História Padre (Imagine SeHun) Livro 2 - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Personagens Originais, Sehun
Tags Bruxas, Caçada, Exo, Hentai, Josei, Padres, Romance, Sehun, Violencia
Visualizações 531
Palavras 2.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Josei, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá fanáticos de plantão!👋

174 favoritos em 1 capítulo??? É UM RECORDE!!!!

Agora eu sei o quanto todos amam esse maknae lindo com cara de porta... Sentem isso?? É cheirinho de capítulo novo.

Apreciem com moderação!😘

Capítulo 2 - Sombras da noite.


Fanfic / Fanfiction Padre (Imagine SeHun) Livro 2 - Capítulo 2 - Sombras da noite.

Enquanto a praça ia esvaziando, fiquei ali parada encarando o casal assassinado na minha frente. Eles já não se debatiam mais, o que me deixou ainda horrorizada com a maldade que foi feita a eles.

Brigitte insistiu para que eu voltasse pra casa com ela, mas meus pés fincaram no chão e não consegui me mover. Os gritos de desespero deles ainda estavam gravados na minha cabeça.

Diante daquela cena macabra, as lágrimas saíram quase que instantaneamente.  Nunca presenciei um ato tão irracional antes... bruxas? Bruxas não existiam.

Alguns homens apareceram para retirar os corpos do casal, mas continuei ali, parada, em choque. De repente meus olhos se ergueram e foram de encontro as orbes escuras do padre mais jovem.

Não só seus olhos, mas sua postura era de alguém frio e que não tinha nenhuma compaixão com a vida de outra pessoa. Uma pessoa domada pela ignorância e arrogância, o verdadeiro olhar de um assassino.

Ficamos por um bom tempo nos encarando, ele com certeza me reconheceu do lago. No mesmo momento odiei aquela criatura, capaz de matar em nome de Deus, porque tinha certeza que Deus não aprovava tal ato.

Respirei fundo e dei as costas indo para casa, nunca mais queria presenciar aquilo, nunca mais queria ver alguém morrer daquela forma e nunca mais queria ver Oh SeHun.

[...]

__ Vamos nadar no lago hoje? _uma das meninas falaram, mas não prestei atenção, pois estava no mundo da lua desde o incidente na praça.

__ S/N? S/N? S/N você está aí? _despertei dos devaneios com a voz de Brigitte.

__ Quê? _a encarei confusa.

__ Em que mundo estava? Estamos falando com você há séculos e não responde. _olhei para as meninas que me encaravam confusas.

__ Você está bem, S/N? _a mão de Katrina pousou no meu ombro. __ A Brigitte me contou que você ficou em choque com o que houve na praça. _suspirei pesado. __ Eu sei que deve ter sido difícil pra você, até pra nós é difícil... _ela olhou para as outras que assentiram. __ Essas pessoas daqui são um bando de animais selvagens, ignorantes de merda. _Katrina compartilhava o mesmo pensamento que o meu.

__ Meninas!!! É ele!!! _viramos e há cinco metros de distância a pessoa que eu menos queria ver caminhava com outro rapaz. __ Ele é tão lindo!!!

Todos na rua cumprimentavam o futuro caçador de bruxas e dono da cidade. Ele era respeitado e amado pelas mulheres, dava para ver a forma como agiam. O que aquele ser tinha de bonito, tinha de arrogante.

Ele ergueu os olhos e me encarou, da mesma forma como no lago e na praça. Só de vê-lo meu estômago se revirava e eu tinha vontade de correr para bem longe.

__ Ele está vindo na nossa direção!!! _com os olhos fixos nos meus, ele caminhava na nossa direção.

__ Preciso ir pra casa... esqueci que tinha algo importante para fazer! _disse para as meninas e segurei meu vestido saindo dali.

Tudo que eu menos queria era sentir a presença daquele ser horrível. Seu olhar me dava arrepios e quanto mais longe ficasse dele, melhor para mim.

Praticamente corri para casa e nem ouvi quando minha mãe me chamou. Entrei no quarto fechando a porta e sentei na cama dando um longo suspiro.

Foi por pouco... muito pouco!

[...]

A cidade inteira estava reunida na pequena igreja para a missa da tarde. Meus pais não faziam o tipo de devotos, claro, eles eram alquimistas, mas entenderam que aquela prática podia ser mal vista por aquela gente e isso poderia resultar na nossa morte.

Maldita hora que viemos para esse lugar!

A pior parte era ter que encontrar Oh SeHun, eu nem consegui levantar a cabeça, porque sentia seu olhar sobre mim. Não entendia o motivo dele me encarar tanto, mas se continuasse assim, eu tomaria providências.

No fim da missa me despedi das meninas e meu pai disse que pegaria lenha, mas sabia de suas dores nas costas, então me dispus a ir em seu lugar.

