História O Teste (Romance Gay) - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Gay, Romance, Sexo, Teste
Visualizações 74
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, FemmeSlash, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei meu amor

Capítulo 17 - Capítulo 17


Jonhy 

Depois da confição do Richard, eu não sei oque pensar. "Jonhy eu te amo" "eu te amo" "te amo", depois da sua confição eu só disse "eu sinto o mesmo" mais oque eu queria ter dito era "Eu te amo Richard". Pedi pra ele me deixar sozinho um pouco pra poder botar as minhas ideias no lugar. Será que eu sinto o mesmo pelo Richard ou será um amor diferente, a última coisa que eu quero e magua-lo.

- oi tudo bem - Richard entrou no quarto só de cueca segurando uma bandeja cheia de comida, eu fiquei com a cara toda vermelha.

- oque aconteceu com as suas roupas.

- eu tive um pequeno problema quando estava fazendo isso tudo.

- e pra quer está comida toda.

- ja é meio dia, pensei que estaria com fome - eu já tinha ouvido fala de gente que se perde nos pensamentos por horas mais não esperava que seria tanto tempo.

- você fez isso tudo pra mim - eu comi um pedaço do frango, hummm está uma delícia - eu não sabia que você cozinhava tão bem.

- isso tudo é comida congelada - porque não estou surpreso - Jonhy eu quero que saiba, que não precisa me dá uma resposta agora. Eu não quero te por pressão ou algo do tipo, não importa o tempo que leve eu vou te espera - ele me deu um beijo na testa e foi embora.

Como ele consegue mecher comigo, só tem uma pessoa que pode me ajuda nesse momento de crise. Peguei o telefone e liguei pro Biel.

- Oi! Jonhy que bom, que você me ligou. Eu quero pedi desculpas pelo oque eu te disse mais cedo.

- não precisa me pedi desculpas, eu tô precisando da sua ajuda.

- você me pedi tanta ajuda que eu devia começar a croba.

- não faz isso comigo.

- tô brincando, pode fale.

- bem.... o Richard......

- você vai leva a conta do meu telefone pro espaço se não fala logo.

- o Richard disse que me ama!

- oque!

- e eu não consigo dizer que amo ele.

- aí.....

- eu machuquei ele não dando uma resposta.

- desculpa a Sofia pisou no meu pé.

- quem e Sofia?

- depois eu te conto, agora me escuta. Como você tem outros que não conseguem dizer "eu te amo" logo de primeira. Pense bastante no que você vai dizer e ver se não demora demais pra responde-lo.

- você sempre sabe oque dizer.

- esse é meu trabalho e não esqueça de me paga - Desliguei o telefone.

Obrigado Gabriel, agora tenho que pensar bastante antes de qualquer coisa.

Gabriel 

Sofia ficou fazendo transas no meu cabelo rosa - seu cabelo e tão legau.

- obrigado querida.

- ja estamos chegando na sua casa Gabriel - Gustavo falando.

- não papai, vamos leva ele pra casa. Ele pode dormi no meu quarto.

- querida, ele não é um bicho de estimação.

- papai, não vou desistir tão fácil - tirei o meu cinto pra poder chegar mais perto do Gustavo.

- você não precisa me deixar em casa.

- tudo bem então.

- e mais uma vez eu venci - aquela pequena e mais esperta doque parece.

Gustavo nos levou até o cinema onde assistimos carros 3, Sofia não parava de canta Vitória por ter me feito passar o dia com ela e Gustavo. Quando saímos do cinema, Sofia pegou na minha mão e pegou na mão do Gustavo.

- viva, família feliz - Gustavo e eu nos olhamos quando ela disse isso, parte de mim até gostou da ideia de um dia eu acha o cara certo e termos os nossos filhos.

Ficamos andando naquele jeitinho por um tempo, eu de um lado, Gustavo no outro e Sofia no meio. Aquela cena era diguina de filme pouco tempo depois eu e Gustavo percebemos que Sofia estava andando sozinha bem na nossa frente com um soricinho na cara. Foi naquela hora que percebemos que a espertinha nos fez anda de mãos dadas.

Gustavo ficou com a cara toda vermelho - eu pesso desculpas por isso ela geralmente não faz esse tipo de coisa.

- tá tudo bem , mais você podia devolver a minha mão agora - ele soltou a minha mão e pegou Sofia no colo.

- vamos volta pro caro.

Fomos até o caro e durante todo o caminho Gustavo ficou com a cara toda vermelha de vergonha.

