História O Filho do Delegado - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 10
Palavras 893
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OI PIPOUS!!! O capítulo de hj tem uma história meio triste, q pode acontecer com qualquer pessoa. Se isso acontecer com vc, n fique com vergonha ou medo de ser julgada. Denuncie. Vc servirá de exemplo pra outras q n tiveram coragem.
Até o próximo capítulo!!!

Capítulo 8 - Um Desespero



Depois do episódio com o Ethan, desci e tomei várias. Dancei até o chão e voltei pra casa meia hora antes do combinado.

☆☆☆☆☆

Acordei com uma puta dor de cabeça, não lembrava de nada que aconteceu ontem. Pensando bem... eu só lembro daquele gatão, qual é o nome dele mesmo? Aé! Ethan, Ethan Smith!

Perai... Smith? Ele é filho do Tio Harry? Não, não pode ser! Deve ser um sobrinho, seilá! Ou pode ser outro cara com o mesmo sobrenome. Voto na segunda opção!

Levantei da cama e fui ao banheiro. Deixei a água fria cair sobre o corpo, me acordando de vez. Lavei o cabelo e saí enrolada num roupão azul fofinho, da cor dos olhos do Ethan... 

Por que eu pensei nisso? Tô é doida! Só pode!

Vesti um vestido verde e preto rodado, e coloquei um mesmo na Emma. Vamos passar boa impressão!

Dei banana amassada com granola e mel pra coisa comer e saí. Hoje é domingo, e eu resolvi dá uma voltinha com ela por aí.

☆☆☆☆☆ 

Eu estava sentada em um banquinho observando a criança brincar com um menino que apareceu com sua mãe.

- Vou comprar um sorvete. - disse pra mãe do menino que ascentiu -

Sai andando em direção ao carrinho de sorvete, mas meu cadarço desamarrou e eu me abaixei pra amarrar. Como sou muito sortuda, quando levantei acabei trombando com a Muralha Da China em pessoa.

- CARALHO! - o mané gritou - Olha por onde anda... Chloe?

- QUE PO... - olhei pra cima - Dylan?

Ele sorriu e eu retribui involuntariamente. Fiquei encarando aquelas íris verdes durante um bom tempo. Só aí que fui perceber onde estava: eu estava caida no chão com o filho do delegado esparramado sobre mim.

- Ér... - falei corando - Pode levantar?

- Ah! - ele respondeu se dando conta de onde estávamos só agora - Me desculpe!

Ele se levantou e me ajudou, ainda sorrindo. Me limpei e pedi desculpas.

- Segunda vez, né? - ele riu -

- Sim! - seu celular começou a tocar - Preciso ir, desculpe.

- Até mais! - acenei sorrindo -

☆☆☆☆☆

Fui parar na delegacia. Eu não arrumei nenhuma encrenca, não. Eu quase fui estrupada e me defendi.

*flash back on*

Já tinha chegado em casa, e depois do almoço fui pôr o lixo pra fora. Saí e vi o gato do vizinho miando em um beco. Fui ver o que era e alguém tapou minha boca, e começou a tentar tirar meu vestido.

Me jogou na parede, o que me deu uma vantagem. Chutei seus países baixos e quando ele se abaixou, dei um murro em sua cara, e por fim, dei outro murro em um ponto fraco das pessoas, o fazendo desmaiar.

Liguei pra polícia desesperada. O Hank atendeu:

- Delegacia de Portland, qual sua denúncia? - perguntou formal -

- Hank! - falei aliviada - Pelo amor de Deus, Hank! Um cara... ér... um cara me puxou pro beco e... e eu apenas me defendi... e...

- Hey, Encrenca. - disse sério - Me fala onde você está.

- Eu tô num beco aqui perto de minha casa. - escutei ele anotar - Por favor, Hank! 

- Já estamos indo, Chloe. - falou por fim - Não saia daí.

Ele desligou e eu comecei a chorar. E se eu não soubesse como me defender? E se ele fosse mais forte? O que eu ia fazer?

Fiquei chorando durante uns cinco minutos até escutar a sirene. Me levantei e limpei o rosto molhado e inchado. Dei dois passos e senti o meu cabelo ser puxado com força.

Por sorte não bati a cabeça no calçamento. Minha visão embaçou e meus braços foram prensados contra o chão. Tentei gritar mais o homem me beijou a força enquanto eu tentava desviar. 

Meus seios já estavam à mostra e sendo amassados com crueldade. Meu vestido estava levantado até a altura do umbigo e as lágrimas começaram a jorrar.

Socorro! Socorro! So...

Só ouvi o som do tiro.

O homem parou de apertar meu bumbum e gritou de dor, caindo no chão e se contorcendo. 

Levantei correndo e abracei o Dylan. Chorei desesperadamente enquanto ele me abraçava e afagava meus cabelos. 

*flash back off*

Assim que terminei de dar a queixa, saí da sala e encontrei o meu herói sentado em uma cadeira, com a cabeça entre as mãos apoiadas no joelho.

- Não sabia que você podia usar uma arma, aqui em Portland. - ele me olhou e depois sorriu -

- Você não sabe muitas coisas sobre mim, Encrenca! - ele veio em minha direção e me abraçou - Como você está se sentindo?

De primeira, fiquei surpresa com o abraço, mas depois retribui.

- Eu não sei o que aconteceria se você não tivesse chegado... - suspirei - Na verdade, eu sei. Obrigada.

- É o meu trabalho, Chloe. - me olhou - Mas de qualquer forma, eu teria te ajudado.

Sorri e abracei o Dylan apertado. Soltei ele e nossos rostos estavam tão perto... quase nos beijamos, mas o delegado apareceu. Porra, Sr. Smith!

- Quer que alguém te leve, Chloe? - ele nos olhou cheio de dúvida e curiosidade -

- Não precisa, delegado! - abracei ele - Obrigada por se preocupar comigo!

- Estou aqui sempre, Encrenca! - dei um beijo em sua bochecha e sorri pro Dylan -

Sai dando tchau todos, e quando já estava lá fora, o cara dos olhos verdes me chamou, e ofereceu uma carona.

☆☆☆☆☆

Cheguei em casa e encontrei a Liz com a Emma, já que ela veio assim que soube.



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