História Perfect - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ed Sheeran
Personagens Ed Sheeran, Personagens Originais
Tags Divide, Drama, Ed Sheeran, Musica, One Direction, Perfect, Romance, Stuart, Taylor Swift
Visualizações 18
Palavras 1.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, obrigada pelos comentários,andei pensando e vou desenvolver em uns 2 ou 3 capítulos o capítulo especial do clipe, só pra não ficar sem nexo. Ah é desculpa por demorar, eu tive que mudar algumas coisas, revisar e tals, mas saiu. Esse capítulo saiu curto mas eu escrevi ele aos poucos, durante um tempo, então tive que postar assim mesmo. Espero que gostem, o próximo capítulo vai ser topppp. Bjs 💙🐾💙

Capítulo 15 - Anne


Fanfic / Fanfiction Perfect - Capítulo 15 - Anne

 Eu não aguento mais, quero só me atirar na cama e dormir até cansar. Você deve estar se perguntando o por quê disso, e eu lhe respondo:

Se passaram 3 semanas desde meu encontro com o Ed, uns três dias depois ele viajou para a América para fazer uns shows, o que significa que não vejo ele a 3 semanas!!! E também para piorar tem uma pessoa me ligando todos os dias, mas quando eu atendo ninguém fala nada, fica tudo silêncio apenas com uma respiração ao fundo, e isto está me assustando um pouco, quem me ligaria?

Além de tudo isso, ainda estou preocupada com a Dona Anne,ela anda meio doente, acho que é por que recebeu notícias da filha depois de anos, a irresponsável sumiu sem falar com a mãe e agora apareceu querendo dinheiro! como pode ser tão cara de pau eu não sei, mas se eu ver essa mulher eu quebro a cara dela.

Hoje devido à falta de dois professores, que tiveram problemas de saúde, não terão aulas, e não tenho trabalho hoje, ou seja, dia livre para ficar mofando. Meus pensamentos são interrompidos pelo som do telefone.

- Alô?- perguntei receosa.

- Oi Mari! é o Gus- ouvi a voz alegre do meu amigo e respirei aliviada.

- Oi Gus, tudo bem?- perguntei mais por educação mesmo.

- Sim, olha, tem uma festa hoje de noite quer ir?- ele perguntou ansioso.

- Ah, hoje eu já tenho o que fazer..- tentei mentir, afinal eu não me dou bem com festas.

- Pode ir desmarcando agora, porque você não pode perder essa festa por nada, ouvi que famosos comparecerão...- sua voz maliciosa soou do outro lado da linha.

- O único famoso que eu queria notícias não me liga a 3 semanas, a última notícia que eu tive foi a duas semanas atrás quando ele mandou um sms. -falei chorosa.

- Aí, minha amiga apaixonada vai começar com o mimimi...- ele falou bufando.

- Eu... E-Eu não tô apaixonada! idiota....- falei apressada

- Sei, claro Mari, e eu me chamo Justin Timberlake!- ele riu e eu tive que rir também, quem mandou ter amigo palhaço.

- Okay, mas eu não vou, minha vizinha anda meio doente, estou preocupada...- falei séria me sentando no sofá.

- O que isso tem a ver?- ele perguntou confuso.

- Tem que quando eu fico mal ela fica o dia inteiro preocupada em me ajudar, como que eu posso abandonar ela e ir pra uma festa?- falei com a voz controlada.

- Okay okay, calma já entendi. Leva a velha junto!- ele falou como se fosse óbvio.

- Você tá louco? só pode estar blefando- falei rindo, ele riu também.

- Eu não, ela vai se divertir Mari, você não pode perder essa festa! Vem por favor, tô implorando.

- Eu vou ver o que eu faço! Tchau.

-Tchau - ele falou cantarolando.

Eu queria ir mas.... como que eu poderia? dona Anne sempre esteve por mim, não posso fazer isso. Pensando nisso, vou visitá-la.

Cheguei até sua porta e bati, esperei mas ninguém atendeu, quando eu estava quase desistindo após bater pela terceira vez a vizinha do lado abre sua porta com algumas sacolas e uma bolsa.

- Oi- ela falou simpática.

- Oi, você sabe se a dona Anne está em casa?- perguntei com um sorriso fraco.

- Ah, você não ficou sabendo? Ela está no hospital, foi hoje cedinho.- ela falou meio receosa.

- Não, não fiquei sabendo, em que hospital ela está?- perguntei nervosa pegando um papel para anotar.

- Hospital infantil, esse endereço aqui olha- e me alcançou um cartão de visitas.

- Obrigada- falei olhando confusa para o cartão, fui em direção da minha porta e abri pegando minha bolsa no sofá. Tranquei a porta e fui até o elevador, aguardei pacientemente até o elevador abrir e fui correndo chamar um táxi, meu amigo estava por perto e estacionou para mim entrar.