- Guga, Guga, Guga, juntos pra sempre.

Sofia ficava cantando uma música sobre um tal de Guga então resolvi pergunta - queria quem é Guga.

- você é o papai.

- eu acho que quero ir pra casa agora.

- eu estava pensando na mesma coisa.

Não demorou muito pra chegarmos na minha casa, sair do carro dei um beijo de despedida na bochecha da Sofia em despedi do Gustavo. Olhei no relógio e vi que eram quase sete horas então a minha mãe já e estaria em casa.

- mãe cheguei - quando entrei em casa ela estava sentada na sala.

- Gabriel venha aqui AGORA! - ela gritou comigo, ela nunca tinha feito isso antes.

- mãe está tudo bem.

- BEM E A ÚLTIMA COISA QUE ESTOU AGORA, POR QUANTO TEMPO VOCÊ ACHOU QUE IA ESCONDER ISSO DE MIM!

- eu não sei oque você está falando - ela respirou fundo.

- estou falando do fato de você ser gay.

- como a senhora descobriu?

- isso não vem ao caso - ela chegou perto de mim e me deu um abraço - não se preocupe filho eles vão te cura.

- como assim me cura - me soltei dos braços dela.

- relacha filho, logo, logo você voltará a ver normal - ela pegou o computador - eu encontrei um lugar onde podem te livra dessa doença.

- mãe eu não estou doente ser gay não é doença.

- eu só quero que você fique livre desse vírus.

- tá mãe, a senhora não vai ter que se preocupa em pegar esse vírus.

- meu filho muito obrigada, você vai ver ele vai te cura.

- eu vou embora dessa casa - Fui até o meu quarto peguei só o encesial, andei até a porta da frente quando a minha mãe fala.

- se sair por essa porta, nunca mais ouse bota os pés aqui novamente - sair daquela casa sem olhar pra trás.

Eric

Devo ter gastado uma grana preta com esse cara, mais tudo vai valer a pena no final. Levei ele ate a roda gigante do pokemon, entramos na pokebola e começamos a subi.

- muito obrigado por me trazer aqui eu estava precisando disso.

- não foi nada - sibem que eu devia bota um limite de grana com cada presa.

- olha, naquele dia. Meu namorado terminou comigo por mensagem, eu não sei oque eu fiz de errado. Tudo oque eu queria dele era uma resposta mais quando eu tentava fala com ele era como se eu nem existir - Que sentimento e esse, porque eu não quero mais brinca com ele - tá tudo bem, você tá ficando vermelho.

- sem problemas eu estou bem - ele se levantou e veio na minha direção.

- me deixa ver a sua temperatura - ele botou a testa dele junto a minha - Jesus você tá fervendo, tenho que te levar pra casa agora - geralmente só levo gente pra minha casa quando estou pronto de manda ver, quem sabe não posso aproveitar.

Sairmos do parque e fomos pro meu carro, fiquei fazendo ceninha de dodói enquanto ele dirigia o meu carro. Chegamos na no meu prédio.

Eu estava prestes a sair quando ele me pegou e me colocou nas suas costas - oque você está fazendo ?

- você está doente, não vou deixar o meu amigo arisca a sua saúde - eu não entendo como alguém pode ser tão legau.

Ele me carregou até chegarmos ao setimo andar, entramos no meu ape. Deci de suas costas e não demorou muito pra ele achar que manda em mim.

- vai toma um banho de água quente enquanto preparo algo pra sua febre, onde fica a cozinha.

- e logo ali dobrando o corredor - fiz oque ele disse, tomei um banho de água quente e me senti muito melhor, sair do banheiro e senti um cheiro maravilhoso vindo da cozinha. Antonio estava preparando algo pra mim, ele se virou e me viu um um soriso no rosto que mecheu comigo.

- oi a comida tá quase pronta.

- jura que bom eu estou cheio de fome - ele me deu um prato de sopa, eu espera mais que isso.

- essa e a canja de galinha especial da minha avó, ela dizia que acabava com qualquer resfriado. Eu tenho que ir agora mais eu volto amanhã pra ver se você está melhor - ele me deu um abraço e foi embora.

- até parece que vou comer isso, eu vou e pedi um Pizza - peguei o telefone e pedi a minha pizza, mais o cheiro daquela canja está tão boa que resolvi experimentar. Aquilo está uma delícia e tinha algo naquela canja que eu não sentia a muito tempo.

- amor



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