História Nobody Knows - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Palavras 660
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Leiam as notas finais.
Boa leitura, beijos!

Capítulo 7 - Fixing it.


Thiago P.O.V.

- QUEM FEZ ISSO COM VOCÊ? - perguntei, desesperado. Logo, fui abraçá-lo. 

- Meu...Meu pai, Thiago...- pude ver o quanto ele estava fraco. - Ele descobriu algumas coisas sobre mim...

- Eu vou levar você pro hospital. - disse, tentando levantá-lo. 

- Não! - ele parecia não querer sair do chão, e se forçou a sentar de novo. - Eu preciso comer! 

- Tá bom, tá bom. 

- PK! - ouvi Guaxinim vindo em direção à nós. - FOI ELE? 

- Foi, Guaxi! - Pk estava tão fraco. 

- Você sabia, Rafael? 

- Sim, desculpe Thiago. Mas Pk disse pra eu não te falar nada! 

- Tá, não importa. Alan, vai comprar alguns curativos na farmácia ali de baixo e um antibiótico. - abracei-o para levantá-lo novamente. - Guaxinim, vá fazer algo pra ele comer. Vou levá-lo pro banho. 

Peguei Pk de um jeito pra que não deixasse ele cair, e levei até o banheiro. 

Suas roupas foram todas jogadas pela casa, ele estava apenas com algumas peças no corpo. Levei ele em baixo do chuveiro e liguei o mesmo. Com muita dificuldade, consegui segurá-lo. 

- Consegue se lavar sozinho? - perguntei. Ele manteve a cabeça baixa. 

- Eu...Eu acho que sim. - mal pude ouvir sua resposta, seu tom estava baixo. 

Ele continuava fraco. Parecia que a qualquer momento, ele cairia desmaiado no chão do banheiro. Seu corpo estava morto, e por isso, pesava meus braços. Alan deu um berro dizendo que ele e Guaxinim iriam embora, e avisariam minha mãe sobre o que aconteceu. 

Depois de um tempo de banho, tirei-o de lá, e coloquei no quarto. Achei os curativos pra colocar em seus machucados e vi o quanto estavam feios. Talvez ele precisasse de um médico, mas já estava tão tarde. Fui enfaixando tudo o que via de machucado pela frente, ele me olhava atentamente, me deixando corado em algumas horas. Mesmo concentrado no que estava fazendo, sorri. 

- O que foi? - ele perguntou com a voz fraca. 

- Você. 

- Eu o que? - pude ver seu sorriso de canto de olho.

- Me encarando. - soltei um riso fraco. 

- Não gosta? 

- Não é isso - balancei a cabeça num movimento negativo. - É que...Eu fico com vergonha. 

Ouvi sua risadinha pelo nariz. 

- Você é um idiota. - ele disse, rindo. 

Peguei a primeira calça que vi na gaveta dele, e mesmo assim, ainda reclamou, dizendo que não queria colocar aquela. Matheus é um saco, né? Precisei deixar ele escolher sua própria roupa, era capaz de ele me bater se eu tentasse enfiar aquela calça nele. 

Fomos até a cozinha. Matheus parecia nunca ter visto comida em sua frente, ele estava completamente faminto. Penso na fome, sede e cansaço que ele passou, e até fico mal por ele. 

- Tá com frio? - ele não desgrudava seus olhos da televisão, e óbvio, não parava de comer. 

- Um pouco. 

Matheus parecia um ser tão fraco naquele momento. Eu imaginava alguém o atacando nessa hora, e sinto que alguém precisava protegê-lo de todo o mal, porque ele precisa disso, ele é bom, e isso é bom. 

Fiquei observando o modo como ele agia, os olhos atentos à televisão, a mão largando a panela de comida no sofá, ele parecia tão perfeito. Se encolheu de frio, eu pensei em buscar uma coberta pra ele. Mas, pra quê buscar coberta, quando você pode ser a coberta? Puxei-o pra perto de mim, ele me olhou, confuso. Passei meus braços pelo seu corpo magro, e entrelacei as mãos logo depois. Lhe dei um  beijo em cima de seu cabelo, ele, então, deitou a cabeça em meu ombro. 

Eu já esperava por isso. - soltou um riso pelo nariz. 

Eu também.  - concordei. 

 

"Amor, eu estou dançando no escuro

Com você entre meus braços

Agora sei que encontrei um anjo em pessoa

E ele está perfeito. 

Mesmo eu não merecendo isso,

Você está perfeito." 

 

 


Notas Finais


cap mais gay que eu fiz até hoje, MAS NÃO IMPORTA MEU POVO, PKLANGO É MINHA, SUA, NOSSA RELIGIÃO!!!
favoritem se gostarem!

MEU TWITTER >>>> @lockecoffe


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