História Pierrette - Capítulo 14


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Categorias Batman
Personagens Alfred Pennyworth, Barbara Gordon, Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Harvey Dent (Duas-Caras), Pamela Lillian Isley
Tags Arlequina, Batman, Coringa, Drama, Duas Caras, Fantasia, Romance
Visualizações 1
Palavras 888
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiieee!!!!
Espero que gostem de mais um capítulo!!!
Beijos!!!

Capítulo 14 - Recuso uma Parceria


Eu ainda estava na cama, de novo o Coringa lá não estava e, ao mesmo tempo que eu queria saber para onde ele fora e o que ele fazia, eu também não queria saber.

Voltar a ser Pierrette estava me deixando tão feliz que me preocupava mais comigo mesma e com minha alegria. Queria mostrar que sabia muito bem que eu fora sequestrada, que apagaram minha memória, criaram, não sabia como, uma outra realidade e me jogaram nela. O que será que ganhavam em me tirar da minha realidade?! O que era Julian?! Meus amigos eram reais ou hologramas? Essas questões, por incrível que pareça, eu não conseguia resolver.

Só sabia que haviam me tirado de Gotham, e que também tinham mexido com a cabeça do Coringa, colocando o triste conto da mulher grávida que morrera num "acidente". Historinha também que Julian me mostrara para, com toda certeza, me confundir.

Queria sair a procura dele, quer dizer, chamá-lo com a força do meu pensamento e torturá-lo, acabar com ele bem devagar pra sentir cada gemido de dor que ele pudesse soltar até que me sentisse satisfeita, até que me sentisse vingada por tudo que ele me fizera esquecer. Por ter me deixado numa realidade que eu não podia controlar, mas sim era controlada... Por ter roubado minha vida!!!

Depois de pensar no que eu poderia fazer com Julian, pensamentos malucos começaram a povoar minha mente, tais como: Lucy era um holograma, já Lucas e Sofia não; Duas-Caras estava junto com Julian, como se fosse ser duplamente vencedor ou qualquer coisa parecida; que meus amigos estavam na mansão Wayne e que eu precisava encontrar minha "arma poderosa".

"Arma poderosa?!", pensava comigo, enquanto levantava da cama e ia tomar um banho. Com a água caindo no meu corpo eu continuava matutando, até que apareceu uma espécie de bengala, daquelas que representavam status antigamente, encimada por uma rosa branca. Meus olhos brilharam, daquela rosa branca podiam sair infinitas láminas em formato de pétalas, tão infinitas quanto eu pudesse querer e imaginar.

Logo depois do banho, enquanto me arrumava, admirando o reflexo do espelho, percebi que poderia acabar por encantar Julian e torturá-lo através da minha beleza. Será que esse sempre fora o plano do Coringa?! Eu o encantava, ele ficava fraco e o Coringa o matava?
Fiquei por muito tempo pensando nisso...

Agora, como que eu encontraria minha arma e como que iríamos todos expulsar Julian de Gotham? Ele provavelmente teria escondido minha arma em algum lugar e...

-- Como vai minha palhacinha predileta, feliz por saber quem é? Sabia que você é uma vilã aqui de Gotham e, se eu a destruísse seria um herói? -- disse Julian, aparecendo no espelho.

Eu dei um salto para trás e caí de bunda no chão.

-- É, o Duas-Caras se interessou em me ajudar, mas ele deve ter algum plano B, sabe como é.

-- Isso é muita informação. -- disse, levantando e encarando Julian -- Quer Gotham só para você, mas ela pertence ao Coringa. Como que o Coringa que é o dono de Gotham, achava que fosse de Bruce.

-- Bruce é só um arquétipo do que se pode ter de "politicamente correto". Embora tenha que admitir que ele dá umas escapadas. -- ele sai do espelho e fica do meu lado, pega em meu braço e continua -- Mas não foi para isso que eu vim aqui.

-- Para quê veio?! -- disse arrancando a mão dele do meu braço.

-- Vim para propor uma parceria, antes que se decepcione. Preste atenção: Coringa é um maluco homicida. Principalmente maluco!

-- E você quer tomar o lugar dele, isso o torna melhor ou pior?! -- disse saindo do banheiro e sentando na minha cama.

-- Quer tomar o lugar da Harley?! -- disse Julian, sentando do meu lado.

-- Não respondeu minha pergunta.

-- Não respondeu a minha...

-- Perguntei primeiro! -- gritei, levantando e ficando diante do meu inimigo.

-- Eu quero melhorar essa cidade, tenho sonhos. Destruir o Coringa significa uma cidade livre.

-- Gotham já era horrível antes do Coringa!

-- Mas foi ele que a criou assim, eu quero um paraíso, não um inferno! -- ele levantou e me abraçou -- Não tenho nada contra você, tentei trazer minha irmã pro meu lado e não consegui. Parece que ela tem medo.

-- Por que criou toda aquela triste história e me sequestrou?

-- Para um grande cenário imaginário mental, incrível e espetacular. Sua vida foi boa na vila que lhe coloquei, fez até amigos!

-- Colocou uma historinha na cabeça da Sofia também, não?!

-- Coloquei e o motivo também já dei. Agora me diga, quer tomar o lugar da Harley?

-- Não! Quero acabar com você! Como não sei, mas vou descobrir e acabar com sua raça!

-- Já que quer perder seu tempo, tudo bem. Prepare-se! A guerra começou e perdeu sua chance de, vamos dizer, não se decepcionar!

Consegui me soltar do abraço, dei uma bofetada na cara dele e o mesmo sumiu numa nuvem de poeira. Em cima da cama, no momento em que Julian deixara meu quarto, apareceu a minha bengala, com um bilhete ao lado:


"Seria ridículo ter um oponente mais fraco, não gosto de batalhas fáceis. Boa sorte, amorzinho! 
Seu amigo e amor, 
Julian"

 

-- Imbecil... -- murmurei entredentes.



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