História Photograph - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Lysandre, Romance
Visualizações 67
Palavras 1.193
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Você é minha


LEIA AS NOTAS FINAIS AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHH

Laah

Alguns meses se passaram, meu namoro com o Lysandre estava a mil maravilhas, era como se estivesse vivendo um conto de fadas. Mas, acho que realmente estou vivenciando um.

Fecho o livro, desistindo de ler. Eu já não estava mais prestando atenção nele há um bom tempo. Peguei meu celular e fiquei relendo minhas conversas com o Lysandre. Não vou mentir, alguns sorrisos bobos e risadas involuntárias saíram, era tudo tão perfeito.

Eu só conseguia pensar em uma coisa: A surpresa que ele iria me fazer hoje à noite. Sim! Ele me disse que hoje seria uma noite especial, mas não faço a mínima ideia do que ele pode aprontar.

Olho para o relógio e pareciam que as horas não passavam, a euforia tomava conta de todo o meu corpo, me impedindo quase de respirar.

“Acho melhor já ir tomando banho” Pensei comigo mesma.

Me despi e quando entrei naquela água morna, relaxei um pouco. Assim que sai, eu fiquei com uma enorme dúvida “O que vestir?” É impossível eu me decidir...

Por fim, coloquei uma calça jeans clara e uma blusa florida, respira fundo, menina!

Fiquei esperando ele na sala, andando de um lado para o outro.

(Mãe) – Meu, pai! Desse jeito você afundar o chão! Parece que nunca saiu com ele antes.

Esse era o problema. Sempre que eu e ele estávamos juntos, era como se fosse a primeira vez que estivéssemos nos vendo, a primeira vez que estivéssemos nos tocando, eu não conseguia me acostumar com isso, não sei se isso é algo bom ou ruim... Talvez seja ambos.

Minha mãe percebeu que eu não me aquietei, por isso, revirou os olhos. Assim que eu escutei a campainha, congelei.

(Mãe) – Estava toda agitada aí, agora fica parada? – Riu. – Não vai atender?

Eu caminhei rapidamente até a porta e antes de abrir, me ajeitei, não queria parecer uma maluca desesperada – Por mais que eu estivesse sendo no momento.

Quando eu abri a porta, eu vi a coisa mais encantadora do mundo... O seu sorriso. Seu sorriso é algo que mexe com o meu psicológico inteiro, algo que me tira da realidade. Fiquei hipnotizada com o branco de seus dentes e seu doce cheiro.

(Lysandre) – Lara?

Só no momento que ele me chamou novamente que eu sai daquele transe, deveria estar parecendo uma idiota.

-Hum? Ah, oi. – Sorri de volta.

(Lysandre) – Vamos?

(Mãe) – Nem se despede da sogra. – Minha mãe gritou. – Está no meu death note.

(Lysandre) – Ah, desculpe dona Isabela. – Ele riu e nós saímos. – ela sabe o que é um death note?

-O duro que sim, meu irmão mostrou o anime para ela semana passada. – Rimos. – Então... Qual é a surpresa?

(Lysandre) – Se eu contar, deixa de ser uma surpresa. – Ele piscou.

[...]

Nós tínhamos ido a um restaurante e para ser sincera, era o restaurante mais maravilhoso que eu já vi, assim que entramos no carro, eu o olhei.

-Foi incrível. – Lhe dei um beijo.

(Lysandre) – Você acha que essa era a surpresa? – Ele dizia sorrindo.

Eu arqueei a sobrancelha, receosa.

-E não era? – Ele negou, rindo.

(Lysandre) – Coloca o cinto.

Eu o obedeci, o que será que este platinado de olhos bicolores estava aprontando?

[...]

Ele me levou para sua casa, que estava completamente vazia.

-Cadê seu irmão e sua mãe? – Perguntei sem entender nada.

(Lysandre) – Foram viajar... Eles me chamaram para viajar, mas eu disse que tinha coisas mais interessantes a se fazer. – Ele me encarou, com um sorriso malicioso nos lábios.

Me aproximei lentamente dele, olhando fixamente em seus olhos. Agarrei em sua camisa com as duas mãos, o puxando um pouco mais perto de mim.

-Como por exemplo? – Sussurrei.

