História Os pervertidos - Capítulo 30


Escrita por: §

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Categorias Bleach, Death Note, Fairy Tail, Gintama, Kuroshitsuji, Naruto, Tokyo Ghoul
Tags Bereu, Comedia, Echi, Hentai, Lemon, Yaoi
Visualizações 176
Palavras 1.791
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo, pessoal. Gomen a demora. Bom, decidi deixar aquele capítulo extra inserido na história original e fazer um capítulo extra realmente diferente. Bom, creio que o próximo capítulo seja o extra já que só falta 9 favoritos pra completar o 500 :3 Bom, só isso. Boa leitura e quem acompanha a versão talk show dela, prepare-se que sai daqui a pouco. XD

Capítulo 30 - Será?


 

— Que merda eu ia fazer? Que merda eu ia fazer? — Sasuke se perguntava loucamente, em pensamentos, após ter dado meia volta e ido em direção da porta. Ele, assim como Sougo ao ver L esfregar o seu corpo no da loira, avançou no moreno de enormes olheiras, mas logo desistira ao perceber a merda que ia fazer.

— Pra onde você vai? — Madara perguntou. O mais velho olhou para o mais novo surpreso, afinal, há poucos segundos ele estava correndo desesperado em direção a uma mulher. Coisa que geralmente acontece ao contrário.

— Eu vou cagar! — Gritou, saindo da sala, deixando o homem confuso assim como a loira que estava envergonhada nos braços do outro moreno.

— Saia de perto da minha irmã, seu filho da puta! — O sádico ordenou, olhando para o rapaz com fúria em seus olhos. Ele não quer nenhum macho perto de sua irmãzinha, afinal, machos têm pênis e pênis adoram penetrar em algum buraco.

— Me obrigue se você for macho — O jovem riu, encostando sua bochecha direita na bochecha esquerda da loira e posteriormente começou a movimentá-la como se fosse um gato se esfregando em seu dono querendo comida. Enquanto esfregava, olhava para o outro com um olhar provocador o que o fez ficar mais puto da vida.

— Ai, filho da puta! — Foi chutando-o, demonstrando toda sua raiva.

— Olé! — O jovem gritou, após pegar a perna do outro, e o jogado longe depois de ter ficado em pé. — Aqui é mestre em capoeira, porra — Ele avisou. — Vem, boneca, que eu vou te deixar mais quebrado que o Brasil — Mexeu a mão, chamando-o para o pau.

— Pra onde você vai? — O professor perguntou ao ver a loira, indo em direção à porta. Ela ainda tremia como um cão epilético.

— Não vai atrás do emo baitola não, né? — L quis saber. Seus olhos estavam fixos nela, esperando uma reposta.

— Deixa-a ir atrás dele, que é mais fácil eu dar o cu do que ele comer mulher — Sougo avisou, se levantando. Ele nem parecia mais o cara enfurecido de pouco minutos atrás.

— Verdade. É mais fácil meu irmão dar o cu do que voltar a comer mulher — Itachi explicou com olhar triste.

— O Sasquito já... — Naruto que estava calado, começou, mas logo em seguida se calou assustado.

— Só vou trocar de roupa, porra! — Ela gritou e em seguida saiu irritada.

***

Eu estava observando o Gray discutir com o Natsu. Graças a ele, não fui queimada vida. O que diabos têm na cabeça desse idiota?

Eu estava tremendo muito, mas mesmo assim observava os dois atentamente. Do nada o L chegou perto de mim e me abraçou.

Corei na hora.

Após o Ciel gritar com ele, me chamando de estúpida e burra, o idiota do L começou a esfregar no meu corpo. Voltei a corar por causa da vergonha. Na mesma hora vi o Sasuke e o Sougo vindo em nossa direção com cara de poucos amigos, principalmente o Sougo. Mas antes de chegar perto de nós o Sasuke virou para o lado e foi correndo em direção à porta. O professor perguntou pra onde ele iria e ele disse que iria cagar.

