História Our Destiny - Capítulo 13


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Categorias Katy Perry, Taylor Swift
Personagens Katy Perry, Personagens Originais, Taylor Swift
Tags Katy Perry, Romance Lésbico, Taylor Swift
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Palavras 2.364
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Fluffy, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Perdoem os erros, errar é "umano" shuashuashuashuashuashua
Gente, o que foi esse Enem? Eu tô morta. Aprendi que em determinadas situações o cinto de segurança pode te matar, e que eu nunca terei o corpo da Barbie shuashuashuashuashuashua

Enjoy ;*

Capítulo 13 - I want to hide the truth, I want to shelter you


Starbucks estava cada vez mais vazio, e entre risadas e olhares intensos, Taylor e Katy mal se davam conta. Poderiam conversar por horas, que mesmo em meio a tantas diferenças, encontravam pontos em comum.

— Se você encontrasse o gênio da lâmpada, quais seriam os seus três desejos? — Katy a fez rir com a pergunta.

— Bom…Primeiro, eu pediria que o Dylan sumisse da face da terra, puf, em um passe de mágica. — Havia fascínio em seus olhos, era como se vislumbrasse o acontecimento em sua imaginação.

Katy revirou os olhos, tão intensamente que seus globos oculares quase deram uma volta de 360° graus. Seguinte, agarrou uma das mãos da loira, e a apertou, carinhosamente, querendo que a olhasse bem.

— Nós podemos esquecer que ele existe, assim você não precisa gastar um desejo com ele, ok? — Ela assentiu, e Katy a soltou. — Agora me fale seus desejos.

Taylor suspirou, e em um novo fôlego, disse:

— Primeiro, eu gostaria de ter te conhecido antes. — Katy abriu um sorriso bobo, típico de adolescente em sua primeira paixão, mas não se deu conta do peso daquelas palavras, do quanto Taylor estava pesada por sentir-se assim, como se houvesse a capacidade de tentar evitar parte da mancha negra de seu passado. Ela fez uma pausa, nesse meio tempo perdendo-se em si mesma. — Segundo, pediria que nossa amiga não tivesse tido a infeliz ideia de namorar o Randy, ou que ele fosse menos cafajeste e assumisse o que fez.

Katy inspirou profundamente.

— Eu pediria o mesmo.

— Por último, a paz mundial.

A morena fez uma careta.

— Você é tão miss Estados Unidos.

— E isso é ruim?

— Nesse ponto, um pouquinho. Deveria pedir a proibição da fabricação de armas químicas, bombas atômicas…Seria mais alcançável e objetivo.

Taylor gargalhou.

— Estou ouvindo isso da pessoa que acredita em fadas? Pensei que qualquer coisa fosse real e alcançável pra você.

A loira parou de rir repentinamente, admirando estática a figura de costas na entrada.

— O que foi? É alguém que você conhece?— A morena olhou na mesma direção.

Taylor se levantou, pegou o casaco e a bolsa do encosto da cadeira e puxou Katy pela mão. Piscou os olhos, e voltou a olhar para a garota, desta vez de perto, enquanto passavam pela porta e a via conversar com um garoto loiro. Não era a mesma voz. E ao se virar, constatou que não era ela. Era claro que não seria ela, isso seria impossível.

— Aconteceu alguma coisa? — Katy tocou seu queixo. Estavam agora do lado de fora. — Quem era aquela e porquê te deixou tão perturbada?

— Podemos conversar sobre isso depois? Eu só preciso sair daqui no momento.

Segurando ao máximo, tentando a todo custo afastar as memórias de anos atrás, ela viu seus joelhos falharem, a respiração se tornar difícil, e um mar preso em seus olhos.

— Está me preocupando. — Katy viu as lágrimas descerem, e reconheceu o desespero nos olhos de Taylor.

