História Os Novos Heróis do Olimpo - O Semideus Ômega (T.2) - Capítulo 7


Escrita por: ~

Visualizações 13
Palavras 816
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Saga, Sobrenatural, Survival, Suspense
Avisos: Homossexualidade, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aproveitem!

Capítulo 7 - O menino de olhos dourados


                          V

                    Michael


Preso em uma pequena sala escura numa região chamada Érebo, Michael implorava uma bênção de seu pai, para que pudesse sair dali e recuperar seus poderes.

Quanto mais ele pensava no tempo que ia passar lá, mais sua cabeça doia com a coroa de espinhos, que estava travada em seu crânio e não saia mais, como se ela fizesse parte de si.

O filho de Hades decidiu dormir, e esta não foi uma escolha boa.


Ele estava no Palácio de Zeus, no Monte Olimpo. Era uma sala enorme. Uma construção com muitos pilares. No meio da sala haviam doze tronos, que juntos formavam um imenso "U".

- Temos de matá-lo! - exclamou alguém.

Michael caminhou para mais perto. Ele viu dois deuses discutindo, e eles eram enormes. Cinco metros de altura, no mínimo.

- Ares, aprendemos com Percy Jackson que não podemos julgar um semideus por seus pais. Achamos que Percy seria uma ameaça, e ele salvou o Olimpo três vezes. O mesmo achamos dos semideuses de Elite, e eles estão lutando do nosso lado para deter Érebo.

- Mas pai, é um filho de Cronos! Tem ideia de quanto poder esta criança deve ter? O senhor titã pode fácilmente manipular este garoto, como fez com o filho de Hermes... qual é mesmo o nome dele? Luke Costellan.

- O Semideus Ômega, filho de Cronos será recrutado pelo Acampamento Meio-Sangue. Temos de dar um voto de confiança a ele. Você não vai matar este semideus.

- Mas Zeus!

- ARES, FIM DE CONVERSA!

Ares caminhou até a saida andando pesadamente. Michael pode escutar ele murmurar:

- Não vou matar este semideus? Isto é o que vamos ver.

A cena do sonho mudou.


Agora Michael estava em uma floresta... a floresta amazônica, adivinhou. E viu um garoto correndo. Ele tinha cabelo ruivo médio e olhos surpreendentemente dourados, que chegavam até a brilhar.

O Semideus Ômega?, pensou Michael.

Harpias estavam correndo atrás do garoto, até que o menino agora estava encurralado por conta de algumas rochas naturais da floresta bloqueando o caminho.

- Me deixem em paz! - exclamou o semideus de olhos dourados.

Lá dos altos, um leão com asas de morcego e rabo de escorpião caiu no chão subitamente, fazendo uma entrada triunfal. Um Manticore.

- Não podemos deixar você vivo, semideus. Você é... poderoso demais.

- Vocês trabalham para ele, não é? Trabalham pro meu pai!

- Sabe quem é seu pai, semideus?

- Sei que ele é maléfico. Como todos vocês.

O Semideus Ômega tinha um relógio de prata no punho do braço esquerdo, e estava retirando-o do braço. O Manticore percebeu e exclamou:

- Não deixem que ele use o relógio, vão atrás dele!

As harpias voaram em direção ao semideus, mas ele abriu a boca e gritou tão forte, que os ventos se converteram e jogaram as harpias e o Manticore para trás. 

Finalmente o menino tirou o relógio do punho, e apertou um botão nele. Subitamente, não era mais um relógio. Era uma foice. Uma réplica da foice de Cronos.

O semideus ergueu a foice, e ela começou a brilhar. O menino gritou:

- Rio de Janeiro!

E desapareceu, deixando rastros mágicos de ponteiros de relógio e números de 1 à 12.


Michael acordou ouvindo passos, que ele sabia que eram de Érebo.

Sonhando, meio-sangue?

- Não - mentiu.

Trouxe comida. Há uma semana você não come nada... coitadinho.

Érebo pôs no chão algum tipo de gororoba dentro de uma tigela de cachorro. Mas alguma coisa dizia à Michael que aquela comida não devia ser digerida nem por cachorros e nem por nenhum ser vivo do Planeta Terra.

- Você não havia dito alguma vez que tinha de despertar? - perguntou Michael.

Sim, respondeu Érebo.

- Você parece bem acordado.

Esta é apenas a menos poderosa das minhas formas... eu não posso sair das sombras. Ainda estou preso. Para despertar, preciso que o sangue de dois semideuses caia sobre qualquer sombra. Você é um deles, e eu já derramei seu sangue com a coroa de espinhos. Você não tem noção do quanto isto me deixou mais forte. Agora eu só preciso do sangue de uma menina... por isso retirei a memória de Penny Beuregard. Estou guardando ela para despertar na hora certa.

- Senhor... - alguém disse.

Michael não conseguia enchergar quem havia falado aquilo, mas era uma voz sombria.

- Penny Beuregard foi achada novamente e levada ao Acampamento Meio-Sangue.

A pessoa que disse isso apareceu em uma pequena clareira que havia no lugar. Era... era Michael. Não, era o clone de Michael, aquele que estava usurpando seu lugar.

MALDIÇÃO! Rosnou Érebo.

Ele desapareceu, dissovendo-se em escuridão. O clone de Michael também desapareceu. O filho de Hades sabia que seria inútil, mas decidiu rezar novamente para seu pai.

- Hades... se pode me ouvir, uma pequena ajuda seria bem vinda.

Michael esperou um pouco. Como esperado, sem resposta nenhuma. A coroa de espinhos estava fazendo sua cabeça doer, e isso era muito irritante.

De repente, as correntes que estavam o prendendo quebraram, e ele se sentiu incrivelmente forte. Logo percebeu o que havia acontecido.

- Valeu, pai. Agora tenho de arrumar um jeito de sair daqui.



Notas Finais


Comentem!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...