Nossos lábios estavam tão próximos, eu sentia nossa respiração se misturar e isso me deixava louca. Mas, o clima estava diferente, ambos estavam se desejando, ambos queriam sentir o corpo um do outro e seus suores se misturando.

(Lysandre) – Como por exemplo a surpresa. – Ele aproximou mais, nem sabia que dava para se aproximar mais sem encostar nossos lábios, ou deveria ser o louco desejo que eu estava sentindo no momento. – Se você não quiser, eu entendo... Não quero te forçar a nada.

-Eu acho que você demorou muito tempo para fazer esta surpresa. Se você soubesse o quanto eu desejo seu corpo. – Confessei.

Ele soltou mais um de seus sorrisos maliciosos e juntou nossos lábios, em um beijo cheio de malícia e luxúria. Ele começou a descer as alças da minha blusa, com um toque carinhoso. Eu arfava com seus toques, eram tão bons. Comecei a arranhar seus fortes braços.

Eu o ajudei a tirar sua camisa e passei os dedos em seu peitoral, enquanto isso, minha blusa descia lentamente pelo meu corpo e caia no chão, devido ela ser meio larga. Ele me colocou em seu colo e subimos a escada em direção ao seu quarto.

Assim que ele abriu a porta e me colocou no chão, eu vi seu quarto iluminado por velas e cheio de pétalas de rosas. Eu estava encantada, ele preparou tudo isso para nós?!

Ele se aproximou e juntou nossos lábios novamente, me deitando na cama.

(Lysandre) – Você não imagina quantas vezes eu sonhei com essa cena. – Ele olhava fixamente para meu corpo, mais especificamente para meus seios.

-Eu consigo imaginar, pois eu sonhava com isso também. – Sorrimos.

Ele desceu as mãos até a minha calça, retirando-a. Lysandre passou as mãos pelos meus seios, cobertos pelo meu sutiã vermelho com rendas e assim que passou as mãos pelas minhas costas, o retirou.

(Lysandre) – Eles são bem maiores e bem mais lindos do que eu imaginei. – Rimos.

Ele se aproximou, encantado e abocanhou meu seio direito. Eu arranhava suas costas nuas e gemia seu nome.

Senti seu membro dando sinal. Enquanto ele chupava meu seio direito, brincava com o esquerdo. Era uma sensação maravilhosa. Quando ele terminou os meus seios, ele desceu suas mãos até minha intimidade, ainda coberta.

Ele retirou minha calcinha e penetrou dois dedos em minha intimidade. Eu rebolava em seus dedos e soltava leves gemidos. Assim que saiu meu pré-gozo, ele o tomou.

Eu inverti nossas posições, ficando em cima dele e rebolando encima de seu membro completamente ereto e coberto. Seus gemidos eram como músicas para meus ouvidos.

(Lysandre) – Amor, não me torture, por favor. – Ele dizia manhoso.

Eu retirei sua calça e sua cueca e o tamanho era surpreendente. Comecei estimula-lo, fazendo movimentos vai e vem. Logo em seguida, subi em seu membro e comecei a cavalgar.

Ele inverteu novamente as posições, me fazendo ficar por baixo dele. Eu percebi que aquele filho da mãe estava estocando lentamente para me provocar, seu sorriso sacana não me engana. Comecei a unhar mais fortes suas costas, implorando por mais. Parecia que ele havia gostado, pois aumentou a velocidade.

Assim que chegamos ao ápice, ele caiu ao meu lado e eu o abracei. Ele beijou minha testa.

(Lysandre) – Eu te amo tanto. – Ele sussurrou.

-Eu amo mais. – Sussurrei de volta, sorrindo abobada.

(Lysandre) – Impossível. – Ele pegou em meu queixo e me beijou. – É tão bom saber que você é minha... Não quero te perder nunca.

-E pode apostar... Não vai. – Sorri.


Notas Finais


EU TO DE VOLTA, CARALHOOOOOOOO!!!!!!
Primeiramente: Eu não sei se é pré gozo, até pq:
1- Sou uma menina de 14 anos super inocente cof cof sqn cof cof
2- A VACA DA MINHA AMIGA QUE ESCREVE PUTARIA N TAVA ON PRA TIRAR MINHA DÚVIDA
3- FICOU MEIO POMBO, MAS TAMO JUNTO
4- É LYSLAAH, POHA!


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