História O roubo - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Chrollo Lucilfer, Kurapika, Personagens Originais
Tags Chrollo, Kurapika, Kuroro
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Palavras 3.534
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ultimo capitulo, já aviso que vai ser mais leve que o ultimo.
Boa leitura

Capítulo 3 - Terceiro dia


Fanfic / Fanfiction O roubo - Capítulo 3 - Terceiro dia

*Kuroro ON*

Abro meus olhos. Olho para o relógio da parede eram quatro horas da manhã. Sinto um movimento ao meu lado. Kurapika acaba de se mexer na cama

Viro-me para encará-lo melhor. Ele é lindo, sua pele branca, cabelos sedosos, lábios macios. Abaixo-me para sentir seu cheiro.

Cheiroso

-Você realmente é um belo garoto e é o ultimo Kuruta do mundo. E eu gosto de coisas belas e valiosas.

Kurapika mexe-se novamente fazendo o lençol cair e revelar sua cintura.

-Você já está no inicio da definição. Daqui a alguns anos se tornará um garoto ainda mais apetitoso.

Sorrio internamente. -Agora eu falei igualzinho ao Hisoka.

Falando nele, eu tenho que pagar aquela maldita dívida.

Afundo minha cabeça no travesseiro e abraço Kurapika.

Depois eu penso em Hisoka.

Fecho os olhos e adormeço.

*Kuroro OFF*

XXX

Desperto com os raios de sol banhando meu rosto. Viro a cabeça para o lado Kuroro não estava lá.

Levanto com dificuldade. Minha bunda, pernas e mãos estavam doendo e minha boca tem gosto estranho.

Vou ao banheiro fazer minha higiene matinal. Retorno é Kuroro ainda não estava lá, me enrolo num roupão e vou para a cozinha.

Chego à sala e já começo a escutar a canção. Paro um pouco para escutar

Koreijou nani wo ushinaeba kokoro wa yurusareru no

Dore hodo no itami naraba mou ichido kimi ni aeru

One more time kisetsu yo utsurowanaide

One more time fuzake atta jikan yo


 

Kuichigau toki wa itsumo boku ga saki ni oreta ne

Wagamama na seikaku ga naosara itoshiku saseta

One more chance kioku ni ashi wo torarete

One more chance tsugi no basho wo erabenai


 

Essa canção eu não conheço

Ando até a cozinha e ele está lá. Cortando uma maça e enquanto canta uma canção de amor só de cueca

Confesso que é uma linda visão. Sento com cuidado e observo Kuroro.

Itsudemo sagashite iro yo dokka ni kimi no sugata wo

Mukai no hoomu rojiura no mado

Konna toko ni iru hazu mo nai no ni

Negai ga moshimo kanau nara ima sugu kimi no moto e

Dekinai koto w amou nanimo nai

Subete kakete dakishimete miseru yo


 

Ele para de cantar e me entrega uma maçã

-Desculpe não ter comprado nada pro café acordei quase ainda agora.

-Não tem nada. Mordo a fruta esperando Kuroro voltar a cantar.

Mas nada dele fazer.

-O que é?

-Nada. Que musica estava cantando?

One more time One more chance

Eu sorrio

-O que tem de engraçado?

-Não imagino você cantando músicas românticas.

-Por quê?

-Você é um cara mau e fodão. Por isso só faz coisas más e fodonas.

-Isso e estereotipar

-Não é minha culpa. Mas serio, seu gosto musical é muito estranho. Você passa por musicais, chega na musica pop e para na romântica.

-Alguns diriam que é um gosto peculiar.

-Peculiar e eufemismo para estranho.

-Um homem precisa manter a mente aberta Kurapika. Você pode ter sim suas preferencias. Eu amo ler, mas isso não significa que eu não posso apreciar um filme ou uma peça de teatro. A vida é muito curta para você se prender a um nicho. Por isso eu curto a vida e experimentos várias coisas, desde comidas, passatempos e até mesmo experiências sexuais.

Eu me envergonho.

