História Pequenos Contos - Capítulo 3


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Categorias Originais
Visualizações 2
Palavras 407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


NÃO contem sexo!
lembrando que não tem ligações com nenhum dos capítulos anteriores. ^^

Capítulo 3 - Mil Facas


Fanfic / Fanfiction Pequenos Contos - Capítulo 3 - Mil Facas

 Acordo as cinco da manhã com meu celular tocando, nem olhei o nome, pois já sabia quem me ligava uma hora daquela.

- oi. – falei bocejando.

- ainda estar dormindo?

- não mais né mãe.

- certo, você sabe que seu voo é daqui a duas horas e meia não sabe. – respirei fundo me espreguiçando.

- sei mãe, já estou de pé.

- cuide logo, para não perder o voo, eu não vou paga reembolso, ta ouvindo?

- sim mãe, até mais. – falei desligando o celular e o jogando na cama. Eu iria visitá-la depois de cinco meses longe dela.

 

E por um momento desde que abri meus olhos eu havia esquecido da morte dele. dele que foi tão importante para mim, durante cinco anos. E aquilo me deixava mal, esquecer de alguém tão importante. Mesmo as pessoas ao meu redor dizendo, que isso iria acontecer, pois temos que seguir em frente, não podemos para nossas vidas para ficar lembrando de uma vida que já foi parada.

Mas mesmos com todos os incentivos. Com todas as frases de que eu vou superar, que irei ficar bem... eu ainda me sinto horrível. Já vai fazer um ano desde que ele se foi, e levou tudo com ele, os momentos felizes, a risada gostosa que só ele tinha, a voz de sono quando acordava e ia cochichar em meu ouvido um “bom dia amor”. Nossa música favorita... Se eu escuta-la em algum canto começo a chora pois sei que não vou poder chegar em casa e encontra-lo largado no sofá, e contar a ele que ouvi nossa música. A música que tocava no dia em que conheci ele, em um aniversário de um amigo. Vou apenas encontra um apê escuro e vazio. Um quarto desarrumado, o guarda roupa ainda com algumas peças de roupa dele que não fui capaz de dá-la, e que ainda tem o cheiro do amaciante que ele adorava.

Ainda vazia tantas coisas dele ali, mas não havia mais ele ali. E aquilo doía. Doía todos os dias. A dor amenizou um pouco, mas é como se tivesse tirando uma faca de mil que ainda estão cravadas em meu peito. Talvez um dia essas facas saiam. E que iria restar penas as cicatrizes que sei que vão doer vez ou outra. Enquanto elas ainda estão aqui, eu vou tentando viver, e os poucos me recupera dessa numeras facas que me atingiram quando ele me foi tirado.


Notas Finais


umas ideia q estavam rondando minha cabeça ;)


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