História My Evil Savior - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Personagens Originais, V
Tags Anjo, Bts, Espírito, Imagine, Kim Taehyung, Morte, Sexo, Sobrenatural, Suícidio, Suspense, Taehyung
Visualizações 124
Palavras 2.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Josei, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Necrofilia, Nudez, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não tenho experiencia em escrever fanfic, OneShot, é a segunda vez que arrisco algo assim e fiz por diversão, como uma forma de passatempo.
~Aceito criticas construtivas, sempre é bom saber no que estou errando para melhorar!!
~Peço desculpas por qualquer erro de gramática, apesar de ter revisado sempre fica alguma coisa.
~ Não dei nome a personagem principal nem a descrevi fisicamente, minha ideia era de ser um imagine mas não sei se fiz direito então...
~Espero do fundo do meu coração que gostem.

Capítulo 1 - Destino


Fanfic / Fanfiction My Evil Savior - Capítulo 1 - Destino

O sol da tarde brilhava fraco no céu quando voltava para casa, mais um dia chegando ao fim e com ele todo meu stress, finalmente o período de provas do último ano terminavam. 

Saí da escola mal me despedindo de Hope, meu melhor amigo, queria chegar o quanto antes em casa e descansar, sim, eu estava exausta e necessitava de minha cama, meus cabelos soltos voavam, andava apressada para pegar o metro, passei pela catraca logo me dirigindo para a plataforma o movimento era grande e eu estava distraída mexendo no meu celular quando de súbito sinto um empurrão, foi tudo tão rápido, o frio na barriga ao perceber a inevitável queda, o medo logo seguido da dor, cai com tudo no vão dos trilhos, por um instante tudo escureceu e senti algo morno escorrendo de minha cabeça, tentei levantar e com o gesto percebi minhas mãos machucadas assim como meus joelhos, fiquei sentada tentando recuperar a visão, droga, me sentia tão tonta e o pior é que ninguém parecia se importar, exceto uma única pessoa, seus pés parados poucos centímetros acima me permitiam ver seu sapato social bem lustrado, a pessoa se abaixou estendendo suas mãos grandes e macias, peguei e fui puxada de volta a segurança da plataforma ainda sentada pude ver o homem que me salvou ajoelhado a minha frente me dando a visão de sua face, a pele branca, os cabelos loiros os olhos puxados o maxilar quadrado e os lábios bem desenhados, tudo contrastando com seu terno cinza, eu nunca havia visto um homem tão lindo em toda minha vida. Ainda meio perdida e confusa escuto o estranho falar

- Você não está nada bem, vem vou te levar no hospital –  Sua voz grave me provocou arrepios e por algum motivo não conseguia desviar do olhar intenso que me dirigia, não disse nada apenas maneei levemente a cabeça concordando e com a sua ajuda e levantei, ele continuou me segurando pelos braços - Pode se apoiar em mim se quiser  –  Dito isso me segurei no homem gentil.

Ele me guiou até a saída do metro e no caminho não pude deixar de pensar em como as pessoas eram egoístas ao ponto de não ajudar alguém que acabou de cair nos trilhos, eu realmente tive sorte de ter um ser gentil ali e do vagão ter atrasado, o que era mesmo muita sorte visto que ele nunca atrasava.  Seguimos até uma BMW preta, o estranho me ajeitou no banco do passageiro, deu a volta e acomodou no seu lugar dando partida, após algum tempo escuto o som de sua voz

- Como se sente?

Eu observava sua expressão tranquila e ele vez ou outra me dirigia um olhar

- Um pouco confusa, tonta, não sei bem...huumm...quem é você?

Sua risada rouca invadiu meu ser, causando uma sensação estranha, mas me mantinha atenta aquela figura desconhecida

- Kim Taehyung ou Tae, como preferir

- Obrigada por me ajudar – Nesse momento ele desviou sua atenção da estrada e me fitou de forma intensa, me senti tão pequena naquele carro que desviei o olhar para a janela observando uma ambulância passar correndo na direção de que tínhamos vindo

- Não agradeça, só cumpri minha obrigação – Respondeu de forma indiferente

- Como assim? – Questionei intrigada, mas antes que me respondesse qualquer coisa sinto o veículo parar

- Chegamos – Observei o hospital durante alguns segundos e seguimos direto para o saguão de entrada, passamos direto pela recepção, notando minha confusão quanto a isso se limitou a dizer – Trabalho aqui, então pode me seguir por aqui

Entramos em uma sala de consultório simples com uma mesa, três cadeiras, um armarinho de vidro com remédios e outras coisas, um biombo e atrás uma maca, Taehyung me ajudou a sentar na maca e foi até o armarinho pegando algumas coisas e depositando ao meu lado