A abraçou, apertando como se não pretendesse soltá-la. Naquele momento, o choro se intensificou, o corpo tremia em seus braços e os soluços da loira ficavam cada vez mais alto. Taylor não entendia como depois de três anos aquelas lembranças ainda eram tão nítidas, tão dolorosas. O fato era que não aprendeu a lidar com a culpa, e foi completamente consumida por ela. Todos os dias nos últimos anos, se perguntava ainda o que poderia ter feito pra evitar a tragédia. E se não tivesse espalhado as fotos? Louise ainda estaria aqui? Teriam tido uma discussão e um término comum, sem que uma delas precisasse morrer? Sem sequelas tão irremediaveis? Por que continua vendo-a nas pessoas? Qual a razão de seu cérebro insistir nessas associações? Doía. E as sombras de antes somente se ofuscaram quando a luz que havia em Katy a iluminava. Mas até mesmo isso a assustava. Depositar tanta confiança e tanto sentimento em alguém que conhecera há poucos meses, a fazia temer. Mecanicamente, tudo foi afastado abruptamente. Taylor apenas se dera conta de que não estavam mais em frente ao Starbucks quando se viu no carro de Katy. Suas pernas deveriam estar em piloto automático, pensara.

— Quer ir embora? — O carro estava em movimento, e a loira podia observar agora, enquanto passavam por um bairro familiar.

— Me leve pra algum lugar. Qualquer lugar que você queira.

Voltar para a universidade após uma crise como aquela era tudo que Taylor não desejava. Louise a assombrava. Seu rosto, ainda tão vivo na mente da loira, estava em cada canto daquela instituição.

— Quanto decidir me contar o que aconteceu, ficarei grata. — Falou ressentida.

Katy foi educada para se preocupar com os outros, carregar um sentimento de empatia real por trás de cada "tudo bem?", e ensinada a dizer "tem certeza?" quando o "estou" lhe parecesse automático e falso. Quando o zelo era por alguém íntimo, que significasse muito, sua insistência costumava ser ainda maior. Incomodada com a falta de resposta, o eco em suas palavras, passou a dirigir com uma expressão carrancuda, apertava o volante com força.

Taylor a admirava de soslaio, com o coração batendo freneticamente enquanto tentava entender o que diabos estava acontecendo consigo. Não era justo que Louise ocupasse tanto espaço em sua vida, mesmo depois de morta. Katy tinha pulso, Katy se importava com ela, e isso a loira podia ver em cada mínimo gesto. Não era justo com ela que um fantasma preenchesse parte de si, que fosse nítida e que ainda tivesse voz.

— Eu preciso que você esteja ao meu lado. É só isso.

O silêncio da outra fora uma resposta. Ela não estava preparada.

— Eu preciso que você me diga o que está acontecendo. — Taylor se surpreendeu com o tom elevado, irritado.

Katy agarrou o volante com ainda mais força, no momento em que se preparava para uma curva fechada. A loira arregalou os olhos. Aquilo com certeza deixara marcas de pneu no asfalto. O carro parou defronte à uma estrada secundária, com uma placa de redução de velocidade bem torta e caindo aos pedaços.

— Vamos conversar.

— Aqui?

Taylor estava com medo.

— Ninguém vai aparecer. Está tarde e essa é uma das piores estradas.

— Eu não tenho nada a dizer.

Katy deixou a chave na ignição, abriu a porta do carro e saiu, deixando a loira com expressão de incredulidade para trás. O vento, frio e gelado a envolveu, obrigando-a a abraçar o próprio corpo. Quando dava seus passos rápidos e inconformados, sua mente clamava que voltasse, esquecesse o objetivo daquilo e se jogasse nos braços de Taylor para se aquecer.

A loira pulou para o volante, e começou a seguir Katy, com a velocidade reduzida e faróis altos. A morena, que caminhava apressadamente, colocou as mãos na lateral do rosto instintivamente, tentando não ser cegada pela luz.

— Entra no carro e vamos conversar!

