História O Intercâmbio. - Capítulo 105


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Natalia "Nah" Cardoso
Personagens Cameron Dallas
Tags O Intercâmbio, Romance
Visualizações 131
Palavras 722
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Escolar, Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 105 - O Intercâmbio - Capítulo 105


Fanfic / Fanfiction O Intercâmbio. - Capítulo 105 - O Intercâmbio - Capítulo 105

Pov Natalia

(…) E essa sensação de plenitude com algo aparentemente banal, essa vontade insaciável de sempre o ter perto, tudo o que eu sou quando estou com ele… Se isso não for amor eu não sei o que mais pode ser.

Os dias passaram, não tão devagar quanto eu gostaria e nem tão rápido quanto parece. O sol batia em meu rosto, enquanto esperava por Cameron encostada no carro de seu pai. 

–  achei que tinha desistido. - comentei, quando ele saiu pela porta.

Cameron: eu te prometi, não prometi?! - assenti. - pois bem, aqui estou. - me deu um beijo na testa quando chegou ao meu lado. 

Sierra vinha atrás reclamando.

Sierra: mas Cam, eu juro que fico quieta. - tentou argumentar novamente. Vinha fazendo isso desde ontem. - eu não vou atrapalhar. 

Cameron: vai sim. - disse firme. - ela vai perder a concentração. - explicou pelo que seria a milionésima vez. 

Sierra: eu não serei uma distração. - respondeu, pelo que também deveria ser a milionésima vez.

Cameron: Sierra, vai lá pro teu namorado vai. - mandou, brincando. - depois que ela aprender o básico a gente passa lá e te pega. 

Sierra: mas eu quero ir junto agora. - cruzou os braços, birrenta.

Cameron: eu não sou um professor, não vou conseguir ensinar contigo me analisando do banco traseiro. - olhou-a. - agora seja uma boa irmã e compreenda.

Sierra: se tu não me buscar daqui a máximo duas horas eu irei te ligar de cinco em cinco minutos. - deixou o aviso e entrou em casa.

Cameron: graças a Deus. - me olhou. - ela está buzinando em meus ouvidos desde as sete. - rolou os olhos, sorri.

–  tem certeza que isso vai dar certo?! - mordi meus lábios, nervosa.

Cameron: claro que vai. - afirmou. - não está duvidando da minha capacidade de professor, está?! - arqueou uma sobrancelha, neguei com a cabeça. - ótimo. - sorriu. - hm, primeiramente venha cá. - o segui até a frente do carro. Ele abriu-o. - motor Natalia, Natalia motor. - apresentou. 

Levei dois segundos para lembrar do dia em que procurei o motor do carro no porta malas. E mais dois para assimilar que ele não esqueceu.

–  prazer. - sorri.

Pronta para minha aula de direção com Cameron

Pov Cameron

Pense em alguém atrapalhado. Ok. Agora multiplique por cem. Tudo bem. Agora some com a mesma quantidade de distração. E agora multiplica o resultado por todas as estrelas do universo. 

Talvez você chegue perto de descobrir o quão complicado está sendo essa aula.

–  Natalia, coloque as duas mãos no volante. - falei pelo que parecia ser a milésima vez.

Natalia: eu só estava arrumando meu cabelo. - se defendeu. - a franja fica caindo. - me olhou.

–  olhe para frente. - ordenei.

Natalia: não gosto de falar com as pessoas sem olhar para elas. - se explicou. - veja bem, é falta de educação. - defendeu-se.

–  juro que não ficarei bravo. - garanti.

Natalia: OLHA AQUILO. - berrou, olhando para o lado. - aquele vestido é simplesmente perfeito. - comentou, olhando para um vestido na vitrine.

E o carro indo junto para o lado para o qual ela olhava.

–  NATALIA. - chamei sua atenção.

Natalia: AI. - olhou para frente, assustada. - desculpe. - sorriu. - tem um mosquito cantando em meu ouvido. - tirou uma mão do volante para espantar o tal mosquito.

–   Natalia… - repreendi. - … as mãos. - murmurei.

Natalia: o que tem elas? - olhou-as. 

–   deveriam estar no volante. - expliquei. - as duas.

Natalia: por Deus… - deu um pequeno grunhido. - que coisa chata.

–   você precisa prestar a atenção na rua. - comentei. 

Natalia: mas não há nada para se ver nela. - disse com a voz monótona. - além do mais tu sequer me deixa andar mais rápido.

–   Sim, não pretendo morrer ainda. - debochei. - e não reclame, pelo menos o básico eu consegui ensinar.

Paramos em um semáforo, porém quando ele abriu ela se perdeu e não conseguiu dar a partida novamente no carro. Em segundos buzinavam atrás de nós.

Natalia: AAAAAAAAAAAAAAA… - gritou, soltando de vez o volante. - … estão me deixando nervosa. - disse com os olhos marejados. E cruzou os braços. - não me movo até pararem com a pressão.

Pronto agora empacou.



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