História Nothing Lasts Forever - Capítulo 16


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Categorias Capitão América, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Homem-Formiga, O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Gwen Stacy, James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Natasha Romanoff, Pepper Potts, Personagens Originais, Peter Parker, Steve Rogers
Tags Nat, Natasha Romanoff, Romance, Romanogers, Stasha, Steve Rogers
Visualizações 36
Palavras 1.491
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amorzinhos tudo bom?
Agradeço desde ja aos comentários anteriores, e ja deixo avisado que estou igualando as postagens agora com o outro site que eu posto, no caso o Nyah, antes eu não postava aqui, por isso esse atraso para igualar. Então como as postagens agora estão certas, aqui vai sair a cada 5 dias, ou até menos. Então vamos ao capitulo :3

Capítulo 16 - Capitulo 14


Steve Rogers

— Acho que nós somos o casal mais apaixonado do mundo.

— Começou com o mel - Natasha revirou os olhos e riu me abraçando, estávamos em casa, era a nossa casa, nosso cantinho que sempre sonhamos estava sendo real. Nossa vida juntos.

Passei a mão na barriga dela, ela já estava com seus quase 9 meses de gravidez, era o que sempre planejamos, ter uma menina ou um casal de bebês ruivos - Nat, eu estou querendo dizer que eu te amo mais que tudo nesse mundo, e que você é a mulher que eu quero ao meu lado todos os dias, entende? Esse bebê, você, são minhas riquezas, meus presentes, é tudo o que eu sempre quis, uma família, e você me deu isso.  

Ela sorriu, com um brilho diferente no olhar, beijei o rosto dela, o pescoço, e desci os carinhos até chegar em sua barriga, onde eu costumava ficar conversando com a nossa menina, nossa Selena.

— Steve, sempre fofo, eu não sei como retribuir tudo o que você faz por nós, eu também te amo, e muito! - sorri a ouvindo, aquilo já era o suficiente, saber que ela me ama, continuei a mexer na sua barriga, beijando e fazendo carinhos, até que senti um líquido em mim e vi o olhar de desespero dela - Amor... a bolsa estourou - me levantei de imediato em desespero, sem saber o que fazer. Chegou o dia em que iria conhecer minha filha, minha mini Natasha.

Steve - senti uma mão mexer em mim mas não respondi, aos poucos fui me desligando do sonho.

— Natasha... - balbuciei baixo e então percebi que estava sonhando. Droga. Abri meus olhos e me deparei com a expressão confusa e séria da Sharon, que descuido o meu.

— Natasha? - ela ficou me olhando e eu não disse nada - Pelo jeito que se debatia na cama imagino que o sonho estava muito bom - ela se levantou pegando suas roupas no chão as vestindo com certa pressa.

— Sharon, espera, não é o que você está pensando, foi só um sonho ta bom?

— Steve, me desculpa, eu queria que isso desse certo, acreditei que por um momento você voltou a gostar de mim e esqueceu a riquinha, mas não, você ainda ama ela - tentei me aproximar - E não adianta negar - mas ela se afastou mais - Admite Steve, eu só estou sendo usada.

— Não Sharon, eu gosto de você, não precisa fazer isso, eu estou aqui com você não estou? - tentei deixar a situação mais leve possível.

— Não vem com essa de que gosta de mim, você ama ela, que mais sonha com a pessoa e fica chamando pelo nome dela do nada? Você disse desde o começo que terminou com ela porque não a amava mais. Mentiu para mim e agora está aí tendo sonhos românticos com ela depois de passar uma noite comigo, depois de sair comigo e me tratar como sua namorada... Fala logo que eu sou seu objeto, que eu estou sendo usada para te fazer esquecer dela - ela parou de falar esperando uma resposta mas fui incapaz de dizer uma só palavra. Me afastei a procura das minhas roupas e percebi a mesma chorar. Eu não podia fazer nada, não é algo que eu controle, e também não podia ser um grosso com a mesma.

— Eu esperava mais de você Steve, não me procura mais, vou fazer o mesmo - ela veio até mim e beijou meu rosto - Boa sorte nessa sua paixão mal resolvida.

— Sharon você vai embora uma hora dessa? São 3 horas da manhã, eu estou pedindo para você ficar.

— Não, eu vou indo, sei me virar, estou de carro, adeus Steve. - ela se virou e foi embora.

Depois desse meu reencontro com a Natasha, meus pensamentos eram só dela. Eu não conseguia dormir direito, não conseguia focar em uma coisa só, era somente nela. Ela era dona dos meus pensamentos ainda, dona do meu coração, mas ambos seguiram caminhos distintos, ela escolheu se mudar e eu tentei seguir. Não deu muito certo. Não era uma escolha minha terminar esse relacionamento, eu não queria, mas a vida tinha o plano dela e fomos separados. Agora estou mais afundado ainda, bem ou mal a Sharon era algo bom para mim, gostava dela mesmo assim, teria uma chance de seguir se eu não fosse um completo babaca descuidado.

