História O sabor do pecado - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Daniel, Emma Swan, Henry Mills, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Vovó (Granny), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Romance Lgbt Sexo Ouat
Visualizações 544
Palavras 4.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Será o fim do nosso sofrimento? Hahha

Capítulo 34 - Regina Mills, aceita...?


Fanfic / Fanfiction O sabor do pecado - Capítulo 34 - Regina Mills, aceita...?

Zelena estava disposta a seguir a diante naquela situação com Jonathan. Deixou se levar pelo momento, estava de fogo e não queria parar. Seus pensamentos não estavam no rapaz, ele a beijava, mas ela não conseguia imaginar que estava ali com ele e sim com outra pessoa. Jonathan deslizava as mãos pelas coxas da ruiva e a despiu, pegou a mão dela e pôs sobre o seu membro duro e o apertou.

- Sente… - sussurrou.

Zelena nada respondeu, retirou a camiseta de Jonathan e chupou os seus mamilos de forma ávida.

- Nossa! Nenhuma mulher fez isso comigo antes… - gemeu.

Ajoelhou-se abriu o zíper da calça do rapaz, colocando a boca naquela região, fazendo-o arquear o corpo para trás. Zelena o chupava com maestria, quando Jonathan estava prestes a gozar, ela parou com os movimentos deixando-o louco.

- Por que parou? - perguntou ofegante.

- Porque você me fará gozar primeiro! - disse Zelena beijando-o.

Jonathan mordeu o lábio inferior, estava gostando do atrevimento de Zelena, ela o instigava e o deixava mais excitado do que já estava. Beijou o pescoço da ruiva e colocou a mão sobre o seu sexo masturbando-a.

- E o que quer que eu faça com você? - perguntou o rapaz sussurrando ao ouvido da ruiva.

- Me chupa! - pediu fazendo com que Jonathan sentisse o seu corpo todo arrepiar-se.

A virou na posição de quatro e penetrou a língua em seu sexo e esfregava a barba naquela região, fazendo-a sentir um leve desconforto por não estar acostumada com aquilo. Jonathan passava os dedos nos mamilos de Zelena e a chupava lentamente fazendo-a estremecer em sua boca. O rapaz rasgou o plástico da camisinha e cobriu o seu membro e logo penetrou a sua ponta no sexo da ruiva.

- Nossa… Que gostosa! - gemeu o rapaz penetrando-a lentamente.

Jonathan tinha uma voz grossa e sensual, gemia no ouvido de Zelena enquanto a estocava, segurou em seus cabelos, fazendo-a arquear o corpo para trás. Segurou na cintura de Zelena e mudou de posição sem retirar o membro de dentro dela, fazendo-a sentar nele.

- Caralho! - sussurrou Zelena sentindo um leve desconforto , mas ao mesmo tempo sentia prazer.

Jonathan era habilidoso. Deitou Zelena na cama e puxou a sua cintura fazendo-a ficar com os quadris levantados e a penetrou novamente, a ruiva masturbava-se para intensificar o seu prazer.

- Vai, Ruby! – sussurrou.

- Quem é Ruby? – perguntou Jonathan não acreditando que Zelena gemeu o nome de uma mulher.

- É um grito de guerra! – disse Zelena enganando o rapaz.

Jonathan percebeu algo estranho, retirou o seu membro de dentro dela e percebeu que a camisinha rasgou durante o ato.

- O que aconteceu? - perguntou Zelena estranhando a expressão de pânico do rapaz.

- A camisinha… Estourou! - disse espantado.

- O QUÊ? - gritou Zelena quase derrubando-o da cama.

Entrou em pânico, andava de um lado para o outro sem saber o que fazer. Jonathan tentava tranquilizá-la dizendo que não ia acontecer nada, mas a ruiva não o ouvia.

- Meu Deus! O que vou fazer? Eu não tenho maturidade pra ter um filho! - disse Zelena com aa duas mãos sobre a cabeça.

- Calma! - disse Jonathan segurando em seus ombros.

- COMO VOCÊ ME PEDE CALMA NUM MOMENTO DESSES?! - gritou nervosa.

Jonathan abriu os braços como se tentasse entender o motivo da ruiva estar tratando-o assim.

- Eu não tenho tempo, nem dinheiro pra isso! O que vou fazer? - perguntou Zelena a si mesma andando de um lado para o outro.

