História Origens de Runeterra: O ninja da penumbra - Capítulo 5


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Categorias 47 Ronin, League Of Legends, Mitologia Chinesa, Star Wars
Personagens Akali, Jhin, O Virtuoso, Kennen, Shen, Zed
Tags Akali, Jhin, Kennen, League Of Legends, Lol, Shen, Zed
Visualizações 23
Palavras 1.287
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Respire um pouco. Vamos entender o universo Ioniano e a Ordem Kinkou!

Capítulo 5 - A caixa


Fanfic / Fanfiction Origens de Runeterra: O ninja da penumbra - Capítulo 5 - A caixa

- Esse.....mercenário atirador ousou profanar nosso templo. Sabemos que ele possui uma temível esperteza....para ter desvendado o labirinto ilusório da floresta. Mas ainda sim é apenas uma mosca perante este monumento. Nossos espiões o encontrarão, e o trarão à justiça Ioniana. – A voz imponente e íngreme do grão-mestre ecoava pelo salão dos anciões, pois o acontecimento exigiu uma reunião de ultima hora. O grão-mestre estava atrás de uma cabine protegida como sempre estivera, e ninguém ali o podia ver. No centro do salão, uma mesa redonda era lotada por sete velhos monges, os anciões do templo. Antigos ninjas que agoram prestavam-se apenas com sua sabedoria e experiência. E um representante do governo de Ionia, um guerreiro mais jovem que também era um ninja de Kinkou....agindo na verdade em questões diplomáticas. E foi este quem tomou a palavra:
- Dos cidadãos Ionianos que foram drogados e manipulados, vários estão com membros quebrados ou decepados e dois paralíticos. Sinto em dizer que o governo Ioniano não vai gostar de saber disso.
- Mas eles sabem o que aconteceu aqui? Eles estavam tentando nos matar – um dos anciões dizia. Parecia ser o mais impetuoso destes.
- Aos olhos deles, verão apenas pobres camponeses e não irão acreditar que eles ofereceram ameaça à ninjas bem treinados.
- Basta, ancião – A voz do grão-mestre interrompeu a discussão. Todos ali se calaram imediatamente.
- Intermediário, avise aos líderes Ionianos que mandaremos ninjas especializados nas artes medicinais em seu auxílio. E que os culpados à este ataque serão entregues vivos para que suas leis sejam aplicadas.
No momento em que o grão-mestre acabou de falar alguns anciões levantaram-se, e outros cochichavam uns com os outros sobre a decisão....tomando a palavra o mesmo ancião impetuoso que discutia há pouco tempo:
- Grão-mestre....como pode dizer algo assim? Uma dos 4 melhores aprendizes que temos foi levada e 2 dos nossos foram mortos.
- Sacrificios que garantiram a perpetuação do nosso clã. – Respondiam-se um ao outro imediatamente:
- Sacrifícios que devem ser vingados, grão-mestre!
- Ionia possui leis rígidas contra assassinatos. É um país de pacíficos
- Então que morram eles! Nós somos o clã Kinkou!
- E NÓS PERTENCEMOS A IONIA – a voz do grão-mestre aumentara absurdamente fazendo todos ali sentarem. Ninguém ali pretendia falar mais uma palavra e o grão-mestre não precisaria nem mesmo justificar-se depois do estrondo sonoro....mas continuou:
- Clãs pereceram sem o auxílio do governo. Outros foram procurados e proibidos. A sobrevivência de nossa ordem depende da legitimidade de nossas ações, e estas dependem das leis Ionianas. O atirador será trazido vivo e julgado, e aquele que descumprir essa ordem será expulso e amaldiçoado por mim por toda eternidade.

