História Pelo Tempo: A curta história de Ana! - Capítulo 5


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LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia

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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Um sopro no passado! Bem vinda Ny!


Fanfic / Fanfiction Pelo Tempo: A curta história de Ana! - Capítulo 5 - Um sopro no passado! Bem vinda Ny!

- É imprescindível que alguém entre no jogo dele, o que não vai ser difícil já que todos nós somos imortais, quero dizer se resistimos ao passeio. - Respondeu o Serpente.

- Eu me candidato, estou acostumado a lutar e sou difícil de matar.  – Propôs Hian.

- Não!  - Me apressei em responder. - Desculpe Hian, mas eu tenho que vingar meu pai e minhas colegas.

- Eu estou com Hian é melhor alguém que já tenha experiência. - Falou Serpente.

- E como você espera que eu tenha experiência se você não me deixa lutar?

- Você sabe que seus poderes são bem restritos. - Rebateu.

- Estou pronta para sacrificar o que for necessário. - "Mesmo o meu amor por Hian."

- Não, escuta Ana eu não posso deixar você fazer isso, você é importante para, ..., para sua família e  para o tal lago.

- Hian, eu preciso fazer isso ou vou me arrepender para o resto da minha vida, que não é nada curta.

- Mas pode se tornar.


         Depois de negociar durante um bom tempo eles concordaram em me deixar ir, mas com a condição de que Hian iria comigo, Serpente ficaria nós esperando na chegada do carrinho, concordamos em fazer rondas durante todo o resto do dia para ter certeza de que não haveria mais vítimas.

Em casa comecei a preparar as coisas e falei com minha mãe sobre o que iria fazer, ela chorou, mas concordou quando lhe apresentei Hian e ele lhe contou sua história ela ficou mais tranquila também, e implorou a ele para me trazer em segurança, ele apenas sorriu e disse a ela que não se preocupasse.

- Tudo pronto? Vamos! - Informei, peguei todas as pedras de portal que minha avó me deixara, como novata precisaria desse apoio.

O plano era, fingir que éramos pessoas despreocupadas que passavam pelo morro e foi atraído para a luz vermelha por curiosidade, para isso necessitamos da ajuda da minha irmã com assessórios que ela fez questão de conseguir, como perucas, roupas mais comuns e atuação.

  

Inicialmente o plano deu certo e ficamos um pouco em posição de zumbi enquanto caminhávamos, Serpente já estava na chegada com a pedra que resolvi usar de apoio, pois ela tinha de está a uma distância razoável antes de ser ativada. Tudo teria dado certo não fosse um único detalhe, entramos no carrinho como pessoas atraídas, mas ele apareceu, olhou minuciosamente para nós e falou.

- Não posso acreditar no que vejo, minha vingança diante de mim. Samanta! Não sabe o quanto esperei para matar você.

Eu o encarei, afinal Samanta é minha avó, a raiva começou a subir em mim eu ia começar com a maldições que Serpente me ensinou a lançar horas antes do plano ser posto em prática, como disse queria que ele sofresse antes de ser aprisionado, no entanto tínhamos mais um passageiro que eu não tinha reparado antes.

- Nill! - Mas ele nada respondeu, e em que momento ele entrou no carrinho que eu só o percebi agora? O demônio riu.

- Esse ai já está quase morto, estava terminando de sugar sua alma quando você chegou.

- Não! - Comecei a chorar. - Como não o vimos em nossas rondas? - Lamentei.

- Ana, ele ... matou Pau...la, ele tem que morrer, faça o que for necessá...rio, mas não mor...ra, a não ser que o mate pri...meiro ele fica vulnerável quan...do come...ça a ...

 

- Cale-se! - E com um movimento de braço Nill, caiu do carrinho morto.

- NÃO! - Apenas encarei o demônio e comecei a me descontrolar.

- Ana, lebre - se. - Falou Hian - O que temos de fazer? E pense no que Nill falou, tenha calma.

- Não consigo.

- Sim você consegue é só se concentrar. - Nesse momento o carrinho começou a andar.

- Vamos passear Samanta. - Ele ria, enquanto o carrinho acelerava.

- Hian, enfrentei - o vou começar com a maldição.

- Entendido.

 

Hian se levantou e encarou o demônio que o lançou no chão com um movimento brusco, em seguida me encarou e percebeu o que eu estava fazendo e gritou.

- De novo não sua vaca!

- Como é... - Comecei a falar, mas Hian me deteve.

- Ana! Se concentre e deixe o resto comigo.

- Você? Ainda vivo? - O demônio ficou surpreso.

