História Nossos Rumores - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Amor, Aposta, Badboy, Clichê, Colegial, Festas, Romance
Visualizações 27
Palavras 1.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EAAAAEEE CAMABADA
Eu sumi um pouco? Sumi. Foi mal, estava afundada naquelas MARAVILHAS QUE SÃO OS CLIPES DE BEDROOM FLOOR E KIWI, ALÉM DO NOVO ÁLBUM DA TAYLOR :D

Primeira interação de Louis e Clary completamente sozinhos, espero que vocês gostem :D

Enjoy!

Capítulo 5 - Não Sei Se Vale A Pena


Louis

Eu estava encostado na porta do meu carro, no estacionamento da escola. O céu estava nublado, indicando que provavelmente choveria mais tarde. Eu não sabia exatamente o que eu estava fazendo, só sabia que queria estar ali quando ela saísse. Eu tinha descoberto que Clarisse ficava depois das aulas para ajudar na biblioteca e, como precisava parar de estar atrás de todo mundo na aposta, resolvi que esperaria por ela e ofereceria uma carona.

Passou-se uma hora antes que ela saísse da biblioteca. Estava ainda mais frio do que anteriormente e eu percebi que ela usava apenas uma blusa fina. Andei discretamente em sua direção, para que ela pensasse que eu estava saindo da escola ao mesmo tempo que ela.

— Louis — ela pareceu espantada ao me ver. — O que você está fazendo aqui?

— Eu estava resolvendo algumas coisas na escola ainda — menti, dando de ombros. — E você?

— Sou voluntária na biblioteca — ela deu um sorriso forçado. — Tenho que ir, já tá tarde. Minha mãe vai ficar preocupada.

— Quer uma carona? Meu carro está bem ali — eu apontei para meu carro, fazendo ela olhar naquela direção.

— Ah, mas será que não vai ficar ruim para você? — Ela perguntou, parecendo insegura com a ideia de entrar em um carro comigo.

— Claro que não — eu tentei sorrir de forma segura, para que ela percebesse que não tinha nada a ser temido. — Mas se você preferir ir de ônibus, não vou ficar chateado.

— Não é isso... — ela negou, procurando pelas palavras. — Eu só... — olhou para mim e para o carro novamente. — Tudo bem. Eu aceito.

Foi inevitável impedir um sorriso contagiante de se espalhar pelo meu rosto. Eu caminhei na frente dela, em direção ao meu carro, e abri a porta para ela, fazendo ela dar risada.

— Isso é tão cavalheiresco — ela disse, balançando a cabeça e se sentando no banco da frente.

Eu fechei a porta, sentindo uma onda de alegria se formar em meu peito. Depois, sentei no meu assento e dei partida no carro. O perfume dela inundava o carro e preenchia minhas narinas como se fosse o aroma mais bonito e suave do mundo.

— Você gosta de que tipo de música? — Perguntei.

— Eu curto a banda Daugther — ela respondeu. — É daqui da Inglaterra, mas pouca gente conhece.

— Eu acho que não tenho aqui — procurei por alguns CD’s que eu tinha no carro, tentando achar aquela tal banda. — Mas tenho McFly. Curte?

— Sim — ela sorriu.

Coloquei “Love is easy” e sorri ao ver que ela balançava a cabeça conforme a música. Ela era linda, mas parecia não saber disso, e isso a tornava ainda mais linda. Ri mentalmente, percebendo que aquilo daria uma ótima música.

— Você está me olhando muito, Louis — ela disse. — Estou ficando assustada.

Sorri.

— Desculpe — eu voltei e encarar a rua. — Só gosto do seu cabelo. É diferente.

— Obrigada — ela ruborizou. — Também gosto do seu. Você faz o que quiser com ele, né? Deixa um topete, deixa bagunçado. Gosto disso — ela sorriu. — Funciona muito com as garotas?

— Às vezes — franzi o cenho, confuso com o rumo daquela conversa. — Não que eu tente muito.

— Qual é, Louis — ela me olhou. — Não precisa fingir. Eu já ouvi os boatos. Você é do grupinho do Zayn. É meio que uma regra querer estar com várias garotas, não é?

Meus músculos se contraíram. Os boatos. Sempre os boatos.

— É, acho que sim — dei de ombros. 

— O que foi? — Ela pareceu perceber que eu tinha ficado chateado.

— Nada, é só que... — suspirei. — As pessoas têm essa imagem de mim, que eu sou do tipo de cara que pega todo mundo, fica por aí bebendo e, sei lá... Só que eu não sou assim. Eu não sou o personagem de uma história clichê. Eu sou só um cara.

— Que tipo de cara?

— Do tipo que curte filmes de terror e pipoca amanteigada — eu fiz ela sorrir.

— Acho que as pessoas só pensam isso por causa do Zayn — ela disse. — Porque ele é desse jeito e você anda com ele. E o Payne também é desse jeito. E o Styles também. E você anda com os três — ela fez uma pausa. — “Diga-me com quem tu andas e eu direi quem és” — citou.

— É. Ele nem sempre foi assim, sabia? — Eu disse. — A gente se conheceu na sexta série, porque ele tava sem lanche e eu tinha de sobra. Viramos melhores amigos desde então. Ele sempre foi um cara legal. Mas aí o pai dele morreu. Ele começou a beber demais, fumar demais, ficar com várias meninas. E ganhou a fama que tem hoje. Eu meio que fui arrastado com ele — dei ombros.

Era fácil desabafar com ela.

— Desculpa — ela disse, após alguns momentos. — Eu tenho uma tendência de julgar as pessoas antes de conhecer elas de verdade. Você parece ser um cara legal.

Eu sorri.

— Minha casa é aquela — ela apontou.

