História Obscure - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Personagens Originais
Tags Daryl Dixon, Grimes, The Walking Dead
Visualizações 18
Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Daqui a uns capítulos vocês devam achar que eu não sei contar os dias das semanas.

Capítulo 5 - Cicatrizes


Fanfic / Fanfiction Obscure - Capítulo 5 - Cicatrizes

E lá estava a loira, tinha voltado a época de 16 anos atrás, onde acabará de voltar aos seus 8 anos. Estavam todos no quintal, seus pais, seu padrinho e a esposa, alguns parentes e também alguns amigos de escola.

Rose estava envolta do bolo de cobertura lilás, usando um vestido azul, todo florido, o tênis cheio de lama, os cabelos dourados presos numa fita branca.

Estavam todos batendo palmas, Rose estava feliz ao ver todos reunidos. Antes assoprar a vela de número 8 ela fechou os olhos fazendo seu pedido. Um irmão.

Três meses depois estava ela, sentada na guia da calçada, olhando o joelho ralado, a poucos centímetros estava a bicicleta rosa caída.

- O que foi princesa - perguntou o padrinho assim que desceu do carro.

- Eu decidi tirar as rodinhas - disse em um tom divertido - E bom.. - apontou ao joelho.

- Venha vamos fazer um curativo nisso - disse antes de pegar a afilhada e carrega-la nas costas, simulando um avião, tirando altas gargalhadas da menor. - Que tal tomarmos um sorvete?

- Mamãe não deixa eu tomar sorvete antes do almoço.

- Ela não precisa saber disso - disse ele antes de fazer um gesto silêncioso com os lábios.

4 anos depois, estavam todos reunidos em um piquenique de domingo, numa área apenas para pessoas autorizadas. Rose ja estava em seus 12 anos.

- Você levanta a arma na altura do ombro, não aperte o gatilho de primeira..

- Porque se apertar, vai errar, e isso dará chance ao oponente - o padrinho completou a fala de seu pai - Só aperte se tiver certeza disso..

- Gente, não enchem a cabeça dela com essas coisas - Lori se pronucia enquanto balançava a mãozinha do filho caçula, que ja estava com seu primeiro mês de vida.

- Eu vou ser polícial mamãe.. - disse a garota enquanto o pai ria.

- Relaxa amor..

- Ela será uma ótima polícial - disse o padrinho enquanto abraçava a afilhada - Vamos lá Rose, concentre-se e atire! - disse apontando na direção do alvo improvisado.

A loira se concentrou, respirou fundo, soltando o ar pela boca. Quanto estava segura de si, deixou que os dedos escorregassem pelo gatilho, tendo seu primeiro tiro, acertando de primeira.

Rosalie sorriu, orgulhosa da filha, Rick sorriu, Shane bagunçou os fios dourados da afilhada. Lori soltou uma exclamação, sabendo que agora, teria que se preocupar em dobro,e Carl? Ele riu, sem saber o que estava acontecendo em sua volta.

Agora, 12 anos mais tarde, lá estava ela, andando por longos corredores, estava tudo um caos, ela não podia se mexer nada, era como se só a mente dela estivesse se guiando, seu corpo não respondia.

Ela parou em uma porta, número 122 como, essa porta ela conhecia muito bem, levou os dedos até tocar o metal gélido. Girou a maçaneta e viu uma cena.

La estava seu pai, caminhando pelo quarto, o coração da loira se encheu de felicidade, mas durou pouco, durou até ele se virar e ir em direção a ela.

Seus olhos azuis não tinha mais aquele brilho, o brilho igual o de quando Rose lhe entregava um desenho. Agora estavam brancos, e sem vida.

Rosalie totalmente estática, não conseguiu fazer nada, apenas ficar parada o olhando, a cada segundo ele avançava em sua direção. Com maxilar abrindo e fechando, liberando apenas grunhidos.

- Rose...

- Rosalie..

- Rose???

.

.

.

.

.

E então ela acorda de um sonho, ou pesadelo? Se depara com a figura loira a balança-la. Seus batimentos acelerados, os cabelos colados na testa por conta do suor.

