História New Rules - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Cameron Dallas, Dua Lipa, Magcon, Sam "Wilk" Wilkinson
Personagens Cameron Dallas, Dua Lipa
Tags Cameron Dallas, Cartas, Destino, Didallas, Dua Lipa, Fim De Relacionamento, Sam Wilkinson
Visualizações 41
Palavras 1.409
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Onde Driblo O Jogador


Fanfic / Fanfiction New Rules - Capítulo 4 - Onde Driblo O Jogador

P A S S A D O

— Em uma escala de um a dez, qual as minhas chances de pegar alguém hoje? – Gilinsky perguntou olhando para si mesmo diante do espelho, com o smoking mais caro que já comprou na vida.

Os Gilinsky com certeza tinham a presunção em seu sangue, até porque Jack tinha a completa certeza que estava maravilhoso e foi por isso que ele perguntou, já sabendo da resposta.

Voltei a comer o salgadinho, ao lado de Matt que não parou de comer um minuto hoje, como de costume. Estava de barriga para baixo, deitada sobre a cama de Jacks, enquanto os meninos se arrumavam em seu quarto.

Apesar de não ter modos, estava com um vestido preto colado, brilhante, saltos extremamente altos, também pretos, maquiagem carregada e cabelos arrumados como uma mulher de negócios. O que na verdade me deixava orgulhosa do que estava conquistando.

Eu até ficaria no outro quarto, mas Julie e Liriel demoravam tanto para se arrumar e isso me irritava. Ao contrário de mim que nem ao menos se importava com tanta produção.

— É sério que você quer que a gente te responda, Jack? – Questionei entre mais uma mordida do Ruffles.

— Não liga pra ela querido, está com inveja. – Nate imitou uma voz feminina, arrumando a gravata de Jack. Matt soltou uma risada fina, me fazendo rir junto a ele.

— Só porque eu sou o mais lindo da família. – Gilinsky jogou seu cabelo imaginário, logo após colocando seu relógio de ouro.

— Iludido.  –Samuel saiu do banheiro arrumando seu colarinho e sentou-se perto de mim. — Você está linda, Tha.

Um beijo rápido foi depositado em minha bochecha, mas logo ele voltou a conversar com os meninos e a se arrumar. Minha boca estava aberta para responder, mas ele não se importava, então, apenas dei um sorriso fraco, sem abrir os dentes, enquanto encarava o chão.

— Thata. – Matt me chamou em um tom baixo. – Está tudo bem?

Apenas assenti com a cabeça, sem poder o encarar nos olhos. Aqueles garotos eram como irmãos para mim, uma família de verdade e eu nunca seria capaz de mentir para eles, olhando em seus olhos.

— Sim Matt, não se preocupe. – Desmanchei seu penteado, deixando um Espinosa irritado.

— Eu só não vôo no seu pescoço porque eu sou um anjo. – Ri do loiro, enquanto ele arrumava seu cabelo novamente.

— Eu sei. – Levantei da cama e fui até Jack. – Se precisar de ajuda estarei na sala.

Antes que eu girasse a maçaneta da porta, meu irmão me impediu, fazendo-me girar os tornozelos.

— Na verdade, vai ter algum empresário envolvido com a música lá? Quer dizer, eu e Jack sabemos que nessas festas depois de desfiles tem diversas pessoas.

Estava orgulhosa de meu irmão e de Johnson, cada dia mais eles estavam conquistando um espaço enorme na música.

— Obrigada pela parte que você se importa pelo trabalho da sua irmã. – Ele riu alto, mas não tanto quanto Nate. – Deixando o drama de lado, mas é claro que vai ter, tem de tudo lá.

Jack sorriu para mim, assim como eu o fiz. Depois disso, sai finalmente do quarto, esperando-os na porta do apartamento, as garotas não demoraram tanto para aparecer e sucessivamente os garotos muito menos.

O carro o qual entrei, foi dividido entre mim, Matthew, Sam atrás, Gilinsky e Johnson no banco da frente. Nate levaria as outras garotas para a festa, em seu Bugatti.

O local do desfile foi escolhido à dedo, dando espaço para todos em cadeiras importantes. A primeira fileira é onde nós nos encontrávamos.

Enquanto Liriel e Julie babavam pelos modelos, as duas me encararam no exato momento que Dallas apareceu no desfile. Ela sabia da minha implicância com ele, mas quando subi meu olhar até ele, na passarela, as coisas foram de mal a pior.

Alguem poderia me trazer um balde, a baba está sendo exposta.

Corpo dos Deuses, é como deveriam o chamar.