Parei o carro, um pouco decepcionado por termos chegado tão repentinamente. Ela retirou o cinto e me olhou, com aqueles olhos verdes que deveriam estar expostos em um museu.

— Muito obrigada, Louis — ela sorriu. — Você me poupou uma caminhada enorme — foi a minha vez de sorrir.

Ela se inclinou na minha direção e, por um momento, meu coração disparou. Mas tudo o que ela fez foi me dar um beijo na bochecha e um abraço. Depois disso, desceu do carro e andou até a sua casa. Fiquei ali parado, como um bobo, esperando que ela entrasse, vendo como ela era linda até mesmo de costas.

Eu realmente precisava ganhar essa aposta.

 

Zayn

A semana do Halloween era a minha favorita. Além de terminar com uma festa de arromba, ela era composta por diferentes atividades que a escola propunha. Na segunda-feira, a atividade era que todos deveriam ir fantasiados com a profissão que queriam seguir. Eu, é claro, fui de gangster.

— Você sabe que isso não é uma profissão, certo? — Perguntou Louis, que estava dirigindo o carro vestido de médico. — Tá mais para uma forma de ser morto.

— Não enche — eu bufei.

— A fantasia de vocês dois combinam — Harry riu, apontando para mim e para Liam.

Liam estava vestido de policial, enquanto Harry estava vestido de... eu não sei do que Harry estava vestido.

— O que sua fantasia deveria ser?

— Eu sou um supermodelo — ele colocou as mãos atrás da cabeça, para fazer pose.

Harry usava uma camisa de botão preta, mas os botões estavam abertos até a metade, com uma jaqueta de onça por cima e uma calça jeans skinny.

— Algum progresso na aposta? — Liam perguntou.

— Eu não vou falar nada para vocês — Louis disse.

— Ela é bem difícil — Harry revirou os olhos. — Não sei se vale a pena.

— Mas já vai desistir, Styles? — Perguntei, debochando dele.

— Está sendo fácil para você por acaso? — Ele rebateu.

Eu dei um sorriso pretencioso, porque sabia que aquilo deixaria ele e Louis inseguros, mesmo que não tivesse feito nenhum progresso em relação a ela.

— Nem fudendo, Malik — Louis bufou. — Você não pode estar ganhando. Eu não acredito nisso.

Ri.

— Eu tenho chame — dei de ombros. — Vocês realmente acharam que iriam ficar na minha frente em algum momento?

Vi Harry revira os olhos, com um sorriso travesso, mas Louis parecia realmente bravo. Ele estava sempre bravo, então eu apenas ignorei. Vire-me para Liam.

— Tem certeza que não quer entrar nessa? Ainda dá tempo.

— Não, valeu — Liam sorriu. — Isso vai explodir na cara de vocês. Não quero estar lá quando acontecer.

— O que você quer dizer com isso? — Harry perguntou.

— Vocês vão ver — Liam deu de ombros. — Agora vamos descer desse carro e ver as fantasias das garotas bonitas.

Um pouco confuso, desci do carro. Estava frio do lado de fora da escola, mas eu usava uma jaqueta de couro preta, então não senti. Na verdade, com a visão que meus olhos avistaram de longe, tudo o que eu pude sentir foi calor. Clarisse estava usando uma roupa um tanto provocante de enfermeira.

— Halloween é o melhor dia de todos — Harry comentou, olhando para ela também.

 — Definitivamente — sorri. — Não acha Lou?

Olhei para trás, apenas para encontrar o meu amigo praticamente babando. Ele estava estagnado no chão, com os olhos arregalados, observando Clarisse como se ela fosse uma obra de arte. Estava tão... apaixonado. Era idiota.

— Louis — eu estalei os dedos na frente do seu rosto. — Vai babar desse jeito.

— Claro que não — ele tossiu, desconfortavelmente. — Você é muito exagerado.

— Lembra do que eu te falei uma vez? — Puxei ele pelo braço para uma conversa mais privada. — Do maior conselho que eu já te dei? — Arqueei as sobrancelhas, com o tom de voz o mais baixo possível. — Amor é para os idiotas. Para os fracos. É só um jogo. Se você se esquecer disso, você perde.

Ele puxou seu braço.

— Não é só porque uma garota partiu seu coração uma vez que todas são ruins, Malik — ele bufou. — Não é um jogo. É um sentimento. Você devia procurar no dicionário o que isso significa.

— Não acredito que você vai fingir estar apaixonado por ela só para me fazer desistir da aposta — eu ri, debochadamente. — Gosto quando você joga sujo, Tomlinson.

— Não é a porra de um jogo — ele murmurou, raivoso.

— Ouviu essa Liam? — Eu disse, alto para que Liam e Harry escutassem. — Louis está apaixonado.

— Que fofo, Louis — Liam zombou.

— Vai tomar no cu, Malik — ele me empurrou para trás, levemente. — De verdade, você tá precisando.

— Eu tomaria cuidado — eu disse, sem o sorriso em meu rosto. — Não é só porque você é o meu melhor amigo que eu não vou te dar uma surra.

— Que belo melhor amigo — murmurou, antes de sair andando na minha frente.

Observei ele passar por Clarisse e sorrir para ela, enquanto ela retribuía o sorriso na mesma intensidade. Franzi o cenho ao constatar que eu estava atrás de Louis na aposta. Mas eu não perdia. Nunca. Eu precisava ganhar aquela aposta de qualquer jeito, porque Louis precisava entender que havia uma hierarquia na escola, da qual ele parecia estar se esquecendo.

Louis era meu melhor amigo, mas ele estava ultrapassando os limites. Estava na hora de avançar com Clarisse. Eu ganharia aquela aposta. De um jeito ou de outro. 


Notas Finais


E então???


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