História Os 32 desejos - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Suga, V
Tags Desejos, Fadas, Jimin, Jungkook, Taehyung, Você, Yoongi
Visualizações 8
Palavras 3.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oe, tudo bem? Bom eu já havia postado essa história, mas resolvi mudar tudo. Ainda mais agora que estou com internet para postar, algumas informações básicas (leiam por favor):
Eu não sei ao certo quanto tempo vou levar para postar cada capítulo, mas pretendo manter algo regular. (assim que estiver decidido e organizado aviso aqui).
Inicialmente essa história teria 32 capítulos, mas decidi acrescentar mais um, como um bônus.
O foco principal será a vida do Jungkook.
A escrita foi revisada apenas uma vez, então se houver algum erro será corrigido no decorrer da história, ou quando eu encontrar um tempinho livre.
Se algo ficar confuso vou tentar explicar de maneira melhor.
Essa história surgiu de um sonho meu, onde o número 32 aparecia num muro de rosas amarelas...
Algumas informações sobre cada capítulo serão adicionadas nas considerações finais.
Obrigada por ler até aqui e boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Um - Livros


Capítulo um - long fic - "Livros"

Jungkook POV's

Estava saindo da sala quando vejo aquela garota apanhar novamente, Yee Rin é apenas um pouco tímida, Soon podia ser linda, mas ainda sim era monstruosa quando queria e acabava por bater na novata sempre que a via sozinha, o que acontecia praticamente o dia todo.

- Jungkook, vamos naquela loja que te falei? - Taehyung apareceu colocando seu braço sobre meu ombro.

- Hoje não vai dar - tiro seu braço e começo a andar - Vou ter que ajudar minha tia. - aceno para ele me virando e seguindo meu caminho, coloco meus fones e vou escutando uma música agradável enquanto canto o refrão baixinho.

Mais alguns minutos de caminhada e sinto algo molhar o topo de minha cabeça, olho para cima e o céu está repleto de nuvens.

- Droga. - visto minha touca e começo a correr a cada vez que os pingos se intensificam, molhando até mesmo minhas meias.

Faltando pouco para chegar à biblioteca onde minha tia trabalha, um carro passa em uma velocidade imensa, molhando tudo e todos ao redor, isso inclui: eu.

- Nossa! Querido o que aconteceu? - tia Ro se prontificou a trazer um pano velho e empoeirado para me secar. - Tire essas roupas molhadas e coloque as de seu tio, estão no pequeno quarto, elas estão velhas, mas devem servir. - empurrou-me para o quartinho do zelador.

- Algum imbecil acabou me molhando ainda mais tia. - sequei meus cabelos e retirei meu moletom, minha calça e blusa que estavam ensopados - Eu sequer tive tempo de desviar.

- Idiotas assim deveriam passar por coisa pior! - ela gritou frustrada e pude ouvir o barulho do teclado de seu velho computador. - Anotou a placa? Se pegar um resfriado pode tratar de caçá-lo e pedir indenização.

- Não consegui ver - saí já vestido do quarto encontrando ela sentada diante seu computador e ao seu lado o carrinho que sempre brinquei quando pequeno, estava com duas pilhas de livros. - Mais livros velhos?

- Não diga isso dos meus bebês. - subiu seu óculos e direcionou seu olhos castanho-escuros a mim - Eles são sensíveis. - sorriu fracamente e suas bochechas cheinhas fizeram-na parecer uma criança, se não fossem seus 44 anos eu diria que ela realmente é uma.

- Está bem, me desculpem. - falei com seus livros, um costume meio idiota que peguei de minha tia, ela é a melhor tia do mundo (até porque é a única que tenho), mas de vez em quando tem suas atitudes estranhas ou vergonhosas. - Vamos ao trabalho. - bati as mãos uma na outra e comecei a empurrar o carrinho, que rangia ecoando por todo o lugar.

- Hoje precisarei sair. - comentou me encarando com um certo rubor em seu rosto.

- Para onde? - perguntei parando ao lado de uma prateleira - E porque essa vermelhidão no rosto? Irá sair com o tio? - lancei sugestivo e quase fui acertado por um livro grosso. - Por pouco - digo me levantando.

- Devia ficar de boca fechada... Vou sair com seu tio sim, mas vamos ver aquela garotinha. - comentou sonhadora.

- Conseguiram o visto? - perguntei animado, a menina da qual minha tia está falando é uma órfã de 14 anos e é clandestina, minha tia e meu tio se apaixonaram pelo jeito sincero e fofo da menina, e eu também, será bom ter uma pestinha por perto para animar a casa.

- Sim! - ela sussurrou se segurando para não explodir de felicidade.

- Que bom! Então o que estão esperando? Por que a demora do tio? - perguntei enquanto guardava o quinto livro em seu respectivo lugar, a tia Ro tem o costume de etiquetar por classificação, gênero, cor e por aí vai...