- Oi, pode me levar nesse endereço?- alcancei o cartão, ele leu e me devolveu.

- Claro Mari, só coloca o cinto.- obedeci e esperei olhando pela janela até chegarmos em nosso destino.

- Chegamos- paguei o táxi e agradeci descendo e indo até a frente do hospital.

Era um hospital simples mas grande, fui até a recepção onde uma mulher mais ou menos da minha idade vestia uma fantasia de Princesa e pintava o rosto de uma criança que usava aparelhos respiratórios e uma roupa de hospital.

- Olá- comprimentei sorrindo.

- Ah oi, espera um pouquinho.- ela disse e se virou para a menina- Amy, vai lá na área de brinquedos e diz pros seus amigos que daqui a pouco eu vou lá pintar vocês okay?- ela disse e a menina abriu um sorriso lindo e concordou com a cabeça, saindo em direção ao corredor.

- Oi,desculpa, o que deseja?- ela perguntou sorrindo.

- Oi, eu vim porque minha vizinha veio e eu fiquei preocupada mas acho que eu me enganei por que aqui é um hospital infantil certo?- falei confusa.

- Ah, sim é, qual o nome dela?- ela perguntou abrindo o computador.

- é Anne, é uma senhora de cabelo grisalho mais baixa do que eu.- falei mostrando a altura com a mão.

- Ah sim, a dona Anne está no quarto 403, nesse corredor.- assenti confusa e fui onde ela me indicou.

Cheguei ao quarto e bati duas vezes recebendo um entre como resposta. Dentro do quarto havia duas camas , cada uma com uma menina diferente, dona Anne estava sentada ao lado de uma menina sem cabelo, com um vestido rosa e muitas sardas.

- Oi Mari! o que faz por aqui?- ela perguntou sorrindo.

- Eu fiquei preocupada quando disseram que você veio ao hospital, mas aparentemente eu me precipitei- falei constrangida com um sorriso amarelo no rosto.

- Ah, Obrigada pela consideração meu anjo, que bom que veio, deixa eu te apresentar minha neta- a velhinha abriu um sorriso e apontou pra menina sentada me olhando curiosa, ela tinha olhos cor de mel muito bonitos.

- Oi, como você se chama?- perguntei chegando perto da cama.

- Ellie- ela me olhava curiosa.

- Lindo nome, me chamo Mariana, é um prazer te conhecer Ellie.- estendi a mão e ela segurou me cumprimentando com um sorriso fofo.

- Prazer Mari.

Começamos a conversar e brincar, e assim se seguiu a tarde toda, Ellie era uma criança incrível. Depois de um tempo a menina da outra cama também entrou na brincadeira e ela era um doce.

Quando devia ser umas 18:30 chamei Anne para fora do quarto depois de me despedir das meninas.

- Bom Dona Anne, eu vim só de passagem mas se eu puder posso vir aqui outras vezes?- falei ansiosa.

- Claro meu anjo, foi muito bom ver ela sorrindo assim, vocês viraram amigas, ela vai adorar te ver de novo.

- Bom, ela é filha da sua filha? aquela que te ligou essa semana?

- Bom, sim, aparentemente ela me ligou pedindo ajuda pra pagar o hospital, Ellie desenvolveu um câncer no pulmão, pegou ela de surpresa, desculpa não ter explicado mas essa semana foi um susto atrás do outro, ela só foi me contar um mês depois, está endividada até o pescoço.- Ela falava calma, mas pude notar uma tristeza e preocupação em sua voz.

- Nossa, ela vai ficar bem né? digo, sua neta e sua filha.

- Bom, eu tenho algumas economias, posso ajudar por um tempo, minha filha está procurando um emprego. Minha neta eu já não sei, eu nunca vou perder as esperanças mas... você sabe como é né, não deixa de ser um câncer.- Ela falava pesarosa.

Abracei ela e disse que começaria a visitar Ellie mais vezes.

Sai do hospital com o coração na mão, percebi que meu celular tinham 3 chamadas perdidas do Gus e uma mensagem do Ed.

Abri a mensagem e li desesperada por notícias.

" Oi Mari, estarei chegando logo, talvez amanhã, mais tarde te ligo. Ed x"

Ah, que coisa boa ele volta amanhã!!!! mal posso esperar, para comemorar, que tal uma festa?

Peguei o telefone e disquei o número de Gus, me direcionando para um táxi.

- Alô?- escuto sua voz longe do telefone.

- Gus, acho que vou para a festinha- Falei sorrindo.


Notas Finais


Desculpa por estar curto comentem o q acharam, bjs 💙🐾


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