História Out of the Shadow - Malec - Capítulo 18


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Categorias As Crônicas de Bane, As Peças Infernais, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jordan Kyle, Magnus Bane, Personagens Originais, Ragnor Fell, Tessa Gray
Tags Alec Lightwood, Gangues, Magnus Bane, Malec
Visualizações 188
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


so... eu andei meio sumida porque eu tô fazendo uma Short-Fic (link nas notas finais) e tô atualizando todos os dias e me empolguei muito com ela, me desculpem e não desistam de mim

Capítulo 18 - A escuridão se aproxima


 Quando Alec acordou, ele abriu os olhos calmamente para encontrar os cabelos de Magnus em sua frente. Os dois estavam deitados de conchinha, o corpo de Magnus perfeitamente encaixado no de Alec, e ambos os braços entrelaçados.

Alec sentia-se sortudo. Sortudo por ter encontrado Magnus. Sortudo por Magnus te-lo aceitado depois de tudo. Sortudo por Magnus o querer. Que Alec sempre pensou que nunca se apaixonaria era fato, mas aí Magnus chegou e mudou todos os conceitos do rapaz.

Magnus abriu os olhos assim que acordou, e deu um breve sorrisinho ao sentir os braços de Alec em volta de si. Ele se virou e sorriu ainda mais ao ver Alec acordado.

- Bom dia - Magnus murmurou com a voz sonolenta.

- Bom dia meu amor - Alec respondeu ainda abraçando Magnus.

Meu amor. O sorriso de Magnus continuou como se de alguma forma tivesse ficado ainda mais brilhante. Era incrível como apenas palavras vindas de Alec causasse tantos sentimentos nele.

- Diz de novo - Magnus sussurrou.

- Meu amor - Alec sorriu acariciando os cabelos do asiático.

- Gosto disso - a voz de Magnus continuava calma.

Alec riu fraco, e um barulho chamou sua atenção. Logo ele percebeu que era seu celular anunciando nova mensagem, e em seguida mais uma e mais uma.

- Preciso ver, deve ser importante - Alec declarou ao ver a expressão de Magnus.

Alec soltou o namorado e se levantou, estava apenas de cueca então sua calça continuava no chão. Ele pegou a peça no chão e tirou o celular de um dos bolsos, olhando as incontáveis mensagens de Daniel, Tyler e Isabelle, todas dizendo a mesma coisa: venha para o galpão.

- Magnus, preciso ir - Alec disse começando a vestir sua calça.

- O que? Porque? - Magnus se sentou na cama com as sobrancelhas juntas - aconteceu alguma coisa?

- Isso que preciso descobrir - Alec disse caminhando pelo quarto em busca de sua camisa, até que encontrou-a e se vestiu.

Magnus suspirou e se ajeitou na cama, puxando o cobertor mais para cima. Alec o olhou e soltou o ar pesadamente pelo nariz, antes de se aproximar e dar um selinho no moreno.

- Nos vemos mais tarde? - Alec perguntou ainda inclinado para Magnus.

- Claro - Magnus sorriu e deu um beijo calmo e rápido em Alec.

Alec assentiu e sorriu se afastando. O rapaz calçou seus sapatos e deu um último sorriso a Magnus antes de sair pela porta do quarto. Magnus suspirou e voltou a se deitar na cama, abraçando o travesseiro no qual Alec outrora estava deitado.

* * *

Era inexplicavelmente confortante observar Alex dormindo. Se Gabriel pudesse escolher uma única coisa no mundo para fazer, seria isso. Ela dormia como um anjo, com uma dos braços sobre a barriga de Gabriel, que ficou encarando o braço dela, onde os cortes estavam cicatrizando.

Mas a imagem não durou muito. Alex acordara.

- As vezes eu acho que você não dorme, e fica só me olhando dormir - murmurou ela coçando os olhos.

- Não chega a tanto - Gabriel riu se virando na cama, ficando de frente para a garota.

- Hum - Alex deu um sorrisinho - dormiu bem?

- Sim - Gabriel deu de ombros - e você?

- Bem - Alex bocejou e se sentou na cama, espreguiçando-se ao máximo que podia. - vamos tomar café?

- Eu não consigo comer nada depois daqueles gemidos - Gabriel suspirou frustado.