Regina desviou-se de Ruby fazendo-a sentir-se frustrada com o quase beijo. Seu coração estava pela boca de ansiedade por aquele toque, mas o clima fora totalmente quebrado por Regina ao pegar o celular para ler a mensagem que havia recebido.

- Desculpe, Ruby, mas não posso correspondê-la. - disse desbloqueando o celular e afastando-se.

Ruby soltou o ar dos pulmões e virou-se para tomar o seu drink. Percebendo ali que a cabeça e o coração de Regina pertenciam completamente a Emma. Estava chateada por isso, até deixou uma lágrima solitária escorrer e não permitiu que a morena percebesse.

“Regina, não se esqueça da minha formatura. Você é a pessoa mais importante que desejo ver neste dia. Sem você lá não terá o mesmo significado, eu sei que ainda estamos distantes, mas por favor, não me deixe sozinha neste momento. Eu te amo!”

A hundred days have made me older

Since the last time that I saw your pretty face...

(Cem dias me fizeram mais velho

Desde a última vez que eu vi seu lindo rosto…)

all the miles that separate

They disappear now when I'm dreaming of your face

(toda distância que nos separam

Desaparecem quando eu sonho com o seu rosto)

Regina ficou petrificada após ler aquela mensagem, seu olhar estava fixo naquelas palavras, um vazio tomava conta de seu peito e a tela de seu celular molhou com uma lágrima que escorreu sem a sua permissão.

I'm here without you baby

But you're still on my lonely mind

I think about you baby

And I dream about you all the time

I'm here without you baby

But you're still with me in my dreams

And tonight, it's only you and me

(Eu estou aqui sem você, baby

Mas você ainda está em minha mente solitária

Eu penso em você, baby

E eu sonho com você o tempo todo

Eu estou aqui sem você, baby

Mas você ainda está comigo em meus sonhos

E hoje à noite, somos só você e eu)

Regina não queria sentir a dor de ver Emma novamente, era difícil e não sabia o que fazer. Não queria deixar essa ferida na loira, seu coração estava balançado com aquelas palavras e precisava tomar uma decisão. Ir ou não ir a formatura de Emma? Apesar de tudo, não conseguia magoá-la. Apesar de tudo gostava de ver o sorriso no rosto da loira, parecia que aquele sentimento não queria deixá-la. Quanto mais tentava esquecer-se dela, mais a amava.

O celular de Ruby tocou e era Zelena. A princípio, a chamada foi rejeitada pela mulher, mas acabou cedendo à insistência da amiga.

- O que houve, Zelena? - perguntou Ruby nervosa.

- Eu preciso da sua ajuda, estou desesperada! - disse aflita.

- Mas o que houve? - preocupou-se.

- A camisinha estourou! - sussurrou Zelena descendo o elevador do prédio de Jonathan após sair correndo.

- Zelena, eu não estou ouvindo, aqui está muito barulhento. Fala mais alto. - pediu Ruby.

Zelena olhou para os lados e ficou com vergonha das pessoas que desciam junto com ela.

- A camisinha estourou. - repetiu entre os dentes.

- O QUÊ? - perguntou Ruby espantada.

- A CAMISINHA ESTOUROU, PORRA! - gritou Zelena irritando-se com a surdez da amiga.

- Isso eu entendi. O que eu não entendi foi o fato de você está falando de camisinha. Dedos gozam? - perguntou Ruby achando graça da ruiva.

Zelena revirou os olhos diante da pergunta e diante da vergonha que Ruby a fez passar.

- Claro que não, sua idiota! - resmungou. - Eu estava com um homem, a camisinha estourou e eu estou nervosa e não sei o que faço, estou desesperada, quase me jogando da janela do décimo andar… - disse Zelena desesperada sem respirar.

Ruby só conseguiu ouvir que a ruiva esteve com um homem e não conseguia acreditar. Seu coração palpitava, sentia raiva, não conseguia falar e não entendia o porquê.

- E quem é es-se ho-mem? - gaguejou.

- NÃO IMPORTA, RUBY! ISSO É O DE MENOS. - gritou Zelena.

- Onde você está? - perguntou com a voz trêmula.

- Vou te mandar a localização. - respondeu nervosa.

- Você conhecia esse homem, Zelena? - perguntou Ruby preocupada.

- Não. Satisfeita? - perguntou Zelena nervosa.