-E musica. É minha segunda paixão depois de livros. Cada momento de minha vida possui uma música tema. Uma letra e uma melodia tem o dom de poder tocar sua alma. Por isso eu gosto de ouvir músicas de vários gêneros, sempre acho uma que combina comigo. Mas eu não nego que tenho um gosto pela musica clássica.

Sorrio. –Você sempre canta?

-Geralmente quando estou sozinho e cansado de ler. Eu cantava mais em publico quando criança.

-Você realmente canta bem. Por que não vira cantor? É bonito e tem uma bela voz, viraria um astro pop teen fácil, fácil.

Kuroro sorrir uma risada boba.

Eu acho estranho, ele parece tão jovial e normal sorrindo desse jeito.

-Se eu quisesse apenas me manter eu até poderia fazer isso.

Como assim, apenas se manter?

-Um dia vai descobrir.

Decepciono-me um pouco. Eu realmente queria saber. Você pode terminar a canção? –Pergunto para mudar de assunto.

-Quer mesmo escutar o resto dela?

-Sim

Kuroro da à volta no balcão, ele se abaixa e coloca sua boca perto da minha orelha, aperta minha cintura e canta.

Sabishima magirasu dake nara

Dar demo ii hazu na no ni

Hoshi ga ochisou na yoru dakara

Jibun wo itsuwarenai

One more time kisestsu yo utsurowanaide

One more time fuzake atta jikan yo


 

Itsudemo sagashite iru yo dokka ni kimi no sugata wo

Kousaten demo yume no naka demo

Konna toko ni iru hazu mo nai no ni

Kiseki ga moshimo okoru nara ima sugu kimi ni misetai

Atarashii asa korekara no boku

Ienakatta suki to iu kotoba mo


 

Embalo-me na canção de Kuroro

Não sei se é por causa da música ou outro motivo, mas seguro o rosto de Kuroro e tento beija-lo.

Sinto uma pele contra minha boca, mas não são os lábios de Kuroro. Abro os olhos e estou beijando a ponta do dedo dele.

Ele me encara de forma dura.

-O que pensa que etá fazendo.

-Eu não sei...

Kuroro ri

Eu me envergonho. Ele me encara de uma forma dura, me puxa para perto de si e fala

-Sem beijo Kurapika, não tem amor envolvido é só sexo.

A campainha toca, Kuroro vai atender.

Não tem amor envolvido, é só sexo. Essas palavras doem tanto

Eu não amo o Kuroro ele é o monstro que massacrou minha família. Então porque dói?

-Kurapika sua colega de trabalho

Kuroro me tira de meus pensamentos.

Viro é ele está parado de cueca com Ayano ao seu lado.

Isso me irrita. Vai se vestir! Ordeno sem pensar.

Eu percebo a leva levantada de sobrancelha dele. Acho que não está acostumado a receber ordens.

Ele vai embora pro quarto.

-Em minha defesa eu não sabia que ele estava de cueca. Mas eu não vi nada, não reparei em tamanho e nem definição de abdômen.

Entendi Ayano. O que faz aqui?

-Eu sei que esse é seu dia de folga, mas a Ayano-sam esta preocupada. Ela me mandou ver como você estava, e eu trouxe doces.

-Obrigado! –Pego os doces de sua mão.

-Eu vim ver como estava, mas... –Ayano olha para o quarto onde Kuroro entrou. – Eu acho que você está muito bem... Melhor impossível.

-Mas alguma coisa Ayano? -Pergunto

-Não era só isso.

Ayano despede-se

Vou para o quarto onde Kuroro estava me esperando.

-O que foi aquilo na sala?

-Aquilo o que?

-O fato de você atender a porta só de cueca. –Digo num tom repreensivo

Ele caminha até mim, parando na minha frente.

Ele da um aperto na minha bunda e eleva meu queixo.

-Isso é jeito de falar?

-Com safados sim.

Ele me puxa para mais perto de seu corpo.

-Melhore o jeito de falar. Você é só um cachorro e não o dono do canil.

-Eu sou o que eu quiser. –Me solto dos braços de Kuroro.

Espero Kuroro fazer alguma coisa. Bater-me, amarrar, me fazer andar como um cachorro de novo, me chupar ou até mesmo me foder.

