História On Fire - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Juvia Lockser, Natsu Dragneel, Wendy Marvell
Tags Naer, Natsu X Erza, Natza
Visualizações 325
Palavras 2.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Escola, Trabalho, Provas, estudar, Enem, minha rotina tá foda. ;~;
Sério, perdão pela demora. Espero que não se repita.

Capítulo 3 - L.A


Naquele dia Erza chegou em casa e se jogou na cama, ao seu lado, o pedaço de bolo de morango que Natsu havia lhe comprado.

– Ele tem razão. – Murmurou comendo um pedaço do seu mais novo querido doce.

Pra muitos aquele dia foi um dia normal, mais não pra Erza, a ruiva não reparou, mais ela sequer havia lembrado de seu cigarro aquele dia.

(...)

Novamente os raios de luz invadiram o quarto, junto ao barulho do despertador.

Erza piscou meio grogue. Um bocejo saiu de sua enquanto ela se colocava de pé. Já havia se atrasado no dia anterior, era melhor não se atrasar hoje. Rapidamente ela se dirigiu ao banheiro.

(...)

Faltava alguns minutos para o táxi da Rúbia chegar.

– Não tem bolo de morango. – Resmungou ao chegar na cozinha. Claro que não teria. Ontem havia sido a primeira vez que comerá tal coisa.

Seu olhar focou no maço de cigarros em cima da pia...

Não é preciso dizer o que veio a seguir.

(...)

– Bom dia. – Erza cumprimentou ao abrir a porta da presidência.

– Bom dia. – Natsu respondeu sem olha-la. Novamente, ele fitava a cidade pela persianas. Por que os olhos dele brilhavam quando olhava a cidade?

– O que você vê de especial nessa cidade? – Erza se colocou ao lado do rosado, assim também fitando Magnólia.

Mesmo que sua feição não mudasse, ele havia percebido. – “Ela fumou.” – Aquilo o deixava meio desapontado. – É maravilhosa. Eu  diria que olho tudo. – Enfim ele respondeu a pergunta da ruiva.

– Como assim?

– Deixa pra lá. – Ele disse, fazendo a ruiva bufar. – Há quanto tempo você não tira uma férias, Erza?

A ruiva arqueou uma sobrancelha. – Não sei...Por que?

– Você vai tirar férias de uma semana, comigo.

Erza riu. Aquilo era um absurdo, porém antes que ela pudesse dizer algo a porta de sua sala foi aberta, revelando Gray, o moreno tinha um copo em mãos.

Natsu soltou um riso baixo, Erza olhou Gray irritada.

– Olha... – Gray coçou a nuca sem jeito. – Eu estava escutando mesmo... E acho legal a ideia da Nee-chan tirar umas férias.

– Gray! – A ruiva advertiu. – E a empresa?

– Eu posso cuidar dela. – Respondeu determinado. – E, você vive dizendo que está cansada disso. Nada melhor que tirar umas férias...

– Meu Deus... – Erza passou a mão pelos cabelos. Ela não podia concordar com aquilo. Ou podia?

Férias... Longe dos “Scarlet-Sama”, longe daquela realidade chata...

– Pra onde vamos então?

– Segredo. – Natsu respondeu.

Novamente Erza bufou, mas sorriu. Ela já confiava em Natsu.

– Iremos sexta a noite então.

– Mais o que?

– Hoje e quarta, Erza. – Natsu caminhou até a própria mesa. – Tem muito tempo ainda.

Gray riu e deixou a sala. Ele sabia que Natsu não faria mal a sua irmã.

Ele já sabia do passado do rosado. Não era lá essas coisas. Mas, era no mínimo curioso.

(...)

– Eu ainda não acredito nessa. – Erza disse meio aborrecida. Estava no horário de almoço, e novamente se encontrava na doceria.

Ultear riu divertida. – Vai ser legal, Erza. Uma semana em um provável lugar lindo. – A morena olhou para o lado, como se conferisse alguma coisa. Natsu havia ido ao banheiro, não tinha voltado ainda. – E cá entre nós, com um homem...

