História Os Foragidos - Capítulo 23


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Adolescentes, Aventura, Máfia, Originais, Perseguição, Romance
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Palavras 636
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 23 - Dilema


 Selena subiu na janela e olhou pra baixo. Era um pouco alto, mas não a ponto de você morrer. Tinha um latão de lixo logo abaixo, onde nossas mochilas haviam caído. Ela mirou bem dentro da lata e pulou, aterrissando sem problemas nos sacos de lixo, que amorteceram a queda.

- Anda Tori! Pule! – Ela gritou de lá de baixo.

Eu fui subindo na janela e me preparando pra pular também, mas atrás de mim ouço alguém falar:

- Paradinho aí garoto...

Eu me viro e encontro uma arma apontada para a minha cabeça.

- Vá em frente. – Eu digo.

- Eu ia dizer a mesma coisa a você. – Ele fala, então percebo que eu já tinha ouvido aquela voz antes.

- Quem é você? – pergunto.

- Não ta lembrando de mim? Sou eu, o Mike! – A voz dele ficou sunitamente amigável. – Eu levei comida pra você no cativeiro, não lembra?

- Vai me matar?

- É o que eu deveria fazer. – Ele diz.

- Tori! – Selena me chama de lá de baixo.

- Olha, eu estou do seu lado. Eu sou um membro do Comando Negro infiltrado, mas não conte a ninguém entendeu?

- Entendi. O que aconteceu com o Larry?

- Não há tempo pra falar disso agora, você tem que pular.

- Mas...

- Anda logo!

Ele me empurra e eu caio da janela, aterrissando nos sacos de lixo e em minha mochila, que graças a Deus amortece a queda.

- por que demorou? – Pergunta Selena.

- Vamos! – Eu digo a ignorando.

Eu saio do latão e pego minha mochila, então nós vamos até o final do beco, onde há uma grade que divide o beco da minha rua e o da rua de trás, e a escalamos com certa dificuldade, então corremos livremente pela rua, nos afastando cada vez mais de minha casa.

- Pra onde vamos agora? – Selena pergunta.

- Depois eu te explico. – Desconverso.

Ela para e eu paro junto com ela.

- O que foi? – Pergunto.

- É sério Tori, pra onde nós vamos agora?

Eu resolvi que não custava nada explicar a ela.

- Olha, você sabe por que eu estou metido nessa?

- Você já disse, por causa do seu pai.

- Sim, por causa dele. Meu pai agora faz parte do Comando Negro, ele disse que se nós formos ao esconderijo deles estaremos seguros, pois o Smoke não se atreveria a pisar no território deles.

- Eu não posso...

- Por que não?

- Você não entende...

- Você... Isso tem alguma coisa a ver com o seu pai?

- O meu pai também já foi do Comando Negro Tori, mas agora ele está sendo caçado por eles. Se eu aparecer lá eles vão...

- Entendo.

Meu telefone toca. Era o meu pai. Eu atendo.

- Fala pai.

- Que bom que está bem filho! Você pode me encontrar na praça?

- Na praça?

- É um lugar movimentado e seguro. De lá eu posso levá-lo em segurança.

- É que... Bem... Não vai dar.

- Como assim?

- Não tem como eu ir com você.

- Você ainda está ressentido comigo? Tori, isso é pra sua própria segurança, você precisa vir, seus avós estão aqui te esperando, venha logo!

- Eu não posso, droga!

- Tori não desliga! Tori!

Eu desligo o telefone.

- Não precisa fazer isso por mim. – Diz Selena.

- Eu não vou deixar você.

- Tori...

- Não vou mesmo... – Digo abraçando ela, então a gente se beija. Eu havia me tocado de que eu realmente gosto dela. Deixar Selena era algo que definitivamente não estava nos meus planos.

- Mas e agora? Pra onde vamos? – Ela pergunta.

- Não importa, se eu estiver com você estarei comigo mesmo. - Digo a ela.

- Oh Tori.

A gente se beija novamente.



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