História Oldeom: as cônicas de um nobre amor. - Capítulo 3


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Tags Idade Média
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Palavras 1.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Festa, Ficção, Poesias, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Adultério, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


espero que gostem.boa leitura.

Capítulo 3 - A ascensão do rei.


Alexander pov.

Aquilo era uma verdadeira tragédia para o reino, Leonel seria o herdeiro do trono e agora estava morto e nem mesmo os físicos mais experientes conseguiram descobrir a causa de sua morte, mais tudo indicava que ele avia sido envenenado. A tristeza tonou conta de todos, até mesmo de mim, talvez eu fosse o único da minha família que estava sentido aquela dor, eu tinha uma grande amizade e apreço por Leonel e agora eu nunca mais o viria.

Apesar da tristeza de todos a história do reino não podia parar, o primeiro rei deveria subir ao trono e assim ser fez. O castelo estava lotado como a presença das famílias nobreza de todos os condados e duquados da região e talvez além dela, como sempre os plebeus ficaram do lado de fora do castelo à espera da notícia da ascensão do primeiro rei algo que eu considerava injusto já que a plebe era a maioria do povo. Para a coroação aviam sido convidados eu e a minha família algo que eu achei completamente estranho, mesmo depois do torneio de justa e a tragédia ocorrida o conde não deveria estar tão benevolente com nós e para amentar ainda mais a minha desconfiança o salão estava repleto de guardas que nos observavam constantemente.

Após algumas horas as portas do salão do trono são abertas dando passagem a três líderes religiosos e entre ele o arcebispo Melino que subia as escadas calmamente até ser posicionar a direita dos tronos.

Após alguns minutos surge o Conde Arthur e a condessa Marion diante das portas ambos vestindo trajes reais de cor branca com detalhes bordados em ouro contratando com a sua capa longa em suas costas que era carregada pelos os coroinhas da catedral d o reino. Enquanto o futuro rei e a futura rainha caminhavam em direção aos tronos eu não podia deixar de notar uma tristeza em seus rostos, talvez eles não quisessem passar uma impressão de profunda tristeza naquela ocasião que deveria ser de alegria. Ao subirem as escadas ambos ser sentam nos tronos majestosamente e espera da oficialização de seus títulos de rei e rainha.

Após os futuros reis estarem acomodados, o arcebispo ser dirige em direção a dois criados que carregavam duas almofadas vermelhas e sobre as mesmas estavam duas coroas revestidos de ouro e pedras preciosas, ao ser aproximar o arcebispo pega com suas mãos a coroa menor que indicava que seria a da rainha e ser dirigem em direção a Condessa.

— Em nome da honra da casa de Redenção e em nome da santa igreja eu consagro Marion, a rainha do reino de Oldeom. — O arcebispo disse. Em seguida pousado a coroa na cabeça daquela que agora era a rainha. Após este feito todos aplaudem a nova rainha enquanto o arcebispo ser dirige novamente em direção aos criados e pega a última corroa e caminha em direção ao conde.

— E em nome do povo de Oldeom, eu o consagro Arthur... o único digno de toda soberba, poder, rica e respeito... e pelo o poder em mim investido eu o declaro o reide do reino de Oldeom. — O arcebispo disse. pousado a coroa na cabeça do conde que agora era o rei.

Após serem coroados ambos os reis ser levantam de seus tronos e são saldados pelo o povo presente na ocasião: — salve a rainha Marion!... salve o rei Arthur!

Após receber as saudações do povo o rei Arthur sinaliza com os braços que desejava fazer um discurso para o povo.

— Povo de Oldeom, esse é um dia que ficar para sempre em nossa história. Finalmente seremos um reino perfeito e forte e ser deus quiser um reino prósperos para todos... mais infelizmente eu sinto em dizer que nem tudo é alegria, hoje o filho mais velho foi assassinado por envenenamento e tudo em dica que a ordem partiu do duque Enrique!... o mesmo não conformado com a sua derrota decidiu atingir a minha família! — O rei disse. olhando fixamente para o duque e sua família. 

Alexander pov.

Naquele momento eu não intendia a o que estava a acontecendo, por que o rei estava acusando minha família daquela maneira? Todos nós estávamos no momento em que Leonel morreu e eu não acreditava que meu pai fosse tão cruel ao ponto que ordenar o envenenamento do príncipe herdeiro.

— Mais o que significa isso? Com quais provas o rei acusa o meu marido? — minha mãe pergunta. Obviamente indignada com as acusações do rei.

— Com a prova de ter a certeza do envolvimento do seu marido na morte de meu filho... na casa de Aureum é a única com motivos para tentar algo contra a minha família e a mim, por tanto eu não duvido de minhas certezas.... guardas! Predam o duque Enrique e todos os membros de sua família. — O rei ordenou. E em minutos os guardas nos arrastam para fora da sala do trono e nos conduzem até o cadafalso onde somos jogos em uma das celas.

Minha mãe como eu imaginava esbravejou com sua mãe segurando as grades, ela não aceitava o fato de ter um parentesco, mesmo distante com o rei e trata daquela maneira.

— Como ousam nos tratar desta maneira? eu sou prima do rei Arthur e exijo mais respeito! — minha mãe disse e de qualquer forma eu não tirava a sua razão.

 — São ordem do rei, você e sua família ficam presos até que ser decida os seus destinos. — O guarda disse. E em segunda ser retira nos deixando sozinhos.

— Isso só pode ser brincadeira!.... o rei nos acusar ou melhor a mim de ter matado o filho dele! — meu pai disse. Declarando-se perante todos nós a sua inocência.

Após algumas horas depois as portas do local são abertas novamente e quem entrar é o próprio rei e com ele a sua decisão do que faria com nos.

— Arthur, seu cretino! — meu pai grita.

— Poupe as suas palavras, Enrique e não ser esqueça que agora eu sou o seu rei. — O rei disse.

— Para mim você nunca será um rei de verdade, mais já que agora está cuspido poder diga-lo, o que pretende fazer comigo e a minha família? — meu pai pergunta.

— A sua família ficara bem, eu os libertarei mais jamais será permitido que ele frequente o castelo e que nem ser aproxime de algum membro da família real!.... mais será mandado para o exilio, distante do reino. — O rei disse.

  — Mais como assim?... eu não tive nada a ver com o ocorrido. — Meu pai disse.

— Baste de mentiras, Enrique!.... além de você quem mais poderia ter motivos para planejar algo como isso? — O rei pergunta.

— Eu não sei, o rei deve ter outros inimigos além de mim! — Meu pai disse.

— Sim, eu tenho!.... guardas! levem o duque enrique! — O rei grita. E em dois guardas parecem e arrastam meu para fora da cela mesmo ele gritando inocência. Enquanto aquela cena acontecia minha ame e minhas irmãs choravam desempernadas e as lagrimas também escorriam de meu rosto, por aquela poderia ser a última vez que viria o meu pai.

 

 

 

 


Notas Finais


espero que tenham gostado.


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