– Extraordinário. – A ruiva disse sem querer, se engasgando logo em seguida. Aquilo simplesmente saiu, ela não queria falar aquilo.

Ultear começou a rir, dando tapinhas nas costas da ruiva. – Calma, calma.

– O que está acontecendo aqui? – Natsu perguntou, aparecendo de repente.

– A Erza se engasgou... – Ultear respondeu, por fim a ruiva parou de tossir, abaixando a cabeça logo em seguida.

– Entendo... – O rosado olhou o relógio de pulso. – Ul, arruma dois bolos pra viagem.

– Dois? – A morena arqueou uma sobrancelha.

– Sim... “Não vou deixar a Erza fumar novamente.” – Respondeu e pensou o rosado. Bom, se ele havia prometido, a si mesmo, aquilo, era porque cumpriria.

Ele não era de quebrar promessas.

– Por que dois? – Erza perguntou de repente. Ela sabia que um dos bolos era para ela. Mais e o outro?

– Assim você pode tomar café da manhã com eles também. – Argumentou o Marvell.

Um rubor nasceu nas bochechas da ruiva. Natsu pensava até mesmo em seu café? – O-obrigada.

Ultear observou aquilo com um mínimo sorriso. Ela não conhecia Natsu a muito tempo, mas ela sabia que ele possuía um ótimo coração. E, ela também percebeu que Erza agiu meio enciumada quando o rosado pediu dois bolos.

(...)

Enfim, era sexta, nada relevante aconteceu na quinta. Erza sequer havia se lembrado do seu cigarro, Natsu havia comprado bola para ela na quinta, e, também havia garantindo bolo para viagem.

A ruiva já havia saído da empresa, estava em casa neste momento, sua mãe também estava pronta, agora só faltava o táxi. Natsu disse que passaria com o mesmo na casa dela.

Erza estava no sofá, distraída em pensamentos. Estava conferindo mentalmente se não havia esquecido nada. – “Eu também já pus o cigarro.” – Concluiu a ruiva. – É. Já está tudo pronto.

(...)

– Até que enfim. – Erza havia acabado de colocar as malas no táxi. Estava no banco de trás com Natsu.

– Qual a próxima parada? – O taxista perguntou.

– Aeroporto internacional de Magnolia. – Natsu respondeu.

– Oi? – Erza disse. – Como assim internacional? – Tudo bem sair de férias. Ela já havia cedido a isso. Mais , internacional? – Natsu! – Advertiu.

– Relaxa, Erza. – O rosado deu de ombros.

– Você sequer me disse pra onde vamos!

– É surpresa.

– Surpresa uma ova.

O taxista se limitou a rir. – Esses casais de hoje em dia...

– Não somos um casal. – Erza disse envergonhada, olhando para Natsu logo em seguida. – Não vai falar nada?

– Eu? Não. – Disse rindo.

(...)

– Bom... Chegamos. – O taxista anunciou, saindo do carro logo em seguida.

– Ahh... Até que enfim. – Natsu se espreguiçou e saiu do veículo, indo em direção ao porta malas.

– Finalmente. – Erza foi a última a sair. Porém, tudo ficou preto de repente.– Mais oque?

– Eu disse que é surpresa. Só vai descobrir quando chegarmos.

– Meu Deus! – A ruiva berrou.

– Quando entrarmos no avião, eu já vou tirar, relaxa. E também, não quero chamar atenção, estou com a mulher mais importante do mundo.

Uma parte de Erza estava aborrecida por não saber aonde ia. A outra, curiosa.

– Tudo bem então.

– Poderia me ajudar com as malas? – Natsu pediu ao taxista.

– Claro.

– Me de sua mão, Erza.

– C-co-como a-assim? – A ruiva gaguejou.

– Sua mão. – Rapidamente o rosado enlaçou os dedos de uma das mãos com os de Erza. Com a outra ele puxava uma das malas.

