História O Prazer por trás dos Contos - Capítulo 4


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Categorias 50 Tons de Cinza, A Bela e a Fera, A Rainha da Neve, Branca de Neve, Cinderela, Delírio
Personagens Personagens Originais
Visualizações 210
Palavras 661
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - A visita da bela


Capitulo 3


E novamente eu abaixei minha cabeça e disse: - não ainda não posso me casar com você, espero que entenda.
- Sim eu entendo. Ele disse se retirando da mesa para seu aposento.


Em seguida eu fui para meu quarto e ele estava novamente todo coberto por pétalas de rosas azuis dessa vez, eu coloquei minha camisola e fiquei esperando pela visita da fera novamente, mas ele não apareceu.
E nas quatro noites seguintes eu só o via no jantar e nos conversamos depois ele ia para seu quarto e eu para o meu sempre que eu chegava ao meu quarto estava coberto por pétalas de flores diferentes e eu sempre me vestia para dormir e ficava esperando a visita da fera que não veio mais me ver.
Na quinta noite após jantarmos fui para meu quarto dessa vez ele estava coberto de pétalas de rosas brancas parecia ate a neve que caia do lado de fora da minha janela, eu me vesti para deitar, mas já sabia que a fera não viria às horas se passaram e meu sono não chegava e eu não conseguia para de pensar no dia que a fera veio ao meu quarto, então resolvi ir ate a biblioteca pegar um livro para ler passando pelo quarto da fera ouvi um rugido achei que ele estava sentido dor então eu bati na porta de seu quarto e não tive resposta, bati novamente e ouvi vá embora me deixe sozinho, respondi imediatamente sou eu Bela e não vou sair ate ver que você esta bem...


Tudo ficou em silencio por alguns instantes então eu abri a porta.


Estava tudo escuro no quarto dei alguns passos para frente então senti a porta bater atrás de mim e consegui ver o vulto da fera perto da janela ele abriu a cortina e eu consegui vê ló melhor com a luz do luar e então percebi que ele estava ofegante.
Minha respiração também ficou mais acelerada e eu tentava desesperadamente encher os pulmões de ar. Era como se o quarto imenso tivesse sido reduzido à metade ao dar-me conta do porte gigantesco da Fera. O medo corria em minhas veias, deixando-me em estado de alerta quanto ao que havia ao redor. A Fera se aproximou lentamente, até ficar tão próximo que eu podia sentir seu hálito morno em minha pele. Até me arrisquei a pensar que sentia o calor vindo de seus olhos. Ele era quase meio metro mais alto que eu, com ombros largos, que mediam quase três vezes o meu tamanho. Havia um brilho incomum em seus olhos escuros. Eu me arrepiei apesar do calor que emanava dele.
Então eu o ouvi dizer:
- Se você não quer que sua camisola seja destruída, tire-a já. Ele tinha um tom casual, mas seu comportamento era contido, revelando o esforço para manter o controle.
Sua voz era áspera e tão profunda que ele mal conseguia transmitir a linguagem humana. Sua presença me dominava e oprimia. Seu olhar me hipnotizava. Seu hálito me queimava. Não havia nada que me lembrasse do amigo com quem eu compartilhara tantas refeições. Ainda assim, ao olhar em seus olhos, pasma, uma nova sensação brotava dentro de mim, misturando se ao medo.
Totalmente imóvel, exceto por meu coração disparado, eu enfrentava meu apuro (enquanto isso, a sensação persistia e aumentava, até que subitamente me senti estranhamente excitada). Nesse estado, eu só via a situação de forma superficial e ponderava comigo mesma: Que poder eu teria para resistir à Fera? De fato, resistência parecia algo improvável com ele ali, altivo, acima de mim, silenciosamente esperando que eu obedecesse à sua ordem.
Do que ele seria capaz, se eu não concordasse, eu não me atreveria a especular.
A Fera que estava ali à minha frente parecia pronta para atacar ao menor movimento meu. No entanto, eu desconfiava ligeiramente que a Fera se empenharia ao máximo para ceder à minha vontade, desde que eu não tentasse fugir.




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