— Sobre o que? Sobre o quanto confia em mim? — Gritou de volta, irada e ressentida. — Tay, reduz a porra desses faróis. Está tentando me deixar cega?

— Eu confio em você, só não quero falar sobre o que me deixou mal porque sinto que isso vai reforçar tudo de ruim que eu tento afastar. — Elas haviam parado. Katy a encarava superficialmente, devido aos faróis, não conseguia se aprofundar, tentar enxergar veracidade em seus olhos, confirmação de suas palavras. — Venha, entre no carro.

Katy continuou parada, de braços cruzados, como uma criança birrenta. Taylor saiu do carro e foi se aproximando.

— Entre no carro.

— Se me prometer que vamos falar sobre o que te causou aquela mudança súbita de "bem" pra "vou desidratar de tanto chorar".

A loira ignorou o que dissera, simplesmente ergueu a morena pelas pernas e começou a carregá-la, ao passo que ela esperniava e pedia para colocá-la no chão.

— Droga! De onde vem tanta força? — Esbravejou.

— Judô desde os 8 anos de idade. — A colocou no banco do passageiro, passou por cima de seu corpo e foi à direção.

Katy sorriu, recordando o momento em que a viu pela primeira vez. A queda de Devon. Taylor notou o risinho quase imperceptível.

— Não está mais irritada?

— Cale a boca.

A loira dirigiu em longos minutos de silêncio, até estacionar em frente a uma biblioteca pública. Tudo que precisava fazer era ter coragem nos primeiros 30 segundos, e depois tudo fluiria naturalmente. Presava por honestidade, mas não teria coragem de ser plenamente honesta sobre seu passado. Aqueles acontecimentos afastavam e assustavam as garotas. Nenhuma ficava depois de saber sobre tudo. E era uma das razões de seu luto ter durado tanto tempo. Precisava encontrar uma maneira de contar o que havia acontecido, sem precisamente contar o que havia acontecido.

— Nosso jejum de palavras termina aqui. — Anunciou.

— Então sabe o que precisa dizer. Vá em frente, sou toda ouvidos.

— Eu flagrei uma traição da minha última namorada. Com o Dylan, na floresta da Cleaver.

Katy arregalou os olhos.

— Eles estavam…

— Nas vias de fato, sim.

— Sinto muito. — Em tom quase inaudível.

— A garota de hoje me lembrava dela.

— Você ainda a ama? Por isso se machuca tanto ao lembrar? — Deduziu, pesarosa.

— Não. Acho que me sinto mal por orgulho ferido. — Mentiu. Taylor não a amava, não mais, no entanto, sua desolação estava longe de ser por orgulho ferido.

— Eu não sei o que dizer. — Sua mão buscou a dela. — Mas sabe que não é sua culpa, não?

— Talvez tenha sido. — Seus olhos eram opacos. A ausência de brilho assustou Katy. — Olha, isto é tudo. Agora você já sabe.

— Dylan é um cachorro.

— Minha ex namorada também. — Normalmente, Louise era intocável, e Taylor tentava manter uma imagem imaculada dela, mas em algumas situações tudo que sentia era raiva, e a culpa que acumulara era jogada toda na conta da moça. — Ela teria sido uma boa ginecologista. Pelo visto adorava conhecer o interior das pessoas.

— Por que diz "teria sido" como se ela estivesse morta? — Perguntou inocentemente.

— Desistiu da faculdade de medicina. Se mandou pra bem longe.

— Parece que você marcou a vida dela tão intensamente quanto ela a sua.

— Não comente sobre essas coisas com ninguém. — Advertiu. — Já basta meus pensamentos que me assombram. Não quero que o assunto ressurja.

— Não trabalho no jornal da universidade e não tem porque falar sobre algo tão pessoal a seu respeito. — Sentiu-se ofendida.

— Desculpe, falei por impulso.