Porem nada ocorre. Kuroro só sai do quarto.

Me sinto aliviado e frustrado. Sento-me na beirada da cama.

Kuroro volta 3 minutos depois com uma lata de chantilly em mãos.

-Levante-se.

Kuroro deita-se em meu lugar. Ele abre a lata e derrama chantilly por seu torço. Começando no inicio do peito e vai até o final. Perto da zona da felicidade.

-Limpe-me!

Eu erubesço na hora

-Apenas obedeça Kurapika.

Me coloco em cima dele.

Porque está envergonhado Kurapika? Já fez coisa pior.

-O que está esperando? Ele diz com a voz sexy.

Engulo seco e começo a lamber o creme próximo ao caminho da felicidade, sentido cada musculo definido que Kuroro tinha. Chego perto de seus mamilos, eles não estão sujos, mas lambo assim mesmo, e isso acaba arrancando gemidos de Kuroro.

Rio internamente. A trilha de chantilly acaba antes do pescoço, mas continuo o caminho até sua boca. Mas, ele me impede.

-Sem beijos!

Volto a sentar em cima dele e o encaro. Fico passando a mão por suas coxas torneadas.

-Tire-o Kurapika, eu sei que você quer.

Rapidamente tiro sua cueca, liberando o membro dele. Eu me sinto estranhamente feliz. Ver aquele pênis, ereto, pulsante.

Eu fiz ficar assim. Eu tevo ser tão sexy. Isso me enche de orgulho.

Agarro o brinquedo de Kuroro e o engulo sem hesitação. Estar bem mais fácil de engolir o que significa que estou ficando melhor nisso.

Paro é começo a lamber a glande, aquela é a parte mais sensível do pênis.

O creme que lambi agora a pouco era delicioso, mas nada se compara ao sêmen de Kuroro. Eu realmente quero engolir de novo.

Kuroro puxa minha cabeça para trás.

-Olhe no espelho!

Viro meu rosto e me surpreendo. Eu estou completamente vermelho. Meus olhos transmitem uma luxuria e no canto de minha boca sai um fio de saliva.

-Ta vendo como você é um cachorro? Pare ser um dono de canil você tem que transar com um cara ou uma garota e faze-lo ficar com essa cara só de chupar seu pau.

Kuroro me joga na cama

-Enquanto não conseguir fazer isso, não banque o mandão!

Ele pega sua mochila e puxa uma sacola de roupas.

-Vista isso!

-E uma roupa de cachorro de novo?

-Ele sorri. –E algo bem melhor.

Abro a sacola e arreglo meus olhos. Eu reconheço essas roupas.

A saia, o blase, a camisa social, os sapatos de salto e a peruca loira clara

-Lembra dela? Eu com certeza jamais vou equecer.

-Como conseguiu isso?

-Eu voltei naquele hotel e roubei o uniforme e a peruca foi de uma loja de fantasia. Vista!

Eu o obedeço. Minutos depois, eu estou vestido com a mesma roupa de quando eu sequestrei Kuroro

-Você realmente fica lindo nessa roupa.

-Me deixe em paz.

Kuroro me puxa novamente para perto dele. Ele desce as mãos para as minha pernas, seus dedos passam a acariciar meu pênis.

Ele retira meu blase, abre a camisa e começa a lamber e brincar com meus mamilos.

Kuroro me joga na cama. Ele levanta minha saia e da um tapa em minha bunda. Eu sinto ele se abaixar e pegar algo.

Ouço barulhos. Correntes?

Kuroro puxa meus braços para trás enrola as correntes neles e depois usa um cadeado para unir as duas pontas e me prender.

O mundo da voltas. Da ultima vez que te vi com essas roupas era eu que estava preso por uma corrente. –Ele diz num tom sarcástico.

Kuroro coloca objetos ao meu lado.

-Isso vai ser divertido.

Kuroro passa a mão por meu peito até achar meus mamilos.

-O que vai...

Ele põem pregadores neles.

Eu grito

-Isso doi!

-Vai ficar gostoso logo, logo.

Vejo a mão dele pegar uma espécie de colar de contas só que com bolas bem maiores

-São bolinhas de orgasmo.