[...]

Natasha Romanoff

Saí às oito da empresa, mesmo não tendo mais parte nela eu tinha direito de permanecer lá, fazer algo, já que foi para isso que vim, tentei colocar alguns cálculos em ordem, esperava receber a ajuda do Barnes, mas, ele ainda não tinha ido para lá.

O dia foi cheio e eu tive que aguentar meu amado irmão com ironias gratuitas durante todo o dia, mandei mensagem para a Gwen, marcando com ela em um bar no centro da cidade que costumávamos ir, queria beber, colocar a cabeça no lugar e parar de pensar um pouco no Steve e na Sharon, querendo ou não Nova Iorque me trazia inúmeras lembranças, me sentia bem e mal naquele lugar.

Me sentei em um lugar mais reservado no bar, pedi duas doses de tequila e logo vi a Gwen se aproximar da mesa - Onde você foi hoje ein? Te mandei mensagem o dia todo e você não respondeu nenhuma.

— Desculpa - ela se sentou e pegou meu copo virando o mesmo na boca, fiquei sem ação, ela bebendo? - Acordei quase seis da tarde, estou com uma baita dor de cabeça, só vim porque você queria se distrair.

— É, parece que passou um caminhão em cima de você, e seis da tarde? O que aconteceu? - me preocupei

— Ontem eu saí com o Bucky, te contei. Nós meio que extrapolamos na bebida e acordamos nus com a casa revirada. - ela corou para falar e eu não pude conter o riso, quase me engasguei com a outra dose da bebida que pedi - Para de rir Natasha! - ela me bateu e eu continuei rindo

— Me conta tudo, quero os mínimos detalhes! Como ele é na cama? - perguntei totalmente interessada e fui parando aos poucos de rir, mordi a boca para não rir mais novamente, ela estava com uma expressão de total descontentamento - Ele é ruim de cama assim?

— Cala a boca - revirou os olhos - Acontece que eu não lembro de nada, muito menos ele, eu só lembro de começar a beber com ele por conta de uma aposta boba nossa, depois disso não lembro de mais nada.

— Vocês não beberam minhas garrafas de uísque né? - respirei fundo e fiquei a olhando - Bom, acho que a noite foi boa, você está com um chupão bem visível no pescoço, o que quer que vocês tenham feito, foi bom de alguma forma.

— Mas eu não queria que tivesse sido assim, eu não posso beber que faço besteira. Eu gosto dele, queria que fosse mais romântico, quem sabe eu pudesse lembrar pelo menos.

— Olha pelo lado bom, vocês não se lembram, se for acontecer de novo vai ser como uma primeira vez, e vocês podem melhorar - parei de falar ao reparar um homem forte e grande entrando pelo bar e se dirigiu a uma mesa no fundo, do outro lado, não estava muito iluminado então não consegui ver muito do rosto, mas tinha certeza que era bonito.

— É, pode ser - ela disse e percebeu meu olhar - Alguém gamou no gostoso que entrou agora - falou e eu dei risada.

— Eu não vi o rosto, só achei que pudesse ser o Steve, nada demais, mas, não é.

— Você quer virar a página não quer? Por que não vai falar com ele? Você é bonita, rica, descolada, vai arrumar alguém rápido e fácil.

— É... pode ser, vou ser ousada pelo menos uma vez - Parei para pensar naquilo e peguei um guardanapo, escrevi uma frase e chamei um garçom - Acho que vou seguir seu conselho, quem sabe eu não acho algo novo - dei de ombros e pedi para que o mesmo entregasse o papel para o homem no bar.

Fiquei acompanhando e pude perceber o homem rir ao ler, forcei a visão para saber quem era, era tão familiar, como ele não se mexeu voltei a conversar com a Gwen, a beber também. Vez em quando olhava para o homem, mas nada. Depois de um tempo alguém veio até nossa mesa carregando duas garrafas de cerveja e entregou uma para a Gwen e outra para mim, mas não me atentei quem era por achar que fosse um garçom que a minha amiga tinha chamado.

— Boa noite moças. Recebi seu recadinho Nat, “Te achei bonito e queria confirmar, já que não consegui te ver de perto, vem pra cá”.

Coloquei meu celular na mesa na hora em que ele abriu a boca, não podia ser - S-Steve?

 


Notas Finais


E ai, gostaram? Não deixem de comentar, beijooooooooo


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