História Permanent Vacation - Capítulo 38


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, Ashton Irwin, Calum Hood, Hey Violet, Luke Hemmings, Michael Clifford, Nia Lovelis, Rena Lovelis
Visualizações 106
Palavras 2.835
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ONE OK ROCK feat. 5 Seconds Of Summer - Take What You Want

Capítulo 38 - Take What You Want


Fanfic / Fanfiction Permanent Vacation - Capítulo 38 - Take What You Want

Sydney, Austrália. Maio de 2017.

Estou tentando te ouvir
O silêncio golpeia como um furacão

MARGOT

Minha cabeça estava explodindo com tanta informação por hoje, sem contar a ressaca do caralho de ontem. Ainda bem que a faculdade não teria aula hoje porque eu não sei se consigo levantar da cama.

Perdi a noção de quantas horas eu tinha dormido e tentei abrir os olhos devagar, procurando meu celular onde quer que ele estivesse.

Quando tentei me esticar um pouco, algo pesado me impossibilitou de sair do lugar. Franzi a testa e olhei pra baixo, quase soltando um grito de susto ao ver Luke dormindo com a cabeça encostada nos meus peitos. Fiquei olhando para aquela cena sem saber como reagir, a ressaca estava me fazendo pensar mais lentamente.

Relaxei um pouco ao perceber que Luke dormia como um anjinho, os cachinhos loiros se espalhando pela minha regata preta e a boca rosada meio aberta. Seus braços estavam ao redor da minha cintura como se ele estivesse com medo que eu fugisse, o que de jeito nenhum eu faria. Luke estava tão fofo dormindo assim, ele parecia um querubim, os cabelos loiros em contraste com a pele branca e rosada dele.

Tentei me lembrar como o Luke veio parar aqui no meu quarto e na minha mesma cama, eu não queria imaginar que a gente transou bêbados e corremos o risco dos pais dele descobrirem. As memórias dessa manhã depois da balada e logo depois do pai de Luke discutindo com ele vieram todas juntas em minha mente, e uma onda de tensão e tristeza tomou conta de mim.

Ele chorou tanto que quase dormiu abraçado comigo no corredor, até que eu resolvi que ele precisava dormir nem que fosse comigo no meu quarto. Luke nem esperou pra deitar de forma correta, jogou os braços ao meu redor como uma criança que precisava de carinho e proteção e simplesmente dormiu. As lágrimas ainda úmidas em sua bochecha, apertando mais ainda meu coração mesmo que naquele momento eu estivesse meio bêbada.

Me lembro de chorar junto com ele, e após ele dormir eu ter chorado de novo ao ver a expressão tão devastada dele mesmo dormindo.

Luke estava tão animado com a banda dele e dos garotos, com a ideia de ir pra Londres e correr atrás dos seus sonhos de ser reconhecido mundialmente. Olhar pro seu rosto tão pacífico e sua respiração calma em cima de mim, apertava meu coração de forma que eu mal estava conseguindo respirar.

Eu sempre tenho essa mania de tomar a dor de outras pessoas desde que eu esteja interessada, mesmo com aquelas que eu nem tinha intimidade. Só de pensar que há uma grande possibilidade de Luke e os garotos não conseguirem ir pra Londres me parte o coração, tanta felicidade e trabalho árduo pra compor músicas e afinar a voz, instrumentos pra nada.

Passei as mãos suavemente no cabelo do Luke, observando como ele parecia tão em paz quando estava dormindo, como se todos os seus medos, frustrações e demônios escondidos sumissem dando lugar à uma feição de um Luke mais jovem e em paz. Eu espero tanto e peço a Deus que Ele ajude meus garotos à arrumar um jeito de sair dessa.

Que Ele ajude meu garoto à enfrentar essas dificuldades.

Afinal, se tem uma coisa que eu sempre aprendi é que de nada adianta você querer conquistar algo facilmente, sempre vai haver obstáculos e dificuldades te tirando da tua zona de conforto e revirando tua vida de uma forma assustadora. Você pode ficar assustado com o tempo, com medo de prosseguir.

