História O Coelho Branco do Rei - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii
Se estiver muito ruim, perdão. Mas todo mundo tem uma primeira vez né?

Capítulo 5 - 05 - fumaça



05

Quando Haran saiu, já fazia horas que Ambrael pegara no sono e o frio seco que invadia o quarto anunciava que logo um novo dia chegava.

  Era uma madrugada comum de completo como todas as que seguiram-se após aquela.

  Quando o sol fraco invadio manhoso naquela manhã, fora questão de minutos para que o garoto em baixo das cobertas começasse a se mexer logo despertando. As pálpebras pesadas pelo sono que ainda havia se abriram lentamente, "ninguém pediu para o dia amanhecer.." foi seu primeiro pensamento naquele dia.





     ************************************





Os dias seguiam-se tediosos ainda que agora pudesse se distrair com os livros que eram frequentemente renovados, com exceção daqueles que o garoto acabava por despertar certo apreço. Esses costumava serem de ciências e por vezes histórias, principalmente histórias que sobre bruxas. Sempre recordava-se do que sua mãe costumava contar-lhe quando começava a lê -los.

   Sua mãe sempre fora uma mulher linda, gentil e sabia, porém mais que tudo corajosa. Durante as noites quando ninguém veria, ela costumava ir até sei quarto para conversar. Lhe contava histórias e segredos, vários ela trazia desde a infância e outros vinham de avós, suas antepassadas. Ao fim de cada nova história ela sempre o advertia: o que aqui é dito, aqui morre. O segredo que for além dessas paredes será a causa do nosso fim...

  Era uma tarde quente apesar de já se aproximar da noite, agora que já vai-se mais acostumado a não ter grandes contatos com as pessoas, Ambrael já não sentia-se como se fosse surtar com isso. Os livros foram mesmo ótimos.

  Agora tinha noção de está muito longe da terra onde nascera e o povo que conheceu, pois naquele reino pelos seus cálculos, ainda estaria coberto por neve enquanto que o sol seja lá onde estivesse, adentrava com toda a força do seu brilho através da varanda.

  Sentia-se um brinquedo, alguém o viu e então o pegou para si, logo deixando que fosse apenas como um enfeite de cristal em seu canto, protegido e distante de todos. Esse alguém tinha um nome. Suspirou.

  Devia fazer uns três meses que levava essa vida e já aprendera tanto...

  Passou mais uma página do novo livro que lia e então puxou fortemente o ar fechando os olhos juntamente enquanto sentia a brisa seca que pairava no quarto, havia algo errado. Havia cheiro de fumaça almentando na mesma proporção em que se tornava possível ouvir os baixos gritos vindos de fora, nunca antesnaquele quarto seu absoluto silêncio fora sequer minimamente interrompido.

  Poderia se desesperar ao perceber que aquele Palácio estava entrando em chamas, sair e correr pelos corredores até encontrar uma saída, mas algo o impedia.

  Se levantou da cama e andou até os portões, apoiou de leve a cabeça ali em busca de ouvi melhor o que se passava do outro lado. Gritos.

  Sentiu seu corpo inteiro ficar alarmado quando foi capaz de captar sons que já lhe eram conhecidos. Deu alguns passos descompassados para trás tomando distância dos portões. Só de imaginar de onde viria aquele som se sentia mais vivo, estranhamente motivado. Estava atento a cada mínimo ruído, porém calmo.

  Ouviu paciente o fluxo contínuo de sua própria respiração enquanto encarava os portões a sua frente. Soube o momento exato em que chegaram quase que ali, devia ter cerca de cinco metros de distância de seu quarto quando ele virou-se e começou a correr na direção do closet.

  "Dois", sua mente anuncio enquanto ele entrava calmamente, logo fechando as portas do closet que era enorme.

  O som alto de tiros no corredor do outro lado dos portões do quarto e os gritos se intensificaram, pessoas estavam morrendo, constatou. Mas não era momento para divagar sobre isso.

  Um, dois, três. Foram três exatos segundos para Ambrael ouvir os portões serem abertos brutalmente. Talvez até estivessem caídos agora e a cena seriainteressante para se ver.

  - vasculhem tudo!! - uma voz grave disparou. Em seguida houve vários barulhos, estavam derrubando e destruindo tudo.

  "Ah.. Meus livros...", lamentou em silêncio.

  - Nada senhor!

  - Ainda não olharam closet, Guarda-roupas ou essas estantes empoeiradas. - riu - Estão ficando muito preguiçosos, seus molengas! Ao trabalho homens! - a voz voltou a ordenar rígida.

  Ambrael concentrou-se nos passos que se aproximavam enquanto ouvia sua respiração pausada e contia a inquietação que crescia dentro de si.

  Nostalgia! Foi o que sentiu no momento em que o homem uniformizado abriu as portas e ele ergueu minimamente a cabeça para encara-lo. Expressão séria e irredutível, uniforme cinza e um fuzil em mãos. A arma pronta para mata-lo.

  - há uma criança aqui senhor! - o soldado chamou a atenção dos demais.

  - reiniciando... - ditou aleatoriamente, o que fez o homem a sua frente distrair-se por alguns segundos.

  Ambrael rapidamente segurou a arma forçando-a para baixo e com a mão livre afastou o tecido que cobria a pele do braço do soldado. De um segundo para o outro seus dentes já afundavam com gosto na carne humana, o grito agudo ecoou através das paredes quando o garoto arrancou um pedaço do braço do soldado e em seguida puxou para si o fuzil.

  "Cinco segundos.."

  Levantou a arma e a encostou ao lado da cintura do homem ainda em choque e começou a disparar contra os demais. Um a um eles foram indo ao chão "Quatro, três.." virou o fuzil e o usou para empurrar o soldado que antes estava minimamente sobre si para trás. "Dois", e por último um tiro na cabeça.

  O último caira para trás dando a Ambrael a visão dos portões de seu quarto abertos e a fumaça adentrando, sinal de que o incêndio logo chegaria onde se encontrava. Suspirou se abaixando para recolher as armas dos homens ali mortos ou quase. Pode ver um que ainda respirava e precisava de mais um disparo, só por garantia.

  Uma a uma, ele levou as armas para o banheiro o mais rápido que pode, encarou uma última vez o quarto que era agora quase irreconhecível e depois os portões que fecharam-se novamente diante de seus olhos antes que ele viesse a entrar onde já havia deixado fuzis, bombas, facas e as outras armas que pegou.

  Não sairia daquele quarto até que lhe fosse dada permissão!


Notas Finais


Qualquer incoerência, erros e etc... Por favor me avisem nos comentários, não tenho costume de escrever esse tipo de cena então deve está horrível.rs rs rs
Comentem e eu mando uma abração de urso para vocês!


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