- Onde o conheceu, Zelena? Você é louca! Como que dorme com um cara, logo você! Você é sapatão! S-A-P-A-T-Ã-O! Não tinha o que fazer não? Por que fez isso? - perguntou Ruby estressada.

- O que houve com a Zelena? - perguntou Regina estranhando o comportamento de Ruby.

Ruby pediu para que Regina esperasse.

- O que foi? Virou minha mãe ou está com ciúmes? - ironizou Zelena.

- Não inventa, sua ruiva idiota! Vou te buscar e a gente vê o que faz! - disse Ruby desligando o telefone na cara dela.

- Ela está com problemas? - perguntou Regina.

- Transou com um cara e a camisinha estourou! Tchau. Depois nos falamos. - disse Ruby retirando-se apressadamente e não deu tempo para Regina processar a informação.

- Um cara? Achei que fosse lésbica. - disse Regina falando sozinha e virando outra dose de Whisky.

Mary Margaret estava em casa lavando as louças, fazia tanto barulho que parecia querer afundar a palha de aço nos pratos. A todo momento a imagem de Emma e Regina na cama a atormentava. Sentia ódio de si mesma por achar que era culpada pela filha ter seguido esse caminho.

- O que essas panelas te fizeram, mulher? - perguntou Kristin arqueando uma sobrancelha.

- NADA! - gritou Mary quebrando um dos pratos.

- EITA! - gritou Kristin assustando-se.

- MERDA! - gritou Mary abaixando-se para catar os cacos de vidro e acabou se cortando.

- Sai dai, você não está servindo pra nada hoje! - disse Kristin catando os cacos para a irmã. - Me conte logo o que está havendo e onde está Emma? - insistiu.

Mary sentou-se na mesa pressionando o dedo cortado.

- Eu nem sei como dizer isso… - disse Mary aflita e soltando o ar dos pulmões.

- Conta logo!

- Aquela guria só nasceu pra me dar desgosto. Só não morri esses dias pela graça de Deus! - resmungou Mary levantando a mão para cima em direção ao céu.

- Ai ai ai ai ai ai! Não fale assim da Emma! Ela só vive em função de agradá-la e é super atenciosa com você! - disse Kristin gesticulando com alguns cacos na mão.

- Não é. Não é! Se fosse, ela não estaria fazendo essas safadezas que anda fazendo! - disse Mary socando a mesa.

- E o que ela anda fazendo, Mary? Emma é uma menina tão boa… Era da escola pra casa, de casa pra escola, preocupada com você, largou a faculdade lá em Santa Catarina pra não deixá-la sozinha e você ainda reclama? - perguntou Kristin.

- Falsidade! Aquilo é uma cobra, me deu o bote pelas costas! Ela e aquela Regina me traíram! Trouxe ela pra comer da minha comida, sentar na minha mesa e o pior, respirar o mesmo ar que eu respiro! - disse Mary irritada chupando o sangue do dedo.

- Larga de ser porca! Vá lavar esse dedo! - disse Kristin observando o comportamento da irmã.

- Vai te catar! Tô aqui falando sobre a Emma e aquela mulher e você me manda lavar o dedo. Vai se fuder, Kristin, tu não serve nem pra me entender. - reclamou Mary.

- Puta que pariu! O que é que as pobrezinhas fizeram? - perguntou Kristin não suportando a chatice da irmã.

- Peguei as duas na cama! Emma estava enfiada no meio das pernas da Regina. Quase tive um AVC na hora e você ainda as chamam de pobrezinhas? A minha casa não é puteiro não. Tive que ouvir aquela mulher gemendo e falando “Vai Emma! Chupa mais forte! Que gostoso!” - relembrou sentindo o seu estômago revirar.

- Ah, pensei que fosse algo sério. Que elas estivessem roubando, se prostituindo ou até matando alguém. Melhore muito, Mary Margaret! - reclamou Kristin jogando os cacos no lixo.

- Oxe! E isso não é sério, mulher? - perguntou Mary indignada com a irmã.

- Não! - respondeu.

- Você já sabia, Kristin? Me responda com sinceridade! - pediu Mary.

Kristin cerrou os dentes e olhou para os lados antes de falar.

- É, é… Sabia! - respondeu.