Eu sempre tive medo dos julgamentos de outras pessoas e da rejeição, no entanto nesses tempos pra cá que fui ganhando mais amadurecimento percebi que não adianta ficarmos presos à nosso medos e esquecermos de viver porque, porra, nunca vamos agradar à todo mundo então sempre vai ter alguém pra tentar atrapalhar e criticar tudo o que voce faz. E é normal, você tem que continuar firme e forte porque a vida tem dessas, às vezes ela precisa foder com você, te dar um tapa na cara pra você acordar pra realidade e começar a agir, à fazer as mudanças necessárias pra melhorar e parar de andar em círculos sem sair do lugar.

Então, todas as coisas que valem à pena nunca são conseguidas fáceis demais. A gente pode achar que está difícil, que não aguenta mais continuar mas no final tudo isso é uma ajuda pra cada um chegar onde quer chegar. E eu acredito nos garotos, acredito no Luke e sei que eles tem talento e força de vontade suficiente pra não desistirem de novo como na primeira vez.

A energia incrível e contagiante desses garotos, os sorrisos e o jeito espontâneo e feliz que eles têm é de encantar qualquer pessoa. Como uma antiga Directioner, Niall Horan trouxe mais luz ainda com essa notícia maravilhosa para os garotos. Garotos tão cheios de luz, só precisam sair dessa zona de escuridão. E eu sei que eles sairão.

5 Seconds Of Summer ainda vai bombar no mundo todo, lotar arenas e shows. Minha intuição raramente falha.

— Você é maravilhosa, Margot.

Olhei assustada pro Luke, que tinha acabado de acordar sem que eu percebesse. Ele me olhava com admiração provavelmente por ter escutado tudo o que eu pensei em voz alta. Suas íris azuis dilatadas e aquele sorrisinho pequeno no canto dos seus lábios era a coisa mais linda de se ver ao acordar.

— An... — olhei pra todo canto menos pra ele. Luke me encarava como se pudesse ler toda minha alma e saber tudo sobre mim, seus olhos azuis eram intensos e intimidantes demais. — Eu pensei tudo isso em voz alta?

— Yep. Toda fofinha e poética com seus conselhos de vida. — ele riu de forma nasal, produzindo cócegas na minha barriga. Seu tom de voz estava rouco e suave por ele ter acordado minutos depois e até isso era sexy nele. — Gostei da parte que você me chamou de "meu garoto".

Luke se ajeitou melhor sem tirar o sorriso do rosto. Corei violentamente não conseguindo olhar pra cara dele. Droga, Margot! Porquê você sempre tem que pensar em voz alta?

— Bem, eu só disse a verdade.

Fui obrigada a olhar pro Luke mesmo com vergonha latente no meu rosto. Por outro lado seria bom Luke saber o meu ponto de vista sobre ele, os garotos e seus sonhos. Eu quero que eles consigam sair dessa e consigam ir pra Londres fazer a diferença, mesmo que isso me faça ficar longe do Luke e dos garotos.

— Obrigado. — disse Luke após sentar na cama sem tirar os olhos de mim, um sorriso adorável e tímido estava em seus lábios. Seus cachos loiros bagunçados caíam sobre o rosto dele, eu não tinha dúvidas de que em outra vida Luke foi um anjo. Um anjo caído com seu lip ring preto no canto esquerdo do lábio.

Seu olhar era de admiração, no entanto eu pude ver a tristeza em suas íris azuis mesmo que ele esteja sorrindo lindamente. Isso acabava comigo.

— Pelo o quê? — perguntei não entendendo aonde Luke queria chegar.

— Por acreditar no nosso sucesso mesmo quando temos dificuldade em acreditar.

Eu não sabia o que dizer nesse momento, eu só sabia encarar aquelas íris azuis intimidantes. Luke tinha essa mania de me deixar sem palavras, coisa que ainda não me acostumei nem um pouco.

— Nunca vou deixar de acreditar em dias melhores. — eu disse, brincando com os dedos da mão dele.