Desviei o olhar para Sam no exato momento, que estava com o polegar no rosto, me encarando de cenho franzido. Ele com certeza percebeu o que acontecera.

Depois da minha pequena vergonha, mesmo querendo me esconder em baixo da terra e nunca mais voltar, tive de acompanhar todos para a “after party” que rolaria para a equipe.

Não deixei meus amigos de lados nenhum tempo, mesmo com Sam sem nem ao menos olhar em meu rosto.

O lugar tratava-se de uma mansão, cheia de bebidas fortes, drinques de todos os tipos e derivados. A música que tocava é do Justin Bieber “Im the one”. O som estava tremendamente alto, mas não me atrapalhou ao pegar um drinque que os garçons ofereciam, passando por todos os convidados.

Tomando o alcool, passei meus olhos por aquela festa, até esbarrar no de Cameron. Merda. Olhando diretamente para mim, ele girava os dedos na borda de sua taça.

A conversa em roda a qual ele se encontrava devia estar tão tediosa que ele resolveu me provocar.

Voltei a encarar as garotas que falavam alguma coisa sobre a bebida estar incrível, ou algo que eu realmente não prestei a atenção. Graças á Cameron.

— Thata. – Liriel me chamou. – Presta atenção pelo menos um segundo aqui, o Sam já está bravo com o que aconteceu no desfile e… – A interrompi, de cenhos franzidos.

— Como assim bravo? – Perguntei após engolir uma grande quantidade do álcool doce.

 — Ele mau está olhando pra você. – Julie justificou. –  Diferente do Dallas. – Ela apontou com a cabeça para o moreno que ainda me encarava, dessa vez bebendo o conteúdo na sua taça.

— Não enche.

Bufei irritada com os comentários delas, e decidi me locomover até o bar. Caminhei entre as pessoas, esbarrando em algumas, na maioria das vezes. A minha maior frustração do dia, e olha que foram muitas, foi saber que Sam sente um ciúmes surreal por mim. A segunda foi ver que pessoas próximas de mim gostavam de interferir em minha vida, algo que eu odeio completamente.

Ao chegar no bar, depositei a taça que carregava nas mãos em cima do balcão. Não estava mais afim daquilo, afim de beber e perdi completamente o Sam nessa festa por ele estar longe de nós.

Os meninos estavam lá dançando. Matthew parecia estar com alguma dor no joelho enquanto dançava desengonçadamente, enquanto Jacks e Nate bebiam á cada um segundo.

Encarei a bebida colorida que ofereciam, apoiando minha mão em minha bochecha. Esgotada e querendo urgentemente ir embora, é assim que eu me encontrava.

Percebi pelo canto de meu olho que alguém se aproximara de mim, e estava ao meu lado. Passei meus olhos para o lado, vendo que Cameron estava ali.

O universo só podia estar de brincadeira com minha cara.

Ele não disse nada, parecia estar concentrado em algo, ou em alguém. Olhei para onde ele encarava, e percebi a loura que estava ali; Alexis Ren. Os dois pareciam ter algo, e as especulações nunca acabariam, até porque o motivo estava ali estampado na cara de todos. Os dois encaravam um ao outro dos pés a cabeça, como se quissesem se beijar ali mesmo.

— O que aconteceu pra você estar aqui? – Ele me surpreendeu com uma pergunta, deixando a atenção para a loira de lado.

Apesar de não querer responder, fitei minha taça e logo depois seus olhos castanhos, que ficaram ainda mais escuro pelas luzes da festa.

— Não sei. – Dei de ombros, sem querer conversar com ele.

Parece que ele tinha percebido isso, pois, chamou o garçom pedindo uma rodada especial da melhor bebida. Quando percebi do que se tratava, o encarei com desdém. Ele acabara de oferecer a bebida para a loura do outro lado do balcão.

Ri pelo nariz, negando com a cabeça. Cameron me encarou, confuso por eu estar rindo sozinha. Deve pensar que sou louca.

— Essa é sua tatica pra levar garotas para a cama? – Perguntei com uma das sobrancelhas levantada.

Ele hidratou os lábios, e sorriu. Maldito sorriso. Foquei novamente nele, e não em seu belo sorriso alinhado.

— Funciona. – Ele deu de ombros, rindo. Seus olhos focaram-se na loira do outro lado, que ora sorria, e ora ingeria a bebida. – Pode funcionar até com você. – Piscou um só olho, e moveu-se até a loira que deixara o balcão.

Acabei rindo comigo mesma. Se ele acha que pode me vencer está bem errado, conheço garotos como ele, e sempre driblo o jogador com suas jogadas fajutas.



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