- SUA FALSA! SABIA DE TUDO E NÃO ME CONTOU, SUA CRETINA! AINDA SE DIZ MINHA IRMÃ! É IGUAL A ELAS… POR QUE NÃO ME CONTOU? - perguntou surtando.

- Se você não abaixar este tom de voz, eu vou embora e nunca mais volto! Tá achando que eu sou o quê pra tá gritando assim comigo? Vá gritar com as cachorras, comigo não! – cortou com uma expressão séria.

- É uma quenga sim! Você e elas! - disse Mary ainda não a creditando que a irmã não lhe falou nada.

- Eu sabia sim! Me choquei no início, mas depois pensei que a gente tá no século vinte e um, as pessoas têm direito de amar a quem quiserem e ninguém tem nada a ver com o que rola entre quatro paredes. Você deveria fazer o mesmo! - disse Kristin terminando de enxaguar as louças.

- Não acredito que você também anda defendo esse tipo de coisa. - disse Mary assustada com a posição da irmã.

- Vai adiantar você ficar brava? Emma tem trinta anos e não é mais uma menininha que você pode controlar. Quanto mais você tentar reprimi-la, mais ela irá correr pro lado contrário do que você quer! Se não for com Regina, será com outra pessoa e sinceramente, Emma é muito apaixonada por ela e você não a impedirá! - disse Kristin abrindo os olhos da irmã.

Mary estava estarrecida com tudo que Kristin estava falando. Irritou-se e a deixou falando sozinha.

Cora e Ingrid estavam preocupadas com a apatia da filha e prepararam algo para Regina na tentativa de animá-la. Não aguentavam mais ver a tristeza dela e a sua falta de apetite durante esses dias. Prepararam uma mesa com as coisas que Regina mais gostava. Entraram em seu quarto com uma venda nas mãos e tentaram tirá-la da cama. Com muito custo, a morena foi conduzida até a cozinha com os olhos tapados e sentou-se na cadeira.

- Não acredito! Vocês fizeram escondidinho de queijo pra mim? - perguntou Regina ainda com os olhos vendados.

- Eu que fiz. - disse Ingrid dando um beijo no rosto de Regina.

- Está com um cheiro muito bom. - disse levando a mão até a venda na tentativa de tirá-la, mas Ingrid a impediu.

- Ainda não. Você vai ficar com isso até comer. - repreendeu Cora.

- O que é isso? Vocês duas estão conspirando contra mim? - perguntou Regina.

- Só estamos tentando arrumar uma forma de fazê-la comer e não pensar em coisas tristes. - respondeu Cora levando um pedaço do escondidinho até a boca de Regina. - Abra a boquinha… - pediu.

Regina riu da peripécia das mães.

- Mãe, estou me sentindo um bebê! - disse Regina degustando o primeiro pedaço e rindo da situação.

- Mas você é o nosso bebê! - disse Cora acariciando o rosto de Regina que sentia-se muito feliz com aquele simples ato.

Ingrid pegou um líquido, serviu uma taça e levou até a boca de Regina.

- Que vinho é esse? - perguntou Regina confundindo o sabor.

- Não é vinho, amor. É suco de uva integral. - respondeu Ingrid.

- Vocês são demais! - disse Regina animando-se.

Cora e Ingrid entreolharam-se.

- Nós sabemos! – disseram em uníssono gargalhando.

- E modestas! - completou Regina.

- Come mais um pouquinho, você não pode ficar assim… Nós ficamos triste de vê-la assim. - disse Cora levando outro pedaço a boca da filha.

- Está muito bom! - disse Regina adorando aquela situação.

Ingrid escolheu um filme que Regina adorava, fez pipocas e sentaram as três no sofá. Cora e Ingrid acariciavam os cabelos da filha, era um momento único e Regina não sentia-se tão bem assim há algum tempo. Conversaram, debateram sobre vários assuntos e acabaram virando a noite divertindo-se. Cora e Ingrid ficaram bem felizes com o resultado, por terem conseguido arrancar vários sorrisos de Regina naquela noite e a aconselharam em relação à Emma.

Alguns dias depois

Mary Margaret saiu com Kristin, Lily e Lucy para o grande dia de Emma, chegaram cedo no salão de festas e ficaram com falatórios aleatórios em relação a decoração do evento, cada uma tinha uma opinião diferente e nunca entravam em consenso. Zelena, Ruby, Killian e Arthur chegaram logo em seguida, sentaram-se em um lugar de fácil visualização da pista. David chegou junto com Emma e logo foi falar com todos os conhecidos, sentou-se na frente para apreciar a apresentação da filha. Emma estava aflita, volta e meia olhava em direção as cadeiras para ver se Regina estava por lá, mas nem sinal dela.