— E é isso que eu mais admiro em você.

Passei a língua nos lábios perdendo totalmente o rumo das palavras. Luke percebendo meu desconcerto, abriu aquele sorriso de canto dele que piorou tudo.

— Também admiro o jeito que eu te deixo, toda sem graça. — ele riu e eu fiz cara de brava.

— Quem disse que eu tô sem graça?

— Não adianta negar.

— Eu não estou sem graça, Luke.

E ele riu mais uma vez. Luke colocou meu cabelo atrás da orelha, começando a fazer um carinho com o polegar quase perto da minha orelha. Aquilo me arrepiou e ao mesmo tempo me deu uma sensação de felicidade, eu nem sabia porquê eu estava reagindo dessa forma com o Luke. Na verdade, nosso relacionamento inteiro é confuso onde ambos não sabem realmente o que sentem. Apenas que não é só amizade.

— Sério, obrigada por acreditar na banda, Margot. — ele tentou sorrir, mas pude ver a pequena tristeza e preocupação em suas feições.

— Eu sempre vou acreditar em vocês, Luke. Sei que vocês vão conseguir sair dessa e viajar pra Londres, porque cara, vocês são vocês — enfatizei abrindo os braços, fazendo Luke rir novamente — e vocês conseguem tudo porra!

— Mesmo que talvez a gente não saia dessa... Vai continuar acreditando?

Olhei pra ele com aquela cara que não deixava dúvidas de que eu não iria desacreditar deles.

— Vai dar certo, Luke. Eu sinto que vai. — cheguei mais perto dele, ajeitando a sobrancelha dele toda fora de ordem. — Não percam a fé de vocês, porque vocês são incríveis e talentosos. Vocês merecem reconhecimento, vocês merecem o melhor.

Eu estava próxima demais do rosto dele, nossas respirações sendo possíveis de ouvir. Luke sorriu, seu olhar se direcionando em minha boca.

— Não vou perder minha fé, a gente vai conseguir ir pra Londres. Ou eu não me chamo Luke Hemmings.

E voltando aquela pose dele de bad boy que há dias eu não via, Luke me beijou de forma intensa e rápida, e eu sabia onde isso ia dar.



LUKE

Era fim de tarde e tanto eu como os garotos estávamos sentados no tapete felpudo da nossa garagem de ensaios. Ensaios esses que talvez nem aconteçam mais. Estamos tentando manter as esperanças e encontrar alguma solução pra tudo isso, mas é complicado pra caralho.

Os garotos estão arrasados, mais arrasados do que eu acho que estava horas atrás. Mike estava sentado com as pernas juntas ao corpo e abraçava os joelhos com uma cara de choro de dar pena, eu não gosto de ver meu melhor amigo desse jeito. Não gosto de ver Ashton batucando no chão com uma cara desolada e nem Calum olhando pro chão ainda em choque.

Não gosto de nada disso que tá acontecendo, não gosto dessa merda. Não gosto do meu pai por ser o culpado de tudo isso. Pensar nele liberava uma raiva desconhecida em meu ser, eu só queria socar alguma coisa.

— Nós estávamos tão animados. — Michael sussurrou, se balançando com as pernas.

Todos nós suspiramos olhando pro chão como aquelas garotas quando se juntam em grupo. Ashton continuou batucando no chão, sua cara de triste ainda não tinha mudado. E nem a minha.

— Porra, estávamos com tudo pronto pra ir pra Londres. Tudo pronto. — ele balançou a cabeça de forma negativa, continuando a batucar no chão.

Quanto mais reclamações eu ouvia deles, me matava.

— Teu pai estragou tudo. — Calum disse com sua sinceridade direta, me encarando com indignação no olhar.

— É, ele estragou tudo. Nunca vou perdoar ele por estar fazendo isso tudo de novo, se tivéssemos continuado cantando naquela época...

— Estávamos famosos agora, — Calum completou. — todos conheceriam nossas músicas que se dedicamos de coração pra fazer.

