História O Poderoso Destino (Emison) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Pretty Little Liars, Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Caleb Rivers, Derek Hale, Dr. Rollins, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Gerard Argent, Hanna Marin, Kate Argent, Lydia Martin, Malia Tate, Maya St. Germain, Melissa McCall, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Pam Fields, Personagens Originais, Peter Hale, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh
Tags Alison, Emily, Emison, Fields-dilaurentis, Pll, Teenwolf
Visualizações 771
Palavras 1.308
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Alison narrando...

Eu estava indo deixar a Emily em casa numa boa, estávamos rindo e conversando quando paramos no sinal. Eu me virei pra contar a ela que eu ia ficar mais uns dias quando eu olho para o carro que estava ao nosso lado. Minha mãe me encarava.

Mãe? Droga como ela me achou?

Emily me tirou do meu transe me perguntando o que foi, suas mãos nos meu ombros fez meu coração voltar batendo normal traduzindo ela me deixou mais calma.

-Minha mãe...

Depois de dizer aquilo pisei fundo no acelerador, ela me perguntava o que tava rolando sem parar, ela estava preocupada. Paramos na porta da sua casa e desci correndo em direção a porta me esquecendo completamente da Emily. Estava tão nervosa que nao encontrava a chave pra abrir a porta.

-Você deixou dentro do carro. -ela vem em direção a porta e abri.

-Eu....eu vou... Droga! -passei a mão no meu cabelo e sentir as lágrimas caírem.

-Ali vem cá. -ela me puxou pro sofá e me abraçou.

Seu abraço era quente, ela ainda estava com cheiro de hospital mesmo tendo tomado banho mas eu tinha como sentir seu cheiro doce. Ela me apertava forte com uma mão ela passava em minhas costas e a outra ela fica fazendo carinho no meu cabelo. Eu nao queria chorar nao era preciso chorar, mais quanto mais ela passava a mão no meu cabelo as lágrimas caíam.

-Ali... Me diz o que ela fez com você. -me retirei do seu abraço e a encarei. -Nao vem me dizer que ela não fez nada porque é mentira. E também eu ouvi você discutindo com a médica McCall no dia em que eu acordei.

-Você ouviu tudo? -Droga ela ouviu!!

-Sim. E agora eu quero saber o que a sua mãe fez com voce! Confia em mim Ali...

Suas mãos seguravam meu rosto, seus olhos castanhos me encarava e depois encarava minha boca ela ficou assim por uns segundos e depois foi chegando mais perto. Sua mão direita que estava no meu rosto foi me puxando pra mais perto dela. Nos olhos não conseguiam parar de se olhar, estávamos chegando cada vez mais perto eu ja sentia sua respiração nossos lábios estavam a centímetros de distância e estavam diminuindo...

-Filha? Ali?....-Pam entra em casa cortando o clima. Eu pulei do sofá ficando em pé olhando pra janela. -Oi meninas. Ali ta tudo bem você está vermelha?

-É....si...sim! Eu to bem. Por que eu não estaria bem? -droga gagueira!! -Bom eu vou na cozinha fazer alguma coisa pra mim comer. Licença.

Sai sem olhar pra cara da Em, fui em direção a cozinha pra cozinhar. Fazer comida era algo que eu fazia pra me acalmar, me tirava dos problema. Eu tava fazendo banana-frita, eu aprende quando fui no Brasil, quando sentir alguem se aproximar de mim por trás.

-O que é isso? -Em fala junto com a Pam.

-Banana-frita. Eu aprende quando eu passei uns dias no Brasil, não sei como vocês chamam essa banana aqui mas lá ela se chama Banana da Terra ou da Prata. -explico virando as que estavam na frigideira.

-Legal me fala co.... -Pam foi interrompida por conta da campainha. -Eu vou atender! -diz saindo.

-Me diz sobre o Brasil? Por que foi pra lá? -ela diz ficando em pé ao meu lado.

-É uma história bem engraçada, sabe. Eu tava no aeroporto, ia comprar uma passagem pra Argentina, ja estava com minhas malas. Ai eu encontrei uma brasileira na fila, começamos a conversa e ela me chamou pra ir com ela e eu fui. Fiquei no Brasil um mês. -ela teve uma crise de risos. -O que foi?

