História Nossa vida depois da Escolha - Capítulo 34


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Eadlyn Schreave, Gavril Fadaye, Kile Woodwork, Kriss Ambers, Lucy, Marlee Tames, Mary, Maxon Calix Schreave, May Singer, Personagens Originais, Princesa Daphne, Princesa Nicoletta
Tags A Seleção, América, Maxerica, Maxon, Romance
Visualizações 169
Palavras 1.506
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Juro que to me esforçando pra postar mais rápido e logo que der coloco o próximo.
Parabéns a quem acertou a explicação do capítulo passado 👏🏻
Espero que gostem 💜

Capítulo 34 - Minha escolha


Fanfic / Fanfiction Nossa vida depois da Escolha - Capítulo 34 - Minha escolha

- Como?! - perguntou ele, totalmente incrédulo.

A parte esperançosa do meu cérebro queria acreditar que ele estava genuinamente surpreso e que não estava me traindo, mas eu tinha visto ele com aquela outra mulher no meio do dia depois de passar as últimas semanas me evitando.

Mantive a expressão o mais neutra possível, tentando conter as lágrimas que faziam meus olhos arderem.

- Eu já sei de tudo, Maxon. Não entendo como fui tão burra. Até Marlee sabia e eu não! - disse, me sentando e o encarando com as lágrimas escorrendo copiosamente pelo meu rosto.

- América, eu... - tentou dizer, mas a porta abrindo o interrompeu.

Sequei meu rosto rapidamente e forcei um sorriso. O doutor Ashlar entrou e nos cumprimentou, dizendo a Maxon que ele poderia ficar se quisesse. 

Encarei Maxon com raiva, mas meu marido se limitou a me encarar de volta e formar um “eu vou ficar” com os lábios. Ele caminhou até uma cadeira e se sentou, me observando atentamente com um olhar preocupado.

O médico me examinou e pareceu preocupado ao medir minha pressão. Me fez tomar alguns comprimidos e depois me encarou com o olhar treinado me observando atentamente.

- A senhora passou por algum estresse, Majestade? - perguntou o doutor.

Fuzilei Maxon com os olhos antes de dizer:

- Infelizmente, sim.

Ele riscou algo em sua prancheta e tirou uma caixinha de pílulas da maleta.

- Eu quero que a senhora tenha essas sempre com você para o caso de sentir esse mal estar. - instruiu ele. - No momento em que você se estressar, tome uma dessas antes que a situação se agrave. Se não tomarmos cuidado, a elevação da pressão pode colocar os bebês em sério risco. Ainda bem que conseguimos atendê-la a tempo e os herdeiros parecem bem, mas temos que evitar que isso se repita.

- Eu vou tomar cuidado, doutor. Muito obrigada. - disse a ele.

Maxon se levantou da cadeira onde estava e apertou a mão do médico com um sorriso.

- Obrigado por vir tão rápido, doutor. Não se preocupe, eu vou cuidar pessoalmente para que ela não se estresse. - disse ele e eu revirei os olhos enquanto Maxon levava o doutor até a porta.

Assim que a porta se fechou, Maxon se apoiou nela com um suspiro cansado, me encarando.

- Por favor, América. Pelo bem dos nossos filhos, me escute antes de brigar comigo. - pediu e eu já sentia as lágrimas inundando meus olhos então só assenti, permitindo que ele falasse. - Eu não sei o que aconteceu para você achar isso, mas eu nunca te trairia. Sei que andei meio distante nos últimos dias, mas meu sumiço tem uma explicação que eu acho que vai te agradar bastante na verdade. América, por favor acredite em mim, eu te amo e amo nossos filhos mais do que tudo nesse mundo e nunca faria algo assim com você ou com eles.

Ele caminhava de um lado para o outro com as mãos passando pelos cabelos como fazia sempre que estava nervoso e quando parou de falar encarou meu rosto molhado pelas lágrimas. Pareceu ter uma ideia e se aproximou de mim.

- Promete não me bater ou tirar conclusões precipitadas só por mais trinta segundos? - perguntou e eu assenti, internamente torcendo para estar errada e ele estar sendo sincero.

Sem esperar mais, ele passou o braço por baixo das minhas pernas e me ergueu no colo. Passei as mãos por seu pescoço, o encarando com curiosidade.

Ele andou rápido pelo quarto, abrindo a porta e me carregando através dela e pelo corredor.

Andamos até a porta do outro lado do corredor que era só um dos muitos cômodos vazios do palácio.

Ele abriu a porta e me carregou para dentro com um sorriso esperançoso, aguardando pela minha reação com ansiedade.

Enquanto isso, eu tentava falar mesmo estando completamente sem palavras.

O quarto tinha sido pintado de tons de branco e creme com detalhes delicados em bege. Havia dois berços brancos que só se diferenciavam pelos enfeites rosa-bebê em um e azul clarinho no outro. Tudo no quarto era aconchegante e dava a impressão de que o cômodo já estava ocupado. Eu quase podia ouvir dois bebês rindo e brincando com os ursinhos e brinquedos empilhados sobre uma cômoda no canto perto da janela.

