História O destino predestinado - Capítulo 88


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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Chrollo Lucilfer, Feitan, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Kalluto Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Maha Zoldyck, Personagens Originais
Tags Gon, Hunterxhunter, Hxh, Killua, Killua Zoldyck, Killugon, Kurapika, Leopika, Romance
Visualizações 74
Palavras 1.020
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 88 - Você me faz sorrir


Fanfic / Fanfiction O destino predestinado - Capítulo 88 - Você me faz sorrir

*Gon on*

Pitou: Você teria uma vida tão melhor se tivesse ficado com a senhora Mahina. Sabe, depois de tanta coisa que a pobre passou ela conseguiu virar a líder de uma grande facção: as aranhas.

          Ela estava envolvida no ataque ao meu albino uns anos atrás, ela deve ter aproveitado do nome da aranha para se beneficiar.

Pitou: Você tem sorte, porque a senhora vem aqui hoje e ela deve ficar mais do que feliz em te ver sem aquele monstro do Killua. Eu soube das coisas horríveis que ele fez e...

Gon: Não fale assim do Killua!

Pitou: Você não pode gritar comigo. Sou sua superior, lembra?

          Isso pode quebrar o disfarce, mas eu não ligo e vou a sua direção dando o primeiro soco naquela cara feia dela.

*Meruem on*

         Estávamos jogando por horas e até que foi muito divertido até que Pouf abriu a porta do meu quarto e fez uma cara de nojo ao ver Komugi aqui.

Pouf: O que ela faz aqui?

Meruem: Ela me diverte. E o que você faz aqui?

Pouf: A senhora Mahina chegou para tratar de negócios.

Meruem: Eu já estou indo.

         Ele vai embora fechando a porta.

Meruem para Komugi: Pode ficar aqui, eu já volto.

Komugi: O-Ok.

*Gon on*

           Corria tentando fugir do que eu havia feito. O sangue ainda estava em minhas mãos. Quando eu deixei meus sentimentos interferirem na missão? Deve ser por ela ter feito o que ela fez, ninguém fala mal do meu noivo em minha frente. Abro uma porta e encontro Killua remexendo no quarto e ele para a me ver.

Killua: O que foi, Gon? Aconteceu algo?

           Eu fui até ele e o abracei forte, envolvi minhas pernas em sua cintura.

Gon: Eu fiz algo muito errado, Kill... Mas eu não me arrependo...

             Sua mão acaricia meu cabelo e ele se senta no sofá comigo em seu colo e então conto o que aconteceu.

Killua: Você não precisa se sentir assim, como hunters isso acaba acontecendo em uma missão ou outra.

           Ele pega um pano que estava na mesa e vai limpando minhas mãos com carinho.

Gon: Eu já deveria ter me acostumado com isso então...

Killua: Você é uma pessoa muito pura, querido, é por isso que você sente toda vez que mata alguém.

            Abaixo a cabeça em vergonha e ele segura meu queixo fazendo-me encara-lo.

Killua: E esse é um dos milhares motivos para eu te amar.

          Um pequeno sorriso se forma em meus lábios, ele se aproxima e me beija delicadamente e vai se aprofundando até que ouvimos a porta se abrir e nos separamos, era uma camareira que ficou calada e depois fechou a porta fingindo não ter visto nada. Eu e Kill rimos juntos e nos levantamos.

Killua: Ainda temos que terminar a missão. Tente não reencontrar nenhum conhecido principalmente àquela vaca da Mahina.

Gon: Eu vou tentar.

          Dou um selinho em meu albino e continuamos a nossa missão.

*Meruem on*

          Depois de uma reunião chata volto ao meu quarto esperando ver Komugi, mas ela não está em lugar algum. Ela fugiu?! Procuro em todos os cantos quando eu escuto um grito feminino. Komugi! Desço as escadas e vou até o quarto onde os barulhos veem e vejo a própria Komugi com as mãos nos olhos e um dos meus subordinados em pé.

Meruem: O que você pensa que está fazendo?

Peggy: Recebi ordens para tirar toda informação possível...

          Antes que ele pudesse terminar a frase eu entorto seu pescoço e ele cai no chão morto, eu tinha raiva que virou preocupação ao ver Komugi ajoelhada no chão e vou ao seu encontro.

Meruem: Está tudo bem? Ele te fez muito mal?

Komugi: Ele jogou algo em meus olhos, eu não consigo abri-los.

Meruem: Eu vou pedir o melhor medico e logo você ficara bem.

             Seguro sua mão e a levo para um dos quartos de visita e peço para que chamem o medico aqui de casa e ele logo aparece.

Medico: Ela está bem, mas lamento em dizer que não enxergará novamente.

           Ele sai do quarto e eu bato com força na parede. Eu deveria ter torturado aquele cara que ousou por um dedinho na Komugi.

Pouf: Senhor, fomos atacados uma de nossas seguranças foi encontrada morta.

Meruem: Tranquem todas as passagens, eu não quero mais nenhum desastre nessa casa.

            Meu subordinado sai e eu vou até a cama, sento-me na ponta e seguro a mão de Komugi avisando que estou aqui.

Komugi: Por que você faz isso?

Meruem: O que?

Komugi: Eu pesquisei sobre você e seus feitios por meses e na minha cabeça você era o pior, mas quando cheguei aqui você se comporta de uma maneira que eu nunca esperei.

Meruem: Eu não queria ser assim, sabe. Minha mãe era uma grande mafiosa e queria que eu seguisse o ramo da família e eu não tive opção... Ela morreu logo após meu parto e acho que eu me senti meio culpado por isso e fiz o que ela sempre quis.

Komugi: Mas não faz você feliz...

Meruem: Eu nunca achei algo que me fizesse e não briguei quando tive que assumir os negócios.

Komugi: Mas por que você me trata bem?

Meruem: Porque você me faz sorrir, Komugi, de um jeito que eu nunca sorri antes...

           Ela se senta com dificuldade e me envolve em um abraço.

Komugi: Você merece ser feliz, Michelangelo.

Meruem: Michelangelo?

Komugi: Ou você prefere Rafael ou Leonardo ou Donatello?

        Ela me solta e eu posso encarar aquele rosto pálido.

Meruem: Ainda não entendi o que você quer dizer.

Komugi: Você é como se fosse a minha tartaruga ninja, tentando me proteger...

Meruem rindo: Que tipo de analogia é essa?

Komugi: Eu amava esse desenho quando criança...

Meruem: Acho que significa que nós não podemos mais jogar Gungi...

Komugi: Não se engane, Rafael. Eu posso jogar de olhos fechados e ainda te derrotarei.

Meruem: Eu só quero ver.

          Rimos juntamente e quando paramos eu fui me aproximando lentamente e selei nossos lábios carinhosamente. Quando nos separamos vi aquele belo sorriso se formar em seus lábios.

Meruem: Vamos jogar então.



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