Então quando as palavras do grão-mestre cessaram, todos acolheram-nas mesmo com pesar na consciência de alguns. Todos menos um indíviduo que estava atrás dos portões, sentado no chão e encostado à parede. Segurava com uma mão o ferimento em sua barriga, já cheio de ataduras e curativos. Zed. Seu olhar era vazio....ele estava totalmente desacreditado. Levantou-se devagar e saiu. Só conseguia pensar no fato de Akali ter pedido para que ele fosse salvo no lugar dela. Esse tempo todo ambos se tratavam como colegas.....rivais; amigos e como irmãos ao mesmo tempo. Todos os 4. Tratavam-se da mesma forma...mas Zed sentia algo mais por Akali. E não era pelas habilidades dela como ninja formidável, ou pela sua beleza física incomparável. Era apenas por ela parecer ser o seu ideal.....alguém dura e fria como rocha...mas.... que sempre tivera a mente sã.......diferente de Zed que nunca entendera os preceitos do clã. Para ele, se os ninjas de Kinkou tivessem a liberdade de agir independentemente das leis de Ionia.....o país seria melhor. Ionia possuía Leis que prezavam a bondade e o equilíbrio. O grão-mestre do clã Kinkou é responsável por manter um tipo de equilíbrio também....mas o fazia de forma limitada pelas leis de seu país. Pensava em tudo isso enquanto caminhara, até o salão das memórias. Era uma sala que poucos tinham acesso...onde eram guardados troféus de guerra e antigas relíquias do clã.  Zed estava na porta desse salão, quando sentiu a mão de seu amigo Shen tocar-lhe o ombro. Ele nem ao menos se virou....mas Shen o acompanhou enquanto entraram ali e puseram-se a observar. Algumas espadas esbanjavam uma aura tão ameaçadora quanto qualquer inimigo que já tinham visto....máscaras. Até mesmo armaduras. Havia também, no fundo do salão, uma caixa...parecia mais afastada das outras relíqueas.
- Você nunca falou para Akali porque achou que ela o desprezaria por ter sentimentos....não é mesmo? – Shen iniciava a conversa.
- Ela teria rasgado algum nervo da minha perna.
- Não é verdade. Akali correspondia aos seus sentimentos. Do jeito dela....é durona demais para demonstrar. Uma guerreira orgulhosa. Ela teria me matado....se eu a tivesse salvo.
- Eu deveria te matar.
- Deveria. – Shen respondeu.

Os dois pararam por um instante...observando em volta....cada estranho objeto que ali estava.
Passos leves foram ouvidos pelos dois.....até que o companheiro Yordle de ambos apareceu ali. Estava melhor recuperado que Zed....e caminhava relativamente normal. Mas ainda sim com ataduras em determinadas partes do corpo. O mesmo parou na entrada do local observando seus amigos de forma preocupada.
- Kennen? Você tem notícias dos espiões?- Shen perguntava
- Sim. Você deve lembrar do símbolo que achamos nas vítimas do vilarejo. “Um”. Pois bem....não era algo sem sentido. É uma contagem.....”Ro-em”. Dois.....escrito com sangue em uma árvore à alguns metros do templo.
- E de que isso nos serve? – Zed interrompia.
- Acontece que sabemos quando a contagem para. O dialeto pertence à uma tribo muito antiga. Ela só vai até o número quatro. Os demais são símbolos de dialetos vizinhos absorvidos por eles. Zed....Shen....o número 4....é o número final. Ele é o número azarado em diversas culturas Ionianas. Ele é....o número da morte.
- Akali...- Zed suspirou assustado, atento à conversa.....mas em desespero por dentro.
- Nós temos que fazer alguma coisa....- Ele dizia em um tom intenso.
- Só existe um poder capaz de salvar Akali.
- Não...Kennen- Shen parecia saber do que ele falava, e o interrompia.
- Ele precisa saber Shen. Ele é nosso melhor amigo.
- Do que estão falando? – Zed virava-se para Kenen: - Eu quero saber do que vocês....estão...falando – A voz do ninja engrossava...e sua aura ficava agressiva...mesmo na presença de seus queridos amigos.
- Não podemos achar o atirador. Ele é um gatuno formidável e não temos nada...mas, nessa sala. Existe um artefato demoníaco...... que pode nos dizer onde ela está.
- Isso está fora de cogitação – Shen complementava a vaga fala de Kennen:
- A caixa corrompe o portador. Ela realiza seu maior desejo....em troca de sua alma.
- Só temos dois dias para salvar Akali. Se existe um meio...o Zed precisava saber.
-Eu.... – Zed ainda amedrontado pela revelação tentava falar enquanto Kennen e Shen discutiam.
- Chega de segredos por hoje. Kennen você está falando de algo mais grave que tudo que já foi feito....está falando de traição...da liberação de um poder que não conhecemos... que somente o grão-mestre conhece.
- Eu vou fazer – Zed interrompia a conversa.
- Ela não estaria lá...se não fosse por mim. Eu não sei porque esse ser a capturou...ou o que ele vai fazer em 2 dias..e não me importo. Não me importo com as leis de Ionia..com o conselho...com números de morte. Eu só a quero bem...eu...só tive ódio e medo a minha vida toda. Eu nunca vou substituir o grão-mestre Shen. Você sabe muito bem. Eu não....tenho o equilíbrio mental....a única coisa boa que um dia senti.......foi por ela.
- O silêncio tomou conta dos 3....eles trocaram olhares por alguns segundos. Entendiam um ao outro, e sabiam que ambos tinham concordado. Eles salvariam Akali....não importava o preço.


Notas Finais


Concluirá em 5 capítulos!


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