Alex caiu na risada. Gabriel riu a observando.

- Eu tinha esquecido disso - Alex disse quando parara de rir.

Os dois saíram do quarto, um com mais cara de sono que o outro, chegava a ser adorável. A mesa do café já estavas posta, e Magnus comia calmamente, assim como os outros na mesa.

- Onde está Alec? - Alex perguntou assim que se sentou, Magnus levantou o olhar de seu café.

- Ele precisou resolver umas coisas, saiu cedo - Magnus respondeu e levou um pedaço de bolo até a boca.

- Ou estava com vergonha de nos encarar depois daqueles gritos? - Alex perguntou com uma expressão de paisagem.

Tessa engasgou com o café; Catarina parou com o garfo no meio do caminho até a boca; Ragnor e Gabriel se afundaram na cadeira com as mãos no rosto, abafando uma risada. Magnus por outro lado, por mais incrível que parecesse, estava com as bochechas vermelhas.

- Relaxe - Alex tranquilizou-o - pelo menos são melhores que os gritos de Camille, parecia que você estava matando-a, e não transando com ela.

Gabriel e Ragnor não aguentaram e começaram a gargalhar.

- Alex! - Catarina repreendeu, mas claramente estava segurando uma risada também - isso é coisa que se diga em pleno café da manhã?

- Eu estava fazendo o que você e Gabriel deveriam fazer naquele quarto, se é que não fazem - Magnus respondeu com a voz baixa. Um silêncio tomou a mesa, e Magnus franziu o cenho os olhando - o que é? estou brincando.

Gabriel engoliu seco, já não ria mais. Ele abaixou a cabeça para seu bolo, e começou a comer em silêncio. Alex fez o mesmo.

Tessa olhou para Magnus em reprovação, e suspirou pesadamente, bebendo um último gole de seu café.

* * *

Alec chegou correndo no galpão. Ele entrou passando as mãos pelos cabelos, e logo encontrou com Isabelle.

- O que houve?

- Vem ver - Izzy suspirou e deu meia volta, antes de adiantar-se de volta a sala.

Alec acompanhou a irmã até a sala, e assim que entrou arqueou uma sobrancelha, encarando o escrito na parede.

- O que é isso? - Perguntou.

Tyler, Daniel e Jace também estavam na sala, encostados na parede, provavelmente esperando que Alec chegasse.

- Já estava escrito quando percebemos - Daniel explicou - e tinha uma pessoa, de capuz preto, mas fugiu.

- Uma pessoa conseguiu fugir de quatro pessoas armadas e treinadas? - Alec levantou as sobrancelhas, e cruzou os braços.

Tyler e Daniel ficaram em silêncio. Alec revirou os olhos e adiantou-se até o armário atrás de sua mesa. Ele o abriu e tirou uma camiseta de lá.

- Jace, cheque as câmeras infiltradas, e tente ver o rosto da tal pessoa - Alec desabotoou sua camisa, e tirou-a, sem se importar com as pessoas na sala. Junto a grande Fênix nas costas haviam alguns chupões, Isabelle sorriu maliciosa, Daniel arqueou uma sobrancelha, Jace ria baixo da expressão de Tyler, ele estava soltando fogo pelos olhos. Alec vestiu a camiseta e suspirou virando-se para os outros novamente - Izzy, mande alguém vir limpar isso

Todos saíram da sala, e Jace adiantou-se para a pequena sala das câmeras. Ele suspirou e sentou-se na cadeira, começando a acessar as imagens. Era tudo muito chato a noite no galpão. Ele soltou uma risada ao ver Aline e Helen indo transar em sua sala, porém antes disso não havias nada de anormal. Até que em outras imagens, a tal figura de preto apareceu. Jace pausou a imagem e começou a dar zoom.

Estava escuro, mas da forma certa daria para ver o rosto. Porém Jace ouviu passos e se virou. A pessoa com o casaco preto, a cabeça estava abaixada, mas parecia usar uma máscara. Jace levantou-se, tirando uma lâmina do bolso, ele lutou contra a pessoa, porém ela ou ele sabia lutar tão bem quanto o próprio Jace. Após levar um soco, Jace cambaleou tonto para trás, e tudo que viu foi uma arma levantada em sua direção, o barulho do tiro, seu peito queimando, e a escuridão.


Notas Finais




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