História Nuestro Refugio - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella
Visualizações 170
Palavras 1.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - A pessoa errada!


Fanfic / Fanfiction Nuestro Refugio - Capítulo 5 - A pessoa errada!

Jason, leu as mensagens que henrique tinha me enviado na noite anterior, rapidamente pego meu celular e apago as mensagens, assim ganharia tempo pra inventar alguma desculpa.


- O que tá acontecendo Paola? Ontem você chamou o nome do seu colega de trabalho enquanto transavamos, hoje eu vejo essas mensagens - será que você pode me explicar? - ele toma o celular da minha mão, e me olha fixamente. 


- Jason, você sabe que entre eu Henrique é só amizade, e se ele disse que queria passar mais tempo comigo, é por que tínhamos muitas coisas pra conversar - pego meu celular da mão dele, e levanto indo em direção ao banheiro - ainda não tô acreditando que está achando que eu estou traindo você - agora deu pra ter ciúmes? Por fabor!

Nesse momento Jason não diz absolutamente nada, e eu respiro aliviada por ele não prolongar o assunto, tomo um banho rápido, e ao sair do banheiro, Jason estava sentado na cama com o notebook nas pernas, agradeço em pensamento por finalmente ele se ocupar com alguma coisa e esquecer o que havia acontecido, visto um jeans básico, uma camiseta branca, deixo os cabelos soltos, e logo desço para a cozinha.

Dona Isabel já estava por lá, preparando nosso café, conversamos por alguns minutos enquanto eu comia minha tapioca de todos os dias, logo meu telefone toca, pude ver pela tela que era Alexis, me afasto, e atendo, como o final de semana se aproximava ele queria fazer uma viagem pra fazenda dos pais dele, iriam reunir a família para comemorar o aniversário da mãe de alexis, e então pediu que eu desse permissão para levar a Francesca, obiamente eu disse que sim, seria bom pra Fran, rever os primos, e ficar mais tempo com o pai, aviso a ele que passaria em seu apartamento e deixaria as coisas da Fran com o porteiro.

Decido tirar o dia de folga, estava precisando, muitas idéias na mente, muita coisa acontecendo em tão pouco tempo, volto para o quarto, para colocar um roupa melhor, e pegar minha bolsa, ao entrar no quarto, Jason arrumava a mala.


- Vai viajar? - pergunto enquanto escolhia uma blusa em meu closet.


- Sim, vou viajar por quatro dias, apareceu uma oportunidade de fotografar um festival culinário na Bahia - Você não quer vir comigo?


- No, tenho muitas coisas pra fazer aqui - digo sem da muita atenção.

Jason se aproxima, e me vira de frente pra ele.

- Desculpa desconfiar de você, eu sei que você nunca me trairia, é que ontem ao te ver sozinha com ele, eu senti ciúmes - Desculpa - ele tenta me beijar, mas evito.

- Ok, agora preciso me trocar, tenho que passar no apartamento do pai da Fran, eles vão viajar, e preciso deixar umas coisas pra ela - troco de blusa, em seguida pego minha bolsa.

Já estava quase saindo do quarto, quando Jason grita;


- Ei, vai sair sem nem me dar um beijo?

Respiro fundo, e dou um selinho em seus lábios, rapidamente me retirando dali.

Depois de passar no apartamento de Alexis, decido dar uma volta no parque do Ibirapuera, eu gostava de lá, era um dos meus lugares favoritos em São Paulo, quando tinhas os meus dias conturbados, sempre tirava um tempo pra passar lá, conseguia reorganizar as ideias, e ganhar um pouco de força pra enfrentar os problemas. Enquanto estava sentada em um banco um pouco afastado, pude ver de longe um homem sem camisa, tatuado, andando de skate, ele era rápido, e se movimentava bem, eu não conseguia enxergar muito bem, os óculos de grau tinham ficado dentro do carro, por fim não dei muita atenção, resolvo dar uma caminhada, e liberar um pouco da tensão do início da manhã.

Depois de caminhar um pouco, segui em direção ao meu carro, precisava comprar algumas coisas no supermercado, Já estava me aproximando da saída, quando o mesmo homem que eu tinha visto mais cedo andando de skate, passa por mim, parando na minha frente.

- Henrique? - meu coração acelera.

- Não sabia que gostava de vir aqui - ele diz pegando o skate e se aproximando - Como você tá? - ele deposita um beijo em meu rosto.

- Estou bem, eu gosto de vir aqui pra pensar.

- Também gosto de vir aqui pra espairecer, e também pra andar de skate - ele dá um sorriso.

Aquele sorriso, enlouquecedor, que passou a ser á minha visão favorita, meus olhos fixaram-se nos lábios de henrique, e eu só conseguia imaginar dando um beijo nele.


- Paola? - henrique estala o dedo, me trazendo de volta a realidade - tá tudo bem?


- Sí, tudo bem, só esqueci que tenho que comprar umas coisas pra minha casa - tentava disfarçar um pouco do nervosismo.

- E a nossa conversa de ontem? - quando vamos terminar?

- Pode ser hoje, Jason vai viajar, não tem perigo de ninguém nos atrapalhar - dou um sorriso tímido, suficiente pra mostrar a covinha. 


- Blz então, mais tarde passo lá - agora tenho que ir, tô quase inaugurando o novo Sal, tenho que tá na cola da galera - ele me abraça - até mais tarde.

Enquanto henrique caminhava, eu o olhava de cima a baixo, todas aquelas tatuagens, aquele corpo, estavam me tirando do controle, e olha que essa não era uma tarefa fácil, porém nos últimos dias, tudo havia mudado, inclusive o sentimento por Henrique.


(...)

Já era noite...
Estava em casa, decido usar um vestido de alça, longo, com um decote considerável, separo um dos meus vinhos favoritos, para esperar a visita de henrique, estava animada, porém nervosa pra variar, nervosismo e ansiedade tinham se tornado meus companheiros fiéis desde que reencontrei henrique.
Sento um pouco em meu jardim, com uma taça de vinho, enquanto esperava um sinal de henrique, que não demorou muito, me assusto com o toque do celular.


- Oi, cadê você? - pergunto enquanto bebo um gole de vinho.


- Tô aqui fora!


- Então estou indo aí te encontrar...


- Paola, não.. - ele me interrompe - e logo a companhia toca.

Corro rapidamente para atender enquanto segurava o celular nas mãos sem desligar.

Ao abrir a porta, o meu sorriso se desfez;

- Jason? O que está fazendo aqui? Não ia viajar?


Notas Finais


Tem alguém sentindo que vai ser corno! ☻


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