História Pequeno pedaço de carne que eu chamo de cérebro - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Poemas
Visualizações 23
Palavras 325
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Poesias
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Aquela mulher


Eu estava tão bem antes de tudo, eu só queria esquecer tudo aquilo, tudo isso, o ódio que estava em meu coração, e ainda está; as lágrimas que estavam em meus olhos, e ainda estão; aquele homem que entrava dentro de mim dentro de mim, e ainda entra. Não tenho forças suficientes para acabar com meu sofrimento. 

Porquê ela teve de ir? Porquê? Eu sinto tanta falta daquela mulher que me acordava bem cedinho para ir à escola; que me fazia um café maravilhoso com o cheiro melhor que tudo; que me dava um beijo na testa ao me deixar na escola, e pedia para que eu saísse logo do carro, antes que ela se atrasasse para o trabalho; que chegava do trabalho disposta para tudo, até para me agradecer pela casa limpa; que me fazia um delicioso jantar; que me dava bronca pelas notas da escola; que dançava comigo ao som de David Guetta; que cantava comigo o som de Haikaiss; que brisava comigo ao som de Aurora; que chorava comigo ao som de Salvia Palth; que assistia os melhores e piores filmes comigo; que gargalhava comigo assitindo aos vídeos do youtuber Felps; eu sinto falta daquela mulher que ia me ver após me deitar para dormir, e então dizia que me amava; eu sinto tanta falta dessa mulher, que falta um pedaço de mim.

Eu estou morrendo aos poucos, e agora tenho que morar com este homem que eu jamais chamaria de pai, e nem ao menos posso abrir minha boca para me impor. Eu estou vivendo no medo, creio que este escroto não tem alma.

Eu queria desistir, mas estou aqui "lutando" para dar à minha mãe um único presente, mesmo que ela não saiba sobre isto; é reconfortante saber que ela teria orgulho de mim pelo esforço.

Eu só queria vê-la novamente, abraçá-la.

Tenho que me recompor, e enfrentar meus medos, e se precisar, matá-los; é o que farei, só tenho que começar do começo.




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