-Deixa eu ver se eu entende. Você ia pra Argentina mas ai decidiu ir pro Brasil por causa de uma mulher que você conheceu na fila? -ela dizia entre risadas.

-Foi. Agora para de rir e me ajuda!

Estávamos conversando e cozinhando quando ela parou e me encarou. Meus olhos foram de encontro aos seus e eu nao consegui parar de olhar, me esquece completamente de tudo e de todos. A Em tinha um tipo de poder sobre mim que eu nao sabia como explicar, isso era incrível. E novamente aquele quase beijo estava rolando. O espaço entre nós estava ficando cada vez menor, minha mão foi até a sua cintura querendo puxar ela pra mais perto e quando íamos nos beijar...

-Alison! Tá queimando! -Pam novamente corta o clima. -Eu vou subir pra pegar o celular fique à vontade moça.

-Droga! -me virei pra desligar o fogo. E olhei pra Em que ainda nao parava de me olhar.

-Isso é muito lindo mesmo! Tem minha benção filha. -olhei pra trás e minha mãe tava lá.

Mais que porra!

A Em mudou, seu coração estava super acelerado nem precisava usar minha audição pra ouvir. Me coloquei na frente dela como se eu fosse um escudo e deixei minha mão esquerda em seu lado.

Ela me olhava com a cara cínica, com os braços cruzados em baixo do peito. Ela vinha andando em nossas direções, quanto mais chegava perto eu empurrava a Emily pra trás e ia ficando com mais raiva ainda.

-Vai embora! Agora! -digo tentando controlar minha voz mais grave, mas não consegui, o que fez com a Emily se assusta-se ainda mais.

-Não, sabe meu carro quebrou bem na sua porta que conhecidencia né? Sua namorada é muito bonita. -ela pisca pra Em.

Minha raiva ja estava transbordando, minha mão ja estava quase sangrando de tanto aperta ela, Emily segurou minha blusa demonstrando medo.

-Você não vai perder o controle não na frente dela vai? -diz com uma risada nasal.

-Vai embora e deixe elas em paz!

-Nao quero machucar elas, quero machucar você como sempre. Mas voce sabe eu não ligo pra quem esta ao seu lado. -ela chegou mais perto -Eu vou conseguir o que eu quero e voc...

-Achei! -Pam desce as escadas. -Aqui o telefone pode ligar pra sua filha.

-Obrigada! Vou ligar, com licença. -ela vira as costas.

-Filha eu vou precisar viajar pra Nova York você e Ali ficam bem sozinhas? -ela nos encara.

-Sim mãe pode ir! Eu e Alison temos muito o que conversar, né Ali? -eu concordo com a cabeça.

Ótimo agora teria que contar o meu segredo. Minha mãe voltou depois de 15 minutos devolveu o telefone e foi embora. Pam foi uma hora depois deixando só eu e a Emily sentadas no sofá.

Ela ficava me encarando esperando eu falar alguma coisa, só que eu não sabia por onde começar.

Pelo começo né anta!

-Por que sua mãe quer te matar? E porfavor não minta pra mim! -ela corta o silencio.

-OK... Eu nasci com algo e ela quer. Quando eu tinha um ano ela tentou me matar pra tirar isso de mim, mas não conseguiu e desde então ela vem tentando. Quando eu fiz três a polícia suspeitou que eu sofria de maus tratos então pra se sair de boa na história ela simulou a própria morte. Com sete meu pai morreu num acidente de carro causado por ela. -Emily me olhava com um olhar de dor, medo...

-O que voce tem?... Espera o que você é? Por que ela te perguntou se você ia perder o controle? A médica McCall também te perguntou isso, so que ela falou de se transformar. O que você é Alison?! -suas palavras saíram como uma cachoeira.

-Ta bom. Olha se eu te falar a verdade tem que me prometer Emily que nao vai contar a ninguém! Esse segredo é muito importante! Você promete Em? -fiquei encarando ela por dois minutos e por fim ela disse.

-Você confia em mim? Por que eu confio em você mesmo sem saber o que você é.

-Sim Em, eu confio. -respirei bem fundo e olhei dentro dos seus olhos castanhos. -Ela quer minha imortalidade Emily, eu sou uma lobisomem.

-VOCÊ O QUE? -foi a última coisa que ela disse e desmaiou.

Contínua...



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