História Overdose (Markson Version) - Capítulo 7


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Fluffy, Madison, Romance, Yugbam
Visualizações 119
Palavras 1.383
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Sette


Mark On

Fiquei sentindo o carinho de Jackson, mas estava tão tenso que não consegui dormir, apenas permaneci de olhos fechados e o coração acelerado, ele tinha me chamado de Baby.

-Não consegue dormir? -Neguei me apertando ainda mais em seu abraço.

-Então, como foi o passeio? Eu queria ter ido, mas o infelizmente os managers resolveram atrapalhar. -Bummie falou reclamando.

-Foi muito bom. -Jae declarou e ninguém falou nada, ouvi Bambam falando com Jin sobre alguma coisa mas não dei atenção.

-Você tem um cheiro bom. -Falei e ele me olhou, senti minhas bochechas queimarem no mesmo instante e me arrependi de ter falado.

-Você também, um cheiro ótimo. -Ele disse cheirando meu cabelo e eu me encolhi. Não entendia por que ultimamente meu corpo tinha reações involuntárias perto dele, isso era estranho, mas talvez seja apenas por que nos aproximamos mais.

-CHEGAMOS, FINALMENTE. -Jaebum berrou e já saiu passando por cima de todo mundo para abrir a porta, Jackson rapidamente tirou minhas pernas da frente antes que Bummie passasse por cima de mim, mas não adiantou muito e eu fui empurrado fortemente contra a porta do carro, gemi de dor. -D-desculpa hyung... Você está bem?

Assenti ainda envergonhado por todos estarem me olhando, na verdade, estava doendo muito, mas eu não queria parecer um fraco na frente deles apenas por ter batido no carro. Saímos do carro e entramos em casa, já escutei Jin e Youngjae discutindo alguma coisa na cozinha.

-Por quê estão brigando?

-AH, hyung -Jae correu e me abraçou, fiz uma careta quando ele apertou onde doía mas reprimi o grito. Jackson me olhou estranho mas eu disfarcei. -É que o hyung não quer comprar comida por que acha que já gastamos dinheiro demais e ninguém aqui sabe cozinhar.

-D-deixa que eu faço. -Falei e Jin negou.

-Não se preocupa, a gente se vira e você deve estar muito cansado dongsaeng. -Ele disse passando a mão em meu cabelo em um carinho suave e eu sorri negando.

-Eu faço questão.

-Eu ajudo você então hyung. -Jae disse e eu assenti. Expulsei todos da cozinha pois isso só iria atrapalhar. Comecei a fazer mas sentia ele me olhando à todo instante, isso estava incomodando bastante, suspirei e o encarei.

-O quê foi? Pergunte.

-Você e o Jackson estão, digo... 

-Não, somos amigos. Não confunda as coisas, nós estamos passando por uma situação difícil, é normal que nos apoiemos nos outros.

-Desculpe ter insinuado que tinha algo mais.

-Não há problemas, eu sei que pareceu. -Falei convicto, preferi fazer um prato rápido já que não tinha muita cabeça para ficar cozinhando. Assim que terminei Jae chamou a todos e eu me retirei, não sentia fome, ou vontade de ficar no mesmo ambiente que Yugyeom, isso era muito doloroso, eu sentia tudo pesando ao meu redor.

Sempre fui o membro mais fechado do grupo em relação à sentimentos ou amizade, não dava espaço para que se aproximassem de mim, mas mesmo assim conseguiram, me lembro do primeiro beijo entre eu e Yugyeom, ele sempre foi um tanto ciumento, mas não em excesso, e eu não me preocupava muito pois não dava tanta liberdade para outras pessoas, muitas vezes ele tentou fazer uma noite romântica, mas eu negava, eu não fazia carinho ou o beijava abertamente na frente dos membros, em parte era por vergonha, mas também por que parecia tão diferente do namoro deles. Gyeom era mais másculo e isso o deixava mais frio. Ao contrário de Jaebum e Youngjae, eles se dão bem por que ambos são carinhosos e o respeito e amor vem junto, eu queria um relacionamento como o deles.

-Mark? -Olhei e vi Jin na porta. -Posso?

-Sim.

-Eu trouxe um sanduíche para você, vi que não comeu nada e fico preocupado que passe mal.

-Obrigado, e me desculpe estar distante.

-Não se preocupe com isso hyung, apenas certifique-se de ficar bem. -A porta foi aberta por Jaebum que empurrava Jackson para dentro.

-O quê aconteceu?

-Briga. Jackson e Yugyeom.