- Você está bem Rose? - perguntou Amy.

- Estou, foi apenas um pesadelo - disse enquanto se levantava.

- Tem certeza?

- Tenho, eu vou até o lago - disse enquanto pegava uma toalha.

- Está de noite.. Se cuida.

- Pode deixar.

Dito isso, saiu da barraca levando um toalha qualquer, a Cold Python e uma adaga, caminhou silênciosamente.

- Olá Dale - disse ela ao senhor em cima do trailer.

- Olá jovem, onde vai?

- Vou até o lago, não se preocupe, vim ver apenas como Alec e Cloe estão.

- Pode entrar - diz e a loira apenas concorda com um leve aceno.

Entrou pela pequena porta do trailer, e andou pelo mínimo corredor, se deparando no final, os irmãos dormindo tranquilamente.

Rosalie soltou um leve sorriso, pensando em como eles se deram bem com o pessoal do grupo. Alec era extremamente protetor, e Cloe era a criança mais doce possível.

Saiu do trailer e caminhou calmamente, chutando algumas pedrinhas e murmurando uma música qualquer, tentando evitar qualquer pensamento sobre o pesadelo de minutos atrás.

Quando chegou a margem do lago, descalçou os sapatos deixando a água tomar conta de seus pés, dando leves arrepios. Se despiu, ficando apenas com roupas íntimas e entrou no lago, dando um mergulho, na intenção de lavar as imagens que ocorreram durante o sono.

- Sabia que é perigoso andar sozinha pela noite?

A voz rouca fez com que a loira desse um leve pulo de susto, ela pensava que estava sozinha.

- Nunca - deu pausa para recuperar o fôlego - Mais faça isso... - respirou fundo - Olá Daryl..

- Não foi minha intenção, por que está aqui? E a essa hora?

- Pergunto o mesmo...

- Não sou muito sociável....

- Pensei que não gostasse de tomar banho.. - diz ela e ri junto dele - Eu tive um pesadelo..

- Ata, eu não quero saber...

- Foi assim - interrompeu ele, fazendo o mesmo revirar os olhos - Primeiro eu estava no meu aniversário de 8 anos, depois no de 12, onde aprendia a atirar.. e depois no hospital, meu pai estava lá... Mas como uma dessas coisas..

- Meu pai era um canalha.

- Sinto muito..

- Não preciso da sua pena - disse rude e se virou.

Algo naquele momento chamou a atenção da loira, as costas de Daryl estavam cheias de cicatrizes.

- Mas o que é isso? - disse antes de deixar os dedos escorregassem pelas marcas nas costas do Caipira.

- Isso não é da sua conta - disse antes de virar bruscamente para olha-la.

A loira o encarou pronta para iniciar um debate sem sentido com o maior, porém o sentiu se curvar lentamente até estar com o rosto próximo ao seu. Os olhos castanhos brilhavam, focados nos lábios rosados da loira. A respiração aos poucos ficava descompassada e as pálpebras pareciam pesar.

O desejo gritava em ambos os corpos, ansiavam em sentir o calor e hálito quente um do outro.

E foi Daryl que segurou levemente na cintura da loira e tocou em seus lábios. Rose passou os braços por seus ombros, sentindo a língua do moreno penetrar sua cavindade.

O músculo quente do moreno roçava de maneira calma no da garota, passava tudo que sentia por aquele beijo, mesmo sendo inconsciente.

Os toques se tornavam quentes e profundos, a loira se afastou com uma pequena mordida quando sentiu o ar faltar em seus pulmões. Foi só então que sentiu o rosto esquentar.

Para o maior não notar, escondeu o rosto em seu pescoço, suspirando.


Notas Finais


Eu estava louca para postar por causa dessa cena Darlie, eu tive uma ajudinha nela.

Eu resolvi colocar também como era a vida de Rose na infância, o quão próxima ela era do padrinho, e que antigamente, ele era uma ótima pessoa..

Bom é isso, digam se estão gostando!


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