História New life - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Criminal Minds, Matthew Gray Gubler, Melissa Benoist
Personagens Aaron Hotchner, Chefe de Seção Erin Strauss, David "Dave" Rossi, Derek Morgan, Dr. Spencer Reid, Emily Prentiss, Jennifer "JJ" Jareau, Penelope Garcia, Personagens Originais
Tags Agente O'malley, Dr Spencer Reid
Visualizações 160
Palavras 1.619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente! Tudo bem com vocês? Queria ter postado antes, mas em época de enem a atenção tem que ser redobrada.

Meus agradecimentos para: ~pands_forever, ~LadyKiki, ~t-souza, ~angelpalvim, ~Antonia_tc_2010, ~CoxinhaIsLife, ~ari-roth, ~Ambrose, ~girldepp, ~Camila1, ~J-TheKillerGirl, ~abelinha222, ~Girl_BadDream, ~kyki e ~GeekUnicorn08. E um abraço para as lindas que comentaram <3

Capítulo 26 - Medo


Fanfic / Fanfiction New life - Capítulo 26 - Medo

"Não esqueça que não posso ver a mim mesmo, que meu papel é limitado a ser aquele que olha o espelho" – Poeta francês Jacques Rigaut

 

Atlanta, Geórgia – Boate Queen

 Andando de uma lado para o outro tentava recobrar minha paciência que havia se perdido a horas. Olhei o relógio em meu pulso, notando que o dia estava prestes a amanhecer. 

—Eu me vesti como uma prostituta e me sentei no seu colo! – gritei inconformada para Hotch, aquilo estava entalado na minha garganta. 

 Sabe aquele momento constrangedor quando você vai dizer algo e todos ficam em silêncio? 

 Basicamente fomos encarados por dezenas de policiais e alguns funcionários que restaram na boate que foi fechada horas antes. 

 Pigarreei. 

—Isso tudo foi humilhante e desnecessário… – disse em um tom mais baixo, notando ser encarada por algumas pessoas. 

 Hotch respirou fundo. 

 Por alguns segundos esqueci que estava falando com meu chefe. 

—O'malley, me desculpe… – disse em tom baixo e calmo. 

 Esperai…

—O que? 

 Ele me lançou um olhar como se dissesse "não vou repetir isso de novo"

—Na pressa de encontrar nosso culpado acabei fazendo você de cobaia – me mirou – Então me desculpe… 

—Bem… – dei os ombros, me sentindo um pouco sem graça pelo tom que falei com ele – Provavelmente desonrei meu pai e minha mãe hoje… – notei ele revirando os olhos – Mas se pra pegar nosso assassino eu precise me vestir assim em todas as boates da cidade, eu faço… só não quero flertar com mais ninguém.

—Você chama aquilo de flertar? – ouvi Morgan rir atrás de mim. Me virei para encarar ele e Spencer que se aproximavam – Foi o pior flerte que eu já vi em toda a minha vida. 

—Andou bisbilhotando minha escuta? – perguntei erguendo uma sobrancelha. 

 Ele riu. 

—Todos nós ouvimos… infelizmente – disse afagando minha cabeça. 

 Será que eles sabem que eu sentei no colo do Hotch? 

—Nosso assassino soube o momento certo de mudar o local dos raptos… – Spencer interveio – Não é muito difícil descobrir que o FBI está na cidade, mas ele soube a hora exata em que a Dakota estaria disfarçada. 

—Então ele está de olho na gente? – perguntei em dúvida. 

—Sim – o geniozinho deu os ombros – Ele provavelmente sabia que você era do FBI e que estaria disfarçada. 

 Sinistro. 

 Ponderei por alguns segundos. 

—Eu preciso de um tempo – disse tomando a atenção de todos – Eu vou ao banheiro… alguém quer me acompanhar? – nenhum dos agentes se moveu – Ótimo! 

 Dito isso me virei caminhando até meu objetivo. 

 Durante meu percurso notei estar sendo encarada por algumas pessoas. 

 Será que é por que estava descalça? Já que tirei o salto alto que machucava meus pés. 

 Resolvi ignora-los, sem mandar ninguém pro inferno. 