-Eu não disse para você não fazer isso? -Jin perguntou. -Disse que não vale à pena, bater nele não muda a situação, não apaga o passado.

-Eu sei, mas ele me irritou, eu não sou de ferro, e me desculpe mas se ele fizer de novo eu o quebro ao meio. -Me assustei com as palavras dele, nunca vi Jackson com tanta raiva.

-Podem nos deixar sozinhos? -Perguntei à eles e assentiram saindo do quarto. -Você não é de brigar, por quê fez isso?

-Por que ele... É melhor você não saber.

-Fala.

-Ele disse que você não deveria estar sofrendo, afinal, já estava se entregando para mim dentro do carro, ele insinuou que você não deveria ser virgem e que nós...você sabe. -A raiva me consumiu por inteiro. Saí do quarto com ódio e fui procurando Yugyeom. Jackson ainda tentou me impedir mas não deu, achei ele na sala junto do Bambam e Jae, o encarei firme e ele desviou o olhar.

-É isso o que você pensa de mim?

-O-o quê? -Ele gaguejou. -Jackson falou o que você disse. Achei que você fosse menos nojento do que poderia ser.

-Ei, Mark. Olha como você fala, não tem esse direito de humilhar os outros. -Bambam se levantou, e eu dei um tapa estalado em sua cara, meus dedos ficaram marcados e ele olhou assustado, assim como os outros -Você é pior do que uma prostituta Bambam, elas pelo menos cobram pelo serviço e você sai dando para qualquer um de graça, não se faça de coitado como se ninguém tivesse visto o que você fez e cale a sua boca por que nem direito de falar comigo eu te dei, eu ouvi o que você falou com Jackson. Não se preocupe eu não vou me matar por um rodado como você. -Virei o rosto para Yugyeom que olhava sem reação. -Não volte a falar de mim como se eu fosse você, não fui o infiel aqui, não use meu nome para fingir que não é culpado, e não fale como se Jackson fosse capaz de fazer o que você fez, em dois dias ele foi capaz de se preocupar muito mais do que você em dois anos, se eu pudesse voltar atrás eu nunca teria namorado você, esse é meu maior arrependimento, mas quer saber? Eu não ligo, você é digno de pena Kim Yugyeom.

Virei as costas e saí da sala carrgando Jackson pelo braço, me senti muito mais leve e nem acreditei que eu disse todas aquelas palavras. Entrei no quarto e me joguei na cama com as mãos no rosto.

-E-eu estou em choque, eu não sabia que você podia ser tão explosivo assim.

-Eu me sinto leve. -Sentei na cama e ele me abraçou, mordi o lábio quando senti dor.

-Tira a blusa.

-P-por quê?

-Eu notei que você sentiu dor depois da batida contra a porta do carro, deixa-me ver, eu vou passar uma pomada. -Eu neguei e ele bufou e puxou a camisa à força me fazendo encolher tentando me cobrir. Eu olhei, na costela esquerda estava realmente roxo. Jackson foi ao banheiro e voltou com uma pomada em mãos, ele se abaixou e ficou ajoelhado no chão enquanto abria a pomada, eu estava tenso.

-Eu posso passar Jackson.

-Não, você já é teimoso demais, não vai passar. -Ele passou o dedo por cima e eu fiz uma careta e fechei os olhos com a dor, senti algo quente e me arrepiei abrindo os olhos. Ele estava muito próximo do machucado, sua respiração batia em meu corpo, ele se aproximou e beijou em cima várias vezes.

-J-Jackson o quê está f-fazendo? -Gaguejei novamente quando senti seus lábios roçarem em minha costela e sua respiração bater quente contra meu corpo.

-É para sarar. -Ele disse, sua mão direita pousou em minha cintura e me puxou para mais perto, fiquei estático e de olhos arregalados, senti ele passar a pomada gelada e começar a massagear, mas eu não conseguia respirar, todo o ar ficou preso nos pulmões, me senti estranho com os toques dele em mim, eram firmes e intensos mas ao mesmo tempo doces e suaves.

-Já e-está bom... -Falei tentando respirar, ele me encarou ainda me segurando. 

-Tudo bem, acho melhor irmos dormir, já foram emoções demais e amanhã vamos viajar.

-S-sim.

-Então vem, vamos dormir. Eu vou cuidar de você. -Ele me puxou para sua cama e eu me deitei ao seu lado, senti seu braço passar por cima do meu corpo. Aquelas palavras aqueceram meu coração e eu percebi que ele é como o sol.



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