Ela não vem!” - Emma enviou totalmente desanimada para David.

“Calma, ainda há tempo.” - respondeu.

“Espero!’ - respondeu Emma com as mãos trêmulas.

Alguns alunos fizeram seus discursos, todos felizes e realizados naquele dia, mas Emma só conseguia sentir tristeza por sua amada não ter comparecido. Estava com a perna desinquieta e olhava para a tela do celular e pensava se mandava alguma coisa para a sua morena.

- Emma Swan! - a voz de seu coordenador a chamou.

Naquele instante já havia desistido da presença de Regina, uma vontade de chorar incontrolável tomou conta de seu ser e não conseguia falar. Respirou fundo, cerrou os olhos e caminhou em direção ao palco, pegou o microfone e pigarreou. Olhou para baixo antes de olhar para a plateia. Os olhos de David brilhavam em sua direção, Mary estava feliz por não ver nenhuma presença desagradável e Emma logo iniciou o seu discurso.

- Hoje é um dia muito feliz para mim. É o dia em que estou realizando um sonho que cultivei por anos, um sonho que foi esquecido por algum tempo, pois certos fatos da minha vida, me fizeram deixá-lo em segundo plano…- disse Emma congelando por um instante.

Regina chegou atrasada, estava ao lado de Cora e Ingrid que a acompanhavam e logo sentaram-se também na primeira fileira. Emma sentiu um calor tomar conta de seu corpo, não esperava mais que a morena fosse comparecer. Sua voz falhou, esqueceu tudo que havia preparado para falar, mas tinha uma cola para ler. Suava frio, olhava em direção a Regina que estava ali séria, mas estava presente. Alguém a cutucou e isso a fez com que retomasse com o discurso.

Come up to meet you, tell you I'm sorry

You don't know how lovely you are

I had to find you, tell you I need you

And tell you I set you apart

Tell me your secrets, and ask me your questions

Oh let's go back to the start

Running in circles, coming up tails

Heads on a science apart

(Vim pra lhe encontrar, dizer que sinto muito

Você não sabe o quão amável você é

Tenho que lhe achar, dizer que preciso de você

E te dizer que eu escolhi você

Conte-me seus segredos, faça-me suas perguntas

Oh, vamos voltar pro começo

Correndo em círculos, perseguindo a cauda

Cabeças numa ciência à parte)

- Mas… Alguém me fez reacender essa chama dentro de mim. Eu praticamente havia desistido da ideia de me formar, pensei que naquele atual momento era demais para mim. Essa pessoa é de longe a mais importante em minha vida e tudo isso é dedicado a ela. - disse Emma olhando em direção a morena.

Nobody said it was easy

It's such a shame for us to part

Nobody said it was easy

No one ever said it would be this hard

Oh take me back to the start

Ninguém disse que era fácil

(É uma pena nós nos separarmos

Ninguém disse que era fácil

Ninguém jamais disse que seria tão difícil assim

Oh, me leve de volta ao começo)

Regina a olhava com certa dor, a loira lhe parecia tão distante e perguntava-se como que elas puderam deixar todo aquele sentimento bonito, aquele relacionamento lindo chegar a tal ponto.

- Como disse Freud: “A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.” Refletindo sobre isso, cheguei a uma conclusão… - Emma mordeu o lábio inferior. - Eu só serei feliz se ela estiver ao meu lado. – Emocionou-se.

Mary franzia o cenho e não acreditava que Emma estava falando de Regina, seu coração estava acelerado e suas mãos suavam frio de ansiedade, queria que tudo aquilo acabasse e pudesse descobrir que não se tratava da morena.

- Não é possível! – murmurou.

- Shiu! – Kristin a repreendeu.

- Eu pensei: Meu Deus! O que farei para reconquistar o coração da mulher mais bela e fascinante do mundo? - perguntou Emma olhando nos olhos de Regina que estava com os olhos marejados.

Cora e Ingrid olhavam para o rosto da filha e em seguida para Emma. David estava emocionado, estava ciente de tudo que aconteceria ali e torcia para que tudo desse certo.