 Assim que adentrei o banheiro que estava deserto me aproximei da pia.  Retirei o casaco que Aaron havia me arranjado e pude encarar a roupa que usava. 

—Você parece uma prostitua Dakota – comentei com senso de humor enquanto ligava a torneira e molhava meu rosto. 

 Já teve a sensação de estar sendo espionada? 

 Olhei para trás a procura de alguém, mas o banheiro continuava deserto.

 Encarei novamente o espelho, mas antes de pensar em qualquer coisa senti uma forte pressão na minha cabeça, seguida da minha testa sendo batida com força contra o espelho. 

 E tudo ficou escuro. 

 Pov'. Narrador 

—JJ e Rossi vão dar o comunicado oficial – Morgan exclamou enquanto guardava o celular, recém desligado – O perfil oficial do suspeito vai ser divulgado ao amanhecer. 

 Reid apenas concordou com a cabeça, mirando o amigo que se aproximava. 

—Nosso suspeito não é muito sociável, provavelmente vive isolado, então tem tempo de sobra pra investigar os passos da polícia – dizia rapidamente. 

—E como ele atrai as vítimas para lugares isolados? 

—Dinheiro… – deu os ombros, notando que o amigo parecia distraído – Está tudo bem? 

 Morgan o mirou. 

—Não acha que a moranguinho está demorando demais no banheiro? 

—Agora que você falou… já passaram alguns bons minutos. 

 Morgan então se aproximou, dando algumas batidinhas no ombro do amigo. 

—Ótimo garoto – disse passando por ele – Vai atrás dela. 

—Por que eu? 

—É a sua namoradinha – o ouviu gritar. 

 Reid então se dirigiu até o banheiro em que a loira provavelmente estava. Ao chegar deu algumas batidas na porta, sem resposta. 

—O'malley? – perguntou já entrando. 

 O silêncio reinou e o rapaz se agachou para mirar por baixo de todos os boxes do banheiro. 

—Dakota? – chamou mais uma vez antes de mirar o espelho do banheiro. 

 Um arrepio percorreu por completo o corpo do doutor ao notar o vidro quebrado e uma boa quantidade de sangue no lugar. 

 Merda. 

Pov.' Dakota 

 Minha cabeça doía de maneira quase insuportável, havia acordado há alguns segundos, mas passei boa parte do tempo de olhos fechados, tentando ignorar a dor que sentia. 

 Espera…

 Abri rapidamente os olhos, sentindo o incomodo graças a pouca claridade do pequeno cômodo em que me encontrava. 

 As lembranças vieram rapidamente, desde o meu disfarce até a parte em que fui atacada no banheiro. 

 Tentei me mover em vão, notando estar amarrada a uma cadeira junto a uma boa quantidade de sangue que escorria da minha testa. 

—Tem alguém aqui? – minha voz saiu com tom de súplica – Por favor… – me sentia zonza, provavelmente pela grande perda de sangue. 

  Pensa O'malley… pensa…

 Bem, eu provavelmente estou em um porão e não escuto som de carro nem pedestres. 

 Merda. 

 Será que já sentiram minha falta? Ou estão me procurando? 

 Pov.' Narrador 

—Como uma pessoa é arrastada de um banheiro e ninguém vê nada? – o grito de Morgan ecoou por toda a delegacia, seguido de uma forte batida na mesa – Ela foi atacada, machucada e…

 O moreno respirou fundo, sentindo a mão do amigo em seu ombro. 

—Você viu o que esse sujeito fez com as outras garotas… ele vai fazer o mesmo com ela – completou, apertando o punho com força.

—Temos que encontrá-la logo – Spencer disse o óbvio. 

 Morgan iria responder o amigo, mas foi interrompido pela chegada de JJ. 

—Eu já pedi as imagens das câmeras de vigilância – disse em tom triste – Alguém avisou a família dela? 

—Ela não tem família…

 A loira mirou Morgan. 

—A mãe e a…

—A mãe que a abandonou – ele ergueu o olhar para mirar os dois agentes – Eu não vou ficar parado esperando que algo aconteça com ela. 

 Dito isso saiu apressado. 