O estranhei dizer isso já que naquela vez que foi cagar, ele ficou com vergonha de dizer.

Depois do moreno sair o Sougo foi chutar o L, mas ele o jogou longe. Levantei-me pra poder ir até o quarto e trocar de roupa, mas os idiotas começaram a falar merda. Gritei bem alto e sair pra tirar a roupa molhada, pois não aguentava mais o frio.

Ao chegar no corredor, veio algo na minha cabeça que me deixou bastante confusa.

“O Sasquito já...”.

O que diabos o Naruto iria dizer do Sasuke? Foi bem depois do Itachi dizer que era mais fácil o irmão dar o cu do que voltar a comer mulher. Será que o Sasuke já deu pro Naruto? Será?

***

Troquei de roupa, sequei o meu cabelo rapidamente e voltei para sala. Ao voltar, o Sasuke já estava na sala, e tanto o L como o Sougo já estavam em seus lugares parecendo dois santos.

— Finalmente você voltou — O professor comentou com o olhar fixo nos meus. Seu olhar penetrante me fez corar um pouco.

— Desculpe-me a demora — Eu disse e fui voltando para minha banca.

— Bom, já que a virjona voltou...

— Bereunice! — Gritei, o interrompendo. Por que quase todo mundo joga isso na minha cara como se, ser virgem fosse crime? Tô me sentindo como aquelas garotas no tempo do século passado que ao perder a virgindade antes de se casar, tinha isso jogado na cara por todos até mesmo pelos seus familiares. — Meu nome é Bereunice e todos me chamam de Bereu.

— Eu mesmo não chamo de Bereu, muito menos de Bereunice. Chamo de priminha e de vez em quando Mônica — Nill comentou e eu espremi os olhos pra ele.

— Já eu chamo de mocreia, horrorosa e espantalho, boneca de Olinda — Ciel comentou. Outro idiota que me enche o meu saco.

— No meu caso é Mimosa — Dessa vez foi o L.

— Já eu, chamo de tudo que é bom e que combina muito com minha linda irmãzinha, como: puta, rapariga, puta de cabaré, esposa do cão, esposa de lúcifer, vadia — Dessa vez foi o Sougo. Cada um mais filho da puta que o outro.

— Já eu chamo...

— Tô ainda me perguntando quem foi que perguntou pra vocês — O professor cortou o idiota do Gin que já ia bem falar merda mim.  — Fiquem calados ou vou pendurar todos na janela pelos culhões — Ameaçou.

— Ok, professor — O bebum ficou chocado.

— Bom, vamos começar a aula... — Ele começou. — Já que não preparei bem o que iria ensinar hoje para vocês, já que eu tinha passado a noite comendo putas, eu quero apenas que coloquem o nome de todos os estados Brasileiros e digam o que mais se destaca neles. Pelo o que eles são mais conhecidos.

Após isso, começamos a responder...

***

Depois de uma hora, todos nós acabamos e o professor recolheu as folhas que escrevemos. Ele se sentou em seu lugar e começou a ler atentamente. Notei que em alguns, ele olhava meio irritado. Depois de alguns minutos lendo-as, ele separou algumas folhas e as outras, deixou arrumadinha no canto do birô.

— Nill — Ele chamou o meu primo sem tirar os olhos da folha.

— Sim, professor.

— Você não acha que falta algum estado nessa lista não?

— Não. Tenho certeza que eu coloquei todos. Por quê? — Questionou confuso para o outro.

— Você tem certeza?

— Tenho absoluta, professor. Não sou minha priminha para esquecer-se de algo tão simples como esse.

 — Então por que você não colocou o estado Acre?

— Acre? — Olhou confuso para ele. — Tem certeza que esse estado existe, professor?

— Tenho absoluta. Se eu não soubesse não seria uma porra de professor de geografia.

— Tem certeza mesmo, professor? — Voltou a insistir.

— Quer que eu lhe prove que existe jogando esse livro — Mostrando um grosso livro de geografia — na sua fuça?