As lágrimas rolavam pelo meu rosto, mas agora eram lágrimas de pura felicidade. Maxon me colocou na poltrona de amamentação que havia ali e se ajoelhou a minha frente.

- Você fez tudo isso? - perguntei, achando minha voz.

- Eu queria fazer uma surpresa e por isso estava fora do escritório o dia todo. Eu me reunia com a arquiteta e os engenheiros para fazermos tudo o mais rápido possível e ficava em algum canto resolvendo o que Stavros me trazia enquanto eles trabalhavam. - explicou e olhou fundo nos meus olhos. - Você acredita em mim?

Vi que havia muito naquela pequena pergunta. Era mais do que sobre aquele momento. Por cada dia nos últimos dois anos, Maxon não tinha feito nada além de demonstrar seu amor por mim e me fazer mais feliz a cada dia. Sim, nós tivemos nossas dificuldades e brigas ao longo do caminho, mas a cada pequeno desentendimento nosso amor só cresceu e se mostrou mais forte do que esperávamos. Nenhuma vez sequer ele me deu motivos para duvidar de que ele me amava e essa já era a segunda vez que eu tirava conclusões precipitadas e não levava em conta que era de Maxon que eu estava duvidando.

Olhei ao redor, para o quarto dos nossos filhos que ele tinha passado dias tentando esconder de mim para me fazer uma surpresa, e o encarei, segurando seu rosto entre minhas mãos e olhando fundo em seus olhos para que ele não duvidasse de mim.

- Eu acredito. - respondi e o abracei forte pelo pescoço, sentindo as lágrimas de arrependimento molharem a camisa dele. - Me desculpe, Maxon. Eu não deveria ter pensado nisso. É só que eu te amo tanto que meu medo de perdê-lo acabou me cegando. Acho que no fundo eu ainda tenho medo que você parta meu coração e escolha outra, mesmo depois de todo esse tempo.

Ele me afastou e secou minhas lágrimas com os polegares, acariciando minhas bochechas.

- Você é a minha escolha, América, sempre será. - disse ele e me beijou.

Cada célula do meu corpo entrou em combustão e eu o abracei forte para colar seu corpo ao meu. Maxon segurou na minha cintura e aprofundou o beijo, me puxando para perto. Nossos lábios se moviam fervorosamente e logo eu comecei a tentar desabotoar a camisa de Maxon.

Ele me afastou com um sorriso nos lábios e deu um beijo casto nos meus lábios antes de se levantar, me pegando no colo cuidadosamente.

- Por mais ansioso que eu esteja para “fazermos as pazes”, você passou por muita coisa hoje e precisa descansar. - disse ele e eu fiz um biquinho. - Prometo que amanhã eu te recompensarei adequadamente e passarei o dia todo sem resolver nada que se refira ao reino. Estou pensando em passarmos o dia no seu antigo quarto de Selecionada para relembrarmos os velhos tempos e aproveitarmos a falta de funcionários lã se você for uma boa menina e dormir um pouco hoje. O que acha? Temos um acordo? 

Eu assenti, animada, e dei uma última olhada no quarto dos nossos filhos antes de Maxon fechar a porta e nos levar para o nosso quarto.

Ele me colocou sentada na cama e sentou a minha frente, envolvendo minha cintura com os braços fortes e me beijando intensamente. Sua mão subiu para os laços na parte de trás do vestido solto que eu usava e ele os desfez com habilidade.

Logo o tecido tinha sido puxado pela minha cabeça e Maxon se afastava, observando meu corpo coberto somente pela calcinha e o sutiã. Esperei que ele cedesse e voltasse a me beijar, mas ele se levantou, fechando as cortinas e indo na direção do banheiro.

- Vou tomar um banho gelado e já volto. Não saia daí e descanse. - disse com um tom mandão e um sorriso.

- Sim, senhor. - respondi, batendo continência e revirando os olhos.

Deitei na cama, me aconchegando debaixo da coberta e esperando Maxon voltar. Quando ele veio, usava uma calça de moletom e tinha os cabelos molhados enrolando nas pontas. Seu peitoral definido era uma visão do paraíso e eu não resisti a correr os dedos pela sua extensão quando ele se aproximou.

Meu marido sorriu e deitou ao meu lado, puxando meu corpo contra o seu e colocando uma das mãos sobre a minha barriga com carinho.

- Eu te amo, minha única querida. E a vocês também, meus amores. - disse ele e eu pude perceber que ele sorria.

Senti dois chutes em sequência na barriga e sorri também, dizendo:

- E eles aparentemente também te amam quase tanto quanto eu, Meu Majestoso Marido.


Notas Finais


Não ficou muito longo, mas acho que foi bem explicativo mesmo assim.
Até o próximo e comentem bastante 😘


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