- Flores? - perguntou Emma e em seguida uma chuva de pétalas de rosas vermelhas tomou conta do local, caindo em direção aos convidados.

Regina sentia suas lágrimas escorrerem e mal podia controlar a emoção. Era inacreditável Emma estar falando assim dela no meio de todas aquelas pessoas, era tudo que ela queria, ser sua namorada oficialmente, que todos soubessem do amor que uma sentia pela outra.

- Te presentear a lua? - perguntou Emma e em seguida entrou uma colega de sala com uma máscara de lua e os holofotes marcavam apenas o seu rosto e o de Emma enquanto falava.

- Estrelas? - Várias pessoas com máscaras de estrelas ficaram ao lado da lua e os holofotes focaram naqueles desenhos.

- O meu coração? É tudo que tenho… - Emma sorri emocionada, a sua voz estava embargada e mal conseguia conter os sentimentos que tomavam conta de seu coração.

Uma chuva de balões em formato de coração começou a aparecer no salão, emocionando a todos mais ainda. Regina sentiu um arrepio tomar conta de seu corpo e a banda começou a cantar uma outra música.

Meu coração

Bate ligeiramente apertado

Ligeiramente machucado

Caiu tão fundo nessa emoção

Primeira vez

Que o amor bateu de frente comigo

Antes era só um amigo

Agora mudou tudo de vez

- Não, o meu coração você já tem… - disse Emma com a voz falha e emocionando-se novamente.

Será que você sente

Tudo o que eu sinto por você

Será que é amor

Tá tão difícil de esconder

- Estou muito feliz por você estar presente neste dia. Eu simplesmente devo tudo isso a você e nenhuma outra pessoa me incentivou como você o fez. Você sempre quis o meu melhor… - disse Emma sentindo o seu coração bater apressadamente e suspirou no microfone.

Oh, oh, olha o que o amor te faz

Te deixa sem saber como agir

Oh, oh, quando ele te pegar

Não tem pra onde você fugir

Oh, oh, olha o que o amor me faz

Fiquei tão boba, fiquei assim

Oh, oh, nada será capaz

De apagar esse amor em mim

Oh, oh

- Todos os dias me lembro dos nossos momentos felizes juntas… Lembro do seu sorriso e de quando você fazia piadas sobre o meu jeito desajeitado. - sorriu e limpou os olhos marejados. - E eu só tenho vontade de viver mais e mais ao seu lado. – disse que a voz embargada, não conseguia conter aquelas lágrimas.

- Filha, que lindo! - sussurrou Cora ao ouvido de Regina que tentava se beliscar para ter certeza de aquilo tudo não era um sonho.

- O que eu mais quero e recuperar o tempo perdido e dizer o quanto a amo todos os dias da minha vida… - disse Emma retirando algo do bolso. - Nesta caixa… - mostrou uma pequena caixinha preta. - Está a chave para o nosso futuro. – suspirou.

A euforia da plateia era inevitável. No telão aparecia várias fotos de Emma e Regina juntas, fotos de momentos felizes que a loira guardava com carinho e isso deixava Regina mais feliz ainda. Era tão surreal que sentia-se flutuando, nunca imaginou do que Emma fosse capaz.

- Nela eu enxergo uma vida longa e feliz ao teu lado. Enxergo eu, você, Henry… Ah, como eu amo o brilho dos seus olhos quando fala sobre ele, a forma que você o ama… Nosso filho amado! E... Nossos cachorros... Nossas filhas lindas! - disse Emma descendo do palco e caminhando em direção a Regina com o microfone em mãos.

- Eu serei e te farei a mulher mais feliz do mundo se você aceitar ser a minha esposa! - disse Emma estendendo as mãos para Regina que mal tinha força nas pernas para manter-se de pé.

A olhou nos olhos e suspirou fundo.

- Eu sou uma louca apaixonada por você… Aqui todos serão testemunhas do nosso amor. – disse olhando nos olhos de Mary. - Regina Mills, aceita se casar comigo? - perguntou abrindo a caixinha e mostrando as belas alianças que escolhera com tanto carinho.


Notas Finais


Eitaaaaaa agora eu dei valor na Emma ÇUAN! HAHHAHA
Mary levou na cara da Kristin
Zelena se ferrou tadinha
Será que Regina aceita?
Será que vai ter treta? Hahga
Comentem!


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