Eu o sinto abrindo minha bunda.

-São apenas setes bolinhas. 4 a mais do que você colocou ontem . Mas essa não vibram

Kuroro enfia as bolinhas dentro de mim. As paredes de meu reto ficam se contraindo e apertando as bolinhas o que causa uma sensação estranhamente gostosa.

Kuroro me vira de frente para ele.

Vejo que ele está segunrando um estranho aparelho.

-O que é isso?

Um aparelho de choque

-Você ta doido? Eu não vou deixar você me eletrocutar.

Eu o chuto, mas Kuroro segura minha perna.

-Primeiro. Eu não preciso que você deixe nada, já disse que sou eu quem manda aqui. Segundo.

Kuroro encosta o aparelho em mim.

-O choque não é tão forte, né?

De fato o choque não era tão doloroso, mas ainda doi

Kuroro fica encostando o aparelho. Cada encosta são como pequenos beliscões.

Os pregadores estão esmagando meus mamilos, as bolinhas estão icomodando. -Pare! –Eu digo uma voz chorosa.

Kuroro olha para mim. Ele me senta na cama, retira os pregadores, as bolinhas de orgasmo e coloca o aparelho de choque no chão.

As lagrimas de humilhação que eu estava segurando até agora começam a cair.

-Por que choras?

Não consigo dizer nada.

-Você é lindo chorando.

*Soluços*

Ele libera meus braços das correntes.

Assim que ficou livre, por um impulso eu dou um tapa na cara dele.

Eu não devia ter feito isso, eu posso ter colocado tudo a perde.

Ele se abaixa.

-Vocé é uma má recepcionista, não sabe tratar uma pessoa. Sabe, eu quase senti pena de você.

Ele me empura na cama e se mete entre minha pernas. Kuroro distribui beijos por meu pescoço. Ele desce para meu ombro e me morde, meu braço, meus mamilos e minha cintura. Todos ficaram com uma marca de mordidas.

Kuroro senta-se do meu lado. Sua mão vem em meus cabelos e ele puxa para seu colo.

Fico deitado com a bunda levemente empinada. Sua mão esquerda acaricia minha bunda inteira dando alguns apertões.

Olho para trás e o vejo erguendo a mão, e então o estalo.

Gemo baixinho,quase não tenho tempo para sentir a dor. Outro tapa, mais forte do outro lado, nesse ele aperta a mão.

Sou posto de pé e encostado na parede, minhas mãos são colocadas para cima.

Kuroro pega o cinto dele.

-Não abaixe os braços. Fui claro?

-Sim, mestre.

Ele passa dois minutos me batendo, depois Kuroro tira uma foto e mostra para mim.

Minha bunda estava totalmente vermelha e com algus machucados

.Ele então cola seu corpo ao meu

-Parece que não é só seus olhos que ficam vermelhos .

Kuroro aperta meus mamilos, eles estavam doloridos por causa do pregadores. Ele volta a falar em meus ouvidos que estou apenas tendo o que mereço, pois sou uma má recepcionista e porque tentei ser algo mais do que um cachorro.

Ele me joga de novo na cama. Meu corpo está dolorido

Eu estava pensando em foder você, mas se comportou tão mal que não merece que eu enfie meu pau nessa sua bunda malcriada.

-Não! –Grito de forma involuntária.

O que está fazendo seu idiota? Deixe ele ir.

-O que você disse?

Não diga nada, não diga nada. –Não.

Kuroro da um sorriso cheio de luxuria.

Olho para ele. Seu rosto é tão lindo e seu corpo tão bem desenhado.

Ele é lindo, malvado, e faz outros cair na tentação. Ele realmente merece ser chamado de Lucifer.

Eu ouço meu cérebro gritar não, mas eu já não estava mais racional. Nesse momento, eu só o queria dentro de mim, depois de tudo o que eu passei, eu mereço e quero o tratamento completo.

Deito na cama e abro minhas pernas.

-Por favor, mestre! Eu devo está fazendo uma cara bem safada. Porque Kuroro fica visivelmente animado eu posso ver em seus olhos e lá embaixo também. Ele abre ainda mais as minhas pernas e posiciona-se entre elas. Ele só enfia a cabeça e eu estremeço.