- Não foi tão feio quanto parece – Disse limpando meu ferimento da cabeça – Mas preciso ficar de olho em você por hoje, só para garantir que vai seguir bem –  finalizou o curativo em minha testa, pegando minhas mãos que só então notei estarem mais sujas do que machucadas. Senti suas mãos quentes e macias deslizarem para minha coxa e seguirem até meus joelhos que arderam um pouco com o toque – Realmente nada tão sério, se quiser tomar um banho tem um banheiro privado ali – falou apontando o queixo em direção a uma porta no canto que não tinha percebido antes - vou deixar uma roupa do hospital aqui, recomendo ficar em observação por essa noite – finalizou a conversa se afastando um pouco, mas antes que o fizesse eu o detive segurando no seu antebraço

- Minha família, preciso avisar meus pais do que aconteceu, onde estou e que estou bem– minha mãe iria ter um troço quando eu ligasse do hospital, mas tudo bem

- Não se preocupe mais com isso – ele se livrou de meu toque só pra fazer um carinho gostoso na minha nuca, se aproximou mais um pouco me permitindo sentir a quentura de seu corpo, ousei olhar para cima e me perdi em seus olhos, sua outra mão afagou minha bochecha – sua família já sabe, não precisa se preocupar com nada, eu vou cuidar de você – apesar de estranha, suas palavras aqueceram meu coração, era como se estivesse em um estado de torpor que não me permitia pensar em mais nada que não fosse nos toques do Tae.

Sua mão  descendo da minha bochecha para meu pescoço e ousando descer pela clavícula ao mesmo tempo em que ele se aproximava mais e mais, seus olhos cravados no meu, como se lessem minha alma, senti seus lábios rasparem levemente nos meus e um suspiro me escapou, minha respiração estava tão ofegante e meu corpo tão quente com aquele simples ato, Tae pressionou sua boca contra a minha iniciando um beijo casto, todo meu corpo respondeu, levantei minhas mão agarrando seu blazer e o puxando instintivamente para mais perto, sua mão desceu da clavícula, passando pela lateral de meus seios e se firmando na cintura pressionando de leve ao mesmo tempo em que aprofundávamos o beijo, sua língua tomando a minha de forma calma, a outra mão que estava na nuca foi descendo em direção a lombar me apertando e me trazendo de encontro a ele, aprofundamos o beijo com Tae encaixado entre minhas pernas, subi uma das mão ate sua nuca puxando levemente seus cabelos e a outra mantive em sua cintura enquanto que ele deslizava as suas pelo meu corpo, minhas coxas, expostas por estar com a saia do uniforme, foram apertadas e um gemido me escapou, Tae puxou meu lábio inferior com os dentes encerrando o beijo só para me dominar com seu olhar mais uma vez, nossas respirações irregulares e ofegantes, sentia o calor de seu corpo me oprimir de uma forma deliciosa e eu desejava mais, era insano, quase como seu eu não tomasse conta de minhas ações.

- Acho que você precisa de ajuda com a roupa, não é mesmo?  - Tae esboçou um sorriso lindo e safado quando perguntou, foi deslizando seus dedos pela minha coxa enquanto sua boca tomava a minha novamente, mas dessa vez em um beijo mais intenso e necessitado, senti suas mãos cada vez mais atrevidas e sua boca descer dando leves mordidas pelo meu queixo, sua língua deslizando até abaixo do lóbulo da orelha, mordiscando e descendo com chupões e lambidas até alcançar o pequeno decote da blusa, seus dedos ágeis subiram por dentro da saia indo de encontro ao meu quadril e apertando com vontade minha bunda, uma de suas mãos espalmou minha barriga subindo e levando minha blusa, mal me livrei da peça e senti ele continuar com seus beijos por meu corpo, ele apertava minha bunda com uma das mão e a outra segurava na base do meu seio direito, sua boca chupava toda a área envolta, mas nunca onde queria, seu quadril veio de encontro ao meu no momento que sugou meu biquinho entumecido, seu pênis duro fazia movimentos para cima e para baixo me estimulando enquanto sua língua rodeava meu bico, mordia de leve, sugava, pressionava e voltava a sugar e lamber, eu estava ficando louca com aquilo, fui tirando com um pouco de dificuldade seu blazer, Tae desceu sua boca por minha pele lisinha, lambia e chupava por onde passava, enganchou na lateral da calcinha e puxou para baixo me deixando ainda com a saia, vi ele se ajoelhar mantendo seu olhar preso ao meu, sem dizer nada pegou uma de minhas pernas e depositou leves selares na parte interna da coxa até alcançar minha região intima, não pude evitar gemer alto quando ainda me olhando ele me sugou gostoso, sua língua passava de cima abaixo pela minha fenda, me melando ainda mais, ele pressionou meu botão com a ponta da língua, circulou e depois sugou, estava louca de tanto tesão e gemia sem me importar com nada, aquele homem lindo e maravilhoso estava fazendo o melhor oral do mundo, pegando exatamente no ponto que eu gostava, senti seu digito ir de encontro a minha fenda toda meladinha ele ameaçava entrar enquanto me chupava, colocava a pontinha do dedo na entrada e deslizava pelo lado de fora, estava querendo muito sentir o pau dele dentro de mim e sem aviso ele meteu com tudo seu dedo, gemi pelo susto e pelo tesão, ele metia forte seu  digito enquanto me chupava gostoso e eu acabei gozando enquanto chamava seu nome