                            ***


Há três dias sabia sobre a ex-namorada sem nome de sua potencialmente namorada. Há três dias tentava não pensar tanto a respeito. Por que diabos era tão difícil não se colocar no lugar de Taylor? Por que, inconscientemente, tudo que fazia desde então era tentar provar que não era como sua ex? Tentando desesperadamente aniquilar inseguranças, antes mesmo que elas surgissem, Katy assumiu um comportamento submisso, completamente distante de sua personalidade. Só ia à festas na companhia de Taylor, só falava com quem a Taylor não torcesse o nariz para, só vestia roupas que a agradassem e não fossem "sexy demais" aos olhos da loira. Seu telefone celular era desbloqueado somente com as digitais de ambas.

Katy recebeu uma notificação no Facebook que a alarmou completamente. Uma solicitação de amizade de ninguém menos que Dylan. Taylor levantou os olhos do livro com o qual estudava, para a morena que estava deitada mexendo no celular, a expressão de medo fora identificada de imediato.

— O que foi? — Perguntou se levantando.

— Ele mandou do nada. Juro. — Entregou o aparelho.

— Eu odeio esse cara. Ele está jogando comigo. — Apertava com o celular com força, como se a intenção fosse derrete-lo com o calor de raiva que emanava de sua mão. — Você tem certeza de que não se falaram depois daquela ligação, docinho?

A morena respondeu com um aceno de cabeça.

— Não se preocupe, ele não vai mais importunar você. — Seus dedos lhe acariciavam o rosto.

Katy tinha medo de perguntar.

— O que você vai fazer?

Taylor foi até o perfil do rapaz e o bloqueou, mostrando à Katy enquanto o fazia.

— Quer fazer alguma coisa mais tarde? Afinal, hoje é sexta. — Sorriu, descansando a tela e devolvendo o celular à dona.

— Podemos pedir pizza e ficar por aqui mesmo. — Seus braços envolveram Taylor pela cintura, que estava sentada à sua frente na cama. Katy estava logo atrás e seu nariz pareceu ter vontade própria ao tocar o pescoço da loira e inspira-lo.

— Ah, vamos sair. Andar por aí de mãos dadas e tomar umas. — Alisou os braços que a detinham e puxou uma das mãos para beijar.

— Se você prometer não fazer uma cena.

Taylor se soltou, subindo em Katy, fazendo com que se deitasse. Suas mãos prenderam os pulsos com firmeza, e seu olhar sobre ela era feroz e predatório.

— Se eu pudesse criar uma lei, seria a lei Taylor Swift n°1989 prevista no código penal, onde estaria estabelecido que ninguém além de euzinha poderia tocá-la ou sequer admirá-la. — Ela viu divertimento nos lindos olhos à baixo de si. Com a ponta do nariz, fez um caminho vagaroso sobre o pescoço da morena. Sua mão apertara um dos seios quando a boca fez pressão sobre a clavícula. Katy gemeu baixinho, segurando a mão que a tocava. Elas abriram os olhos e eles se encontraram, em um diálogo silencioso.

A morena abriu as pernas, prendendo-as em Taylor, enquanto as mãos seguravam-lhe os cabelos. — Não precisava de uma lei. A minha vontade é só que você me toque. Que só você me olhe. Eu só quero sentir você, e só me lembrar do seu cheiro doce a todo momento. — Taylor subiu o vestido, mapeando as coxas de Katy com as unhas, raspando de leve na pele delicada.

— Você não tem noção do quanto mexe comigo. — Confessou em um sussurro, descendo os lábios até o colo da morena. Sendo um vestido tomara que caia, Taylor apenas o puxou com tudo, até o meio. — Seus seios são lindos.

— Quero eles na sua boca. — Pediu.

— Você já está tão molhada. — Conseguia sentir, mesmo através do tecido da calcinha. Ela sorriu maliciosa, e envolveu um dos seios de Katy com a boca.


Notas Finais


Eu queria que vocês conseguissem vê-las realmente na fic sabe? Mas algumas alterações na personalidade são psíquicamente nececyrus shuashuashuashuashuashua


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