Dou um gemido alto.

Kuroro enfia mais ele já começa rápido e violento. Olho para baixo e consigo ver a hora que seu pênis está dentro e fora de mim.

Gemo mais ainda apertando o pano da cama.

-Você devia ter recusado seu safado.

-Desculpe, mestre, eu não resisti.

-Não resistiu porque?

-Porque... Eu estou excitado.

A penetração não é tão difícil assim, apesar de ser minha primeira vez, com certeza devo isso ao treinamento de Kuroro. Mas ainda assim é um pouco apertado e tudo piora porque quando ele mete em mim as paredes de meu ânus aperta o membro dele.

Isso acaba por dar prazer a nos dois.

Kuroro deita-se ao meu lado.

-Sua vez!

Subo nele e já sinto seu pau contra a minha bunda. O agarro é enfio até o fundo.

Eu ainda acho uma sensação estranha, mas é tão gostoso que relevo todos os seus contras. Cavalgo em Kuroro como uma amazona monta em seu cavalo selvagem. A cada batida em minha bunda na pélvis de Kuroro, mostra que minha próstata estava sendo acetado pelo pau dele.

Minha mente começa a divagar.

-Mais rápido, mais forte! –Digo entro gemidos

Kuroro segura minha cintura, me tira de cima dele e me coloca de quatro.

Sinto dois dedos me penetrarem e uma mão descendo até meu pênis.

-Isso se chama ordenha.

Ele passa a me masturbar enquanto acaricia a parede de meu rabinho.

Oh merda! Isso é gostoso para caralho.

-Você gosta disso?

-Sim

-Mas prefere que meu pau ou meus dedos o faça gozar?

-Como?

Kuroro aumenta o ritmo

-Meus dedos ou meu pau?

As duas escolhas são tentadoras, mas...

-Seu pau! –Digo baixinho.

-Como? –Ele da um tapa em minha bunda.

-SEU PAU! –Grito.

Sinto pênis de Kuroro entrar em mim. Eu afundo minha cara no colchão, ele está metendo de uma forma mais violenta.

Começo a me masturbar. Chego ao clímax em segundos.

Agora só faltava Kuroro.

Ele aperta minha cintura, seus ritmos estavam rápido

-Sua puta, cadela, não devia ter vindo atrás de mim, não devia ter me sequestrado, não deveria... Me fazer conhecer você, seu lindo corpo, seu rosto angelical e essa aura pura.

Sua respiração está ofegante e seu pau mais duro. Ela vai gozar

Ele retira de dentro de mim, me coloca na posição frango assado e começa a se masturbar.

Ele vai gozar fora! Por quê?

-Não! –Digo entre em gemidos

Kuroro segura meu pescoço e me prende na cama.

-Ele me ta um tapa. –CALE-SE !!! A culpa disso tudo é sua!

Sua masturbação fica mais rápida, seus gemidos mais altos. Até gemendo ele é lindo. – sua respiração falhada e finalmente explode em cima de mim, melando todo meu abdômen.

Ele abaixa a cabeça para se acalmar um pouco. Quando levanta a cabeça, ele está com um olhar duro e frio.

Kuroro vai para o banheiro.

-O que será que deu nele? Foi algo que eu fiz?

Acaricio meu rosto, esse ultimo tapa foi mais forte do que todos que ele me derá antes.

Espero Kuroro voltar, mas acabo dormindo antes.

XXX

Acordo são seis horas da manhã. Daqui a pouco tenho que trabalhar procuro Kuroro, mais ele não está no quarto, nem no banheiro, muito menos na sala. Meu coração dispara. Vou até a cozinha esperando encontra-lo lendo, cantando ou comendo.

Não tem ninguém

Um vazio me preenche. –Ele nem se despediu.

Em cima do balcão tinha um bilhete.

OLHE NO ARMARIO

Eu me abaixo e abro o armário.

Uma caixa. Abro e para minha surpresa há quatro pares de olhos Kurutas.

Eu me sinto levemente feliz, mas ainda chateado pelo comportamento de Kuroro.