Tae se levantou com uma cara de satisfeito, ele não dizia nada mas a forma como seu olhar me devorava indicava tudo, foi desabotoando a blusa social aos poucos revelando seu corpo perfeito, desabotoou a calça ficando apenas com sua boxer vinho, não resisti em tocar cada pedaço que consegui, queria sentir a textura de sua pele, enquanto mais uma vez ele devorava minha boca, eu pegava cada pedaço dele que conseguia, seu corpo me pressionando cada vez mais, sua ereção indo de encontro a minha intimidade e seu beijo intenso, coloquei minhas mãos na lateral da cueca invadindo, indo de encontro a sua bunda durinha apertei enquanto fazia aquele pedaço de pano descer por suas coxas torneadas, nesse momento senti o pau dele melado pelo pré gozo tocar diretamente minha entrada meladinha, seu beijos desceram pelo meu pescoço e Tae afundou seu pau lentamente fazendo uma pressão gostosa quando chegou ao fim, eu me sentia preenchida da forma mais prazerosa possível, ele iniciou os movimentos de inicio lentos para me acostumar ao grande volume, mas a medida que meus gemidos iam aumentando ele aumentava a velocidade, eu abracei seu quadril com minhas pernas e senti ele pegar em minha coxa e cintura firmando os toques e aumentando ainda mais a velocidade, metia forte e fundo, o loiro tentava conter seus gemidos roucos mordendo meu pescoço e ombros mas quando pulsei minha boceta em torno de seu pau anunciando meu orgasmo ele não conseguiu controlar e escutei sua voz se misturar a minha preenchendo todo aquele ambiente, ele foi diminuindo a s estocadas aos poucos até se retirar por completo de meu interior, escutei um ultimo suspiro antes de sentir seus lábios macios em minha testa, depositando um selar

- Melhor você tomar um banho agora, vou buscar algo pra vestir, já volto linda – Eu não contestei, apenas desci da maca somente de saia e fui até o banheiro, era bem simples, havia um vaso, uma pia e um chuveiro, me apressei em retirar o resto de minha roupa e me lavar com o sabonete que tinha ali, lavei também os cabelos, tomando cuidado com a testa, apesar de que não sentia doer, sai do chuveiro e vi q pendurada na porta tinha uma toalha, me sequei e sai do banheiro.

Encontrei em cima da maca uma muda de roupa branca dobrada, vesti a calcinha, a calça e a blusa, no chão vi um chinelo também branco e por coincidência era o meu número. Ainda estava preocupada com minha família e estranhava muito a forma que Tae tinha dito que os avisou, se em nenhum momento eu o vi fazer ou falar com alguém, só então fui dar falta de meu celular e de minhas coisas, nada, a única peça pertencente a mim que ainda estava ali era a saia no banheiro, sai da sala encontrando um corredor vazio, fiz o caminho de volta e quando parei na recepção pedi ajuda para a enfermeira no balcão

- Com licença será que poderia me ajudar? Tenho que avisar minha família que estou aqui

A mulher digitava algo no computador e em nenhum momento teve a educação de me olhar, mais uma vez insisti

- Com licença, preciso usar o telefone!!! – O qual tocou e no primeiro toque ela atendeu, concordou com algo e simplesmente saiu sem nem ao menos me responder, fiquei com muita raiva daquela enfermeira mal educada, vi as luzes do ambiente piscarem rapidamente e me assustei, decidi usar o telefone assim mesmo, se viesse reclamar iria dizer bons desaforos a mulher que estava ali, peguei o aparelho e disquei o numero de minha casa, tocou uma...duas...três...quatro...cinco....seis....no sétimo toque escutei a voz de minha mãe

- Alô?

-Mãe...sou eu _________

- Alo?

- Mae, eu estou no hospital, pode vir me buscar?

- Tem alguém aí? -  Sua voz estava fraca e escutava leves fungadas, ela parecia estar chorando

- Mãe?? Aconteceu alguma coisa?

- Alo? Tem alguém na linha? – sua voz tremula me causou preocupação, quando iria prosseguir sinto mão firmes tirarem o telefone de mim com certa brutalidade e me virar, me surpreendi ao ver que era Taehyung

- O que exatamente você pensa que está fazendo? -  me inquiriu com a voz rígida e uma expressão zangada no rosto

- Como assim o que eu penso estar fazendo, estou ligando para casa oras! – ele riu de mim, me deixando ainda mais zangada e disse com voz de escarnio

-Ligando para casa?! Serio? E como vai fazer para eles te escutarem? – disse rindo como se eu tentar comunicar minha família fosse engraçado

_ E qual a graça nisso tudo afinal?

- A graça, minha linda ______ é que mortos não se comunicam com os vivos tão fácil assim!

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado ~^^~


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