- Estamos esperando o pagamento dele, já sairemos com ela para algumas lojas, a criança não pode morar conosco sem roupa alguma. - comentou apertando sua saia marrom.

- Entendi. - comentei enquanto mudava de prateleira.

- Está meio triste não está? - ela andou vagarosamente para o meu lado.

- A senhora me conhece bem. - comentei coçando a cabeça.

- Não esconda nada, vamos, vamos conte. - me puxou para sentar em uma poltrona de leitura.

- Bom, estou pensando aqui, todos os meus amigos saem para gastar e curtir a vida despreocupados. - segurei o tecido da calça moletom velha - E eu aqui, trabalhando todos os dias, em dois empregos temporários para juntar dinheiro suficiente para pagar minha faculdade. - sinto suas mãos acariciando meus cabelos. - E... todos se orgulham de falar de seus pais, já eu nem ao menos sei quem foram. - senti meus olhos arderem.

- Pode chorar meu querido. Não segure essas lágrimas... Sabe, na vida cada um aprende a valorizar cada momento em um certo tempo, você está aprendendo a valorizar tudo agora, pois lá na frente vai estar tranquilo para fazer o que quiser, esses seus amigos andam te humilhando ou falando coisas sujas para você? - neguei enxugando meus olhos - Eles podem aproveitar a vida agora, mas só darão o devido valor quando perderem tudo. Já seus pais, posso te garantir que deve se orgulhar, foram trabalhadores honestos e muito gentis, verdadeiros anjos. Veja, eles tinham medo de não poder lhe dar uma boa vida, então correram atrás de tudo para que você pudesse ter tudo o que precisasse, mas infelizmente o destino os tirou de sua vida, mas você sempre teve algo deles, que nunca lhe faltou, o amor. Eles te amaram e ainda amam Jungkook. - já não conseguia mais conter meu choro e minha tia me abraçava apertado - Diga, você tem medo de não poder aproveitar a vida? - perguntou fazendo-me encará-la.

- Não.

- Ótimo, venha cá. Vou lhe dar um presente, estava guardando para seu aniversário, mas vejo que está precisando dele mais do que nunca. - ela me entregou um embrulho pesado, era um tecido de couro que revestia, provavelmente, um livro da biblioteca, já que não temos muito dinheiro para nos dar o luxo de gastar com presentes.

- Obrigado. - a abracei e apertei o livro em meu peito, estranhamente me senti confortável com esse presente tão simples, talvez por suas palavras reconfortantes e seu carinho.

- Tenho de ir - checou o relógio de pulso e secou algumas finas lágrimas que insistiam e cair de seus olhos. - Cuidado e não fique até tarde está bem? - acariciou meu rosto e saiu pela porta velha de metal que sempre fazia barulhos estranhos quando chovia.

- Mas o tio nem está... - ouvi sua buzina e sorri comigo mesmo, as vezes parece que ela pode prever o futuro.

Guardei o presente em minha bolsa e continuei meu trabalho, estava na sessão de ficção científica, a minha favorita, nunca gostei tanto de ler, mas os desenhos são incríveis! O modo como os ilustradores conseguem fazer as expressões tão realistas, meu sonho é trabalhar como um designer de jogos ou ilustrador, talvez trabalhe com animações. Algo que envolva desenhar! Me sinto tão bem rabiscando qualquer coisa em meu caderno velho, sua capa está amarelada e com algumas manchas e cheiro forte de café, resultado de algumas noites em claro trabalhando em meus esboços. Ninguém exceto eu, toca nesse caderno, Taehyung tentou uma vez, mas brigamos feio por isso, foi há alguns anos atrás. Nossa amizade é bem inusitada, começou por que o defendi em uma guerra de bolinhas de papel, ele havia iniciado para chamar a atenção de Soon Mi, a garota mais bonita da classe, mas acabou acertando um valentão da sala e tudo se desenrolou a ponto do diretor aparecer na sala buscando o culpado, eu, que estava em um canto isolado, ergui o braço admitindo ser o culpado, mandei um olhar cúmplice a ele que nunca mais desgrudou do meu pé, "como forma de agradecer seu nobre ato, vou ser seu amigo" eu odiava o jeito presunçoso e arrogante dele de ser, mas com o tempo me acostumei e hoje somos grandes amigos, eu, ele, Yoongi, e Jimin. Dizem que somos o quarteto mais popular da escola, eu preferia que não fosse ao menos notado por alguém, ser um bolsista numa escola onde todos vivem de aparências e esbanjam dinheiro como forma de serem aceitos um pelo outro, não é nada bom. Algumas vezes ainda sou alvo e alguns comentários rudes e alguns olhares "tortos", mas nada que ignorar não resolva.

