupas rápido e antes de sair puxou Turles para seus braços lhe dando um beijo intenso.

Raditz — Eu posso te ver de novo? — sussurrou no ouvido.

Turles lhe olhou nos olhos sério, depois sorriu — Eu te procuro! Mas não se apaixone por mim!

Raditz — Convencido! — sorriu lhe dando um beijo e saiu da tenda.

Raditz entrou na tenda de seu pai, ainda estava escuro e os outros dois dormiam, ele cutucou seu irmão que acorda com a cara brava por ter sido acordado tão cedo.

Kakaroto — Ah... Me deixe dormir mais um pouco! — voltou a fechar os olhos.

Raditz — Acorda preguiçoso! Nós temos que voltar antes de amanhecer. — o puxou pelo pé fazendo cair ao chão.

Kakaroto — Tá bom vamos embora logo! — se levanta irritado indo até o pai e o cutucou. — Nós já estamos indo!

Bardock — Tudo bem! Até logo e não faça nada imprudente! — se virou voltando a dormir.

Os dois irmãos saem do acampamento, voltando para sua casa dentro da vila. Nesse meio tempo Turles estava sentado em sua cama apavorado e se estremece ao ouvir chamarem seu nome. A porta se abre violentamente, através da luz solar que entrava pela porta aparece uma sombra alta e Broly entra na tenda.

Broly — Onde você esteve? Porque não apareceu? — agarrou Turles pelo cabelo com força lhe puxando — Quando eu faço uma ordem ela deve ser obedecida! — o jogou no chão com violência.

Turles — Me desculpe senhor eu adormeci e a hora passou! — se abaixa a frente do outro.

Broly lhe agarra pelo cabelo o fazendo levantar e puxou sua cabeça para mais perto.

Broly — Com quem você estava aqui? Você está cheirando a sexo! — passou sua língua subindo sobre a face dele.

Turles — Com ninguém senhor! — o olhou sério nos olhos, seus olhos demonstravam medo.

Broly — Mentiroso! — o soltou e lhe deu um tapa na face. — Você merece um castigo por me deixar esperando! Me segue até minha tenda.

Broly saiu caminhando e Turles indo logo atrás com as pernas bambas e os olhos lacrimejando. Ao entrarem na tenda Broly o pega pelos cabelos e joga ao chão.

Broly — Você tinha que ter vindo depois da reunião! — se aproxima fazendo Turles se levantar e rasga toda sua roupa o deixando nu — Vamos nos divertir um pouquinho! — deu um sorriso malicioso o agarrando pelos cabelos lhe deu um beijo com certa violência — Mas antes você tem que ser punido, se vire de costas! — com as pernas tremendo Turles se vira.

Broly vai até uma mesinha e pega um chicote com a ponta bem longa e começa a chicotear as costas de Turles com força, ele sentia um ardor e doer a cada chicotada, suas costas já estava sangrando, ele não estava mais aguentando a dor, com olhos fechados e lacrimejando serrava os dentes com força.

Broly — Se gritar, vai receber mais punição! — deu um sorriso maldoso.

Depois de alguns minutos ele para e solta o chicote, os olhos de Turles estavam cheios de lágrimas. Broly se aproxima pegando em sua face e lhe dá um beijo suave.

Broly — Você é o meu preferido! O mais sexy e como você me excita! — o apertou nas nádegas lambendo a orelha — Você é meu brinquedo exclusivo e ninguém pode te tocar entendeu? — puxou o queixo fazendo Turles lhe olhar.

Turles — Sim senhor! — desviou seu olhar olhando para o chão.

Broly — Agora se deite e fique de quatro pra mim! — Turles se virou ficando de quatro na cama.

Tirando toda sua roupa Broly se aproxima e coloca todo seu pênis ereto de uma vez, nem se importou com as costas que sangrava do outro e começou a lhe estocar com força. Ficaram assim por horas, já era hora do almoço quando Broly deixou Turles no quarto todo esgotado e fraco.