__ Filha é muito perigoso para uma jovem moça como você andar nessa floresta escura. _ele disse.

__ Não se preocupe, pai! O sol ainda não se pôs, então ainda é dia. _respondi sorrindo. __ Volto logo! _acenei para eles e segui caminho até a mata.

A floresta ficava mais sombria a cada passo que dava, mas eu era uma Connor e não tinha medo. Tentei não me afastar muito enquanto recolhia madeira para o forno da padaria.

Um barulho vindo dos arbustos me fez ficar de pé atenta. Olhei ao redor com o cenho franzido, então ao longe vi que o sol estava se pondo.

Peguei as madeiras rapidamente e caminhei para fora daquele lugar, porém entre o mato escuro, uma sombra se projetou me fazendo recuar.

Dei meia volta para outra trilha, mas dessa vez em passos largos. Ouvi o som de gravetos se quebrando, som esse que só pés fariam. Então corri, corri o mais rápido que podia.

Os passos atrás de mim eram rápidos e minha respiração estava irregular. Fazer aquela corrida usando vestido não era uma vantagem. Eu era boa de briga, mas podia muito bem aquilo ser um lobo.

Corri tão rápido que não vi a ribanceira à minha frente. Aquela seria minha morte eminente, quando fui puxada pela gola do vestido, antes de cair.

Meu corpo bateu em algo duro que deduzi ser o tronco de uma árvore, fazendo um barulho de quebra ossos. Um pouco tonta, abri os olhos e naquela escuridão vi meu pior pesadelo.

Ele se aproximava lentamente, mas eu estava tonta demais para correr. Seus olhos escuros ficaram mais sombrios na luz da lua e me encolhi com medo, pela primeira vez tive medo.

A garganta fechou e não consegui pronunciar quaisquer palavras, pois o medo me dominou por completo. Estava encurralada, completamente encurralada.

Quando finalmente ficou próximo do meu corpo, abaixou a cabeça para ter melhor contato. Podia sentir seu hálito quente e minha vontade era de gritar, mas faltou voz naquele momento.

__ Por... por... por favor não me machuque... _foi a única coisa que consegui pronunciar, então um sorriso quase que diabólico surgiu de seus lábios finos.

__ Só feche os olhos e aproveite o passeio! _disse com a voz rouca próxima ao meu ouvido.

Engoli em seco com medo do significado daquelas palavras. Infelizmente descobri antes mesmo de raciocinar...

Meu corpo entrou em estado de choque quando seus lábios tocaram meu pescoço, uma mistura de pânico e confusão. Mas aquilo não durou, pois ele segurou minhas mãos acima da minha cabeça e assim tive a roupa de baixo rasgada com brutalidade.

Aquele foi o momento que minha voz voltou completamente e consegui soltar um grito, mas no meio daquela floresta, quem iria me ouvir?

Tive o corpo erguido e até tentei desvencilhar de seus toques nojentos, mas foi uma tarefa impossível, já que ele era homem e eu uma menina. Então aconteceu a pior coisa do mundo...

As lágrimas desciam misturadas com os soluços de um choro desesperado. Nunca tinha passado por tal situação, nunca as coisas ruins me aconteciam.

Na minha antiga vila as pessoas diziam que eu nasci na melhor fase da lua, em um céu estrelado e que seria agraciada de beleza e sabedoria, mas acima de tudo... teria muita sorte.

Queria poder dizer para essas pessoas que elas estavam enganadas, porque depois daquela noite a lua, o céu e as estrelas se voltaram contra mim. A dor era insuportável e ver naqueles olhos escuros o prazer de me machucar, fez com que desejasse morrer.

Os minutos se tornaram horas, ele falava palavras que não entendia, talvez achasse que eu tinha algo ruim, ou ele fosse ruim... não, ele era definitivamente ruim. Ergui os olhos para o céu e pedi para que aquilo acabasse, então tudo se apagou.

[...]

Meus olhos se abriram lentamente por conta da luz do sol no meu rosto. Quando me acostumei com a claridade, percebi que estava no meu quarto, na minha cama, na minha casa.

Foi só um pesadelo!

Suspirei aliviada, mas ao sentar na cama, senti uma dor estranha nas costas e entre minhas pernas. Virei para o espelho e nada parecia estranho, quero dizer, quase.

Ergui as mangas da camisola e meus pulsos haviam marcas de dedos aroxeados. O pânico tomou conta do meu corpo, pois cheguei na conclusão que aquilo não foi pesadelo, foi real.

Desesperada, corri para fora do quarto alcançando as escadas. Do alto vi minha mãe com uma bandeja de pães e meu pai estava na porta conversando com alguém.