- Pronto, mais um dia de trabalho terminado. - olhei para as janelas e lá fora estava escuro e chovia, mas já não era tão forte como antes, dava para caminhar até em casa. - A quem estou tentando enganar, nossa casa é do outro lado da cidade. - comento frustrado e me sento ao chão, próximo de minha mochila, a abro e pego meu presente.

Um livro grosso embrulhado com couro e um tipo de fio, talvez um pedaço de cipó? Acho que seria muito estranho, pode ser que seja uma corda velha. Corto o nó da corda e escuto um estrondo.

- Deve ter caído perto. - comento vendo o clarão iluminar o salão da biblioteca e logo todas as luzes se apagam - Ótimo, um apagão logo agora. Era tudo o que eu mais queria. - tateio a mesa em minhas costas e me levanto, tentando achar uma gaveta, a abro e pego uma vela e um fósforo, o único dali, os estrondos estavam cada vez mais altos e a chuva parecia querer invadir a biblioteca, estava completamente violenta - Não duvido que amanhã haja alguma árvore derrubada... - ascendo a vela e a mantenho em minha mão, escondendo o vento. - Não há nenhuma porta ou janela aberta... Ou será que ela esqueceu de fechar? - começo a caçar alguma porta ou janela aberta, buscando a corrente de vento. - Isso é estranho. - não havia nada aberto, retorno para meu presente e ele está quase aberto, sento novamente e coloco a vela ao chão entre minhas pernas que estão abertas e esticadas. - Lá vamos nós.

Retiro os pedaços de corda e quando abro a primeira parte do couro um pequeno papel cai.

Te sunt hic non prohibere: qui autem conscientiam non revertetur°

O li em voz alta, mas era algo que eu não entendi, então o amassei e joguei em minha bolsa, abri mais uma parte e novamente outro papel caiu, e mais um raio próximo.

ne procedat tuum diligemus et vita¹

Li novamente e o guardei, a chuva estava caindo com ainda mais intensidade e alguns ruídos do vento eram audíveis. Por fim abri tudo e lá estava o livro, uma capa esverdeada e muito bem trabalhada, posso dizer que foi feito à mão, e os detalhes estavam muito bem conservados, grudado à capa estava mais um bilhete dizendo: quae sunt monuit². Seria algum tipo de recado? Aviso? Abri o livro e a primeira página estava em branco, a segunda, terceira, vigésima quarta, todas estavam em branco, mas a última estava grudada com a penúltima, peguei um estilete de meu material e abri com cuidado. Lá havia uma escrita com uma caligrafia estranha, era torta e esguia, como se a pessoa tinha pressa em escrever. Liberi eritis. Ouvi um sussurro, era a frase escrita, parecia que queria ser lida, e quando a li em voz alta, um vento forte abriu todas as portas e quebrou as janelas, a chuva invadia a biblioteca e ouvia os uivos do vento cada vez mais altos, segurei a vela rente a meu corpo e o livro também, abraçava-os com toda a minha força, de repente tudo ficou silencioso, a chuva já não caía mais. Como se o mundo parasse, mais uma vez ouvi o sussurro liberi eritis, então a vela foi apagada e tudo foi clareado com um raio que, tenho certeza absoluta, caiu em cima do telhado da biblioteca. Senti algo bater em minha cabeça e tudo apagou.

Jungkook POV's off

Narradora on

O garoto caído fora acertado por uma jovem assustada, ela segurava um pequeno balde usado na biblioteca para dias de chuva, onde ficava abaixo de goteiras. Em sua mão apenas o livro era apertado fortemente, a vela havia caído longe e seu corpo tremia levemente devido à pancada.

- Será que morreu? - a jovem largou o balde e correu para o lado dele.

A pobre coitada tremia com o pensamento, nunca matou um ser vivo sequer, quem dirá tentar matar o garoto. Ela apenas estava com medo da profecia que lhe foi dita antes de adormecer.

- Acorde... Por favor - balançava lentamente o corpo do moreno. Ao virá-lo pôde reparar em como seu corpo é maior do que o dos jovens dos quais conhecia, ela estranhava também o formato de suas orelhas e rosto, era tão...  único.

Jungkook lentamente abria os olhos e encarou a menina, uma bela jovem de longos cabelos e grandes olhos, um rosto angelical e delicado, mas em seu olhar tinha medo, muito medo. Quando o mesmo se sentou a garota recuou cinco passos e agarrou a primeira coisa que viu.

Narradora off

Jungkook POV's

- Quem é você? - perguntei encarando o espanador nas mãos da garota.

- S-sou... S/n - ela tremia, mas estava com uma expressão serena.

- Me chamo Jungkook. - estendo minha mão e a mesma fica encarando meu ato como se não soubesse o que fazer. - Abaixe esse espanador, pode se machucar. - seus olhos percorreram todo o meu corpo e senti minhas bochechas esquentarem.