***

O príncipe acabara de acordar e estava sentado sobre a cama, seus pensamentos estavam longe, se lembrava de Kakaroto, pensava o que ele havia feito quando tudo ficou claro e brilhante e quem era o cara com quem ele brigava? Eram perguntas sem resposta em sua cabeça, se lembrou do tamanho de Kakaroto que era um pouco mais baixo que ele e deu um leve sorriso, depois suas bochechas ficaram avermelhadas ao se lembrar da boca de Kakaroto tocar a sua, ficou ainda mais vermelho ao se lembrar das palavras que saíram suavemente dos lábios de Kakaroto “ Um dia eu voltarei e você será meu”. Vegeta passou seus dedos sobre os lábios depois balançou sua cabeça para os lados.

Vegeta — Droga Kakaroto! Porque ele fez isso? — se levanta indo olhar na janela.

A porta de seu quarto se abre de repente e de lá entra seu pai, se aproximando o rei abraça o filho.

Rei Vegeta — Está tudo bem com você? O que aconteceu lá dentro? — olha o rapaz que fica meio envergonhado com a atitude do pai que raramente fazia isso.

Vegeta — Eu não sei! Eu estava de pé prestando atenção nos barulhos e de repente senti algo na cabeça e apaguei! — se senta na cama olhando para o pai, ele não queria mencionar sobre Kakaroto.

Rei Vegeta — Aquele Nappa devia estar lá com você! Não sei onde ele se meteu, mas quando aparecer irei falar com ele! — se vira e vai saindo — Não se afaste do palácio, é perigoso!

Vegeta — Estou cansado de ficar trancado aqui! — fica irritado e vai olhar a janela.

O rei entra em sua sala, sentando em sua cadeira esfrega a mão sobre a face com um suspiro nisso a porta se abre e de lá aparece Nappa.

Nappa — Meu rei! — se curva perante ele.

Rei Vegeta — Sente-se! — lhe mostra a cadeira ao lado — Quero saber o que aconteceu ontem?

Nappa — Meu rei perdoe-me por isso! — se senta na cadeira olhando para o rei — Eu sai por alguns instantes, o príncipe havia me pedido água e quando voltei ele não estava mais lá. Eu sai correndo e consegui avistar um dos rebeldes no jardim carregando o príncipe desmaiado no braço, depois começamos a lutar e ele fugiu. — encarou o olhar do rei que lhe olhava sério — Foi isso que aconteceu meu rei.

Rei Vegeta — Que bom que você conseguiu salvá-lo a tempo! Esses rebeldes já estão ficando bastante atrevidos, temos que nos preparar para uma possível invasão — juntou as mãos na frente da face com um suspiro — Pode ir e fique de olhe em Vegeta.

Nappa — Sim Meu rei, com sua licencia! — se curva e sai da sala.

***

Vegeta sai do quarto indo caminhar no jardim, quando percebeu estava no local onde costumava encontrar Kakaroto, ele não conseguia esquecê-lo, depois de alguns anos ele tinha aparecido, mas sumiu novamente, Vegeta ficava pensando porque ele havia sumido. Sentou abaixo daquela árvore onde viu Kakaroto pela primeira vez, deu um suspiro olhando para a árvore. Um barulho lhe chamou atenção e ao olhar para o lado ele vê uma sombra que parecia com Kakaroto, se levanta surpreso e a sombra desaparece entre as árvores. Vegeta sai correndo seguindo a sombra, mas logo ele chega ao fim do jardim percebendo que a perdeu de vista. Teria sido Kakaroto que ele viu? Ou foi apenas sua imaginação? Vegeta acabou voltando para o local desanimado .

Continua...

 


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado :)
Logo logo estarei iniciando minha próxima história.
Obrigada por ler e até o próximo!
Beijinhos e abraços :3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...