Todos concordamos de forma melancólica com a cabeça.

— Eu sonho tocar com aquela arena lotada de fãs, o arrepio por ver tanta gente curtindo nossa música. — Mike deitou a cabeça nos joelhos, fazendo um beicinho.

Não foi só eu, mas de repente todos nós estávamos imaginando como seria a sensação de tocar pra tanta gente. As pessoas cantando nossas músicas, gritando e chorando ao nos ver entrar no palco. O amor das fãs, a dedicação que fazemos escrevendo música e tentando achar um ritmo pra elas sendo recompensada nos palcos.

Esse sonho tem que ser realidade, a gente não pode deixar ele passar como da última vez. Peguei meu copo cheio de Whisky e bati com força no piso de madeira, trazendo a atenção dos garotos pra mim.

— Não chegamos até aqui com o pouco que fizemos, pra nada. Precisamos pensar agora em um jeito de sair dessa, em um jeito do meu pai não conseguir o que ele quer: Acabar com a nossa banda, com nosso sonho.

Os garotos estavam prestando atenção, eles não pareciam muito dispostos a tentar pensar em alguma coisa.

 — Vamos lá, galera. Quem devia estar animando a gente era o Ashton, não eu. Vamos se esforçar pra nos ajudar, ajudar nossa banda, nosso sonho.

Olhei pro rosto de cada um tentando ter sido claro. Eles suspiraram parecendo retomar um pouco de vontade.

— Luke, como vamos ter uma solução foda pra impedir teu pai de nos ferrar? — Calum perguntou, sendo direto novamente.

Eu não queria ficar irritado, mas esse momento era muito tenso pra não ficar assim.

— Nós vamos tentar, porra! Temos que tentar, ou não somos capazes?!

— Somos capazes, mas a situação é complicada cara! — Calum também se alterou, jogando os braços pra trás enquanto falava.

Ashton e Michael acompanhavam a discussão como em um jogo de ping pong.

— A gente vai arrumar um jeito, caralho! Eu não vou aceitar uma derrota de novo, não  vou. — balancei a cabeça em negativo, me levantando e começando a andar em círculos.

Calum também se levantou, os braços estavam cruzados enquanto eu sabia que ele estava se controlando comigo.

— Que jeito, Luke? Que jeito?! Talvez só devêssemos aceitar de vez nessa merda que não vamos con--

Ashton se levantou dessa vez e eu me assustei um pouco com a forma irritada que ele estava nesse momento. Seus olhos estavam avermelhados e seu cabelo grande fazia ele parecer um leão irritado.

— Não! Não diga a porra dessa palavra nunca. Nós vamos conseguir pensar em alguma coisa, merda! — ele chutou um banco de madeira com força derrubando ele no chão.

Ashton puxou os cabelos e fechou os olhos, respirando fundo e retomando a palavra de novo. Estávamos paralisados com a reação dele. Ashton sempre parecia nosso líder, o que nos coloca nos eixos da loucura toda e o que nós dá broncas como um pai. É também o que mais nos intimidava feito maricas quando ele estava bravo desse jeito.

— Não vamos apenas manter o foco em ser famosos, — ele enfatizou a palavra, gesticulando com as mãos. — conhecidos e cheios de fãs gritando e chorando por nós. Vamos manter o foco em nós, em nossa força de vontade pra que tudo aconteça. Sem foco, sem objetivo como vamos conseguir chegar em algum lugar? Como vamos conseguir toda essa fama, todas essas arenas lotadas de fãs, como vamos conseguir conhecimento sem UM PINGO DE FORÇA DE VONTADE?

Ele olhou pra cada um de nós esperando uma resposta, seu rosto estava vermelho e seus cabelos mais bagunçados  ainda. Não sabíamos o que dizer, então Ashton continuou, cada palavra dele era um soco na minha cara.