(...)

Após alguns minutos o rosado havia feito o check-in e dispensado as malas. Claro, ele fez questão de tapar os ouvidos de Erza, quando o voo, para o local para qual eles iriam, foi anunciado.

– As pessoas estão olhando a gente. – Natsu disse rindo. – E rindo da gente.

– Claro que estão! Tem uma mulher ruiva, vendada, e um homem de cabelos rosas andando pelo aeroporto.

– E o que você acha, se fosse que estivesse vendo, o que faria?

– Isso pareceu uma daquelas reflexivas.

– Mais foi... Aposto que encararia isso com tédio.

(...)

Enfim, chegou a hora de embarcar.

– Até que enfim. – Erza soltou um suspiro cansado. – Posso tirar isso? – Perguntou referindo-se a venda.

– Deixa que eu tiro. – O rosado se inclinou na poltrona, tirando o pano da face da ruiva logo em seguida.

Enfim Erza pode enxergar, a primeira coisa que viu foram aqueles olhos Ônix encarando-a.

Rapidamente ela desviou o olhar para janela.

– Vai demorar? – Ela perguntou, pelo menos isso ela tinha o direito de saber.

– Sim... – O rosado respondeu, fazendo a ruiva bufar. – Se eu fosse você dormiria... – O rosado pegou uma máscara para dormir da mochila que levava consigo.

– Ei. Eu sequer trouxe uma.... – Choramingou a ruiva. – Posso usar a venda?

– A venda iria machucar. – O Marvell retirou outra máscara da mochila, surpreendo a ruiva.

– Você é algum tipo de super prevenido por acaso?

– Foi intuição. – Ele riu. – Aqui. – Ele jogou a máscara no colo da ruiva.

– Obrigada.

Deveria ser mais ou menos 22:00, no horário do Japão quando saíram.

Rapidamente o sono chegou para os dois.

“O garoto de 10 anos assistia TV, com a pequena garota de cabelos azulados deitada em seu colo. Ela deveria ter 7 anos. A pequena estava dormindo tranquilamente no colo do irmão mais velho

Os olhos curiosos do garoto sequer desviavam do aparelho. Ele adorava desenho.

– Gostaríamos de interromper a programação para trazer uma notícia a vocês telespectadores. – A imagem do desenho foi trocada por a de uma jornalista, trazendo uma face emburrada para o garoto de cabelos rosas. Deveria ser mais ou menos 21:00 na mansão Dragneel. O pai do rosado ainda não havia chegado. – Polícias encontraram o corpo morto de Igneel Dragneel na sede das empresas Dragneel...

– Hã? – O mundo do garoto pareceu parar. Havia ficado sem cor, sem som, sem tudo.

– Os peritos analisaram todo o local, Igneel cometeu suicídio.”

Natsu abriu os olhos, rapidamente retirando a máscara que cobria os mesmos.

– Esse sonho de novo... – Ele passou a mãos pelos cabelos, respirando fundo. Em seguida o rosado olhou para o lado, Erza ainda dormia. Ele não queria que ela tivesse o mesmo fim que seu pai. Não mesmo.

Sem hesitar o rosado segurou a mão da ruiva, enlaçando os dedos. Um fraco aperto veio da mão da mesma.

O rosado à olhou, sorrindo minimamente. – Durma bem.

(...)

Erza abriu os olhos, apenas para enxergar o escuro, tirando a Máscara logo depois.

De maneira preguiçosa ela se esticou.

– Parece que você dormiu bem.

A ruiva deu um pulinho em surpresa. – E-eu te acordei? – Perguntou, ao seu lado Natsu ainda tinha os olhos tapados.

– Não... – Ele retirou a máscara. – Eu perdi o sono.

– Ainda falta muito tempo?

– Umas 8 horas. – O rosado riu e a ruiva arregalou os olhos.

– Meu deus... O que vamos fazer?

– Hm... Eu tenho um Nintendo DS... – Natsu falou e os olhos da ruiva brilharam. – O que acha de revezamos no Mário Kart?