- Sabe o que mais curioso, eu sinto que já lutei com seres mais fortes que você, se esse tapinha, era tudo o que você tinha, então acho que é minha vez. - Hian falava e um sorriso crescia em seu rosto, então ele começou a brilhar.

Continuei com a maldição, assim que a luz que saia do Hian diminuiu, só pude ver o demônio caído no carrinho, Hian sorriu para mim e percebi que era minha vez, foquei num mundo onde não existia paz e onde aquele cara iria fazer amigos que ele nunca esqueceria, quando esse mundo já estava mais do que na nítido na minha mente o carrinho já se aproximava do Serpente, mirei minha energia para a pedra que serpente energizava.

- Hian, agora! - Hian levantou o Demônio, ele já começava a despertar, mas eu não estava mais preocupada, agora iria terminar com aquilo, joguei uma bola de energia para a pedra que Serpente segurava, nela estava o destino que escolhi para o demônio.

Hian jogou - o em direção ao portão que se abrira, logo a nossa frente, ele agora estava preso envolvido numa rede de luz da qual não tinha mais como se livrar, mas antes lhe lancei uma maldição que lhe tirou todo o seu poder.


 "Retire do frasco seu néctar e a verdade aparecer."


O mais interessante é que ele começou a envelhecer e a secar cada vez mais enquanto entrava na luz do portal, agora tinha que me certificar de fechar o portal, coisa que me aprecei em fazer, ou eu e Hian iriamos junto com ele, no entanto, pouco antes de o portal se fechar pude ver ele virando pó.

 

Conseguimos fechar o portal é claro, mas levamos uma queda e tanto, quando chegamos no Serpente e a montanha russa desapareceu, sob nós. Hian me segurou, mas não foi o suficiente para torcer o punho.

- E agora? - Perguntei ao Serpente.

- Eu tenho de voltar imediatamente para o lago. - Foi dito e feito, não deu 5 segundos e Serpente desapareceu na nossa frente.

- Hian, você está bem?

- Eu? Temos que esse ver esse seu punho. Vamos para sua casa agora.

- Espera o Nill.

- O corpo deve ter ficado na colina.

- Nill! – Lamentei mais uma vez sua morte. Hian me abraçou.

Chegando em casa contei tudo a minha mãe que lamentou a morte de Nill, me ajudou com meu braço e disse querer conhecer o Serpente, mas só se ele quisesse, ela ficou com um pouco de medo quando falei o tamanho dele, minha irmã me agradeceu por vingar nosso pai, do jeito dela sem palavras.

...

Uma semana após o ocorrido passei mais tempo com Hian, e começamos a discutir o que fazer dali para frente, eu tinha minhas responsabilidades quanto ao lago e Hian, para com sua amiga que estava nascendo.

 

- Você vai ama-la ela é fofa de mais.

- Pensei que você tinha dito que ela é arrogante.

- Também, mas eu amo a Ny.

- E o que vai fazer exatamente?

- Primeiro tenho que ir atrás de uma família de magos para me passar por cidadão comum, depois fazer amizades que me levem a conhece-la, quando for a hora certa e terei de mudar um pouco minha idade para isso, mas o mais difícil vai ser quando ela crescer e começar a perceber que não envelhece e terei de lhe contar a verdade.

- Como exatamente vai mudar sua aparência? - Fiquei curiosa.

- Vou ter que rejuvenescer alguns anos, mas não se preocupe voltarei ao normal quando ela crescer.

- Você sempre faz isso?

- Sim.

- E não cansa?

- Eu amo a ny - chan!

- Há, sei a ny-chan!

- Para! Você sabe que ela é como uma irmãzinha para mim.

- Não, eu não sei.

- Não acredito que você está com ciúmes.

- Quem está com ciúmes? É claro que não eu não conheço ela e você falando assim, quer que eu pense o que?

- Ana, eu te amo!

 

Fomos até a casa onde Ny-chan nascera e avaliamos a família que pareceu boa para Hian, e lá no quarto que invadimos, estava com medo de ser pegue, estava o bebê, realmente era fofa, fiquei com vontade de pegar, mas não antes de Hian lhe dar boas vindas.

- Okaerinasai, Ny-chan!

 


Notas Finais


Bom, esse foi o último capítulo, e devo dizer que superou minhas expectativas, já que essa estória foi um pedido de uma amiga que não aceitou não saber a História da Ana de Marionettes! Bom sei que a parte da batalha ficou fraca, mas não sou boa em batalhas, espero melhorar no futuro!


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