— Precisa não, eu acredito —  O idiota riu. — Ah! Agora me lembrei! — Ele deu um enorme grito, batendo na palma da mão com o punho fechado como se tivesse acabado de lembrar algo importante. — É aquele estado em que aquele cara sumiu ao tentar fazer uma transmutação humana, não é? — Questionou, fazendo cara de idiota.

— Não seja idiota — O professor mandou com um tom irritado. — Agora voltando ao assunto. Nem você e nem ninguém da sala colocou o estado Acre. A vontade que estou aqui é de jogar um livro de geografia na cara de cada um para aprenderem melhor sobre o país em que moram — Nos olhou como se quisesse extinguir vários animais imundo da terra. — Voltando para o que você escreveu — Olhou seco para o Nill.

— S-sim, pro-professor — Ele gaguejou nervoso.

— Todas as suas respostas, eu achei legal, menos — Tirou os olhos que estavam na folha e direcionou para o meu primo — o da Bahia. Você citou que, o que se destaca lá são as cobras. Eu não entendi bem essa resposta. Se tivesse dito no Amazonas, ainda dava pra tentar aceitá-la.

— Mas lá se destaca as cobras sim — Ele disse risonho.

— Não seja idiota. Lá não se destaca pelas cobras e sim...

— Pelas cobras de dois olhos não, mas pelas de um olho só... — Disse com um tom safado — Uma mais enorme que a outra — Lambeu os lábios, fazendo algumas veias aparecerem na testa do professor.

— Venha até aqui na frente e faça duzentos marinheiros — Ordenou com um tom sério.

— Como assim fazer duzentos marinheiros, professor? Pra ser marinheiro não precisa se alistar na marinha? — Indagou confuso.

— Não seja burro. Estou falando das flexões, seu idiota. Agora só por ter me deixado nervoso, faça quinhentas — Falou com irritação na voz.

— Mas professor, eu...

— Se me deixar mais irritado, eu o mando fazer flexões até você se tornar hétero!

— Ai, não professor. Assim eu ia ficar fazendo flexões até morrer, né — Foi se aproximando do quadro negro. — Vou logo fazer, pois não quero passar oitenta e três anos fazendo flexões — Se abaixou e começou a fazer.

— Até que você é bom nisso — Disse após meu primo chegar aos cem e ainda continuar como se ainda tivesse nas primeiras.

— Não é por que somos viados que somos fracos, professor — Explicou, ainda fazendo as flexões. — A única diferencia de nós e os héteros é que nós gostamos de rola e eles não.

— Não precisava dar essa informação desnecessária.

— Precisava sim — Riu e depois continuou até chagar aos quinhentos. — Agora, eu posso voltar ao meu lugar? — Indagou após se levantar.

— Já pode — Suspirou. — Bom, eu ia ler o resto, mas já deu meu tempo — Foi se levantando. — Até mais — Foi seguindo até a porta. — Ah... — Olhou para o Sasuke ao parar no meio da porta. — Não precisa disfarçar que vai cagar, seja macho e diga logo pra mina que você gosta dela — Disse isso e saiu logo em seguida.

— Eu não gosto dessa idiota! — Gritou alto para que o outro ouvisse. — Eu não gosto de você! — Me encarou com irritação.

— Eu não disse nada — Resmunguei corada.

Após isso, saímos já que não tinha nenhuma aula...

***

O dia passou rápido. Já á noite, fomos jantar. E enquanto comíamos, escutamos a voz do diretor vindo de uma caixinha de som rosa que estava pendurada na parede que até o momento eu nunca tinha reparado.

E por que quase tudo dele é rosa?

Ele nos avisou pela caixinha de som que era pra ligarmos para nossos pais, avisando que no final de semana iríamos ser levados pra uma viagem patrocinada pela escola.

Pra onde será que irá nos levar?

O perguntamos após jantarmos, mas a única coisa que ele disse é que podemos levar são lanches, roupas, produtos de higiene, lubrificantes, vibradores e camisinha...

Aonde diabos ele vai nos levar?

 



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