História One More Tale - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Visualizações 5
Palavras 656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Seja Bem-vindo, e espero que tenha uma boa leitura, nos vemos lá em baixo. ♥

Capítulo 1 - O1. Prólogo!


Lizzie rabiscava mais um desenho no Paint Sai Tool, era mais shipp aleatório que lhe pediam e pagavam, não se importava, mesmo que achasse alguns bem idiotas.

— Frisk é uma criança... Por favor, porque ela amaria Chara assim? — Questionava, traçando os lábios que se beijavam, mostrou a língua em uma leve repulsa quem sabe a idade a fazia ver aquilo com outros olhos. Não era mais uma criança no fim das contas, o que seu pai amava dizer.

Vinte e três anos e abandonou o ultimo período da faculdade de Tecnologia da Informática assim que aprendeu a fazer bicos sem sair de casa. Agradecia de joelhos a quem inventou os aplicativos de pagamentos, não precisava conversar com os clientes, apenas digitava algo aqui e ali e pronto, direto na conta. E só falava com a pessoa quando entregasse o desenho.

Óbvio que não era tão fácil, quando apertava a grana ou não atendia as loucuras que fãs de algum jogo pediam ela consertava algum computador ou outro pelo bairro, ou onde a bicicleta alcançasse. Ônibus? Nunca! Quanto menos contatos com as pessoas melhor. A comida era congelada e o ronco do estomago atendia o apito do micro-ondas, o apartamento era limpo se a avó viesse conferir se ela ao menos estava viva.

Chamadas não atendidas, mensagens não lidas, posts não conferidos, nada respondido. Sempre conectada, nunca disponível, sua vontade de puxar assunto com os amigos era quase nula. Se se ouvia alguma voz era nas músicas, vídeos no youtube com alguma dica de trabalho ou de algum jogo, isso que o mais recente nem tinha.

Undetale, um jogo de pixels com monstros em que se falava de piedade, mistérios, enigmas e piadas inofensivas. O jogo era mais que isso, porém seu clima era tão leve quanto ele no computador. Sua paixão pelo jogo fez a jovem até dar um aperto no orçamento para comprar pelo Steam como incentivo, ela sabia como isso era importante.

Terminado o serviço ela deu mais uma olhada no arquivo e enviou, esperando a resposta do cliente. Por fim se viu merecida uma folga e foi para sua mais nova tentativa de jogo. Ficou encarando a tela por horas.

A rota pacifista não é difícil, mesmo que canse você fugir, toda aquela magia é mantida, e mesmo com o tédio frequente Lizzie não conseguia fazer a rota genocida, nunca. Viu todas as variações do jogo possível, se matasse apenas Papyrus ou Toriel, se não perdoasse Flowey, mas nunca parecia o suficiente, o quebra cabeça que era a filosofia do jogo a intrigava, e com isso todas as realidades possíveis ela estudava. Universos viraram sua diversão, mas nada lhe animava mais que o mistério do Original.

No meio da tela, em amarelo estava escrito “Resetar”, era só apertar Z, mas ver o rosto de todos que as perdoaram lhe conflitava a ideia.

“* Hey, você quer fazer algo diferente, digo, a diferença?”

Apareceu em uma piscada da tela negra em uma fonte grande e branca.

Confirmou, apertando Z.

“*Bom, eu tenho uma sugestão para ti, o que acha?”

Será que o computador pegou vírus na transferência de arquivos e alguém lhe zombou o game? Refletia em frente à oferta, até que uma nova mensagem foi enviada, dessa vez acompanhada de uma fonte estranha.

“*Você quer saber mais, não? Sobre Chara... Gaster...”

Gaster, estava aí uma das curiosidades da jovem, afinal, era o mais teorizado em tudo, nos quadrinhos ou era um bom pai sumido em um acidente, a um maníaco cientista que maltratou Sans e Papyrus.

Apertou Z.  

A tela começou a piscar, oscilando entre preto e branco até uma risada similar a de Flowey aparecer, e de um quarto escuro Lizzie se encontrar em um lugar rochoso sob a luz do sol. Finalmente as coceiras que as flores amarelas proporcionaram na sua nuca a despertaram para a sua situação.

Lizzie estava no buraco do Monte Ebott, pior, estava realmente dentro do jogo.


Notas Finais


E aí, o que acharam? Espero que tenham curtido a ideia. Sinceramente eu escrevi essa fanfic pensando em um quadrinho, mas ando péssima com desenhos ultimamente, parecendo até a Luana, bem, esse enredo terão várias teorias e personagens novos de amigos meus....Obrigada a quem leu e quem comentou. Até a próxima.


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