-Acho que no fundo eu não era tão especial. Hisoka um dia me disse que Kuroro gostava de apreciar as coisas que rouba e depois livra- se delas quando cansa.

E comigo não foi diferente. Quando abro o bilhete tem algo escrito.

Ai estão seus preciosos olhos. Não sou bom com despedidas, por isso não sei o que escrever aqui, então será rápido.

Não gosto de apegos, meus laços mais profundos são aquele que faço com meus membros. Mas você é um pouco diferente. Eu gosto de você, te acho um adversário digno, mas eu não faço o tipo vingativo (sou rancoroso, mas não saio por ai buscando vingança)

Por isso peço que não desista da caça a Ryodan. Procure-me, me ache. E quando conseguir fazer isso veremos se você ainda é um cachorro ou o dono do canil.

Dependendo do resultado, a gente pode tentar coisas novas.

Posições, brinquedos, fetiches, gozadas dentro... Ou talvez quem sabe, eu beije você.

Meu coração acelera.

Eu respiro fundo. E jogo a carta no chão.

-Quem você pensa que é imbecil? Ta se achando! É obvio que vou continuar a caçar a Ryodan, nem precisava pedir isso. E é porque vocês massacraram meu clã e não porque eu quero te ver.

Eu grito para o vento.

Me dirijo até meu quarto e sento na cama.

Coloco minha mão em peito, meu coração estava acelerado.

-Você nem escreveu adeus. Você realmente não gosta de se despedir.

Olho para o chão e vejo a coleira que Kuroro me fez usar.

Sorrio

Talvez, isso não seja uma despedida.

XXX

No outro lado da montanha Kuroro caminha ao lado de Shalnark

*Kuroro ON*

You say

The price of my love snot a price that you’re willing to pay

You cry

In your tea which you hurl in the sea when you see me go by

Why so sad?

Remember we made na arrangement when you went away

Now you’re making me mad

Rebember, despite our estrangemet. I m your man

You ll be back

Soon you ll see

You ll remember you belong to me

You ll be back

Time will tell

You ll remember that I served you well

-Oh, isso é raro! Você cantando perto dos outros danchou.

-Olho de volta. –Verdade!

-Essa missão foi tão boa assim?

-Otima! Melhor impossível.

-Você não disse o que era a missão.

Não digo nada

-Foi algo com o cara da corrente?

-Sim.

O matou?

-Não, mas tirei algo especial dele, e deixei uma marca que ele nunca esqueçera.

O que danchou?

-Nada demais.

Eu volto a cantar


 


Notas Finais


Esse foi o final. Eu avisei que seria mais leve que o capitulo anterior, mas depois da cena do cachorro eu fiquei receosa de me empolgar com a escrita e colocar o Kuroro fazendo chuva dourada no Kurapika.
Sem falar que o ultimo capitulo eu queria fazer algo mais amorzinho. Deixa eu explicar. O Kuroro nessa fic está confuso com seus sentimentos, depois que o loirinho capturou ele em York Shin, ele ficou marcado na cabeça do nosso lindo danchou.
Porém, o Kuroro ainda não tem certeza se é apenas amor físico ou amor racional. Nem eu sei disso, preferi deixar para os leitores tirarem suas próprias conclusões.
Se bem que naquela hora o danchou falou que não era amor, apenas sexo.
Mas será que ele falou a verdade ou só não queria aceitar que gosta do desgraçado da corrente?
Eu gostei dessa coleira, acho que vou coloca-la em alguma outra fic. Só não sei se quem vai usa-la de novo e o Bob ou se vai ser o Rex.
Quem é Rex?
Adivinhem
Essa foi a fic. Eu cumprir com o desafio, então, parabéns pra mim... Eu acho.
P.s
As imagens do segundo e terceiro capitulo, não foram escolhidas para eu utilizar na fic, eu só não queria deixar esses capítulos sem imagens mesmo.
P.s 2
A musica que o Kuroro canta se chama One more time One more chance de Yamazaki Masayoshi
E a musica que ele cantou no capitulo anterior se chama S&M da Rihanna só avisando mesmo.


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