- Olá Jungkook - disse por fim abaixando o objeto e sentando-se semelhante a mim.

- Oi. - sorri envergonhado, nunca fiquei sozinho com uma garota. - Por que está aqui S/n? - perguntei e a mesma suspirou se levantando e apontando para o livro em minhas mãos. - Eu ainda estou o segurando... Por isso que não sinto meus dedos. - comento baixo e me levanto também.

- É meu. - ela veio em minha direção e tentou tirar o livro de mim.

- Não é. Minha tia me deu - segurei sua cintura e a virei de forma que ela não o pegue de mim. - Pare com isso garota! - gritei a soltando e saindo de perto dela. - Esse livro é importante para mim.

- É? E por quê? - perguntou visivelmente irritada.

- Porque alguém especial me deu. - comentei e o guardei em minha bolsa.

- Sabe que não há nada escrito então me dê, não vai ser útil para você - disse parando em minha frente.

- Como... Sabe que não há nada nele? - perguntei assustado.

- Porque foi daí que eu vim. - comentou me fazendo engasgar com o próprio ar.

- Não fale idiotices. - comentei colocando a mochila e olhando ao redor, tudo estava intacto - Mas o que? - nenhuma janela quebrada, nenhum pingo de água, nenhum livro jogado.

- Eu consertei tudo - comentou com orgulho em sua voz.

- Impossível. Uma garota pequena como você não seria capaz... - ela começou a mover seus dedos e a vela voou em sua direção e com um sopro ela estava acesa novamente.

- O que dizia? - perguntou se divertindo.

- O-o que você é? - fui me afastando e ela vinha em minha direção, meu corpo bateu em uma parede e ela encostou seu corpo no meu.

- Uma fada. - disse em meu ouvido como se contasse o maior segredo de sua vida.

- Fada? - comecei a rir, mas ao ver sua expressão séria me contive - Como assim? Isso existe mesmo? O que você fica fazendo? Realiza sonhos? Desejos? Pega os dentes debaixo do travesseiro? - perguntei e a vi cruzar os braços e se afastar.

- Uma pergunta de cada vez... Fada, um ser místico sabe? Sim, bem eu estava adormecida até agora. Digamos que sim, sim e não. - suspirou - Olha você não pode contar para ninguém, na verdade não devia nem ter me libertado, você não viu os avisos? - seu tom era de irritação.

- Então os papéis eram avisos? - perguntei constrangido.

- Sim, diziam para não continuar a abrir o selo. Mas você não deu ouvidos. E agora estou em perigo. - comentou baixinho - Sabe o que irá acontecer se eu cair em mãos erradas? O uso que vão fazer dos meus poderes? - se sentou na cadeira da tia Ro, ela odeia que façam isso.

- Não sente aí. Minha tia não gosta que sentem em sua cadeira. - a puxei e ela parecia surpresa.

- Sua tia? Yee Ro tem um garoto? - olhou-me curiosa.

- Como conhece minha tia? - perguntei confuso.

- Somos muito amigas, se você é sobrinho dela, então ganhou dela o livro? - confirmei e a vi sorrir - Então tudo bem, diga seu desejo, você pode escolher apenas um.

Apertei as alças de minha bolsa, com apenas um desejo e tantas coisas para se pedir... O que eu devo pedir? Será que devo pedir dinheiro? Uma namorada? Minha faculdade? Mas e se um dia isso acabar e eu me arrepender? Se eu pedir para não sofrer mais... Será que vou valorizar minha vida como minha tia disse? Parece algo tão simples...

- Depois do pedido você... Vai para onde? - perguntei encarando a menina que esperava pacientemente.

- Não sei, talvez eu adormeça novamente, se você não for o jovem da profecia vou estar mais tranquila. - comentou se espreguiçando.

- Você disse apenas um desejo certo? - perguntei encarando seus olhos. Me recordo de um dia que peguei uma rifa e comprei o número 32 e acabei ganhando, ganhei um tênis, o mais caro que já tive em toda a vida, o número 32 também estava em vários outros momentos de sorte que tive... - Não custa tentar... Eu desejo mais 32 desejos. - disse fechando os olhos fortemente.


Notas Finais


Há algumas frases em latim no capítulo, elas estão destacadas em itálico e com um pequeno número ao lado, aqui está a tradução de cada uma delas:
° Te sunt hic non prohibere: qui autem conscientiam non revertetur - Se por aqui não parar, saiba que não poderá retornar.
¹ ne procedat tuum diligemus et vita - não prossiga e valorize sua vida
² quae sunt monuit - você foi avisado
³ Liberi eritis - seja livre

Por aqui é só isso, obrigada por lerem sz


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...