__ Já acordou filha? _minha mãe me encarou e no seu rosto não havia seu sorriso matinal. __ Você está bem? _eu queria poder dizer que não, mas apenas assenti.

__ Filha, tem alguém que veio ver se está bem. _meu pai disse e saiu do meio da porta revelando o visitante. __ Ele te achou no mato inconsciente. _sem forças caí sentada no degrau. __ S/N!!! _meu pai correu para me segurar.

__ Você está bem, S/N? _aquela voz me causava arrepios antes, mas misturada com seu cinismo, foi pior ainda. __ Fiquei preocupado, então vim ver se está bem.

Cínico, cretino, monstro...

Essas e outras palavras quis falar, mas não saía nada dos meus lábios. Eu estava apavorada e queria gritar dizendo que ele fez aquilo comigo, mas a voz falhou e esse era o efeito que ele me causava.

__ Por favor, entre padre Oh SeHun!

[...]

Aquele maldito padre estava em toda parte, nas ruas, na floresta e nos meus pesadelos. Eu deixei de sair, porque temia encontrá-lo e a cidade inteira já estava sabendo do ocorrido, mas ninguém ali se importava.

Para todos os efeitos e pela própria voz do padre SeHun, alguém possuído pelo demônio me atacou, mas ele conseguiu me salvar. O tão aclamado filho do reverendo era um herói, mas para mim não passava de um monstro.

Tinha vergonha de sair na rua, porque todos me olhavam com questionamentos sobre qual pecado eu cometi para sofrer tal destino.

Mas um certo dia eu cansei, cansei dos olhares, do medo, da dor, cansei do cinismo de Oh SeHun e decidi que nunca mais teria medo dele ou de seu olhar assassino, porque se fosse para ser jogada na fogueira, eu iria, mas levaria ele comigo.

Caminhei na direção da floresta, claro, escondida dos meus pais. Ainda era dia e ele costumava caçar naquele horário, então apressei o passo até o lago, porque era lá que SeHun estava.

Ao longe vi sua figura esguia, ele retirava a roupa, provavelmente tomaria banho. A pele era alva como a neve, mas nas costas haviam enormes cicatrizes e se eu não estivesse enganada, aquilo eram marcas de chicote.

Que doente!!

A cada passo meu coração acelerava, de medo, de ansiedade e de um novo sentimento desconhecido. Mordi o lábio com força continuando meu caminho, mas parei abruptamente quando ele ficou completamente nu.

Meus olhos se arregalaram e as bochechas ganharam um tom avermelhado. Nunca tinha visto um homem nu antes e mesmo que fosse meu pior inimigo, ainda sim era constrangedor.

Não consegui dar nenhum passo, fiquei plantada igual uma árvore, sem saber se corria para longe ou caminharia para perto. Então SeHun que havia entrado no lago, se virou e seus olhos me fitaram.

Engoli em seco todas as palavras e insultos que havia preparado, não por medo, mas por algo desconhecido. SeHun tinha o olhar frio e o rosto mantinha expressão nenhuma e isso só me deixou mais nervosa.

__ O que faz aqui? _sua voz quebrou o silêncio e me fez despertar do transe.

__ Eu... eu... eu... _mordi o lábio com mais força.

__ Você o que? Não sabe que não é certo ver um homem e além do mais um padre, se banhar? _foi aí que as palavras me atingiram.

__ Certo? _soltei uma risada fraca. __ Desde quando sabe o que é certo? _olhei para os lados. __ Não é certo te ver se banhar, mas é certo tomar o que não lhe pertence? _respondi.

__ E o que eu tomei que não me pertence? _perguntou calmamente.

Cretino, cínico!!!!

__ Sabe muito bem o que você me tomou. _SeHun saiu de dentro do lago exibindo toda sua virilidade e não deixei de notar aquela coisa que arruinou minha vida. __ Não chegue perto, seu monstro! _cuspi as palavras recuando os passos, mas acabei tropeçando e caindo no chão.

__ Monstro? Eu? _soltou uma risada seca. __ Deixa eu te dizer uma coisa... _fui puxada bruscamente contra seu peito, mas o pior foi sentir aquela coisa na minha barriga. __ Eu só tomei o que me pertencia e você... _apontou para mim. __ É minha! 


Notas Finais


Quero avisar se antemão para a galera que ficar revoltada comigo por conta da maldade do SeHun e do que ele fez com a protagonista, que isso é uma fanfic, nada é real, que a história se passa em uma época turbulenta em que as pessoas eram muito ignorantes e estupro era tão comum quanto comer pão. Não significa que vou romantizar um estupro, porque longe de mim fazer tal coisa, mas só lendo o resto para entenderem o que irá acontecer e porque aconteceu.

Vejo vocês nos comentários! 😉

💋💋💋 no ❤


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