História O FILHO DO MEU MARIDO(Imagine Park Jimin) - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Imagine, Park Jimin, Romance, Sexo
Visualizações 333
Palavras 1.026
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem!!! Boa LEITURA!!!

Capítulo 33 - 33


Fanfic / Fanfiction O FILHO DO MEU MARIDO(Imagine Park Jimin) - Capítulo 33 - 33

~(Yoongi)

- Pare de fazer meu coração ficar confuso Hoseok! – falo e ele fica calado olhando fixamente para mim. – Então, fale alguma coisa. – falo.

- Yoongi! – ouço a voz de JunSu do corredor e percebi que eu precisava ir, me virei de costas para Hoseok e fui andando em direção ao corredor saindo da cozinha, deixando Hoseok para trás.

Caminhei até a sala de onde eu escutava o chamado de JunSu, ao chegar lá havia milhares de papéis na mesinha da sala e o Senhor estava tentando organizar tudo.

- Me chamou senhor? – pergunto e ele afirma com a cabeça ainda olhando para os papeis. – O que deseja que eu faça?

- Entregue isso ao novo dono de (S/N). – ele fala me entregando um papel, eu leio e percebo que era o papel de divórcio. – Você prefere ir com Namjoon ou sozinho? – ele pergunta

- Posso ir com Hoseok? – pergunto e o senhor JunSu estranha

- Ele não pode saber que (S/N) está viva. – ele termina de falar.

- Por favor senhor, eu tenho certeza de que ele não falará nada a ninguém. – Peço.

- Cuidado Yoongi. – ele fala.

Eu saio e volto para a cozinha, porém Hoseok não estava mais lá. Fico um pouco decepcionado, mas amanhã eu falo com ele. Caminho em direção ao corredor dos quartos dos empregados. Abro a porta do meu quarto e como sempre estava tudo escuro, mas quando eu entrei a porta se fechou rapidamente me deixando preso na escuridão do cômodo. Sinto uma mão em meu ombro que vai lentamente me afastando até me prender contra a parede.

Eu fico assustado, mas vou na onda. O ser prende meus pulsos com as próprias mãos.

- Agora você é só meu Min Yoongi. – escuto a voz de Hoseok bem próxima ao meu ouvido. Me arrepio e dou um sorrisinho. Sinto a proximidade de seu rosto, o calor de seu corpo, o toque de suas mãos em meu pulso.

- Eu sou todo seu Hoseok. – sinto seus lábios se aproximando cada vez mais dos meus, até que eles tocam de leve e depois novamente, até se transformar em um beijo tranquilo e sem pressa. Quando ele pediu passagem com a língua e eu concedo e o beijo foi se aprofundado. Ele larga meus pulsos e leva suas mãos a minha cintura apertando levemente, eu passo meus braços por seus ombros enlaçando seu pescoço. Nossas línguas roçando provocando uma sensação prazerosa e quente. Ele para o beijo.

- Você não faz ideia de como eu queria ter feito isso desde o dia que chegou. Agora você é meu Yoongi. – ele fala olhando fixamente para os meus olhos demonstrando malícia e desejo.

~(Jimin)

Nada mais fazia sentido, nem nessa casa, nem nessa vida, mas é como se uma parte de mim falasse que ela ainda estava viva, que estava esperando por mim, mas outra parte falava que eu desistisse, mas no fundo ainda tinha aquela esperança que me mantinha ali.

Eu estava deitado em minha cama quando escuto uma das portas do corredor bater, levanto e vou ver o que acontecia. MiCha estava olhando para a porta de Taehyung, ela estava com as bochechas tão vermelhas e tão concentrada na porta que nem notou a minha presença, ela começou a dar sorrisinhos sozinha.

MiCha se vira e me vê de pé ao lado da minha porta observando-a.

- Senhor Jimin. – ela faz uma reverência. Eu fico olhando para ela desconfiado e ela percebe- Não é o que o senhor... não pense nisso... eu só...

- Você gosta dele e não consegue nem disfarçar. – falo e ela ficou mais vermelha do que já estava o que eu achava impossível.

- Não é isso, eu fui comprada para o senhor, então mesmo que isso fosse verdade, o que não é, nunca poderia desobedecer a regra de seu sua. – ela fala com uma certa tristeza.

- Você não é minha, você não é do JunSu, você não é do Tae, você não é de ninguém, você se pertence e não se preocupe, se você gosta do meu irmão não tem problema, quer ficar com ele, não me importa, se é isso que você quer.

- Obrigada Jimin. – ela fala e me abraça. A porta de Tae se abre de uma vez e ele aparece e se espanta com a cena do abraço. Ele estava com as bochechas vermelhas e parecia bêbado.

- Ah... ei volto em outra... outra hora... – ele volta cambaleando para o quarto.

- Taehyung. – ela o chama e ele se vira. MiCha dá um sorriso para mim e me solta. Ela corre para o encontro de Taehyung e enlaça seu pescoço com seus braços e inicia um beijo apaixonado. Ele se assusta, mas não fala nada e simplesmente aceita e segura em sua cintura delicadamente.

Eu me espanto e começo a rir vendo as bochechas dos dois ficando da cor de um tomate. Fecho a porta e deixo os dois lá.

Volto para o meus quarto e percebo, como seria bom fazer aquilo com (S/N) novamente, como seria bom sentir seus lábios mais uma vez, como seria bom ouvir o seu “eu te amo” mais a vez, como seria bom tocar em seu corpo mais uma vez.

Vou em meu computador e começo a editar as partes da musica que eu estava compondo.

- Serendipity. – dou o nome a música e tento cantar novamente, mas rodas as partes da letra me lembravam ela, será que eu suportaria viver com essa culpa, com essa angústia, sem ela.

Nada brilharia mais para mim, eu seria somente um brinquedo sem vida na terra, eu não conseguia mais olhar para as estrelas, pois para mim elas não significavam mais nada se o olhar que brilhava como elas não estava mais aqui para me acalmar como sempre acontecia, as musicas que eu escutava já não tinham mais uma melodia certa para cantar e eu estaria para sempre me afundando numa escuridão sem fim, sem a luz no final do caminho, pois a minha luz foi apagada quando eu a assoprei a vela que lhe dava força para iluminar, e hoje sua vida não brilha mais.

Desculpe (S/N) 


Notas Finais


Obrigada por ler!!!


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