 Jeniffer e Spencer se miraram por longos segundos, antes do rapaz sair em disparada atrás do amigo.

Boate Queen

 Morgan e Reid se focavam na tela da pequena TV, onde as filmagens de horas antes eram passadas. 

 O moreno conseguiu que adiantassem as fitas de segurança, após uma "conversa" com um dos funcionários. 

—Eu nunca vi ninguém falar com Hotch da forma que ela fala – Reid disse baixo, enquanto analisava a namorada pelas filmagens. 

—Ou o jeito que ela fala com Strauss – Morgan completou com um pequeno sorriso – Ela é única. 

 O moreno notou a tristeza do amigo. 

—Olha garoto… – o tom sério de Derek o despertou de seu transe – Ela é minha amiga, mas é a sua namorada. Eu tenho certeza de que está bem. Você ter que passar por isso de novo…

 O agente falava de Maeve. 

—Eu nunca contei pra ela – o doutor confessou – Dakota me contou sobre toda a vida dela e eu não tive coragem de falar sobre a Maeve – sua tristeza era notável. 

 Morgan se surpreendeu com a revelação do amigo, sabia que o assunto era delicado e que Reid sofria com as lembranças. 

—Ela ainda não sabe? – não houve resposta – Por que não contou nada? 

—Eu sempre arrumava uma desculpa para adiar – disse o rapaz – Acabei desistindo de contar. 

 Os dois amigos ficaram em silêncio encarando o televisor que mostrava um homem misterioso adentrar o banheiro feminino. 

—Acelere um pouco – pediu o moreno e o amigo logo obedeceu. 

 As imagens mostravam claramente a loira sendo carregada para fora do banheiro. Mas o que realmente surpreendeu Morgan foi o rosto do suspeito. 

—Eu conheço ele – exclamou para a surpresa de Spencer. 

—O que? 

—Ele estava conversando com Dakota na delegacia… eu acho que ele é policial – fez um pouco de esforço – Taylor! O nome dele é Taylor! 

… 

 Pov'. Dakota 

 Eu não ficaria parda, eu mesma arrumaria um forma de escapar daqui. Comecei a me balançar feito uma maluca, esforços que foram feitos em vão, já que a cadeira onde eu me encontrava caiu pra frente, me levando de cara pro chão. 

—Merda, merda, merda – resmunguei controlando a vontade de chorar – Tem alguém aí? – minha testa doía, algo que já não era novidade. 

 A porta do cômodo então se abriu, pude ouvir a madeira já velha ser arrastada. Também ouvi passos, alguém descia as escadas. 

 Respirei fundo. Tinha que manter tudo sobre controle. 

 A cadeira em que eu estava foi levantada com certa brutalidade, mas isso não me assustou, o que realmente fez meu corpo se arrepiar por completo, foi o rosto de meu sequestrador. 

 O homem que me encarava franziu o cenho ao me ouvir gargalhar. 

—E o culpado sempre é o mordomo – ignorei a dor de cabeça que começava a se intensificar – Olá Taylor. 

 Ele continuava a me encarar, sem expressão. 

 Maldito seja esse bonitão psicopata. 

—Qual é o seu lance com loiras? – perguntei o mirando – Sua mãe abusiva era loira? – sem nenhum sinal – Irmã? Não? Namorada? – notei uma mudança em sua feição – Eu não acredito! Por que será que não estou surpresa? Homens são…

 Ele então sacou uma arma, apontando diretamente para meu rosto. 

 Engoli em seco. Tinha que manter o controle da situação. 

—Vai atirar em mim? – perguntei sem emoções. 

 Ele deu as costas, eu achei que ele iria embora, mas voltou rapidamente, batendo com sua arma em meu rosto. 

—Fique quieta – disse algo pela primeira vez antes de sair. 


Notas Finais


Gostaram? Odiaram? Adoraria saber!
Não vou demorar pra postar!
Postando na pressa, vou revisar mais tarde! Peço desculpa por qualquer erro.

PS: Coisa estranha que aconteceu comigo, no dia seguinte após escrever a parte que a Dakota é atacada, eu sofri um pequeno acidente e bati com a cabeça em um espelho. Estranho não?


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