— Vocês querem arrumar uma solução? Vocês querem ir pra Londres? Então tentem tirar do fundo do inferno aquela esperança que nos fez continuar com a nossa banda mesmo que da outra vez não tenha dado certo! — ele respirou fundo. — Foco, garotos. Foco é o que mais precisamos no momento. Se tivermos a porra do foco no que estamos fazendo, mais fácil vai ser achar uma solução. Porque depois do foco, vem a força de vontade. Sem força de vontade não tem como existir o foco.

— Cara, eu tenho orgulho de ter ele como amigo. — Mike sussurrou pra mim e Calum, e tivemos que concordar. Se Ashton não estivesse na nossa banda pra nos colocar na linha quando preciso ou nos motivar, estávamos fodidos.

— Eu fui claro? — ele perguntou mais alto, e nós concordamos com a cabeça. —  Então parem de agir feito maricas assustadas e venham me dar um abraço de homem.

Um sorriso saiu automaticamente do meu rosto e quando menos percebemos, estávamos nos abraçando, pulando e gritando feito loucos. Mesmo que as coisas saíssem do lugar, sempre estaríamos unidos.

Porém, a tensão voltou quando Calum abriu a boca.

— Que jeito vamos conseguir, Ashton?

Ficamos nos encarando tensos, o medo em nossos olhos era reconhecível. Até que um barulho de botas no piso me fez olhar para a entrada da garagem. Os garotos também fizeram o mesmo, curiosos.

Margot entrou com aquele jeito intenso dela de impactar as pessoas de repente, sempre fazendo surpresa. Ela estava linda com um cropped vermelho e aqueles shorts azuis de cintura alta, toda retrô. Não sei porque o tempo parece parar quando vejo ela chegar, é um saco ficar tão aos pés dela desse jeito.

— Garotos, a solução de vocês está bem aqui. — ela apontou pra si mesma, um sorriso enorme e contagiante no rosto.

Eu e os garotos nos entreolhamos, não sabendo se era motivo pra estarmos felizes ou com medo.

— O que você quer dizer? — perguntei, não entendendo nada.

Margot revirou os olhos sem tirar o sorriso do rosto. Eu adoro o fato de ela sempre parecer otimista mesmo com o mundo desabando na cabeça dela. Ou nas nossas cabeças, porque o mundo está desabando pra eu e os caras agora.

— Caralho, como vocês são lerdos. Eu sei um jeito de impedir o pai do Luke e fazer vocês irem pra Londres.


Notas Finais


Será que eu demorei dessa vez? Será que ainda tem leitoras lindas por aí?

MEUS AMORES QUE SAUDADE, PORRA! Vocês devem estar querendo me matar porque eu sempre sumo por meses e depois volto como se nada tivesse acontecido (eu sou geminiana, gente calmaaaa kkkk). Mas como eu sempre digo, não foi proposital.

Não, não tem nada a ver de novo com celular quebrado, até porque to com um novinho em folha. Mas sim por conta de bloqueio e preguiça, foi difícil escrever alguma coisa aqui, eu tentava escrever algo e não saía nada. Aí hoje, estava ouvindo She Looks So Perfect e bateu a inspiração (AMÉM).

Demorar pra postar? Que dia foi isso? Nunca nem vi.

Enfim, boa parte disso é porque minha vida estava uma montanha russa maluca cheia de altos e baixos, pessoas entraram e saíram da minha vida, e agora é um período de mudanças na minha vida e no meu Eu. Então, eu precisava desse tempo pra incorporar a Taylor Swift e começar a renascer das cinzas (ainda to renascendo, pensa num processo demorado?)

Voltando ao capítulo, amei fazer essa parte do Ashton sendo todo raivoso e dando ordens. Ultimamente to bem xonadinha nele então... esse momento foi crucial. O capítulo não foi essas coisas mas serviu pra juntar os garotos de novo, mostrar como eles lidam com os problemas e como isso afeta a banda e eles mesmos. O próximo capítulo vai ser a hora de agir, se preparem.

Comentem o que acharam, não me abandonem meus amores (e fantasminhas podem aparecer). Bem-Vindas leitoras novas e até o próximo capítulo! 💘


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