História O senhor dos feitiços - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Clash of Clans
Tags Bruxos, Feitiço, Guerreiros, Principes
Visualizações 1
Palavras 564
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Preparando os ingredientes


Algumas horas depois...

- Juliano volta para o hotel se deparando com o Borracha na porta de entrada.

- Como vai Borracha? – Diz Juliano enquanto entra no hotel.

- Bem. Cadê a comida? – Diz Borracha entrando no hotel e se escorando no balcão da sala principal.

- É... peguei o caminho errado e decidir voltar, antes que ficasse tarde. – Diz Juliano disfarçando para não dizer o que ouve de verdade.

- Ah sim. Já vou indo, o sol já está se pondo e não alimentei os animais. – Diz Borracha indo embora do hotel. – Juliano fica mais aliviado por Borracha não saber sobre a Bruxa Sombria. Juliano pega uma folha enrolada em seu bolso da calça, abri a folha, e olha o que está escrito.

- ‘encontre os seguintes ingredientes. 3 gotas de...’ – lê Juliano, mas Mia chega no hotel e Juliano para a leitura na hora.

- Trouxe a comida do hotel? – Diz Mia sentando no banco do balcão colando um arco sobre ele.

- Ouve um problema, mas amanhã eu trago sem falta. E o que é esse arco? – Diz Juliano.

- Minha mãe me deu de presente, acho que vou vender para garantir ouro. O arco foi usado na guerra das trevas, deve valer muito. – Diz Mia impressionando o Juliano que por alguns minutos fica surpreso.

- A guerra da Bruxa Sombria? – Diz Juliano

- Sim, mas eu ligo para o quanto isso deve valer. Vou arrumar um lugar para colocar isso e dormir. Até amanhã. – Diz Mia pegando o arco e subindo umas escadas. Juliano senta no banco onde Mia estava e continua a ler.

- ‘... 3 gotas de sangue de cavalo. Vou pegar esse ingrediente no estábulo do hotel, Borracha deve estar dormindo lá, preciso amanhã de manhã’. – Diz Juliano guardando a folha no bolso, subindo as escadas e indo para o seu quarto dormir.

Enquanto isso no estábulo...

- Borracha coloca um cobertor no chão do estábulo para se deitar, mas uma sensação estranha faz ele achar que tem alguém o observando.

- Tem alguém aqui? – Diz Borracha olhando ao redor do estábulo.

- Não lembra de mim? – Diz uma voz misteriosa, mas o Borracha reconheceu.

- Bandida? – Diz o Borracha que após dizer isso tem sua boca tampada a força por alguém que apareceu surpreendentemente.

- Fique calmo Borracha, eu estou correndo perigo e você também pode estar. Precisamos nos esconder em algum lugar. – Diz a pessoa que segura o Borracha para ele não reagir.

Minutos depois...

- Juliano acorda no meio da madrugada, desce a sala do hotel em cautela para que nenhum hospede acorde, pega uma faca na gaveta do balcão, abre a porta do hotel e vai em direção ao estábulo.

- ‘O Borracha não está, vai ser mais fácil de pegar o sangue’. – Diz Juliano entrando no estábulo e indo em direção a um cavalo. – Desculpe amigo, isso vai doer mais em mim do que você, mas amanhã você vai está curado, só vai ser um corte pequeno. – Juliano pega faca, faz um corte na barriga do cavalo e sai correndo do estábulo para o hotel com a faca sangrenta enquanto o cavalo fica guinchando de dor. Enquanto no hotel Juliano pega uma xícara na gaveta do balcão e deixa escorrer o sangue da faca para a xícara.

- O que é isso? – Diz Mia aparecendo na sala para a surpresa de Juliano.



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