História O Lado Escuro Daquele Rostinho Bonito - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook
Visualizações 28
Palavras 954
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura. Bom, meus prólogos normalmente são curtos, mas depende. Reescrevi umas três vezes, por pressa para postar. Por isso se estiver ruim, me perdoem, irei reescrever novamente em outro momento.

Capítulo 2 - Prólogo


"[...] eu estou caminhando em um túnel escuro

Estou levando esse dia cruel e terrível sozinho 

Embora eu alcance minha mão, não há ninguém para segurá-la

Eles estão indo montando minha dor, 

minhas lágrimas


Eu estou no elevador do inferno[...]"


Ainda com a visão turva, tanto de lágrimas quanto da droga usada pouco antes, ele continuou indo em frente escorando-se nas paredes. Ergueu o braço que segurava a garrafa com vodka e whisky misturados, e gritou, gritou o mais alto que seus pulmões permitiam, para pouco depois cair de joelhos no chão e deixar seu braço erguido cair com brutalidade batendo a garrafa no chão, a quebrando em pequenos cacos de vidro ficando somente o gargalo da garrafa em sua mão, este que foi jogado em direção da rua. Sua visão partiu da garrafa para seus dedos da outra mão que estava apoiada sobre suas coxas, vendo aqueles comprimidos em tom vermelho com uma carinha sorrindo desenhada em cada um. Continha três compeimidos, cada um representava uma parte de sua pior escolha. Que foi ter entrado neste mundo, tanto no do vicio, quanto neste em que todos vivemos.

Em sua cabeça não passava nada com nexo, e entre esses seus pensamentos jogou um dos três comprimidos em sua boca, engolindo à seco.

"Esse maldito ecstasy... essa maldita sensação..."  sentiu imediatamente sua visão mais turva, e sorriu fracamente, logo depois rindo de modo sarcástico. Seu olhar não tinha um ponto fixo. Estava rindo por lembrar de quando começou e porque começou com tudo isso. Estava rindo por perceber a que ponto chegou. Essa sensação magnífica que parte dele queria que ficasse para sempre e outra parte queria que isso teminasse no exato momento em que começou. Esse maldito impasse que o acompanha.

Meia noite e quarenta e três, e ele estava ali, ajoelhado na rua e dando risada, se lembrando de como seu pai age de um jeito frente a sua mãe e assim que ela se vira ele já se encontra com um celular no ouvido marcando um encontro com a próxima puta da vez, enquanto sua mãe se encontra na cozinha sorrindo por ter recebido ao menos um pouco de atenção de seu marido que vira a noite trabalhando. Seu irmão traíra, que pensa que ele não sabe sobre ter tranzado com seu ex namorado em sua cama, manchando seus lençóis com as lembranças de ter sido traido por aquele que considerava seu exemplo e herói. Se ele dependesse de alguém que não fosse sua mãe estaria perdido. Usa a escola, drogas e bebidas como escape dessa zona que chama de vida.

Realmente se ele considerasse querer se importar e confiar em alguém mais além de sua mãe, seria como estar assinando sua sentença de morte. Não que se drogando ele já não tenha assinando a tal sentença mas é assim que ele pensa.

Uma lágrima escorreu.

"Ora, por que está chorando, seu idiota" soltou um riso fraco enquanto esfregava os olhos com os dedos e as costas das mãos,  afim de limpá-los. Ato falho, já que em poucos segundos seu rosto estava banhado em lágrimas e agora era necessário o uso de suas mangas compridas de sua camisa listrada para poder limpar seu rosto, novamente falhando " eu sou um idiota, ttão idiota que consegui levar um chifre do meu próprio irmão, huh, patético" aquele sorriso acompanhado de um riso que antes dançava sobre seus lábios deram lugar a soluços e fungadas. Em meio a isso tudo,


mais um comprimido sorridente.



Aquela sensação incríveis e apavorante veio em milissegundos, causando um baque no corpo do jovem. Este que deixou o corpo cair para trás e sorriu, em meio à aquele turbilhão de confusões e sensações. 

"Desculpe mamãe,  eu amo você mas não obedeci quando me disse que era a última vez que iria me ver neste estado. A culpa não é minha se esse mundo me empobrece mentalmente, se ele não é suficiente, e se ele é cheio de traidores. Não precisa me esperar a noite mamãe,  isso não vai mudar" sorriu em meio as lágrimas,  nem ao menos sabendo em que direção olhava, sabia apenas que estava próximo a sua casa. 

Da forma mais rápida que pode, se escorou na parede mais próxima e seguiu rumando em direção a sua casa. Durante o processo, de canto de olho conseguiu ver um vulto, mas descartou a possibilidade de ser algo,  já que sabia de suas condições e de modo engraçado tinha 'consciência' de que tudo o que via eram alucinações. Cambaleando e rindo para o nada, ele conseguiu chegar em frente ao portão da casa que o mantia protegido da chuva e que também protegia traidores e sua mãe. Era o lugar que mais amava, por suas boas memórias, mas também o que mais odiava, por conta das outras duas pessoas além de sua mãe com quem tinha que dividir moradia, e por causa das más memórias.

Ainda meio tonto abriu o portão e andou de forma estranha por aquele caminho de pedras que cortava o jardim, logo parando frente a porta da casa chique de ricos em que morava. Antes de abrir a porta, jogou o ultimo comprimido em sua boca e engoliu, para assim adentrar a casa, com um riso escandaloso. Encontrando sua mãe sentada no sofá,  com os cotovelos apoiados nos joelhos e as mãos agarrando firmemente os fios de cabelo castanhos e lisos. Ela o esperou novamente. Enquanto seu pai 'trabalhava' a essa hora e seu irmão estava na cama de um qualquer por aí. 

"Aish eu disse para não me esperar mamãe" sussurrou e logo sua visão ficou preta, para logo após voltar e ele rir descontroladamente. 

"Meu filho o que eu..." parou sua frase assim que se virou e teve a 'belíssima' visão de seu filho caido no chão. 



Notas Finais


O Prólogo é curto, perdão, mas eu prefiro assim, pois se eu fizesse mais longo eu iria dar spoiler e acabar com as idéias que tive.
Obrigada por ler.
Saranghaee

Perguntinha:
Quem você acha que é o protagonista deste capítulo?

Confissão:
O título deste capítulo na original era " Aquilo que você vê, nem sempre é o que parece ser" e eu ia dizer quem é o protagonista, maaaaas, como estou reescrevendo e mudei muita coisa, resolvi deixar suspense, e assim os leitores irão descobrir por meio das pistas que irei deixar. Por mim, vocês vão matar a xarada na primeira pista.


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