– Acho uma ótima ideia! – A ruiva exclamou, tapando a boca logo em seguida.

Natsu riu. – Vai acordar os passageiros.

(...)

O videogame portátil game rendeu muitas risadas a dupla.

Novamente, Erza teve os ouvidos tapados quando o piloto anunciou que estavam pousando.

Eram, exatas, 21:20 no país no qual Erza e Natsu se encontravam.

– Erza, bem vinda a Los Angeles. – O rosado anunciou.

(...)

Tudo bem, Erza já havia ido a Los Angeles, mas, foram apenas a negócios da empresa.

Ela havia visto pouco da cidade na última vez, mas mesmo assim já considerava a cidade linda.

Estaria mentindo se dissesse que não queria voltar ali.

– Obrigada, Natsu! – A ruiva abraçou o rosado de lado, já haviam pego as malas e saído do aeroporto, estavam em um táxi no momento.

– Não foi nada.

– Mas, para onde estamos indo?

– Você quer dormir na rua por acaso? – Ele disse e uma veia saltou na testa da Scarlet. – Você sabe inglês né? Me diz que pelo menos isso você sabe...

Erza apertou as próprias mãos, como ela queria dar uns cascudos no rosado. – Claro que sei!

(...)

Após alguns minutos o táxi estacionou em frente a um hotel. Rapidamente um dos maleiros veio ajudar.

– Obrigado. – Natsu disse, em inglês obviamente, em seguida ele pagou o taxista.

A passos lentos eles entraram no local, caminhando até a recepção.

(...)

– Muito bem, Natsu Marvell e Erza Scarlet, dois quartos? – A recepcionista perguntou, mas na verdade ela queria um autógrafo de Erza. A ruiva era bem conhecida afinal.

– Não. – Natsu respondeu. – Um quarto com duas camas.

– Como assim? – Erza, que estava ao lado de Natsu, indagou.

– É isso que você ouviu... “Certeza que tem cigarros em uma das malas.” – Disse e pensou, olhando o objeto pelo canto do olho.

(...)

Após longos protestos a ruiva acabou cedendo.

– Ahhh. – Natsu se jogou em uma das camas.

– Qual a necessidade disso? – Erza se sentou emburrada na outra cama.

– Estou com sono. – Ignorando o protesto da ruiva, o Marvell retirou os sapatos. Após mexer um pouco na mala, o rosado retirou uma roupa mais confortável da mesma. Em seguida foi em direção ao banheiro, Erza continuava sentando na cama, porém, seu rosto estava vermelho.

– O que você tem? – Natsu saiu do banheiro já de roupas trocadas, se deitando na cama logo depois.

Erza apenas ficou mais vermelha. Como ela iria dizer que gostava de dormir apenas de peças íntimas?

– E-eu n-não consigo d-dormir co-m mu-muitas roupas. – A ruiva gaguejou.

– O que você disse?

– Eunãoconsigodormircommuitasroupas. – Disse rapidamente.

Natsu riu. – Entendo. Eu não sou nenhum tarado que vai te atacar a noite.

– Eu sei. Só que é vergonhoso...

– Pessoas tem manias estranhas. – O rosado se enfiou debaixo das cobertas.

– Sim. – Erza também entrou nas próprias cobertas. Retirando as roupas logo depois, assim Natsu não á via.

A surpresa de ir a Los Angeles foi tanta, que a ruiva esqueceu de perguntar onde Natsu arrumou dinheiro.

– Boa noite, Erza.

– Boa noite, Natsu.

“Existem vários tipos de milagres. Um “grande amigo” é um deles.”


Notas Finais


Enfim, a principal causa de Natsu estar ajudando erza surgiu. ;~;
Comentem o que acharam, responderei todos.


Um salve especial pros @Gyousei e @Mutsuhiko que me ajudaram com o bagulho do fuso horário.

Alguém ainda usa Twitter?
Segue lá: paulolxrd


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